Now Is Good
32 Hora de partir
Notas iniciais
POV REGINA
Não sei se era o efeito da bebida, ou o que quer que seja que tenha me deixado desse jeito, mas eu estava adorando abandonar a postura da pessoa “politicamente correta” por uma noite que fosse. Fora isso também, a saudade que eu estava da minha mulher era enorme, quis castiga-la por me deixar de escanteio, mas acabei pagando o preço junto. Mas hoje, ao vê-la dançando naquela boate, toda linda e sensual, decidi que já poderia acabar com esse circo, que eu mesma havia criado. Depois do nosso episódio obsceno no banheiro, me apresso em trazê-la para casa, não sei mais o quanto aguentaria sem por minhas mãos nela. Estamos no taxi, cada uma sentada em um canto, dando uma distância segura a nossa libido que estava implorando para ser liberta. Emma olhava pela janela, enquanto eu a olhava fixamente, esfregando as mãos uma na outra, rezando mentalmente para que chegássemos logo, quando o motorista do taxi fala:
– Senhoras, acredito que vamos levar um tempo a mais, tem um acidente logo em frente, e infelizmente, não temos um trajeto alternativo. – Solto um suspiro frustrado.
– Tudo bem. – Emma é quem responde, e olha para mim fazendo uma careta.
– Que sorte nós temos não, querida? – Digo a ela, provocando-a.
– Uh. – Ela exclama, voltando a olhar pela janela. Não seguro o impulso de me aproximar dela. Deslizo pelo estofado do banco e deixo minha coxa encostar-se à dela. Sinto-a estremecer, enquanto vira seu olhar para encontrar o meu. – Regina. – Ela sussurra quando deixo minha mão passear por sua perna.
– O que foi? Só quero ficar perto de você. – Sorrio maliciosa.
– Não sei se é uma boa ideia. – Ela diz, apertando as pernas, quase as fundindo.
– Do que tem medo Emma? – Aproximo meus lábios de seu ouvido.
– Regina. – Sua voz era quase um gemido.
– Relaxa querida. – Digo a ela, sorrindo. Seu olhar o meu e ela faz um aceno positivo com a cabeça. Ela se contrai um pouco, ao sentir minha mão se infiltrando pelo meio de suas pernas, e eu a olho levantando uma sobrancelha e ela logo relaxa novamente. Desabotoo sua calça e abro o máximo possível a parte do zíper. Ajeito-me no banco ao seu lado, e olho para o motorista que parecia concentrado na estrada e volto a olhar para Emma, que já tinha os lábios entreabertos, respirando ruidosamente. Começo acariciar a parte interna de suas coxas ainda por cima da calça, vejo-a morder o lábio. – Gosta disso? – Pergunto, quando minha mão começa acariciar seu sexo ainda coberto pelas roupas, lentamente.
– Sim. – Sua voz era quase inaudível. Enfio minha mão para dentro de sua calça.
– Abra mais as pernas. – Sussurro em seu ouvido e mais uma vez ela me obedece. – Good Girl. – Falo em seu ouvido, deixando meus lábios roçarem a pele exposta de seu pescoço. Posso sentir o tamanho de sua excitação ainda por cima do tecido da calcinha. Mordo com força o lábio inferior, reprimindo um gemido.
– Chegamos senhoras. – Bem na hora penso sorrindo, tirando rapidamente a mão de meio as pernas de Emma ao ouvir a interrupção do motorista.
– Oh, ótimo. – Pago a corrida, abro a porta e saio do carro, dou a volta e vejo que Emma nem se mexeu do lugar. Abro a porta do seu lado. — Tudo bem querida? – Pergunto provocando-a, me divertindo com a cara dela.
– Estou bem. – Ela diz jogando as duas pernas para fora do carro, sem separa-las. – Solto uma gargalhada enquanto vejo-a bater com força a porta do carro, e sair caminhando rapidamente para a entrada, enquanto eu a sigo, meio confusa com sua reação.
Entramos no elevador em silêncio, e Emma fica virada de costas para mim, me deixando ainda mais confusa. Seria possível ela ter ficado brava com a minha “brincadeira?” As pernas de abrem e ela caminha rápido para a porta do apartamento, da qual ela tinha a chave. Destranca a porta e entra, eu entro logo atrás, e enquanto trancava a mesma, sinto a mão de Emma me agarrar forte o quadril.
– Trate já de terminar o que começou naquele taxi Mills. – Ela diz bem próximo ao meu ouvido. E chamou-me pelo sobrenome, o que fez com que um arrepio percorresse todo o meu corpo.
–Agora mesmo Swan. – Rapidamente inverto nossas posições, prendendo-a contra a porta, segurando suas mãos no alto de sua cabeça, deixando meus lábios explorar a pele de seu pescoço, enquanto afasto suas pernas com a minha, roçando seu sexo com minha coxa.
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– Hmmm, sempre pronta Swan. – Digo sentindo a umidade crescente no meio de suas pernas.
– Vamos parar com a falação? – Emma diz forçando as mãos para se soltar do meu aperto, mas eu a seguro firme, completamente ciente de que se ela quisesse mesmo, ela conseguiria sair fácil.
– O que você quer Emma? — Pergunto fazendo minha língua invadir sua boca bruscamente. Começo a mover minha perna em meio as duas, e ela começa ofegar.
– Isso, continua. – Ela diz, inclinando a cabeça para trás. E eu continuo meu movimento, quando a sinto começar a mover os quadris contra minha perna, chocando o traseiro contra a porta. Separo nossos corpos e me ajoelho em sua frente, puxando sua calça para baixo, fazendo tirar os sapatos, calça e calcinha juntos, enquanto ela tira a própria camisa. Levanto-me novamente beijo a novamente, enquanto deixo meus dedos brincarem em seu clitóris.
– Oh. – Ela geme, abraçando minha cintura, puxando-me para mais perto. Ela tenta puxar meu vestido para cima, sem sucesso, então tiro minha mão de seu sexo e puxo meu vestido, tirando-o e volto para minha tarefa anterior. Continuo estimulando seu clitóris, enquanto passava a língua por seus mamilos durinhos. O único apoio dela era a maçaneta da porta, onde ela se segurava firme, enquanto seus gemidos aumentavam a cada segundo. Ela fecha os olhos aproveitando da sensação, e eu paro repentinamente, fazendo-a me encarar insatisfeita.
– Vire-se. – Ordeno, e ela me olha um tanto assustada, mas vai virando devagar. Pego em sua cintura e viro-a de uma vez, empurro-a um pouco para baixo, até que ela fica de quatro para mim. – Regina o que...Oh. – Ela não consegue terminar a frase, por que eu já estou enfiando dois dedos para dentro dela, que agora já não gemia mais, ela gritava enquanto eu ia fundo dentro dela com uma mão e com a outra puxava seu cabelo para trás. Inclino-me um pouco para cima dela e digo.
– Controle-se Swan. Há uma criança dormindo aqui. – Ela havia esquecido completamente de que não estávamos sozinhas, mas não pode se conter. Começo a sentir se contrair em meus dedos e aumento ainda mais meu ritmo, fazendo-a gritar enlouquecida, para em seguida, sentir suas pernas fraquejarem e se não fosse por mim, ela cairia no chão com certeza. Envolvo uma das mãos em sua cintura, enquanto retiro meus dedos dela, que solta outro gemido com meu movimento.
– Regina pelo amor de Deus. – Ela diz levantando-se tentando manter-se em pé.
– O que foi querida, não gostou? – Sorri mordendo o lábio.
– O que, está brincando comigo? Isso foi... enlouquecedor. – Ela diz ofegando.
– Pois é, mas ainda não acabou. – Pisco para ela.
– Não acabou, mas agora é minha vez. — Vem em minha direção rápido, e me pega pela cintura, arrastando-me para o sofá da sala, sentando-se e me fazendo sentar junto, de costas para ela, entre suas pernas. Sem cerimônias, ela aperta meu seio esquerdo com a mão esquerda, enquanto desce a outra entre minhas pernas, me penetrando sem aviso prévio. Solto um grito. – Controle-se Mills, há uma criança dormindo aqui. – Ela imita minha fala, mas eu não consigo raciocinar uma resposta, pois ela ia firme, forte e com força dentro de mim.
– Ai assim, assim. Ai Emma que gostoso. – Digo levando um braço meu para trás, agarrando em seu pescoço, enquanto empurrava meus quadris para ela.
– Goza pra senhorita Swan aqui, vai. – Me deu uma mordida na orelha, que me fez gritar outra vez, enquanto me deliciava com o prazer que o orgasmo me proporcionava. Deixo meu corpo apoiado no dela por alguns minutos, até conseguir recuperar meu fôlego.
– Venha aqui. – Puxo-a até o tapete da sala, em meio aos sofás. Ela se deita sobre o tapete e se abre para mim.
– Ta esperando o que? Vem quero que monte em mim. – Levando uma sobrancelha para ela, caminhando bem devagar e me sento sobre seus quadris, passo uma de suas pernas sobre a minha, e encaixo nossos sexos perfeitamente, arrancando de nós duas um longo gemido, causado pelo contato quente de nossa umidade. Ela coloca as mãos em meus quadris, começando a me mover devagar. Apoio minhas mãos em seus ombros, e intensifico os movimentos.
– Hmmmmm. – Ela geme, apertando os olhos e abrindo os lábios. – Gostosa, vai assim, desse jeito. Levo minhas mãos para seus seios, e os aperto com força, quando vejo suas mãos irem para o tapete e o apertarem com força, fazendo nós duas chegarmos a mais um orgasmo delirante, caio sobre o corpo dela, extremamente exausta.
Ficamos algum tempo respirando pesadamente, tentando acalmar as batidas aceleradas de nossos corações.
– Meu Deus Amor. – Emma quebra o silêncio.
– O que foi? – Pergunto levantando minha cabeça para olha-la.
– Tava com o diabo no corpo mulher? – Ela me pergunta, e eu solto uma gargalhada.
– Não, só estava com saudades. – Beijo seu queixo.
– Eu também estava. Mas nossa, estava me comendo tão gostoso que eu não pude controlar meus gritos. – Ela diz parecendo justificar-se.
– Emma. – Arregalo os olhos para ela pelo modo como falou.
– O que? Você tava me comendo gostoso mesmo, o que quer que eu diga? – Solto outra gargalhada.
– Que bom que gostou.
– Gostei é pouco, eu amei, e acho que devíamos repetir isso sempre. – Diz apertando-me mais forte contra seu corpo. – Mas não hoje, por que eu estou exausta.
– Eu também, você esgotou minhas energias Swan. – Digo me sentando sobre o tapete. – Devíamos ir para o quarto, imagina se Roland acorda e nos vê assim?
– Nossa o garoto ia adorar, ver suas moças bonitas peladonas no tapete de sua casa.
– Emma. – Digo repreendendo-a pelo comentário, mas sorrindo da forma como ela era palhaça.
– Estou brincando. Vamos vazar, antes que nos peguem, mesmo sendo Roland, não ia gostar que vissem minha mulher nua. – Ela diz séria, e eu não posso evitar sorrir novamente. Juntamos nossas roupas que estavam todas espalhadas pela sala, e vamos para o quarto, pisando devagar para não fazer barulho, quando ouvimos a porta da frente ser destrancada. August. Nós duas corremos o resto do caminho, que era curto, e assim que entramos, ouvimos a voz de August dizer:
– Suas safadas, eu sabia que viriam fazer sexo selvagem. – Ele diz com uma voz embriagada, fazendo Emma e eu rir. Colocamos os ouvidos na porta para ouvir August. Mas no mínimo ele deve ter desmaiado no sofá, por que o silêncio era ensurdecedor. Saio da porta e vou para o banheiro.
– Vem comigo? – Convido Emma, que faz uma cara de assustada. – Vamos só tomar banho Emma. – Completo, rindo da cara dela.
– Ah ta. Vamos. – Ela diz, e vamos para o banheiro juntas.
Quando terminamos nosso banho, já passava das 4 da manhã, vamos para a cama e aninhamos nossos corpos um no outro e caímos num sono pesado.
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O dia amanhece frio em Boston, Regina sentia seus olhos arderem pelas poucas horas de sono que teve, se sentia um pouco cansada, e com algumas dores no corpo. Aos poucos a loira vai despertando também, se espreguiçando ao lado da morena.
– Bom dia Re. – Ela diz sorrindo docemente para a outra.
– Bom dia querida. – Regina responde sorrindo também. – Vamos, acorde, precisamos arrumar nossas malas.
– Ah amor, só mais 5 minutos. – A loira diz enfiando a cara no travesseiro.
– Para de ser preguiçosa Swan. – Regina diz cutucando-a.
– Eu to com sono. – Ela diz, a voz sendo abafada pelo travesseiro.
– Eu também estou, mas precisamos nos arrumar.
– Ai, que saco. Ta bom. – Ela diz se sentando de uma vez na cama.
Emma levanta-se, pega sua nécessaire e sai do quarto, indo para o outro banheiro, já que Regina não dividia o banheiro com ela. Resolve então ir até a sala para ver se tinha alguém acordado, e vê August sentado no sofá, aparentemente também havia acabado de acordar.
– Hey, bom dia. – A loira diz ao primo.
– Aí, não grite loirinha. – Ele diz a ela fazendo uma careta e levando as mãos aos ouvidos.
– Ah, temos alguém de ressaca aqui eim?! – Emma diz zombando.
– Quem? Só se for você loira. –Ele diz fingindo não ter bebido demais.
– Claro, sou eu. – Emma diz sarcástica.
– Preciso de um café forte. – Ele diz com as mãos na têmpora.
– Vou tomar um banho e faço pra gente, ta bom? – Emma oferece.
– Não, tudo bem, vai tomar banho tranquila, eu me viro aqui. – Ele diz a ela. – A propósito, esta animadinha hoje eim? – ele levanta uma sobrancelha para ela
– Muito. – Ela abre um largo sorriso.
– Posso imaginar o motivo. – Emma havia contado sobre o jogo duro que Regina estava fazendo com ela, por causa dele.
– Finalmente acabo. – Ela diz sorrindo.
– E pelo jeito fizeram minha casa de motel né. Transaram em todos os lugares ou só no meu sofá? – Ele pergunta virando o rosto, para encarar a loira, que estava se perguntando como ele sabia que elas tinham feito sexo no sofá. – Você deve estar se perguntando como eu sei que estiveram no meu sofá, não é? – Ele pergunta, parecendo ler os pensamentos da loira.
– Hm, não... é nós não... quero dizer. — Ela se enrola toda, sem graça em falar para o primo que elas realmente estiveram ali.
– Não precisa me dizer nada, basta ver isso aqui. – Ele a chama para perto do sofá, e quando Emma se aproxima ele aponta para a outra extremidade do móvel. O rosto de Emma esquenta e fica vermelho na hora. – Olha só, alguma de vocês me deixou um presentinho aqui. – Ele diz tirando onda com a vergonha que Emma sentia no momento. Havia uma mancha no sofá de August. – Eu não precisei colocar o nariz para saber o que era. – Ele continua zoando. – Enquanto Emma não sabia onde enfiava a cara. Ela ficou encarando a mancha no sofá, lembrando-se de Regina gozando exatamente naquele ponto do móvel. – Relaxa priminha, to feliz pela sua noite ter sido boa. – Ele pisca e vai para cozinha fazer o café, enquanto ela vai para o banheiro tomar seu banho.
Após sair do chuveiro, Emma volta a sala, e encara novamente a mancha no sofá, e resolve passar a toalha que estava em seus cabelos, sob a mancha, afim de elimina-la. Nesse momento Regina entra na sala.
– O que está fazendo? – A morena pergunta confusa.
– Hm, estou limpando sua arte. – Emma sorri e continua esfregando a toalha no tecido do sofá.
– O que? – Regina não entende.
– Você melou o sofá do August amor. – Emma diz e Regina só falta ter um treco.
– O que? Ah meu Deus Emma, ele viu isso? August viu isso? – Ela pergunta preocupada, e envergonhada.
– Sim, ele viu. Foi ele quem me disse. – Emma conclui.
– Ai que vergonha. – Regina diz com a mão tapando a boca, exatamente no momento em que Augusr entra na sala novamente.
– Vergonha do que Regina? – Ele diz olhando-a, enquanto levava a xícara de café aos lábios.
– Hmm, é... hmm- Ela estava completamente envergonhada.
– Ah já entendi. Relaxa querida. Afinal, quem nunca gozou em um sofá não é? – Ele diz, fazendo a mulher corar num tom de vermelho bordo, arrancando dele uma sonora risada. –Estou só brincando, não fique envergonhada. A propósito, vocês sumiram ontem. – Ele diz sentando-se no sofá.
– Viemos para casa, você estava ocupado demais com todas aquelas mulheres, por isso não nos viu. – Emma é quem diz.
– Ah, aquelas mulheres. – August diz parecendo lembrar-se de algo muito bom.
– Ok, chega de orgasmos no sofá. – Emma diz, fazendo Regina enrubescer novamente, e August rir a valer.
Eles tomam café juntos, depois do episódio constrangedor do sofá. E então Emma e Regina começam a arrumar suas malas, pois voltariam a Storybrooke a tarde. Quando estavam quase terminando Roland entra no quarto delas, e entra na mala de Regina que não o vê na hora, pois estava de costas dobrando as roupas.
– Me leva com você? – Roland diz quando Regina de vira e toma um baita susto.
– Ai, que susto. – Ela diz sorrindo. – Oh meu amor, eu não posso levar você comigo, mas se eu pudesse com certeza eu levaria. – Ela diz sentando-se e colocando-o em seu colo.
– Ah, mais eu não quelo que você vai embola. – Ele baixa os olhos, triste.
– Hey. – Regina levanta o queixo dele com dedo. – Não pode ficar triste, eu prometo voltar pra te ver.
– Eles vão me lavai embola. – Ele diz já chorando, o que faz um grande nó de formar na garganta da morena. Ela e Emma se olham e a loira faz uma cara de dó.
– Você vai para um lugar legal, cheio de crianças para você brincar. – Regina tenta fazê-lo entender.
– Não é assim, eu não que não. Eu já vi na televisão, que batem nas quianças lá. – Ele diz prendendo o choro. Aquelas palavras acertam Regina em cheio no estomago, pois ela sabia que as coisas não eram as mil maravilhas. Ela só se resume a abraçar o pequeno, e ficar com ele em seu colo por um bom tempo, tanto que Emma termina a sua própria mala, e depois ajuda a terminar a dela.
O restante das horas passa voando, e logo chega a hora delas partirem para a pista de voo, onde Robin iria busca-las. Emma já começava a reclamar cedo, por terem que ir de novo naquela “coisa voadora” como a própria loira chamará, sendo pilotado pelo “babão” do Robin. Roland passa o dia grudada em Regina, não deixava a morena nem ir ao banheiro sozinha, e toda vez que ela precisava, ele ficava montando guarda na porta até que ela saísse, para que ele pudesse voltar para seu colo. Carregar o garotinho para lá, e para cá, estava acabando com o fôlego da morena, que começava a sentir um mau estar.
– Amor, você ta bem? – Emma pergunta, ao perceber Regina meio pálida.
– Estou. – Ela diz, mentindo.
– Roland, quer vir no meu colo um pouquinho? – Emma pergunta ao garoto, que primeiramente hesita um pouco, mas depois pula para seu colo.
August e Roland acompanham as duas mulheres até a pista de pouso, chegando ja e já encontrando Robin a espera.
– Olá,Srta Mills, como vai? – Ele se dirige a Regina, beijando sua mão.
– Vou bem Robin, e você? – Ela pergunta educadamente.
– Melhor agora. – Ele sorri para ela, fazendo o estomago de Emma revirar.
– Vamos então? – A loira corta o embalo do “abusado”.
– Claro. – Ele volta a sua expressão séria.
Emma coloca Roland no chão, para que pudesse se despedir de August, enquanto Regina o abraçava e agradecia pela gentileza e atenção que ele teve com elas. Em seguida Regina ouve o choro do pequeno Roland, e seu coração quase salta pela boca.
– Amor, não chore. Por favor. Não chore. – Ela diz passando as mãos no pequeno rosto do garoto para secar-lhe as lágrimas.
– Não vai, poi favoi. – Ele dizia soluçando.
– Eu preciso ir. Mas olha aqui. – Ela tira um cartão de dentro da bolsa e entrega a Roland. – Você pode me ligar sempre que quiser, meu número está aqui ó. – Ela aponta o número no cartão. – E você pode ir me visitar lá em Storybrooke.
– Eles vão me levai embola. – Ele diz baixando o olhar
– Ninguém vai levar você querido. Prometa que vai me visitar. – Ela pede a ele, enquanto Emma e August observavam a cena completamente comovidos.
– Eu pometo. – Ele diz abraçando pelo pescoço.
– Então vem cá, e me dá um beijo, que eu preciso ir. – Ela pede e ele toca os pequenos lábios em sua bochecha, enquanto a abraça novamente, fazendo-a morrer internamente, pois sabia que não o veria mais. Então ela envolve seus braços em torno do pequeno corpo, e diz:
– Eu vou vir te buscar. – No fundo de seu coração, ela sentia que aquele garoto precisava dela, e mais, ele precisava do garoto. Em tão pouco tempo ela havia criado um laço maternal com Roland, o garoto havia conquistado desde o primeiro dia em que o virá. E sua decisão estava tomada. – Eu volto te buscar, eu prometo.
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