Notas iniciais
Hey Guys. Bom essa é minha primeira fic, portanto tenham paciência comigo, haha. Queria agradecer a duas pessoas lindas, que me deram a maior força pra postar essa fic, e leram cada pedacinho dela. Juliana Boschesi e Michely Maia, obrigada pela força que me deram meus amores. PS: Vou colocar trechos de algumas musicas, e sempre vou deixar o link embaixo pra vocês ouvirem, pra dar um tcham sabem como? Sem mais delongas, aí vai. Boa leitura :)

Fazia um dia quente e ensolarado, coisa rara em naquela pequena cidade, já que mesmo no verão, o frio se fazia muito presente. Storybrooke era a típica cidade onde fazia frio até no verão. E como as oportunidades de dias com sol, eram poucas sempre que havia dias assim os moradores gostavam de caminhar pelas pouco movimentadas ruas da cidade e aproveitar o calor aconchegante de um dia de sol.

Storybrooke era uma cidade exótica, possuía poucos habitantes, não era uma cidade muito turística, mas não era considerado algo ruim pelos moradores, a maioria deles, vivera ali durante toda a vida, e se lhes fosse perguntado se algum dia pensaram ou gostariam de se mudar dali, a resposta seria a mesma para todos, NÃO. Todos, menos Emma.

Emma andava pela rua como fazia toda tarde, desde que havia chegado à cidade se perguntando como as pessoas poderiam gostar de viver em um lugar quieto e sem graça como aquele. Ela com certeza não ficaria por muito tempo mais. Viera visitar seus pais, Mary Margareth e David, que haviam reclamado que a filha nunca aparecia para vê-los. Emma realmente odiava aquele lugar, e não conseguia imaginar nada que a fizesse mudar esse pensamento. Até aquele momento.

*** Now is good ***

Do outro lado da cidade havia uma prefeita extremamente irritada, cansada e com vontade de jogar tudo para o alto.

Regina Mills, era prefeita de Storybrooke há 3 anos, e pela primeira vez começava a se perguntar se tinha feito a escolha certa ao se candidatar. Nos últimos tempos as coisas para ela não andavam nada fáceis, o trabalho ocupava muito mais de seu tempo do que gostaria. Mas ela não tinha escolha, tinha que resolver os problemas da prefeitura o quanto antes.

Já passavam das 20 h, quando finalmente consegue finalizar seu trabalho. Encarregava-se pessoalmente de fechar a prefeitura todos os dias, e após trancar tudo, sai a passos largos em direção ao estacionamento, entra em seu Mercedes desejando apenas uma coisa: Chegar em casa o mais rápido possível.

Another summer day

Has come and gone away

In Paris and Rome

But I wanna go home

http://www.youtube.com/watch?v=lbSOLBMUvIE

— Mas que diabos! Era só o que faltava mesmo. -Pragueja Regina, saindo do carro e abrindo o capô para descobrir absolutamente nada, ela não entendia de mecânica. — Não é possível, o universo resolveu conspirar contra mim.

Estava tão distraída que não percebe a aproximação de uma moça.

— Parece que você está com problemas. — Emma diz, fazendo Regina dar um pulinho causado pelo susto.

— Parece que a minha vida inteira é um problema. — Diz e se vira novamente para olhar o carro.

Emma observa por um tempo a situação, e quando a morena bate com a cabeça no capô, ela sai de seu estado vegetativo, o qual nem perceberá que estava.

—Você precisa de ajuda, por favor deixe-me olhar isso, realmente parece que hoje não é seu dia de sorte. – Ela diz aproximando-se do carro. — Ah, que mal educada eu sou, deixe-me apresentar, me chamo Emma. — Estica a mão em direção à morena, em forma de cumprimento.

Regina fica olhando para a mão esticada em sua direção por um tempo que julgou ser longo o suficiente para que a moça de cabelos loiros, e olhos verdes, entendesse que ela não teria esse tipo de contato com uma completa desconhecida. Quando Emma percebe que a morena não retribuiria seu cumprimento, recolhe a mão, um tanto sem graça pela atitude da outra, e pela dela mesmo, ela não era assim tão sociável, o que achou que estava fazendo?

— Não preciso da sua ajuda, posso me virar sozinha. — Diz Regina, em seu tom mais frio. Nem conhecia aquela mulher a sua frente e ela já estava enfiando o nariz onde não estava sendo chamada, odiava esse tipo de atitude.

Emma ergue as mãos em forma de rendimento e diz — Ok me desculpe, só queria ajudar. — Vira as coisas e sai em direção à casa de sua mãe, e enquanto caminha pensa na falta de educação daquela mulher. – Qual será seu nome? – Emma percebe que mal teve tempo de fazer essa pergunta.

*** Now is good***

— Emma, onde você estava? Estávamos preocupados com você. — Diz Mary indo em direção a Emma, percebendo que a filha não ouvira uma palavra do que ela tinha dito. — Emma, você está bem? O que houve?

A única resposta que recebe é um olhar totalmente perdido e confuso da filha.

— Desculpe, o que você disse?- Diz Emma, saindo por um instante de seus pensamentos.

—Você está bem? Por onde andou?

— Estava só tomando um ar. Hmm, mãe, posso lhe fazer uma pergunta?

—Claro

—Quantas pessoas nessa cidade tem um Mercedes?

Mary encara Emma confusa. Que tipo de pergunta era aquela? Porém responde sem perguntas. — Que eu saiba uma apenas. Regina, a prefeita. Mas que pergunta é essa Emma?

Emma se perde em pensamentos novamente. Então aquela mulher com a qual se deparara na estrada era a prefeita da cidade. — Regina. — Pensou alto, estando ainda totalmente fora do mundo real.

—Sim, o que tem ela? Não vá me dizer que ela já mandou alguém no seu encalço para saber o que faz na cidade?

—Não, ela não mandou. Eu apenas cruzei com ela no caminho de volta, estava com problemas com o carro.

— Ah então você já teve o desprazer de conhecê-la. — Revirou os olhos — Sujeitinha mais arrogante.

— Pois eu a achei um tanto... interessante.

— Interessante como Emma? — Pergunta desconfortável.

Emma por sua vez se chuta mentalmente pelo comentário. Esquecera que ainda não contara á mãe sua opção sexual. — Digo, me parece uma boa pessoa, apesar do péssimo humor. — Sorri, tentando disfarçar.

—Ela é uma megera isso sim, não pode ver ninguém diferente na cidade que já manda os capachos que ela chama de empregados levantarem uma ficha completa, fora que nunca está com bom humor, deve ser pelo fato de ser muito solitária, não tem amigos, nem ninguém. Se bem que há uns tempos atrás saíram alguns boatos de que ela estava envolvida com Killian, o filho do antigo prefeito. Porém nada foi confirmado.

— Hmm, interessante. — Emma só conseguia pensar que esses boatos deveriam ser verdadeiros, pois uma mulher daquela sozinha chegava a ser um pecado.

— Bom, já que está em casa, já posso ir dormir tranquila. Seu pai estava exausto e acabou dormindo. Boa noite filha, é bom ter você conosco. — Diz Mary, e se aproxima para plantar um beijo na bochecha de Emma.

—Boa noite, é bom estar com vocês também.

Emma subiu para seu quarto, deitou-se na cama, e só pensava em dormir logo, para que o próximo dia chegasse mais rápido para que pudesse arrumar uma desculpa qualquer para voltar a ver Regina, não sabia o motivo de querer tanto isso, a única coisa que sabia era que realmente precisava vê- la novamente. E com esse pensamento, adormeceu.

Notas finais
Uhuuu, senhorita Swan já querendo saber sobre a tal mulher :3 O que me dizem? Pretendo não demorar a postar o próximo, tendo em vista que ele já está escrito, mas preciso saber de vocês, se gostam ou não.Comentários são sempre muito bem vindos, portanto, fiquem a vontade :) Até o próximo.