Now Is Good

9 Enganos e desenganos


Notas iniciais
Oiii Guys, Resolvi postar hoje, pretendia fazer isso amanhã, mas tenho um compromisso, portanto to adiantando. Capitulo curtinho, mas ele é importante. Qualquer erro, perdoem por favor, são 02:20 da madrugada, hahaha. Ah e por favor, ao final desse capitulo, não queiram me matar ;) Espero que gostem :)

POV REGINA

Saio da delegacia e caminho até meu carro estacionado na garagem, eu estava tremendo, realmente estava fazendo frio. Entro no carro, e ligo o ar condicionado na temperatura máxima e giro a chave na ignição.

O percurso até em casa, não foi dos melhores. Cada minuto que passava, eu tremia mais. Mas quando levava a mão ao rosto, não sentia nada quente, estava gelado. Finalmente chego em casa, estaciono, e saio do carro caminhando para a porta. Vejo uma silhueta para a minha porta, chegando mais perto posso ver que era Killian. — Ah não, não estou com cabeça para ele hoje. — Penso enquanto sigo para a porta.

– Estava a sua espera, Rainha. — Ele diz, se curvando a mim, quando me aproximo. Não posso deixar de sorrir com sua atitude.

– Killian, o que faz aqui? — Pergunto, me fingindo de desentendida.

– Não sabe mesmo? — Ele se aproxima com um olhar provocante. Mas eu realmente, não queria ter de explicar as coisas para ele, me sentia muito cansada para isso.

– Não, só sei que quero entrar em casa, entrar na minha banheira, para me esquentar desse frio terrível.

– Frio? Nem está tão frio, Regina. Normalmente esse lugar é muito pior, e eu posso ajuda-lá a se esquentar, o que acha, eim? — Ele se aproxima ainda mais, invadindo totalmente meu espaço pessoal.

– Killian por favor... — Ele aproxima os lábios dos meus. E passa as mãos pela minha cintura. — Eu realmente não estou ... — Dou graças por ele estar me segurando nesse momento, pois sinto minhas pernas fraquejarem e cederem, se não fosse por ele, teria caído no chão.

– Regina. — Ele me levanta, segurando firme em meus braços. — Você está bem? — Me olha com olhar interrogativo, me levantando mais, apoiando o peso do meu corpo sobre o dele. — Não, você não está bem, está pálida, e quente. Você está com febre. — Conclui ele ao tocar meu rosto com a mão livre. — Mê diga onde está chave da porta. — Mas era tarde, não pude respondê-lo, pois naquele momento, tudo ficou escuro, e não enxerguei mais nada.

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POV EMMA

Quando Regina vai embora, eu fico ali sentada na minha cadeira, relembrando cada detalhe do que tinha acabado de acontecer, estava completamente boba. Como podia ter me apaixonado logo pela prefeita da cidade, aquela mulher tão inconstante, imprevisível e completamente incrível. Ando até cela onde estávamos, para ajeitar as coisas, que ficaram uma bagunça e vejo algo sobre a cama. Um celular. O celular de Regina. O pego e penso que não teria problema algum deixar a delegacia por alguns minutos e ir devolver o celular para ela, afinal ela era minha chefe, então, acho que não reclamaria. Enfio o aparelho no bolso, fecho a delegacia e vou para o estacionamento. Com o novo cargo de xerife, ganhei um carro. Um fusca amarelo, que eu particularmente adorei. Entro e dirijo até a casa de Regina, pensando em que, talvez pudêssemos ir para o segundo round. Sorrio com meu próprio pensamento. Aproveitaria para saber se ela estava bem, tenho certeza de que estava com febre aquela hora.

[...]

Chego na rua em que ela morava, estaciono o carro na rua mesmo, e me encaminho para a porta. Sigo olhando para o aparelho em minhas mãos, e quando levanto os olhos para olhar para frente, me deparo com uma cena que me faz paralisar na mesma hora. Aquele mauricinho filho do prefeito, entrando na casa Regina com ela nos braços.

Sometimes you wonder if this fight is worthwhile

The precious moments are all lost in the tide, yeah

They're swept away and nothing is what it seems

the feeling of belonging to your dreams

http://www.youtube.com/watch?v=ktRsl2hAPhY

Um sentimento de tristeza muito forte me atinge como uma onda, que quase me derruba. Permaneço parada ali, feito uma estatua, tentando digerir o que eu acabará de ver. Só podia ser brincadeira, não estava acreditando que depois de ter se entregado a mim daquela forma, e depois de ter me dito todas aquelas coisas, ela iria pra cama com ele, e talvez dissesse a ele a mesma coisa que disse a mim.

– Por isso ela não quis que eu a acompanhasse até o médico. Tinha assuntos mais importantes para tratar em casa. — Penso em voz alta.

A tristeza e a decepção logo dão lugar para a raiva, que sobe a minha cabeça muito rapidamente. Caminho até a porta, jogo o celular no chão e toco a campainha, me virando e indo embora em seguida. Entro no carro e tenho tempo de ver aquele idiota abrindo a porta e verificando quem havia tocado, e depois visualizando o celular no chão, pegando- o e dando uma ultima olhada em volta, por fim voltando para dentro. Percebo que ele não estava mais com o casaco que usava segundos antes.

– Não perdem tempo mesmo. — Penso com amargura. — Essa desgraçada, brincou comigo de novo. Como eu pode ter sido tão imbecil a um ponto desses, Swan? — Digo deixando a cabeça pousar sobre o volante do carro. — Preciso tira-la da minha cabeça. — Eu realmente precisava tira-lá da cabeça, faria o que fosse, para conseguir isso. Manteria distância dela, se ela pensava que eu era algum tipo de brinquedinho sexual, estava enganada. Completamente enganada.

Ligo o carro, e sigo dirigindo até em casa. Não voltaria para a delegacia, e dane-se se Regina acharia isso ruim. Quando chego, nem percebo que meus pais estavam sentados na sala, e vou subindo direto, quando ouço me chamarem:

– Emma — Era minha mãe. — O que houve, você está chorando? — Ela me diz se levantando do sofá, vindo em minha direção.

– Não, foi só um cisco no meu olho, acabei passando a mão para limpar e acabei irritando ainda mais. Não estou com fome, vou subir. Boa noite.

–Vou deixar passar por agora, mas amanhã conversaremos sobre isso. — Minha mãe diz, segurando meu braço antes que eu subisse.

– Certo, mas não tem sobre o que conversar. Boa noite. — Subo as escadas quase correndo, por que as lágrimas teimavam em escorrer pelo meu rosto, e eu não queria mesmo que meus pais me vissem nesse estado. Não queria ter de explicar nada a ninguém, então somente entro e tranco a porta do meu quarto, me jogando na cama, enfiando a cabeça no travesseiro para abafar o som do meu choro, que se tornou incontrolável tamanha a dor que sentia.

Listen to your heart
When he's calling for you
Listen to your heart
There's nothing else you can do
I don't know where you're going
And I don't know why
But listen to your heart
Before you tell him goodbye

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Na sala da casa de Emma, havia pais preocupados com a filha. Mary e David, nunca haviam visto Emma tão abatida em tanto tempo.

– O que você acha que aconteceu? — Pergunta David

– Eu não sei. Acho que deveria ir conversar com ela. — Mary responde

– Não. Dê um tempo a ela, amanhã vocês conversam.

– Isso me parece evidencias de paixão não correspondida. — Mary diz tendo quase certeza, de que a filha havia de decepcionado com algum cara por ali.

– Deve ser mesmo. Mas convenhamos que ela não é de ficar nesse estado por qualquer coisinha. Deve ter sido algo realmente a magoou muito. Se nossa teoria estiver correta.

– Sim, e estou preocupada com ela, David. — Ela olha para o marido com um olhar carregado de preocupação.

– Ela vai ficar bem, meu amor. Dê um tempo a ela, é sempre bom.

– Tudo bem, vou esperar até amanhã. — Ela concorda meio a contra gosto.

Notas finais
Querem me matar? Hahahaha. Eu realmente amo escrever essa preocupação do David e Mary com a Emma, é tão fofo *-* Então, o que acharam? Xingamos, criticas, pedradas? Comentários são sempre bem vindos, portanto, fiquem a vontade ;) Ps: Amo Roxette ♥ Até o próximo, Evil Kisses *-*