Now Is Good

32 Hora de partir


Notas iniciais
Hello guys, Estou eu aqui, na madruga boladona, sentada na esquina esperando tu passar.... parei lol. Então aqui está mais um capitulo que acabou de sair do forno para vocês. Obrigada a todos que me deixaram reviews, eu já li e respondi todos, muitíssimo obrigada mesmo. Hmm, sobre o capitulo, ele ta bem hot ainda, e muito fofo no final *-*, e essa é deixa para uma coisa que vai acontecer, uma coisa que muitos me pediram e que eu já tinha em mente mesmo, mas adorei ver que abraçaram a causa. hahaha Enfim, preparem-se que nós próximo caps, a turbulência voltará a reinar lol Aqui, escrevi uma OneShot :3 deixarei o link pra quem tiver interesse em ler. http://fanfiction.com.br/historia/535949/Endless_Love/ Enfim, to falando muito, aqui vai. Enjoy :)

POV REGINA

Não sei se era o efeito da bebida, ou o que quer que seja que tenha me deixado desse jeito, mas eu estava adorando abandonar a postura da pessoa “politicamente correta” por uma noite que fosse. Fora isso também, a saudade que eu estava da minha mulher era enorme, quis castiga-la por me deixar de escanteio, mas acabei pagando o preço junto. Mas hoje, ao vê-la dançando naquela boate, toda linda e sensual, decidi que já poderia acabar com esse circo, que eu mesma havia criado. Depois do nosso episódio obsceno no banheiro, me apresso em trazê-la para casa, não sei mais o quanto aguentaria sem por minhas mãos nela. Estamos no taxi, cada uma sentada em um canto, dando uma distância segura a nossa libido que estava implorando para ser liberta. Emma olhava pela janela, enquanto eu a olhava fixamente, esfregando as mãos uma na outra, rezando mentalmente para que chegássemos logo, quando o motorista do taxi fala:

– Senhoras, acredito que vamos levar um tempo a mais, tem um acidente logo em frente, e infelizmente, não temos um trajeto alternativo. – Solto um suspiro frustrado.

– Tudo bem. – Emma é quem responde, e olha para mim fazendo uma careta.

– Que sorte nós temos não, querida? – Digo a ela, provocando-a.

– Uh. – Ela exclama, voltando a olhar pela janela. Não seguro o impulso de me aproximar dela. Deslizo pelo estofado do banco e deixo minha coxa encostar-se à dela. Sinto-a estremecer, enquanto vira seu olhar para encontrar o meu. – Regina. – Ela sussurra quando deixo minha mão passear por sua perna.

– O que foi? Só quero ficar perto de você. – Sorrio maliciosa.

– Não sei se é uma boa ideia. – Ela diz, apertando as pernas, quase as fundindo.

– Do que tem medo Emma? – Aproximo meus lábios de seu ouvido.

– Regina. – Sua voz era quase um gemido.

– Relaxa querida. – Digo a ela, sorrindo. Seu olhar o meu e ela faz um aceno positivo com a cabeça. Ela se contrai um pouco, ao sentir minha mão se infiltrando pelo meio de suas pernas, e eu a olho levantando uma sobrancelha e ela logo relaxa novamente. Desabotoo sua calça e abro o máximo possível a parte do zíper. Ajeito-me no banco ao seu lado, e olho para o motorista que parecia concentrado na estrada e volto a olhar para Emma, que já tinha os lábios entreabertos, respirando ruidosamente. Começo acariciar a parte interna de suas coxas ainda por cima da calça, vejo-a morder o lábio. – Gosta disso? – Pergunto, quando minha mão começa acariciar seu sexo ainda coberto pelas roupas, lentamente.

– Sim. – Sua voz era quase inaudível. Enfio minha mão para dentro de sua calça.

– Abra mais as pernas. – Sussurro em seu ouvido e mais uma vez ela me obedece. – Good Girl. – Falo em seu ouvido, deixando meus lábios roçarem a pele exposta de seu pescoço. Posso sentir o tamanho de sua excitação ainda por cima do tecido da calcinha. Mordo com força o lábio inferior, reprimindo um gemido.

– Chegamos senhoras. – Bem na hora penso sorrindo, tirando rapidamente a mão de meio as pernas de Emma ao ouvir a interrupção do motorista.

– Oh, ótimo. – Pago a corrida, abro a porta e saio do carro, dou a volta e vejo que Emma nem se mexeu do lugar. Abro a porta do seu lado. — Tudo bem querida? – Pergunto provocando-a, me divertindo com a cara dela.

– Estou bem. – Ela diz jogando as duas pernas para fora do carro, sem separa-las. – Solto uma gargalhada enquanto vejo-a bater com força a porta do carro, e sair caminhando rapidamente para a entrada, enquanto eu a sigo, meio confusa com sua reação.

Entramos no elevador em silêncio, e Emma fica virada de costas para mim, me deixando ainda mais confusa. Seria possível ela ter ficado brava com a minha “brincadeira?” As pernas de abrem e ela caminha rápido para a porta do apartamento, da qual ela tinha a chave. Destranca a porta e entra, eu entro logo atrás, e enquanto trancava a mesma, sinto a mão de Emma me agarrar forte o quadril.

– Trate já de terminar o que começou naquele taxi Mills. – Ela diz bem próximo ao meu ouvido. E chamou-me pelo sobrenome, o que fez com que um arrepio percorresse todo o meu corpo.

–Agora mesmo Swan. – Rapidamente inverto nossas posições, prendendo-a contra a porta, segurando suas mãos no alto de sua cabeça, deixando meus lábios explorar a pele de seu pescoço, enquanto afasto suas pernas com a minha, roçando seu sexo com minha coxa.

http://www.youtube.com/watch?v=RZuJ_OHBN78

– Hmmm, sempre pronta Swan. – Digo sentindo a umidade crescente no meio de suas pernas.

– Vamos parar com a falação? – Emma diz forçando as mãos para se soltar do meu aperto, mas eu a seguro firme, completamente ciente de que se ela quisesse mesmo, ela conseguiria sair fácil.

– O que você quer Emma? — Pergunto fazendo minha língua invadir sua boca bruscamente. Começo a mover minha perna em meio as duas, e ela começa ofegar.

– Isso, continua. – Ela diz, inclinando a cabeça para trás. E eu continuo meu movimento, quando a sinto começar a mover os quadris contra minha perna, chocando o traseiro contra a porta. Separo nossos corpos e me ajoelho em sua frente, puxando sua calça para baixo, fazendo tirar os sapatos, calça e calcinha juntos, enquanto ela tira a própria camisa. Levanto-me novamente beijo a novamente, enquanto deixo meus dedos brincarem em seu clitóris.

– Oh. – Ela geme, abraçando minha cintura, puxando-me para mais perto. Ela tenta puxar meu vestido para cima, sem sucesso, então tiro minha mão de seu sexo e puxo meu vestido, tirando-o e volto para minha tarefa anterior. Continuo estimulando seu clitóris, enquanto passava a língua por seus mamilos durinhos. O único apoio dela era a maçaneta da porta, onde ela se segurava firme, enquanto seus gemidos aumentavam a cada segundo. Ela fecha os olhos aproveitando da sensação, e eu paro repentinamente, fazendo-a me encarar insatisfeita.

– Vire-se. – Ordeno, e ela me olha um tanto assustada, mas vai virando devagar. Pego em sua cintura e viro-a de uma vez, empurro-a um pouco para baixo, até que ela fica de quatro para mim. – Regina o que...Oh. – Ela não consegue terminar a frase, por que eu já estou enfiando dois dedos para dentro dela, que agora já não gemia mais, ela gritava enquanto eu ia fundo dentro dela com uma mão e com a outra puxava seu cabelo para trás. Inclino-me um pouco para cima dela e digo.

– Controle-se Swan. Há uma criança dormindo aqui. – Ela havia esquecido completamente de que não estávamos sozinhas, mas não pode se conter. Começo a sentir se contrair em meus dedos e aumento ainda mais meu ritmo, fazendo-a gritar enlouquecida, para em seguida, sentir suas pernas fraquejarem e se não fosse por mim, ela cairia no chão com certeza. Envolvo uma das mãos em sua cintura, enquanto retiro meus dedos dela, que solta outro gemido com meu movimento.

– Regina pelo amor de Deus. – Ela diz levantando-se tentando manter-se em pé.

– O que foi querida, não gostou? – Sorri mordendo o lábio.

– O que, está brincando comigo? Isso foi... enlouquecedor. – Ela diz ofegando.

– Pois é, mas ainda não acabou. – Pisco para ela.

– Não acabou, mas agora é minha vez. — Vem em minha direção rápido, e me pega pela cintura, arrastando-me para o sofá da sala, sentando-se e me fazendo sentar junto, de costas para ela, entre suas pernas. Sem cerimônias, ela aperta meu seio esquerdo com a mão esquerda, enquanto desce a outra entre minhas pernas, me penetrando sem aviso prévio. Solto um grito. – Controle-se Mills, há uma criança dormindo aqui. – Ela imita minha fala, mas eu não consigo raciocinar uma resposta, pois ela ia firme, forte e com força dentro de mim.

– Ai assim, assim. Ai Emma que gostoso. – Digo levando um braço meu para trás, agarrando em seu pescoço, enquanto empurrava meus quadris para ela.

– Goza pra senhorita Swan aqui, vai. – Me deu uma mordida na orelha, que me fez gritar outra vez, enquanto me deliciava com o prazer que o orgasmo me proporcionava. Deixo meu corpo apoiado no dela por alguns minutos, até conseguir recuperar meu fôlego.

– Venha aqui. – Puxo-a até o tapete da sala, em meio aos sofás. Ela se deita sobre o tapete e se abre para mim.

– Ta esperando o que? Vem quero que monte em mim. – Levando uma sobrancelha para ela, caminhando bem devagar e me sento sobre seus quadris, passo uma de suas pernas sobre a minha, e encaixo nossos sexos perfeitamente, arrancando de nós duas um longo gemido, causado pelo contato quente de nossa umidade. Ela coloca as mãos em meus quadris, começando a me mover devagar. Apoio minhas mãos em seus ombros, e intensifico os movimentos.

– Hmmmmm. – Ela geme, apertando os olhos e abrindo os lábios. – Gostosa, vai assim, desse jeito. Levo minhas mãos para seus seios, e os aperto com força, quando vejo suas mãos irem para o tapete e o apertarem com força, fazendo nós duas chegarmos a mais um orgasmo delirante, caio sobre o corpo dela, extremamente exausta.

Ficamos algum tempo respirando pesadamente, tentando acalmar as batidas aceleradas de nossos corações.

– Meu Deus Amor. – Emma quebra o silêncio.

– O que foi? – Pergunto levantando minha cabeça para olha-la.

– Tava com o diabo no corpo mulher? – Ela me pergunta, e eu solto uma gargalhada.

– Não, só estava com saudades. – Beijo seu queixo.

– Eu também estava. Mas nossa, estava me comendo tão gostoso que eu não pude controlar meus gritos. – Ela diz parecendo justificar-se.

– Emma. – Arregalo os olhos para ela pelo modo como falou.

– O que? Você tava me comendo gostoso mesmo, o que quer que eu diga? – Solto outra gargalhada.

– Que bom que gostou.

– Gostei é pouco, eu amei, e acho que devíamos repetir isso sempre. – Diz apertando-me mais forte contra seu corpo. – Mas não hoje, por que eu estou exausta.

– Eu também, você esgotou minhas energias Swan. – Digo me sentando sobre o tapete. – Devíamos ir para o quarto, imagina se Roland acorda e nos vê assim?

– Nossa o garoto ia adorar, ver suas moças bonitas peladonas no tapete de sua casa.

– Emma. – Digo repreendendo-a pelo comentário, mas sorrindo da forma como ela era palhaça.

– Estou brincando. Vamos vazar, antes que nos peguem, mesmo sendo Roland, não ia gostar que vissem minha mulher nua. – Ela diz séria, e eu não posso evitar sorrir novamente. Juntamos nossas roupas que estavam todas espalhadas pela sala, e vamos para o quarto, pisando devagar para não fazer barulho, quando ouvimos a porta da frente ser destrancada. August. Nós duas corremos o resto do caminho, que era curto, e assim que entramos, ouvimos a voz de August dizer:

– Suas safadas, eu sabia que viriam fazer sexo selvagem. – Ele diz com uma voz embriagada, fazendo Emma e eu rir. Colocamos os ouvidos na porta para ouvir August. Mas no mínimo ele deve ter desmaiado no sofá, por que o silêncio era ensurdecedor. Saio da porta e vou para o banheiro.

– Vem comigo? – Convido Emma, que faz uma cara de assustada. – Vamos só tomar banho Emma. – Completo, rindo da cara dela.

– Ah ta. Vamos. – Ela diz, e vamos para o banheiro juntas.

Quando terminamos nosso banho, já passava das 4 da manhã, vamos para a cama e aninhamos nossos corpos um no outro e caímos num sono pesado.

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O dia amanhece frio em Boston, Regina sentia seus olhos arderem pelas poucas horas de sono que teve, se sentia um pouco cansada, e com algumas dores no corpo. Aos poucos a loira vai despertando também, se espreguiçando ao lado da morena.

– Bom dia Re. – Ela diz sorrindo docemente para a outra.

– Bom dia querida. – Regina responde sorrindo também. – Vamos, acorde, precisamos arrumar nossas malas.

– Ah amor, só mais 5 minutos. – A loira diz enfiando a cara no travesseiro.

– Para de ser preguiçosa Swan. – Regina diz cutucando-a.

– Eu to com sono. – Ela diz, a voz sendo abafada pelo travesseiro.

– Eu também estou, mas precisamos nos arrumar.

– Ai, que saco. Ta bom. – Ela diz se sentando de uma vez na cama.

Emma levanta-se, pega sua nécessaire e sai do quarto, indo para o outro banheiro, já que Regina não dividia o banheiro com ela. Resolve então ir até a sala para ver se tinha alguém acordado, e vê August sentado no sofá, aparentemente também havia acabado de acordar.

– Hey, bom dia. – A loira diz ao primo.

– Aí, não grite loirinha. – Ele diz a ela fazendo uma careta e levando as mãos aos ouvidos.

– Ah, temos alguém de ressaca aqui eim?! – Emma diz zombando.

– Quem? Só se for você loira. –Ele diz fingindo não ter bebido demais.

– Claro, sou eu. – Emma diz sarcástica.

– Preciso de um café forte. – Ele diz com as mãos na têmpora.

– Vou tomar um banho e faço pra gente, ta bom? – Emma oferece.

– Não, tudo bem, vai tomar banho tranquila, eu me viro aqui. – Ele diz a ela. – A propósito, esta animadinha hoje eim? – ele levanta uma sobrancelha para ela

– Muito. – Ela abre um largo sorriso.

– Posso imaginar o motivo. – Emma havia contado sobre o jogo duro que Regina estava fazendo com ela, por causa dele.

– Finalmente acabo. – Ela diz sorrindo.

– E pelo jeito fizeram minha casa de motel né. Transaram em todos os lugares ou só no meu sofá? – Ele pergunta virando o rosto, para encarar a loira, que estava se perguntando como ele sabia que elas tinham feito sexo no sofá. – Você deve estar se perguntando como eu sei que estiveram no meu sofá, não é? – Ele pergunta, parecendo ler os pensamentos da loira.

– Hm, não... é nós não... quero dizer. — Ela se enrola toda, sem graça em falar para o primo que elas realmente estiveram ali.

– Não precisa me dizer nada, basta ver isso aqui. – Ele a chama para perto do sofá, e quando Emma se aproxima ele aponta para a outra extremidade do móvel. O rosto de Emma esquenta e fica vermelho na hora. – Olha só, alguma de vocês me deixou um presentinho aqui. – Ele diz tirando onda com a vergonha que Emma sentia no momento. Havia uma mancha no sofá de August. – Eu não precisei colocar o nariz para saber o que era. – Ele continua zoando. – Enquanto Emma não sabia onde enfiava a cara. Ela ficou encarando a mancha no sofá, lembrando-se de Regina gozando exatamente naquele ponto do móvel. – Relaxa priminha, to feliz pela sua noite ter sido boa. – Ele pisca e vai para cozinha fazer o café, enquanto ela vai para o banheiro tomar seu banho.

Após sair do chuveiro, Emma volta a sala, e encara novamente a mancha no sofá, e resolve passar a toalha que estava em seus cabelos, sob a mancha, afim de elimina-la. Nesse momento Regina entra na sala.

– O que está fazendo? – A morena pergunta confusa.

– Hm, estou limpando sua arte. – Emma sorri e continua esfregando a toalha no tecido do sofá.

– O que? – Regina não entende.

– Você melou o sofá do August amor. – Emma diz e Regina só falta ter um treco.

– O que? Ah meu Deus Emma, ele viu isso? August viu isso? – Ela pergunta preocupada, e envergonhada.

– Sim, ele viu. Foi ele quem me disse. – Emma conclui.

– Ai que vergonha. – Regina diz com a mão tapando a boca, exatamente no momento em que Augusr entra na sala novamente.

– Vergonha do que Regina? – Ele diz olhando-a, enquanto levava a xícara de café aos lábios.

– Hmm, é... hmm- Ela estava completamente envergonhada.

– Ah já entendi. Relaxa querida. Afinal, quem nunca gozou em um sofá não é? – Ele diz, fazendo a mulher corar num tom de vermelho bordo, arrancando dele uma sonora risada. –Estou só brincando, não fique envergonhada. A propósito, vocês sumiram ontem. – Ele diz sentando-se no sofá.

– Viemos para casa, você estava ocupado demais com todas aquelas mulheres, por isso não nos viu. – Emma é quem diz.

– Ah, aquelas mulheres. – August diz parecendo lembrar-se de algo muito bom.

– Ok, chega de orgasmos no sofá. – Emma diz, fazendo Regina enrubescer novamente, e August rir a valer.

Eles tomam café juntos, depois do episódio constrangedor do sofá. E então Emma e Regina começam a arrumar suas malas, pois voltariam a Storybrooke a tarde. Quando estavam quase terminando Roland entra no quarto delas, e entra na mala de Regina que não o vê na hora, pois estava de costas dobrando as roupas.

– Me leva com você? – Roland diz quando Regina de vira e toma um baita susto.

– Ai, que susto. – Ela diz sorrindo. – Oh meu amor, eu não posso levar você comigo, mas se eu pudesse com certeza eu levaria. – Ela diz sentando-se e colocando-o em seu colo.

– Ah, mais eu não quelo que você vai embola. – Ele baixa os olhos, triste.

– Hey. – Regina levanta o queixo dele com dedo. – Não pode ficar triste, eu prometo voltar pra te ver.

– Eles vão me lavai embola. – Ele diz já chorando, o que faz um grande nó de formar na garganta da morena. Ela e Emma se olham e a loira faz uma cara de dó.

– Você vai para um lugar legal, cheio de crianças para você brincar. – Regina tenta fazê-lo entender.

– Não é assim, eu não que não. Eu já vi na televisão, que batem nas quianças lá. – Ele diz prendendo o choro. Aquelas palavras acertam Regina em cheio no estomago, pois ela sabia que as coisas não eram as mil maravilhas. Ela só se resume a abraçar o pequeno, e ficar com ele em seu colo por um bom tempo, tanto que Emma termina a sua própria mala, e depois ajuda a terminar a dela.

O restante das horas passa voando, e logo chega a hora delas partirem para a pista de voo, onde Robin iria busca-las. Emma já começava a reclamar cedo, por terem que ir de novo naquela “coisa voadora” como a própria loira chamará, sendo pilotado pelo “babão” do Robin. Roland passa o dia grudada em Regina, não deixava a morena nem ir ao banheiro sozinha, e toda vez que ela precisava, ele ficava montando guarda na porta até que ela saísse, para que ele pudesse voltar para seu colo. Carregar o garotinho para lá, e para cá, estava acabando com o fôlego da morena, que começava a sentir um mau estar.

– Amor, você ta bem? – Emma pergunta, ao perceber Regina meio pálida.

– Estou. – Ela diz, mentindo.

– Roland, quer vir no meu colo um pouquinho? – Emma pergunta ao garoto, que primeiramente hesita um pouco, mas depois pula para seu colo.

August e Roland acompanham as duas mulheres até a pista de pouso, chegando ja e já encontrando Robin a espera.

– Olá,Srta Mills, como vai? – Ele se dirige a Regina, beijando sua mão.

– Vou bem Robin, e você? – Ela pergunta educadamente.

– Melhor agora. – Ele sorri para ela, fazendo o estomago de Emma revirar.

– Vamos então? – A loira corta o embalo do “abusado”.

– Claro. – Ele volta a sua expressão séria.

Emma coloca Roland no chão, para que pudesse se despedir de August, enquanto Regina o abraçava e agradecia pela gentileza e atenção que ele teve com elas. Em seguida Regina ouve o choro do pequeno Roland, e seu coração quase salta pela boca.

– Amor, não chore. Por favor. Não chore. – Ela diz passando as mãos no pequeno rosto do garoto para secar-lhe as lágrimas.

– Não vai, poi favoi. – Ele dizia soluçando.

– Eu preciso ir. Mas olha aqui. – Ela tira um cartão de dentro da bolsa e entrega a Roland. – Você pode me ligar sempre que quiser, meu número está aqui ó. – Ela aponta o número no cartão. – E você pode ir me visitar lá em Storybrooke.

– Eles vão me levai embola. – Ele diz baixando o olhar

– Ninguém vai levar você querido. Prometa que vai me visitar. – Ela pede a ele, enquanto Emma e August observavam a cena completamente comovidos.

– Eu pometo. – Ele diz abraçando pelo pescoço.

– Então vem cá, e me dá um beijo, que eu preciso ir. – Ela pede e ele toca os pequenos lábios em sua bochecha, enquanto a abraça novamente, fazendo-a morrer internamente, pois sabia que não o veria mais. Então ela envolve seus braços em torno do pequeno corpo, e diz:

– Eu vou vir te buscar. – No fundo de seu coração, ela sentia que aquele garoto precisava dela, e mais, ele precisava do garoto. Em tão pouco tempo ela havia criado um laço maternal com Roland, o garoto havia conquistado desde o primeiro dia em que o virá. E sua decisão estava tomada. – Eu volto te buscar, eu prometo.

Notas finais
E ai, gostaram do 2°,3°,4°,5°... round? kkkkkk. Pois é, elas tavam subindo pelas paredes já. Espero que tenham gostado, me deixem comentários seus lindos, por que eu adoro, e eles incentivam pra caramba. Deixei o link da oneshot la em cima, pra quem quiser ler e dar suas opiniões que são muitíssimo importantes para uma pessoa que escreve. E aqui está a tradução da música do capitulo http://www.vagalume.com.br/beyonce/naughty-girl-traducao.html PS: Se tiver algum erro ( com certeza terá), por favor ignorem. Até o próximo fofuras, beijos :*