Notas iniciais
Oiiii genti *------* Sorry pela demora, tava tentando escrever mais pra deixar algo sobrando sabem, essa semana volto pra aula e ficarei com o tempo curto :'( Mas vou tentar postar no meio da semana ta bom? Aqui, eu adorei os reviews como sempre, me emociono sempre lendo cada um deles, postei o link da fic num grupo do face e a galera dizendo que ja lia, me deu uma animação tão grande, obrigada mesmo, sem vocês não teria mais história. Então, quanto ao capitulo, ele ta bem tenso, eu fiquei roendo as unhas escrevendo hahaha, espero que gostem :D Boa leitura.

POV REGINA

Depois de sair do quarto de Roland, fui até o meu quarto e de Emma, tecnicamente, e de lá pude ouvir os risos dos dois. Aquilo já estava me irritando muito, eu entendo que Emma não o via há anos, mas não havia necessidade dela me deixar de lado e ficar rindo a todo instante com ele.

Feet don't fail me now

Take me to the finish line

All my heart it breaks every step that I take

But I'm hoping that the gates

They'll tell me that you're mine

http://www.youtube.com/watch?v=Bag1gUxuU0g

Boston é uma cidade tão bonita, e já que não havia nada para eu fazer resolvi sair dar uma caminhada. Fazia muito frio, e eu havia pegado um casaco apenas. Mas o vento me fazia relaxar um pouco, não posso negar que estive nervosa o dia todo, só consigo pensar nesses exames amanhã.

Walking through the city streets

Is it by mistake or desire?

I feel so alone on a friday night

Can you make it feel like home

If I tell you you're mine


It's like I told you honey

– E se der errado? E se eles disseram que já sou um caso perdido? Ai meu Deus. — Digo a mim mesma. – Cale-se Regina, vai dar tudo certo. – Repetia para mim mesma, enquanto continuava caminhando pelas ruas desertas da cidade.

Don't make me sad, don't make me cry

Sometimes love's not enough

When the road gets tough

I don't know why

Keep making me laugh

Let's go get high

Road's long, we carry on

Try to have fun in the meantime

Por mais que eu tentasse não conseguia dispersar esse pensamento da minha cabeça e isso só me fazia ficar ainda mais nervosa, pensando nas mil possibilidades de coisas que poderiam me dizer no dia seguinte. Tudo que eu não precisava era da Emma de graça com o primo que foi namorado.

Come and take a walk on the wild side

Let me kiss you hard in the pouring rain

You like your girls insane

Choose your last words

This is the last time

Cause you and I

We were born to die



– Parece até piada. – Rio sozinha. – Avisto um banco numa praça logo a minha frente, caminho até ele e me sento um pouco, pois minhas pernas já começavam a doer. Fiquei sentada por uns 15 minutos, pensando em tantas coisas, pensando se realmente valia a pena todo esse esforço, se eu não morreria antes mesmo de começar um tratamento. Foi aí que olhei para o céu, estava completamente estrelado, lindo. Vi cair dele uma pena branca, que veio direto em minha direção e caiu sobre o meu colo, fico olhando para ela por algum tempo depois pego-a e guardo dentro do bolso do meu casaco, aquilo tinha que significar alguma coisa.

Lost but now I am found

I can see but once I was blind

I was so confused as a little child

Tried to take what I could get

Scared that I couldn't find

All the answers honey

Resolvo que está na hora de voltar, já estava ficando muito tarde. Estava caminhando completamente distraída e nem vejo a aproximação de um homem, e só me dou conta de sua presença quando ele me chama.

– Moça? – Chama o homem estranho. Dou um pulinho de susto.

– Pois não? – Digo a ele.

– Preciso de uma informação. – Ele disse se aproximando de mim.

– Hmm, eu não moro aqui, não conheço nada. – Digo me afastando um pouco.

– Mas você poderia só olhar aqui, quem sabe passou por esse endereço quando estava vindo para cá. – Ele diz e dá mais um passo em minha direção. Eu olho rapidamente para o papel.

– Desculpe, eu não posso ajuda-lo. Não sei onde fica esse lugar. – Digo já voltando a caminhar mais rapidamente, sem olhar para trás. Quando sinto um braço me envolver o pescoço e me puxar para trás com tanta força, que me faltou ar.

– Me dá tudo que você tem, ou você morre é já dona. – A voz diz me apertando com muita força. Eu tiro tudo que tinha nos bolsos do casaco, incluindo a pena, e entrego a ele. Ele puxa da minha mão e enfia tudo no bolso e só joga a pena no chão. – Hm, dá pra ver que é dona da grana. – Ele pega em meu braço e me vira bruscamente. Só aí posso ver que era o mesmo homem que me abordará a segundos atrás. – Acho bom você não dar uma de esperta pro meu lado, se não eu estouro seus miolos, ta me ouvindo? – Afirmei com a cabeça, meu coração estava num ritmo muito acelerado, meu corpo todo tremia, mas pude perceber que ele não segurava arma nenhuma, estava mentindo, mas decido não arriscar. Ele começa a me olhar os pés a cabeça, o que faz meu corpo tremer ainda mais. – Você é bem gostosinha também. – Ele começa a passar a mãos pelo meu corpo, braços, costas, pernas, e até dá um aperto na minha bunda. Uma vontade enorme de chorar me vem de repente, mas eu a seguro. — Deus, o que eu faço agora? – Era tudo que eu conseguia pensar.

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POV EMMA

Saio pelas ruas escuras de Boston a procura de Regina. Já havia andado umas três quadras e nada dela ainda. Não pude deixar de me sentir culpada, e não consigo parar de pensar que algo ruim tenha acontecido a ela.

– Droga Regina. – Repito a mim mesma, enquanto continuo andando feito louca por várias e várias ruas. Estava perto da Praça Public Garden, provavelmente ela estaria ali. Começo a correr pelos caminhos escuros da praça, o tempo passava e nada de Regina, o desespero começa a bater junto com o cansaço, deixo meu corpo cair sobre um banco próximo, abaixo a cabeça e apoio-a nas mãos. – Eu sou uma imbecil. – Sinto um aperto no peito, uma dor sufocante. Precisava acha-la. – Ai Amor, onde você está? – Apoio a minha cabeça no encosto do banco, procurando pensar onde ela poderia ter ido, talvez já tivesse voltado pra casa. Fico sentada alguns minutos, depois volto a andar pela praça, quando de longe vejo duas silhuetas bem embaixo do poste de luz, forço a visão pra tentar enxergar, e quando consigo enxergar um mínimo detalhe, um broxe dourado, que ela usava no casaco, saio correndo em sua direção. Quando me aproximo, meu coração quase para ao perceber o que estava acontecendo, o homem prendia o corpo de Regina no poste de luz e forçava para tirar seu casaco que ela tentava a todo custo impedir. Ver aquilo me deu um embrulho no estomago, ela vira o rosto para minha direção na tentativa de se livrar dos lábios do homem que tentava beija-la, ela me vê, eu quando seus olhos encontram os meus, posso ver o pânico estampado ali, coloco o dedo no lábio pedindo para ela não falar nada e fingir não ter me visto, pois o homem estava de costas para mim, assim eu teria uma vantagem. Aproximo-me devagar me preparando para o golpe, ele consegue beijar Regina.

– Tire as mãos dela seu desgraçado — Rapidamente passo meu braço pelo seu pescoço, aperto com toda minha força. Consigo afasta-lo de Regina. Ele consegue se soltar relativamente fácil, e parte pra cima de mim, me dando um soco forte no rosto que me faz virar, eu fico abaixada absorvendo a dor e esperando que ele viesse para cima de novo, quando ele o faz, eu fecho minha mão em punho e bato na cara dele com força, ele cambaleia e eu aproveito para chutar seu estomago várias vezes, e aproveito a posição inclinada em que ele estava para encher a cara do babaca de socos. Eu batia, batia, batia, sentia a dor em minhas mãos, mas não conseguia parar, sentia o sangue dele pingando, mas não parava, a raiva tinha me tomado por completo, e só volto a mim, quando sinto a mão de Regina no meu ombro.

– Emma pare. – Ela pede. Eu volto à realidade, mas não paro de dar socos. – Emma pare agora. – Ela pede de novo. – A policia está vindo. – Dou mais alguns socos e quando ele cai no chão, o chuto com toda minha força, empurro a mão de Regina para longe do meu ombro. Meu corpo todo tremia, não sei se pelo frio, pela adrenalina, ou pela raiva. Olhava para o homem deitado no chão, se revirando de dor, e sentia um prazer enorme com aquilo. Ouço o som das sirenes, e rapidamente dois policiais se aproximam um deles algema o homem o coloca no carro, depois volta para fala comigo enquanto o outro falava com Regina, e enquanto conversamos com eles, meu olhar encontra o de Regina pela primeira vez, e ela desvia o olhar, minha ficha finalmente cai. Na hora da raiva eu a empurrei, mas não tive a intenção de machuca-la, foi só a adrenalina do momento, mas ela não parecia ter visto dessa forma.

– Querem uma carona até em casa? – O policial pergunta para mim, depois de pegarem nossos depoimentos.

– Não precisa obrigada. Estamos hospedadas aqui perto. – Ofereço-lhe um sorriso.

– Tudo bem então, tenham cuidado moças, essa cidade está cheia de marginais. – Ele diz e entra na viatura e seguem para fora da praça. Eu e Regina ficamos paradas por alguns instantes olhando o carro se afastar. Eu viro de frente para ela, mas não olho para ela, fico encarando meus sapatos, e só levanto a cabeça quando ouço o som de seus saltos andando para longe de mim. Respiro fundo e a sigo, ficando para trás alguns metros. Tudo que se ouvia na noite escura e fria era o som dos saltos da minha mulher que quase havia sido estuprada, por minha culpa. Eu a deixei de lado, eu a deixei sair, eu a deixei sumir. Sinto a culpa vir com força, exatamente como quando uma onda bate com força no corpo das pessoas, e quase as afogam, era exatamente assim que me sentia. Afogada. Nunca havia sentido esse tipo se coisas por ninguém na vida.

When I was younger
I saw my daddy cry
And curse at the wind
He broke his own heart
And I watched
As he tried to reassemble it

http://www.youtube.com/watch?v=-J7J_IWUhls

– Regina?! – Chamo por ela. Mas ela só continua andando e não responde. – Regina, por favor. – Nada. Dou um passo mais rápido e seguro seu braço, fazendo a parar. – Amor, não faz assim, por favor. – Peço a ela, que não havia virado o rosto para mim ainda. – Me desculpa Regina, eu sei que fui uma imbecil. – Nesse momento ela vira e me encara, e ao encarar de volta seu olhar, sinto ainda mais culpa. Por que era esse olhar que ela tinha, o olhar acusatório.

And my momma swore that

She would never let herself forget

And that was the day that I promised

I'd never sing of love

If it does not exist

– Sim você é uma imbecil. – Ela fala comigo pela primeira vez, e eu sinto um pequeno alivio, apesar dela estar me xingando.

– Me desculpa? Por favor, eu sou uma idiota eu sei. Você não tem ideia do que eu senti quando vi aquele cara em cima de você, eu....- Passo as mãos pelo cabelo nervosa.

But darling

You are the only exception

You are the only exception

You are the only exception

You are the only exception

– Sim você é um idiota. – Ela repetia tudo o que eu dizia.

– Você vai ficar falando assim comigo? – Pergunto a ela.

– Assim como? Eu estou dizendo a verdade. – Ela diz, e eu sorrio incrédula. – Mas eu também sei que foi irresponsável da minha parte sair a essa hora sozinha, não sei o que me deu.

– Mas eu sei. Você ficou irritada comigo, por causa do August, e você tem toda razão. Eu realmente sinto muito Regina. – Digo sendo o mais sincera possível.

– Você ficou cheia de graça com ele, e me deixou completamente de fora Emma. – Ela fala revirando os olhos.

Maybe I know, somewhere

Deep in my soul

That love never lasts

And we've got to find other ways

To make it alone

Or keep a straight face

– Eu sei Regina, já disse que sei, e já pedi desculpas também.

– Você me magoou. – Ela diz e desvia o olhar. Aproximo-me dela, e a seguro pela cintura.

– Me perdoa amor, por favor? – Aperto os lábios em sua testa. Ela permanece imóvel alguns instantes, mas depois passa seus braços pela minha cintura também.

And I've always lived like this

Keeping a comfortable, distance

And up until now

I had sworn to myself that I'm content

With loneliness

– E senti muito medo. – Eu a aperto em meus braços. – Eu pensei que ... – Ela ia dizendo, mas eu a corto, não querendo sequer imaginar o que ela iria dizer.

– Shiiii, ta tudo bem amor.

– Senti medo de você também. – Ela diz, e eu me afasto um pouco para olha-la nos olhos.

– De mim? – Pergunto de repente sentindo alguma coisa me apertar no peito.

– Você não parava quando eu pedi, e não senti a minha Emma nos seus olhos. – Sei que ela tem razão, eu estava mesmo fora de mim, mas não posso deixar de me sentir mal por ela dizer que sentiu medo de mim.

– Eu sei, fiquei fora de mim. Não sei o que me deu, mas quando eu o vi em cima de você, sei lá, só queria mata-lo. Mas já passou, ele não te fez nada né?!

– Não, graças a você. – Ela sorri de leve para mim.

Because none of it was ever worth the risk

You are the only exception

You are the only exception

You are the only exception

You are the only exception

– Ele beijou você. – Falar isso me irrita.

– Sim, mas você impediu que ele fizesse pior. Obrigada. – Ela diz, segurando minhas mãos.

– Me desculpa de verdade amor? Sério, preciso ouvir você dizer. – Olho bem no fundo daqueles olhos castanhos chocolate.

– Sim querida, ta tudo bem. Mas juro que se você fizer isso de novo, você vai me pagar caro.

– Não vou fazer, eu prometo. Vamos embora. – Solto uma de suas mãos e começamos a andar, quando ela passa a mão pelo bolso do casaco.

– Ah não, droga. – Ela solta minha mão, mexendo novamente no bolso do casaco.

– O que foi? – Pergunto confusa.

– Minha pena. Acho que dei a ele junto com o dinheiro.

– Pena? Que pena?

– Minha da pena da esperança. – Ela diz, e eu fico ainda mais confusa.

– Pena da Esperança? E o que seria essa isso?

– Uma pena ué. – ela começa a voltar no caminho, olhando para o chão. – ACHEI. – ela grita, e abaixa pegando algo que eu deduzo ser a tal pena.

– Tá, e onde você arrumou isso?

– Achei aqui na praça. – Ela segurava a pena branca com cuidado, levanta-a para mim. – Não é linda?

– É sim amor. – Digo olhando para a pena, e o que quer que aquilo seja, significa algo importante para Regina. Ela guarda com cuidado a pena no bolso.

– Vamos rápido, não quero ficar mais aqui. To com frio. – Pego em sua mão, e seguimos para fora daquele cenário de terror.

No caminho de volta, tudo parecia tão mais bonito para mim, fazia tanto tempo da ultima vez que estive naquele lugar. E só agora pude ver a mudança realmente, já que não tivemos tempo de sair mais cedo, e quando passei procurando por Regina, não consegui enxergar absolutamente nada disso. E apontava para todos os lados, contando uma historia diferente a Regina. Quando chegamos a frente ao prédio do apartamento de August, Regina diz:

– Por que você não me contou que foi namorada dele? – A pergunta dela me pega de surpresa, mas respondo logo.

– Por que eu não queria ficar em um hotel qualquer, queria o melhor pra nós e também faz tanto tempo que juro que nem eu se lembrava disso mais. – Digo a ela que me olhava séria.

– Pode não importar pra você, mas pra mim importa Emma, fui pega totalmente de surpresa quando ele disse aquilo. Eu não sabia o que dizer.

– Eu sei, devia ter contado, mas juro que não achei conveniente, e nem importante. Prometo te contar tudo a partir de hoje ta bom?

– Quero ver eim. – Ela sorri docemente pra mim. Fecho a distancia entre nossos lábios com um beijo leve e delicado. – Vamos subir, quero tirar essa roupa imunda e queima-la.

– Vamos, ajudo você a tirar a roupa. – Mordo o lábio prendendo o riso.

– Você não vale nada Emma Swan. – Ela me diz rindo.

– E você vale mais que tudo. – Digo ao entrarmos correndo no elevador, antes que ele fechasse as portas. Estávamos sozinhas e não posso evitar lembrar-se da nossa ultima vez sozinhas num elevador. – Lembra a ultima vez que ficamos sozinhas num elevador amor?

– Como poderia esquecer querida. – Ela diz com um sorriso malicioso nos lábios.

– Podíamos repetir aquilo né? – Apoio minhas mãos uma de cada lado de sua cabeça, e forço seu corpo contra a parede do elevador.

– Acho que não. – Ela diz passando por baixo dos meus braços, saindo pela porta já aberta do elevador. Sorrio para mim mesma, e saio também.

Pego na maçaneta da porta e giro. Trancada. Por sorte August tinha me dado uma cópia da chave, destranco-a e entramos quietas. Estava tudo escuro e silencioso, provavelmente August e Roland já haviam ido dormir. Regina e eu, caminhamos em silêncio no escuro, até que eu esbarro em alguma coisa no meio do caminho.

– Ai. – Resmungo

– O que foi? – Regina pergunta

– Bati minha perna em alguma coisa. – Fico passando a mão pela escuridão tentando identificar no que tinha batido. – É uma cadeira. – Me sento nela, passando a mão na canela, onde havia batido.

– Vou acender a luz. – Regina, e acende a luz, eu não havia me dado conta de que ela tinha voltado no escuro. Ela me olha segurando o riso.

– O que você ta rindo? Ta doendo aqui. – Digo ainda com a mão na canela.

– Desculpe, é que foi engraçado. – Estávamos praticamente sussurrando. Eu estava abaixada com a mão na perna e não vejo Regina se aproximar, quando me dou conta ela já está sentada do meu colo, uma perna de cada lado, e seus lábios já está colado nos meus, num beijo nada delicado, nada gentil, pelo contrário. Ela havia tirado o casaco, usava uma camisa branca que eu logo trato de puxar para fora de sua calça. As coisas estavam esquentando, e minhas mãos já tinham vida própria por aquele corpo tão maravilhoso e que eu conhecia tão bem. Estávamos tão envolvidas no momento, que não ouvimos August se levantar. Só nos damos conta de sua presença ao ouvir o seu limpar de garganta ao lado do sofá da sala. Regina praticamente pula do meu colo.

– Me desculpa não queria assusta-las. – ele diz com um olhar travesso no rosto

– Tudo bem Gus. –Digo sorrindo me levantando da cadeira também.

– Que bom que está tudo bem Regina, quase nos matou de preocupação. Roland adormeceu perguntando por você.

– Ah, obrigada pela preocupação August. Amanhã converso com Roland. – Regina diz segurando a parte de cima da camisa, onde eu havia aberto alguns botões. – Emma, vou pra cama. Boa noite August.

– Boa noite Regina.

– Bom eu vou também Gus, boa noite. – Digo a ele, levantando da cadeira, colocando a no lugar.

– A noite vai ser boa de qualquer forma né. – Ele pisca para mim, sorrindo. – Então BOA NOITE loirinha. – Sigo para o quarto sorrindo, com o pensamento de que a noite seria mesmo boa.

Notas finais
E ai gostaram???? E as musicas? Gente Lana Del Rey é minha cantora favorita, e eu adoro Paramore tbm. E a imagem da Emma com a Regina, gostaram? Eu super amei essa fanart *-* Então galera, me deixem comentários, por que eu amo hahaha, me digam o que tão achando beleza. PS: Qualquer erro, me avisem nos reviews que eu arrumo ta :D Obrigada, e até o próximo. Mwah! :*