Now Is Good

37 Família Swan Mills


Notas iniciais
Hey genti :D Ainda não respondi os comentários, mas já li todos, e agradeço muito pelo carinho de vocês, pela opiniões e tudo o mais. Prometo responde-los logo. Ah e pelo que vi dos reviews, vi que tem muita gente animadinha com a melhora da Regina. Tenho só uma coisa a dizer sobre isso "A felicidade nasce da infelicidade; a infelicidade está escondida no seio da felicidade." MUHAHAH, parei. Sobre o capitulo, eu tentei colocar algumas coisas que me foram pedidas, e acho que ficou bem bacana. E pra quem tava com saudade dos hots, aqui tem um bem caprichado haha. Algumas palavras que o Roland fala errado eu coloquei em itálico tá, é proposital. Enfim, espero que gostem. Boa leitura :D

Ao abrir a porta tanto Emma quanto Regina, são surpreendidas pelos pequenos braços de Roland abraçando suas pernas, ambas sorriem e se abaixam para que pudessem abraça-lo direito. E para surpresa dos três, ele abraça Emma primeiro.

– Ei garoto, eu senti sua falta. – A loira diz abraçando o menino, meio desajeitada.

– Eu também Emmaaaaa. – Ele responde dando um beijo na bochecha de Emma, que fica corada com o gesto. O pequeno olha para Regina e alarga ainda mais seu sorriso.

– Reginaaa. – Ele diz se jogando nos braços da morena.

– Oi querido, que saudade. – Ela diz apertando-o em seus braços.

– Eu também senti muita. – Ele sorri para ela.

Enquanto ela cumprimentava garoto Emma dá um abraço no primo que estava parado a porta observando a cena.

– Loirinha. – Ele diz a abraçando e levantando-a do chão.

– Gus.

– Você está ótima. – Ele diz soltando-a no chão.

– Você também. – Nesse momento Regina levanta-se e cumprimenta August.

– August. – Ela o abraça para surpresa de Emma.

– Regina, como vai? – Ele pergunta quando ela se afasta.

– Estou ótima. – Ela responde sorrindo. – Vamos entrar. – Ela diz saindo do caminho para que August pudesse entrar.

August entra e já vai cumprimentar David e Mary, que estavam esperando na sala.

–August, quanto tempo camarada. – David sorri e abraça forte o sobrinho, ele era a única lembrança que David tinha da irmã que havia falecido há alguns anos vitima de um acidente de carro.

– Que saudade tio. – August retribui o abraço apertado.

– Nem parece, você sumiu garoto. – David diz quando se afastam.

– Pois é tio, circunstâncias.

– Depois vocês conversam, deixe-me lhe dar um abraço August. –Mary interrompe os dois.

– Claro tia, que saudade de você também. – Ele diz abraçando a pequena mulher.

– Nossa como você está diferente. – Ela se afasta olhando-o.

– To mais bonito né? – August diz fazendo todos sorrirem.

– Modéstia nunca foi seu forte mesmo meu querido. – Mary bate no ombro dele. – Mas, agora eu quero cumprimentar esse garotinho lindo aqui. – Mary anda até Roland, que estava entre Emma e Regina, segurando a mão de ambas, e se ajoelha em frente a ele. – Oi. –Ela diz para o menino.

– Oi. – Ele sorri timidamente e abraça a perna de Emma, escondendo o rosto, as fazendo rirem como bobas da atitude do pequeno.

– Ei, eu quero um abraço também. – Ela pede e o menininho se joga em seus braços quase a derrubando para trás. – A propósito me chamo Mary. – Ela diz num tom doce e sorrindo. – E você é o Roland né? – Ele confirma com um aceno. – Vai ser um prazer te ter na família Roland.

Obigado. – Ele diz e volta a abraçar a perna de Emma, escondendo o rosto.

Eles vão todos para a sala, e sentam-se nos sofás. David cumprimenta Roland, e já gira o menino no ar, fazendo-o soltar uma sonora gargalhada. Todos conversavam sobre inúmeras coisas, Emma e Regina revezando entre os convidados e Roland, que apesar de ainda estar um pouco tímido, estava conversando com elas. Regina pede licença enquanto vai até a cozinha terminar o jantar, sendo seguida por Mary, enquanto os outros ficam na sala, falando sobre o assunto preferido dos três, o Barcelona, enquanto Roland brincava com um aviãozinho que havia trazido.

Algum tempo antes deles começarem a jantar, a campainha toca novamente, anunciando agora a chegada do tabelião, para que elas finalmente assinassem a certidão de nascimento nova de Roland. Emma abre a porta e o senhor de meia idade entra, cumprimenta todos, e então ela e Regina preferem fazer tudo na presença de todos, queriam que eles fossem testemunhas da sua felicidade, e assim elas fazem. O homem lhes entrega uma porção de papéis, que claro, só Regina lê, enquanto Emma lia a primeira linha e já ia assinando, estava segura de que tudo estava correto, pois a morena lia tudo meticulosamente e por fim o mais importante, a folha da certidão. Ficaria difícil dizer qual das duas tinha o maior sorriso no rosto, quando elas assinam, David se empolga.

– Uhuuuuul. – Ele grita, fazendo todos rirem, mas gritarem junto com ele. – Parabéns as novas mamães. – Todos andam até elas e as abraçam, enquanto Emma tinha Roland nos braços, pulando e gritando também. Assim que o homem deixa a casa, eles se encaminham para a sala de jantar, sentando-se todos à mesa. Emma teve que colocar algumas almofadas no acento de Roland para que ele pudesse alcançar a superfície da mesa.

Assim que todos estão sentados, Regina propõe um brinde.

– Vamos brindar. – Ela diz levantando sua taça com champanhe. – A uma vida nova. – Ela diz olhando para Emma e Roland, que sentavam lado a lado, enquanto ela ocupada a ponta da mesa.

– A uma vida nova. – Todos dizem num coro, inclusive Roland, com seu copinho de suco de maça, levando todos a rirem de sua atitude.

Enquanto comem eles conversão, riem, contam histórias, tudo estava sendo muitíssimo agradável e mais uma vez Regina se sentia parte de uma família de verdade. Quando eles terminam, Regina e Emma vão buscar as sobremesas na cozinha, enquanto David contava mais uma piada. Regina vai na frente e enquanto pegava os talheres sente os braços de Emma abraçando-a por trás.

– Querida. – Ela solta os garfos que tinha na mão, e abraça os braços de Emma em sua cintura.

– Tô tão feliz amor. – Emma diz sorrindo contra o pescoço de Regina.

– Eu também. Nada no mundo faria estar me sentindo mais feliz do que estou agora.

– Nem eu. – Ela planta um beijo no ombro da morena e a vira de frente para ela. – Eu já amo tanto esse moleque.

– Ele já me ganhou la em Boston. – Regina diz sorrindo.

– Vamos ser a família mais linda do mundo.

– Vamos ser não, já somos. – Regina corrige.

– Verdade, já somos. E nesse momento, eu to querendo beijar a mulher mais bonita do mundo. – Emma diz com um sorriso de lado.

– E você está esperando o que para fazer isso? – Regina surpreende Emma, a loira pensou que a morena ia afasta-la alegando que seus pais estavam em casa. Emma não perde tempo e aperta seus lábios contra o de Regina, num beijo devorador, a morena passa os braços pelo pescoço de Emma, puxando-a mais para si, enquanto a loira que tinha as mãos em sua cintura dá um impulso para que ela sente na bancada, posicionando-se entre duas pernas, sem nunca quebrar o beijo, e quando finalmente se separam em busca de ar, Regina diz:

– Ok Emma, já... – Emma não deixa a morena terminar e já toma seus lábios novamente com os seus. Ela puxa a camisa de Regina para fora da saia, e enfia suas mãos por debaixo da roupa da prefeita, tocando seu abdômen, enquanto seus lábios continuavam grudados. Emma desce as mãos para as pernas nuas de Regina e aperta, tirando um leve gemido dos lábios da morena, que já nem tinha mais forças para resistir.

– Vocês precisam de ... – Elas ouvem a voz de August na cozinha. – Ajuda? – Ele começa e dá uma pausa, enquanto Regina escondia o rosto no braço de Emma. – Eu não vi nada, tchauzinho. – Ele diz saindo as pressas.

– Ai, vou matar esse August. – Emma diz irritada. – Vem, vamos continuar. – Ela diz e pega Regina pelas pernas puxando-a para mais perto, enquanto faz menção de beija-la novamente.

– Não Emma, ta maluca? Vamos logo, vão pensar que morremos aqui. – A morena diz empurrando Emma e escorregando para fora da bancada, onde é prensada novamente pelo corpo da loira.

– Tô nem ai pra eles amor, to com saudade. – Ela leva os lábios para o pescoço da morena que empurrava sua camisa para dentro da saia novamente.

– Como assim com saudade Emma? Faz só três dias que nós não... – Emma cala Regina com outro beijo, enquanto a morena a empurra novamente. – É sério Emma, vamos pra sala, terminamos isso depois. – Ela levanta uma sobrancelha para a loira que a olha maliciosa.

– Ta bom, mas fique sabendo que vou cobrar com juros viu. – A loira finalmente desencosta do corpo de Regina. Ambas ajeitam as roupas, os cabelos e limpam o batom borrado.

– Toma, leva isso. – Regina pega os talheres e os pratos de sobremesa e entrega para Emma, enquanto ela mesma pega a travessa com a sobremesa e se encaminham para a sala de jantar, mal sabiam elas que August havia dado com a língua nos dentes sobre o ocorrido na cozinha.

– Desculpem a demora, não lembrava onde tinha guardado os pratos de sobremesa. – Regina mente.

– Uhum. – David já começava a rir. – Sabemos bem disso.

– David. – Mary o olha com repreensão, enquanto os olhos de Emma correm direto para August, que ria quieto, ela estreita os olhos para ele entendendo o comentário do pai.

– Você não vale nada mesmo Gus. – Emma diz dando um soco no braço do primo, enquanto Regina continuava sem entender.

– Ai, desculpa não pude conter o riso depois do que vi, cheguei aqui rindo e seus pais me perguntaram do que eu estava rindo ué. Só disse a verdade, que vocês estavam se pegando na cozinha. – Regina arregala os olhos e olha para ele, que quase tem um treco de tanto rir.

– August, você é um idiota. – Emma diz, chacoalhando a cabeça, percebendo o quanto Regina havia ficado sem graça.

– Ai. – Ele diz ainda em meio as risadas.

– Sorte sua que Roland não está aqui. – Emma fala séria.

– Ai gente, eu tava só brincando. – Ele diz quando percebe a expressão seria de ambas, ficam todos em silêncio, e de repente Regina começa a rir sem parar, todos olham para ela, depois se olham entre si e caem na risada junto.

Depois de todos comerem e rirem a beça, eles decidem ser hora de voltar para casa.

– Nós vamos indo Filha. – Mary diz para Emma.

– Mas já?

– Sim, já está tarde.

– Ah tudo bem então.

– Temos que ir mesmo e deixar essas duas terminarem o que começaram. – August provoca.

– Deixa de ser abusado rapaz. – É Regina quem lhe dá um tapa no braço dessa vez.

– Ai, porque mulher sempre dá tapas enquanto briga? – Ele pergunta passando a mão aonde tinha levado o tapa.

– Regina é mulherzinha e dá tapas, já eu dou socos. – Emma diz metendo um soco no braço no outro braço.

– Ai vagabunda. – August deixa escapar um palavrão na frente de Roland, ao mesmo tempo em que sai correndo, pois Emma corria atrás dele.

– Ei, esperem por mim. – David grita, enquanto dá um beijo rápido na bochecha de Regina e outro na cabeça de Roland. – Obrigada do jantar norinha, tava ótimo. – Ele diz já correndo atrás de Emma e August.

– Por nada David. – Regina responde para ele.

– Parecem um bando de crianças esses daí. – Mary diz rindo olhando os três correrem um atrás do outro.

– Realmente parecem. – Regina observava de braços cruzados.

– Olha só. – Mary aponta para o Roland. – Nem Roland ta correndo feito doido.

– Ele está tímido ainda, não é querido? – Regina pergunta para o pequenino que estava ao seu lado, bagunçando o cabelo dele. Ele só acena um sim com a cabeça.

–Bom, eu vou arrastar esse dois pra casa logo. – Mary diz enquanto beija e abraça Regina agradecendo pelo jantar e parabenizando pela adoção de Roland. – Ei, me dá um abraço? – Ela se dirigia a Roland agora. O pequeno passa seus pequenos braços pelo pescoço de Mary, abraçando-a. – Uh, que abraço gostoso. – Ela diz beijando sua bochecha agora. – Até mais lindinho. –

–Até vovó. – Ele diz surpreendendo tanto Mary, quanto Regina.

– Ai meu Deus. – Mary o abraça novamente. – Que coisa mais fofa. Regina sorria para eles, e enquanto Mary falava com Roland, ela desvia seu olhar para fora, onde os três patetas estavam, e a cena que ela vê a faz cerrar os dentes de raiva. Emma havia conseguido alcançar August que estava caído de costas no chão, e Emma estava sentada na barriga dele enquanto dava alguns tapas e socos nele, enquanto David gargalhava ao lado deles. Mary segue o olhar da morena, e pensa imediatamente que Emma teria problemas.

– Bom, agora eu vou mesmo. Tchau Regina. – Ela diz já caminhando rápido para fora, para perto dos três e manda Emma sair de cima de August, quando a loira o faz, eles se despedem e August corre até a porta da casa para se despedir de Roland e Regina que estava com cara de poucos amigos para ele, depois de fazer isso, ele pega sua mala que estava no canto da porta e corre para o carro dos tios.

Emma acena enquanto eles vão embora e quando olha para trás a porta da casa já estava fechada, ela estranha e caminha para dentro de casa. Passa pela sala e cozinha, mas nenhum sinal de Roland e Regina, então pega a mala de Roland e sobe as escadas e vê a porta do banheiro entreaberta e ouve o barulho da banheira sendo cheia, seguido de algumas risadinhas de Roland, solta a mala no chão e coloca a cabeça para dentro da porta e vê Roland nu, tentando cobrir suas partes para que Regina não visse. Ela abre mais a porta e fica ali parada, observando a cena.

– Vem cá. – Regina diz pegando-o por debaixo dos braços e o colocando dentro da banheira já cheia. – Pode sentar.

– Eu vou me afogai. – Ele diz agarrando o braço de Regina fazendo-a se ajoelhar no chão molhado, ao redor da banheira.

– Não vai querido, coloquei menos água para você. – Ela explica para ele.

– Ta bom. – Ele diz enquanto vai sentando devagar na banheira. – Tem tubalão aqui? – Ele pergunta sério, fazendo Regina soltar uma gargalhada.

– Não querido, também não tem tubarão aqui. – Ela diz enquanto pega o shampoo e passa pelos cabelos dele.

– Você vai sei minha mamãe não é? – Ele pergunta enquanto brinca com a água.

– Eu vou sim. Você gostou disso? – Regina pergunta com certa preocupação na voz.

– Eu gostei sim, gostei muito. – Ele diz abrindo um enorme sorriso. – Mais se você vai sei minha mamãe, você vai sei o que Emma? – Ele pergunta finalmente vendo a loira parada na porta.

– Eu? – Ela é pega de surpresa.

– Ela vai ser sua mãe também querido. – É Regina quem responde.

– Você vai Emmaaa? – Ele pergunta animado

– Sim, eu vou sim. – A loira responde sorrindo.

– Eba. – Ele se empolga e começa a bater com as pequenas mãos na água, espalhando-a por todo o banheiro e molhando Regina toda.

– Ei, você me molhou. – Ela diz sorrindo.

– Me desculpa. – Ele faz uma carinha de arrependido.

– Não desculpo não. – Ela diz e começa a fazer cócegas no menino que se contorce e ri a valer.

– Ei também quero brincar. – Emma diz já se ajoelhando próxima a banheira e começando a fazer cócegas em Roland também. Agora os três é que pareciam os três patetas, rindo enquanto Roland as molhava inteiras.

Depois que a festa na banheira acabou, Regina enrola Roland na toalha e pede que Emma o leve para o quarto enquanto ela ia enxugar o banheiro. Emma leva Roland feito bebê para o quarto, enquanto o pequeno balançava as perninhas no ar, aproveitando do colo da loira. Ela leva-o até o quarto onde ela e Regina prepararam para ele, a decoração era azul e branca e tinha um pôster enorme do Harry Potter na parede, os olhinhos do garoto só faltavam pular pra fora de tanta alegria. A loira deixa-o se secando no quarto enquanto vai buscar a mala dele que havia deixado no corredor. Quando ela volta, a cena que vê quase derrete seu coração, Roland estava deitada na cama, todo torto, ainda enrolado na toalha, dormindo com um panda de pelúcia que Regina havia comprado para ele, enquanto a morena lhe dava um beijo da testa. A loira sorri, e anda até eles.

– Troca de roupa nele, por favor. – Regina diz saindo do quarto e deixando Emma tirando a toalha molhada do corpinho no garoto, e enfiando um pijama qualquer nele, enquanto ele resmungava ainda dormindo, ela o arruma na cama, e passa as mãos levemente pelos cabelinhos dele, senta por alguns minutos ao seu lado na cama até que ele pegasse bem no sono, depois puxa o edredom para cobri-lo, se inclina e planta um beijo em sua testa, apagando a luz e saindo do quarto.

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Ela estava toda molhada também, entra no quarto tencionando tomar um banho, mas quando bota os pés para dentro ouve o som do chuveiro ligado, indicando que Regina estava no banho. Ela sorri maliciosamente, enquanto caminha até o banheiro e abre a porta. Ela entra e já fixa os olhos no corpo nu de Regina, o box era transparente dando a visão perfeita do corpo da morena que estava de costas para ela. Ela no chão de frente ao box e fica só observando a morena tomar banho. Quando Regina vira e vê Emma, ela sorri da loira, que só faltava babar ali, ela então provoca, e encosta a bunda no vidro transparente bem na direção da loira, que engatinha e beija o vidro no local onde a bunda de Regina estava encostada, fazendo a morena sorrir, e virar-se novamente. Regina olha para Emma e a chama com o dedo, Emma é claro, não espera a segunda vez, se levanta do chão e já começa retirar toda sua roupa. Quando termina, ela abre a porta do box e se junta a morena, pegando-a pela cintura imediatamente e colocando seus corpos nus enquanto toma seus lábios com desejo. Suas línguas pareciam provocar uma a outra, enquanto as mãos de ambas, corriam soltas por seus corpos escorregadios. Emma desce seus beijos para o pescoço e seios de Regina, se deliciando com aquelas duas maravilhas enrijecidas em sua boca. A morena apertava a cabeça da loira em seus seios, adorando a sensação dos lábios quente dela, contra seus mamilos sensíveis.

– Hmmm. – Regina solta um gemido leve, enquanto Emma se abaixava e levava ela junto. Regina senta-se no chão, encostada no vidro, enquanto Emma estava de joelho entre suas pernas, beijando-a de uma forma completamente obcena, suas línguas se provocavam cada vez mais, enquanto suas mãos apertavam os seios de Emma, que por sua vez acariciava seu sexo. Emma sente a coxa de Regina roçando em seu sexo, e aquilo a estava enlouquecendo, ela passa as pernas de Regina pela sua cintura, e levanta-se com ela em seu colo, segurando-a pelas pernas e apoiando suas costas contra o vidro, enquanto Regina rebolava em seu colo. Ela troca de posição e fica encostada contra o vidro, soltando Regina no chão, que logo volta a sugar seus seios de forma gulosa. – Vamos sair daqui. – A morena diz com a voz rouca, carregada de desejo. Então Emma a pega no colo, fazendo-a soltar um grito de surpresa, e as conduz até a cama do quarto, onde ela literalmente joga Regina, que solta outro grito seguido de uma gostosa risada.

– Você gosta né, tentação. – Emma sobe engatinhando na cama, enquanto Regina se ajoelha esperando por ela. – Essa é a verdadeira sobremesa. – A loira diz invadindo a boca da morena mais uma vez, enquanto deitava por cima dela.

– Pois é, mais hoje quem vai comer sou eu. – Regina diz invertendo as posições e ficando por cima de Emma, que sequer reclama. Regina abre as pernas de Emma bruscamente, enquanto faz um caminho de beijos pelo abdômen, coxas e virilha da loira, arrancando-lhe um gemido.

– Hmm, amor. – Emma já contorcia na cama, enquanto Regina a provocava passando a língua em seu sexo quente e pulsante. Emma leva às mãos a cabeça de Regina tentando aumentar o contato, mas Regina não atende e continua passando a língua pausadamente pelo sexo da loira. – Regina. – Emma tinha a voz suplicante.

– O que você quer? – Regina provoca, enquanto sobre seus lábios para os seios de Emma.

– Quero sua boca em mim. – Ela força a cabeça da morena para baixo.

– Eu estou com a boca em você querida. – Regina continua provocando.

– Amor, quero que você me chupe la embaixo. – Regina sorri contra a pele da loira, e desce beijando cada centímetro do corpo de Emma, até chegar a seu sexo. – Vai. – Ela força a cabeça da morena ao seu centro quando sente a respiração quente dela bater contra si, e então Regina abre a boca e fecha sobre os grandes lábios da loira. – Aaaah. – Emma geme alto e arqueia as costas e o quadril, enquanto Regina a empurra de volta para a cama enquanto continuava chupando-a forte. – Sim, sim, vaai amor. – Emma falava completamente perdida pelo tesão. A loira não demora muito e goza escandalosamente na boca de Regina, deixando o corpo relaxar sobre a cama. Mas Regina ainda não estava nem perto de estar satisfeita, ela sobe beijando o corpo de Emma, até alcançar seus lábios, fazendo-a provar seu próprio gosto. Quando Emma se recupera ela troca de posição com a morena, ficando por cima agora, ela encosta seu sexo molhado no ventre de Regina, que geme com a sensação, e leva a mão ao sexo de Emma, massageando o nervo novamente rígido dela. – Ah, qual é? – A loira reclama com um gemido, pois tencionava comandar dessa vez. Sem aviso, Regina empurra dois dedos facilmente para dentro dela, enquanto olhava fixamente para a expressão de deleite da loira. Ela se senta ainda com Emma em seu colo e os dedos dentro dela, agarra forte os longos cachos loiros e puxa colocando sua boca ao ouvido de Emma.

– Isso é pra você aprender que a única pessoa em quem você pode montar, sou eu. – Ela diz e morde com força o lóbulo da orelha de Emma, enquanto aumenta o ritmo de suas estocadas. Emma só fazia gemer cada vez mais alto. – Quando você namorou com August, ele te fazia gemer assim? – Regina provoca, descendo sua mão para apertar Emma pela cintura, fazendo-a arquear-se dando lhe acesso aos seus seios.

– Nã... não. – Emma já nem conseguia falar mais. – Ai... que gostoso. – Ela tinha as mãos nos cabelos de Regina, apertando-a contra si.

– Como eu pensei. – Regina sorri vitoriosa, enquanto Emma começava a cavalgar sobre ela. – Não quero você em cima dele nunca mais, ta me entendendo? – Regina fala enquanto vai fundo dentro dela.

– Uhuuuuuuuum. – Emma confirma com um gemido prolongado, jogando seu corpo para trás, enquanto sentia um novo orgasmo atingir forte seu corpo. Regina diminui o ritmo das estocadas e deixa que o corpo de Emma caísse para trás sobre a cama.

Respirando pesadamente, Emma levanta a cabeça para olhar para Regina, que observava com um sorriso cínico, a loira acalmar a respiração.

– Regina o que foi isso?

– Sexo? – A morena responde como quem diz uma coisa obvia.

– Ai, você entendeu.

– Só estou relembrando você, que eu sou uma mulher ciumenta. – Quando Regina diz, Emma lembra-se da morena falando de August e então sua ficha cai.

– To pensando em te deixar com ciúmes mais vezes. – Emma sorri mordendo o lábio, enquanto engatinha até a morena.

– Nem se atreva a fazer isso. Lembra-se da ultima vez que fez isso? – Regina se referia da vez que foram para Boston, e fora deixada de lado por Emma e August.

– Nossa, nem me lembre. Foi a época mais triste da minha vida. – Emma faz uma careta, fazendo Regina sorrir.

– Então, acho bom você não brincar com a sua sorte, senhorita Swan. – Ela diz mordendo o lábio quando Emma começa a subir em cima dela.

– Adoro você bravinha. – A loira diz e invade a boca de Regina com sua língua, enquanto desce sua mão até o sexo de Regina e começa a fazer movimentos circulares, arrancando um gemido rouco dos lábios da morena. –Minha vez, madame prefeita. – Emma sabia que Regina gostava quando ela a chamava assim na cama. Regina já estava explodindo em excitação, quando Emma desliza dois dedos para dentro dela, Regina começa a rebolar nos dedos da xerife ditando o seu ritmo, enquanto Emma se aproveita dos seus seios, lambendo, chupando, mordendo.

– Mais rápido Swan. – Regina crava as unhas nas costas de Emma, que geme junto com ela.

– Como quiser madame prefeita, gostosa. – Emma intensifica suas estocadas levando Regina ao ápice, de maneira nada silenciosa. Quando Emma sai de dentro dela lentamente, ela solta outro gemido, pega a mão de Emma e chupa seus dedos, enquanto Emma encarava aquilo boquiaberta, nada poderia ser mais excitante. Ela se inclina e beija Regina, o beijo dessa vez era calmo, sem pressa, delicado. – Eu te amo.

– Também te amo. – A morena se aconchega nos braços de Emma, e assim elas pegam no sono, uma agarrada ao corpo da outra, não havia para elas lugar melhor do que esse.

Notas finais
E ai gostaram? Como eu disse, tentei encaixar alguns pedidos ai, um deles foi sobre a relação do Roland com a Emma, que foi a querida da Paula Luize quem pediu, eu escrevi um pouquinho aqui, mas no próximo que já to escrevendo vai ter mais. Bom, espero que tenham gostado. Deixem-me comentários, sugestões e afins. PS: Não revisei galera, eu não consigo ver meus próprios erros, então desculpa qualquer coisa. Beijos e até o próximo.