Now Is Good
26 Lacunas
Notas iniciais
Elas embarcam no táxi, e enquanto se encaminham para casa de August, elas vão observando a paisagem. Boston era uma cidade muito bonita mesmo.
Depois de algum tempo, o táxi estaciona em frente ao endereço que Emma havia dado, e a loira estranha um pouco, esta tudo muito diferente.
– Moço, com licença, mas tem certeza que este é o endereço que lhe dei?
– Tenho sim, senhora.
– Nossa, faz muito tempo mesmo em que morei aqui. – Ela diz a si mesma. Fazendo Regina encara-la com expressão surpresa.
– Você já morou aqui? – Regina diz, dando ênfase ao morou.
– Já sim, a alguns anos atrás. Época de colégio. Uma história complicada te conto depois. – Diz a loira soltando um suspiro pesado.
– Vou querer saber mesmo. – Elas já estavam fora do taxi, paradas em frente ao prédio.
– Vou ligar pro August. – Ela pega o celular do bolso e quando começa a discar o numero, August surge na entrada do prédio.
– EMMA – Ele corre para ela e a abraça forte, levantando e a girando no ar. – Que saudade de você princesa.
– Eu também estava com muita saudade Gus. – Emma diz com um sorriso enorme no rosto.
– Achei que nunca mais fosse te ver mulher. – Ele dizia e Regina não pôde deixar de reparar nos braços dele envolta da cintura de Emma, e na proximidade de seus corpos.
– E afinal a montanha teve de vir até Maomé, né?! – Emma ria abertamente. Regina pigarreia para mostrar que ainda estava ali. – Oh, Gus – Emma se solta dos braços do primo. – Esqueci-me de lhe apresentar, esta é Regina. Regina, este é o August. – August faz menção de abraçar Regina, mas ela limita o contato a um aperto de mão.
– Um prazer conhecê-lo August. – Esboça um sorriso educado.
– O prazer é todo meu. – Ele retribui o sorriso e se vira para Emma. – Nossa loira, poderia ter me dito que sua amiga era dessa formosura toda, eu teria me arrumado melhor. – Ele diz arrancando risos de todos, até de Regina, que até o momento se limitou a sorrir por educação.
– Ai, sem querer ser chata, mas, podemos subir? Tô cansada. – Emma pede fazendo uma careta.
– Claro amada mia. — August diz, pegando a mala de Regina que era maior. – Nossa, o que está carregando aqui? Trouxe a TV de casa é? – Ele brinca com a morena, que força um sorriso, não achando a mínima graça na piadinha dele.
– Eu disse a mesma coisa. – A loira, segue ao lado de August, rindo e conversando, e nem percebe que havia deixado Regina para trás.
Quando chegam ao elevador, ele estava quase cheio, Emma se espreme junto com August, Regina percebendo que não caberia, para na porta.
– Vem Re. – Chama Emma.
– Não, eu vou de escada. Qual o andar August? – Ela diz séria.
– 10° andar, você vai cansar. Espera o próximo.
– Não, eu vou subir de escada mesmo. – Ela vira as costas, mas Emma ainda segurava a porta do elevador.
– Você quer que eu suba com você? – Mas Regina finge não ouvir, e continua seguindo para as escadas.
– Acho que Regina não gostou de ficar para trás loira. – Comenta August, e Emma faz menção de sair, mas as portas do elevador se fecham antes que ela pudesse sair. – Relaxa, encontramos com ela lá em cima. – Emma confirma com a cabeça, mas no mesmo instante que Regina virou as costas para eles, ela percebeu que teria problemas.
Regina subia as escadas com raiva, batia os pés com tanta força no chão, que eles já começavam a doer.
– “Quer que eu suba com você?” Que droga de pergunta era aquela? – Regina falava a si mesma. Mal tinha conhecido August, mas seus santos não batem.
Ela sobe todos os 10 lances de escadas até o andar indicado por August, chegando lá, Emma a esperava na porta de um dos apartamentos, provavelmente o do primo.
– Amor, você devia ter esperado o outro elevador, eu tentei descer para esperar o próximo com você, mas o elevador acabou fechando as portas. Emma falava enquanto Regina tentava recuperar o fôlego.
– Tentou Emma? Não pareceu. – Regina consegue se recompor um instante.
– O que? Foi você quem quis subir de escada Regina.
– Eu quis deixar vocês à vontade, já que me deixaram pra trás. – Emma suspira.
– Amor... – Ela começa, mas Regina a corta.
– Sem essa Emma, estou cansada, acabo de subir 10 lances de escadas, será que podemos entrar pra eu poder tomar um banho?
– Tá bom. – Emma não discute, e elas entram no apartamento de August. Ao entrar Regina teve de reconhecer que tudo era de um tremendo bom gosto, a decoração, os móveis, tudo. Mas obviamente não iria admitir isso em voz alta. August veio da cozinha em direção a elas.
– Então, tenho dois quartos, o meu e de Roland, e o de hóspedes. Vocês podem dormir juntas no de hospedes, ou você pode dormir comigo e Roland Emma. – Ele diz sorrindo maliciosamente para Emma. O rosto de Regina queimou com a raiva que ela sentiu.
– Eu e Regina vamos ficar juntas Gus. E quem é Roland?
– Oh, certo. É uma longa história loirinha, depois conto com calma. Vou levar as malas de vocês até o quarto. – Ele sai levando as malas para o quarto.
– Esse abusado ... – Regina diz a raiva estampada em seu semblante.
– Calma amor, ele tá só brincando. – Emma envolve o corpo de Regina.
– Pois eu não achei a mínima graça. – Regina rebate.
– está com ciúmes? – Emma diz com ar divertido.
– Tenho motivos Swan? – Ela diz e se solta dos braços da loira. August volta para sala dizendo:
– Fiquem a vontade garotas, a casa é de vocês.
– Obrigada Gus. – Emma diz.
– Eu gostaria de um banho, se me permite. – Regina diz a August.
– Claro Regina, terceira porta a esquerda. – Ele diz, apontando para o corredor.
– Obrigada. – Regina força um sorriso para ele e segue em direção ao quarto de hospedes para pegar suas coisas. Deixando Emma a sós com August.
– Ah Emma, senti tanta saudade suas. – August diz a loira, enquanto sentavam- se no sofá.
– Eu também senti. – Emma responde. E eles engatam uma conversa adorável enquanto Regina tomava banho.
A morena sai do chuveiro, se sentindo mais leve, seu estresse havia diminuído um pouco. Ela volta para a sala, e não encontra Emma e August, mas houve suas risadas vindas da cozinha. Ela se joga no sofá, respira fundo e liga a televisão.
A noite havia chegado e Regina continuava com o maior tédio na frente da televisão, enquanto Emma e August estavam na cozinha, preparando o jantar e rindo sem parar relembrando as histórias do passado. A morena já estava ficando irritada com toda aquela intimidade entre eles e quando ela pensa em ir até a cozinha perguntar o que diabos tinha tanta graça, Emma entra na sala e se senta ao seu lado no sofá.
– Ta cheirosa amor. – A loira diz.
– É o intuito, acabo de tomar banho. – Regina rebate.
– Nossa. – Emma põe a mão no peito. – Levei um coice agora.
– Não sou cavalo, se você não percebeu. – Regina revira os olhos.
– Nossa Regina, ta que ta eim?! – Emma encara a morena.
– Achei que você iria me deixar aqui sentada sozinha a noite inteira.
– A então é isso. Amor para de ser besta, eu só estou matando a saudade do meu primo. Não nos víamos há anos. – A loira diz calmamente.
– Mas você não precisaria me deixar de fora né? – Regina diz olhando para Emma.
– Me desculpa amor, não foi de propósito. – Ela pega o rosto da morena nas mãos, e se inclina para beija-la, quando são interrompidas por August chamando.
– Hey loira, vem me ajudar aqui. – Regina suspira pesadamente.
– Vai lá ajudar seu primo – A morena diz a ultima palavra com desdém, fazendo Emma chacoalhar a cabeça e sorrir, dando-lhe um selinho e seguindo para a cozinha.
Depois que a loira vai para cozinha ajudar August, Regina caminha pela sala, olhando os porta-retratos com fotos de August, espalhados por todos os cantos. Chegando perto de uma estante, Regina vê uma foto de Emma e August quando eram mais novos. Ela estava sentada no colo dele, com a cabeça apoiada em seu ombro, eles pareciam tão íntimos. A morena senta um desconforto no estomago. Ela deixa seus olhos vagarem mais um pouco pela estante, e avista alguns livros, Regina adorava ler, então os livros logo renderam sua atenção completamente. Ela lia alguns trechos de Macbeth um de seus favoritos de Shakespeare, e se assusta quando chamam seu nome.
– Regina?! – Era August.
– Uh, hmmm, desculpe estar mexendo nas suas coisas, mas isso me chamou feito um imã. –Ela diz devolvendo o livro no lugar.
– Imagina, pode pegar o que quiser. Então você também gosta de Shakespeare?
– Oh sim, ele era fantástico. – Ela diz com certa empolgação.
– Muito. Eu sou fascinado, pela escrita dele. – Ele diz a ela e em seguida o silêncio recai sobre eles.
– Emma está ajudando com o jantar? – Regina pergunta só para quebrar o silêncio.
– Oh, é verdade, foi exatamente pra isso que vim nós terminarmos, vim te chamar para jantarmos. – Ele sorri abertamente.
– Ah claro, vamos lá. – Eles se encaminham para a sala de jantar, a mesa já estava toda posta, e Emma os aguardava ai lado da mesa.
– Até que enfim, to com fome gente. – Diz Emma passando a mão pelo abdome.
– Emma, você nunca muda loirinha. – August diz, puxando a cadeira para ela e depois dando a volta na mesa para puxar a cadeira para Regina também, depois ele se senta na ponta.
O jantar discorre perfeitamente bem, o clima parecia ter melhorado. August contava histórias de quando ele e Emma moravam juntos.
– A Emma era melhor que eu no futebol, Regina. – August diz fingindo tristeza, arrancando algumas risadas delas.
– Era não, eu ainda sou. – Emma corrige.
– Ah não seja tão modesta priminha – August ironiza. E eles riem novamente. – Você se lembra da época em que namorávamos? – August dispara, fazendo Emma se calar e olhar para ele imediatamente, enquanto Regina se engasga e vira todo o conteúdo de vinho em sua taça de uma vez só. E corre seu olhar para Emma, a loira podia ver seu rosto vermelho queimar de raiva.
– Bons tempos aqueles eim. Nos pegávamos pra valer né?! – ele continua sem perceber, e Emma o olha lançando um olhar de reprovação que ele de inicio não entende, mas depois cai a ficha. – Oh meu Deus, me desculpem. Regina você não sabia. Ah meu Deus, que vergonha. – Ele dizia com as mãos no rosto.
– Aparentemente eu não sei de nada por aqui né Emma? – Regina diz encarando a loira que não consegue sustentar o olhar matador de Regina.
– Gente, me desculpa. Regina... – Ele poe uma mão no ombro direito da morena. – Isso faz tanto tempo, por favor, me desculpe eu não quis ofende-la.
– Ta tudo bem August. Você não me ofendeu. – Ela diz deixando claro que August não a tinha ofendido, mas a maneira como disse, Emma soube que teria problemas.
– Ah que bom, gelei por um momento. – Ele ri nervoso. Eles continuam comendo em silêncio absoluto, quando ouvem a campainha tocar. – Me deem licença, por favor, deve ser Alex com Roland. – August sai para atender a porta.
– Regina... – Emma começa, mas Regina a corta rapidamente.
– Agora não Emma. – Ela levanta a mão para que a loira se calasse. Nesse instante um menininho surge na porta da cozinha, sendo seguido por August, e para ao ver as duas estranhas ali.
– Papai quem são essas moças? – Ele sussura um pouco alto para August, que pega a miniatura de gente no colo e caminha em direção à mesa.
–Esta é a Emma, prima do papai, lembra que eu falava dela pra você? –August pergunta ao menininho em seu colo, e ele acena positivamente com a cabeça. – E esta é a Regina, amiga da Emma. — Ele olha para Regina e sorri timidamente, ela retribui o gesto. — Esta com fome? – August pergunta ao pequeno.
– Estou com muita papai. – O menininho responde.
– Então vá até o banheiro lavar as mãos, e volte para jantar conosco, sim? – O garoto acena com a cabeça, e sai correndo pela casa em direção ao banheiro.
– PAPAI? – Emma o olha incrédula. – Você é papai?
– Hmm, digamos que sim. Tecnicamente eu sou.
– Me conta direito isso. – A loira pede.
– Uma longa história Emma, vou resumir pra você. Um belo diz eu estava saindo pro trabalho, e esse garoto tava dormindo na minha porta, e desde então eu to cuidando dele. Até acharem um lar adotivo decente pra ele. – August diz, tomando do conteúdo em sua taça.
– E por que você não fica com ele? – Regina pergunta.
– Não posso primeiro por que eu mal cuido de mim. Segundo, nunca me aprovariam, não tenho condições suficientes para que eles me vejam como o tutor de uma criança. Eu até queria, mas não posso. – Nesse instante Roland volta correndo.
– Ponto papai, olha estão limpinhas. – Ele mostra as mãos para August.
– Muito bem, Roland. Venha aqui. – August ia colocar o garoto sentado ao lado de Emma, mas o pequeno o chama com o dedinho, e ele se abaixa para ouvir o que o garoto tinha a dizer.
– Papai, eu posso senta do lado daquela moça? – Ele aponta discretamente o dedo para Regina
– Você gostou da Regina? – August pergunta para ele, e ele rapidamente acena com a cabeça, dando uma espiada para a morena que lhe sorria. August se vira para Regina – Hmm, Regina você se importaria se Roland, sentasse ao seu lado?
– Claro que não, vem cá. – Regina diz olhando para Roland, batendo na cadeira ao seu lado. O garoto sai pulando e se senta ao seu lado.
– Se comporte Roland, se não o que Regina vai pensar? – O menino se senta direito na cadeira, arruma a postura, e espera que August trouxesse sua comida. E August sussurra para Regina. – Acho que ele gostou de você. – A morena abre um sorriso que poderia iluminar a sala inteira, se não fosse pela luz que já havia. Emma observava tudo atentamente, não fazia ideia que Regina gostava de crianças.
Após August voltar com a comida de Roland, eles voltam a conversar, na verdade August e Emma voltam a conversar, pois Regina estava ocupada com Roland que lhe fazia todo tipo de pergunta.
– Roland, deixa a Regina terminar de comer. – August pede.
– Não. – Regina se apressa em dizer. – Não precisa, eu já terminei, deixa-o. – Ela pisca para o garotinho.
– Tudo bem. – August diz, e sussurra para Emma. – Não sabia que ela gostava de crianças.
– Nem eu. – Emma diz.
– Papai, eu vou mostar a minha coleção do Harry Potter pra Regina, ta bom? – Roland diz para August já puxando Regina pela mão.
– Você perguntou se ela quer ver Roland? – August diz advertindo o menino.
– Regina, você quer vê minha coleção do Harry Potter? – Ele diz olhando para Regina e fazendo uma carinha de gato de botas.
– Claro que eu quero. – Ela diz bagunçando um pouco os cabelos do garoto.
– E você não vai chamar a Emma também? – August pergunta.
– Ah me desculpe. Emma você qué vim com a gente? – O menininho pega na mão da loira, mas não larga da mão da morena.
– Hmm, claro. – Emma sorri para ele, e se levanta da mesa. Ambas andaram lado a lado com o pequeno menino segurando suas mãos, mas no corredor ele soltou a mão de Emma, pois os três não caberiam ali. Eles entram no quarto de August, tinham duas camas, uma em cada canto, e era muito fácil perceber qual era a cama de Roland. Havia muitos pôsteres do Harry Potter espalhados pela parede, e havia uma pilha de livros em uma cômoda.
– Você já sabe ler Roland? – Regina pergunta pro garoto.
– Inda não, mas meu pai vai me ensina.
– E quantos anos você tem? – Emma pergunta. E ele conta nos dedos, mostrando três deles para Emma, de forma meio torta.
– Três anos?! – Emma diz em tom de surpresa. – Você é muito inteligente Roland.
–Obigado. – Ele sorri para a loira. Ele mostra toda sua coleção para Emma e Regina, e não era pouca coisa. Já passava das 21:00 quando August entra no quarto e bate na porta que estava aberta, para anunciar sua presença.
– Hey rapazinho, ta na hora de ir pra cama.
– Ah papai. – Roland reclama.
– Nada de Ah, já passou da hora de você ir pra cama.
– Mas eu to na cama papai. – O garoto responde, ele estava sentado ao lado de Emma e Regina na cama. Todos riem da resposta do menino, que fora muito esperto.
– Sem essa Roland. Vai colocar seu pijama e escovar os dentes. – August diz mais firme dessa vez, mas sem chegar a grosseria.
– Ta bom papai. – Roland desce da cama, e sai correndo pela porta, mas segundos depois ele volta, e anda até Regina. – Você não vai embola né Regina?
– Não, eu não vou embora, pode ir se aprontar pra deitar tranquilo. – Ela diz se abaixando na altura dele.
– Ta bom. – Ele vai até o guarda roupas e pega uma peça de roupas minúscula e vai para o banheiro.
– Nossa Regina, você conquistou mesmo o Roland. – August diz arqueando uma sobrancelha.
– Parece que sim. – Regina sorri de leve.
– Não sabia que gostava de crianças amor. – Emma diz olhando para Regina.
– Pois é Emma, assim como tem muitas coisas sobre você que eu não sei. – Regina diz se levantando da cama, e saindo do quarto, deixando Emma e August sem palavras para trás.
– Nossa Emma, me desculpa, juro que não foi proposital o que eu disse, achei até que ela soubesse.
– Não contei pra evitar essa reação. – Ela aponta com o dedo para a porta, por onde Regina havia acabado de sair. – Tudo bem, você não tem culpa, eu devia ter contado a ela.
– Vai lá conversar com ela. –Ele pisca maliciosamente para a loira.
– Ai August você não tem jeito. – Emma diz sorrindo e balançando a cabeça. – Vou conversar com ela. – A loira diz levantando-se da cama e ao perceber o olhar malicioso de August para ela, completa – Conversar de verdade, ok?
– Uhum sei. – Ele diz sorrindo e levando um golpe de travesseiro na cara. – Ai, isso doeu. – Ele diz sorrindo e atravessando o quarto para pegar um travesseiro também.
– Doeu nada, é só algodão. – A loira responde, já tomando dois golpes de travesseiro, um atrás do outro. – Ah é guerra? – Eles começam uma verdadeira guerra de travesseiros e só param quando Roland entra no quarto e diz:
– Papai, cadê a Regina? – O pequenino pergunta.
– Ela está no quarto de hospedes. – August responde.
– Não ta não, eu fui lá chamar ela, e ela não ta lá. – Roland diz com um bico.
– Como assim ela não está? – Emma sai do quarto procurando por Regina. – Amor, vc ta ai? – Ela entra no quarto de hospedes e bate a porta do banheiro no quarto, não recebe nenhuma resposta então ela abre a porta e vê que estava vazio.
– Ela não ta ai? – August pergunta.
– Não.
– Ela deve ter saído então. – August sugere.
– Droga Regina. – Emma suspira passando as mãos nos cabelos. – Vou ir procura-la. – Emma diz, pegando seu casaco e saindo apressada.
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