Now Is Good
2 Cara a Cara
Notas iniciais
— Finalmente algo bom nesse dia. — Diz Regina a si mesma, saindo do banho e se jogando na cama. Levanta da cama, e para em frente a um dos muitos espelhos que tinha em seu quarto. — Eu estou horrível, este trabalho está acabando comigo. — Vai até a janela e observa as estrelas, sentindo a leve brisa passando pelos seus cabelos e pensando em como sua vida havia parado totalmente em função ao trabalho. Desperta de seus devaneios, quando ouve o som da campainha. Sai em disparada para abrir a porta e se depara com Killian segurando um buquê de lindas rosas na frente do rosto. — Kiliian? — Sorri com a cena, e com a cara de pau do mauricinho em aparecer em sua casa a uma hora daquelas.
— Olá Regina, são pra você. — Oferece o buquê a ela, que pega de qualquer jeito. — Eu estava em casa, pensando em você, e decidi arriscar e vir até aqui saber se estava sozinha.- Ele lança um olhar de cima a baixo á morena, percebendo o quão a vontade ela estava, provavelmente se preparando para ir dormir.
Regina apenas sorri, e abre espaço na porta para que ele entre. — Você não vale nada mesmo — Diz ela, indo em direção a cozinha, procurar um vaso onde pudesse colocar as rosas. — Sabe muito bem que sempre estou sozinha, poderia ter ligado, estava indo dormir. — Sorri da cara de Killian, que tentava parecer ofendido.
—Sim, eu sei. — Diz ele dando a volta no sofá da sala, indo em direção a cozinha. Passa as mãos pela cintura de Regina, que estava de costas pra ele, colando seu corpo ao dela. -Mas eu quis fazer uma surpresa, uma agradável surpresa. — Diz ele, em seu tom mais cafajeste, já beijando o pescoço de Regina, e apertando mais sua cintura. Ela por sua vez, solta um gemido abafado, precisava relaxar, e já que Killian estava ali, poderia ajudar de uma maneira bem proveitosa. Se vira para encarar de frente o homem, sempre achará Killian um homem muito bonito, olhos azuis, uma barba rala pelo rosto, físico atlético e bem definido, combinava perfeitamente com sua falta de caráter, mas no momento ela não estava se importando em nada com isso. Ele a encara por um momento, como se pedisse permissão para o que faria em seguida. Ela simplesmente o encara de volta, já sentindo um calor percorrer toda a extensão de seu corpo, ele se inclina para beija- la, roça seus lábios contra os dela, como provocação, sem nunca tirar as mãos de sua cintura, ele a puxa para mais perto, quase fazendo seus corpos atravessarem um no outro, e a beija, o beijo era desejo puro, suas línguas se moviam em completa sincronia. Ele a suspende em cima da bancada da cozinha, se posicionando entre suas pernas, enquanto ela se esforça para alcançar a bainha de sua camisa, para finalmente livra-lo dela, o beijo se aprofundava cada vez mais, quando finalmente o ar se fez necessário, suas bocas se separaram, e os olhares se cruzaram novamente, pareciam pegar fogo, tamanho o desejo. Ele abriu o robe que ela usava por cima de uma lingerie, que ele julgou ser sensual demais, para uma mulher que dormiria sozinha, vermelha, toda rendada. Gemeu só com a visão a sua frente, levou seus lábios aos dela novamente, que o puxou para ainda mais perto, passando suas pernas pela cintura dele, enquanto ele se esforçava para desabotoar a calça. Finalmente estavam só de peças intimas, e o olhar que Regina lançou a Killian foi devastador, sentia todo seu corpo pegar fogo. Ele separou seus lábios mais uma vez e os desceu pelo pescoço dela, e depois pelo vale dos seios, onde se demorou um tempo, levou suas mãos as costas dela, e travou uma luta contra o fecho do sutiã, finalmente conseguiu solta-lo, voltou seus beijos para o ombro da morena, levando aos poucos as alças do sutiã para baixo também, dando lhe a visão maravilhosa dos lindos e fartos seios da morena, soltou um gemido de excitação, e levou as mãos a eles massageando-os por um tempo, passando a suga-los em seguida, Regina se arqueou para trás, dando a ele melhor acesso ao seus seios, ela gemia baixo com a sensação de sentir a língua dele brincando com seus mamilos. Ela puxa ele pra cima, para colar seus lábios novamente, as mãos dele percorriam toda a silhueta perfeita da mulher, ela separa os lábios dos dele e os direciona a curva do pescoço, onde deposita vários beijos e mordidas, ela pode sentir a excitação dele entre suas pernas, solta as pernas da cintura dele, e escorre para o chão, ficando em pé de frente para ele, enquanto leva suas mão a única peça que ainda o veste, fazendo a voar para longe, ja ajoelhada na frente dele, passa a lingua por toda extensão de seu membro completamente ereto, ele solta um gemido rouco, e ela passa a suga-lo vorazmente.
— Ai amor, isso, assim mesmo, não pare. — Diz ele jogando a cabeça para trás, aproveitando da sensação deliciosa de ter os lábios daquela mulher a sua mercê.
Regina intensifica os movimentos, quando num movimento rápido e inesperado Killian a puxa para seu colo, direcionando seus corpos para a mesa que havia ali, ele praticamente joga Regina em cima dela, para em seguida tirar dela a ultima peça que os separava do contato absoluto, a pega novamente em seu colo, fazendo seu membro penetra-la de forma violenta, Regina solta um grito, de dor e prazer, enquanto Killian começa um movimento de vai e vem lento e torturante na opinião de Regina.
— Mais forte Killian, mais forte. — Diz Regina em meio a um gemido abafado pelos beijos de Killian, que imediatamente intensifica o movimento.
I'd fuck you out of boredom
I'd fuck you because I can't feel anything anyways
I'd fuck you to make the pain go away
http://www.youtube.com/watch?v=rrTCsxq1Cd0
— Ai mulher, como você é gostosa, aaaah.
Ele a poê em cima da mesa novamente, se posicionando entre suas pernas, a penetrando novamente, ela o abraça com as pernas para facilitar o acesso ao seu sexo, enquanto ele vai fundo dentro dela. Tudo que Regina pode fazer é soltar gemidos altos, acompanhada por Killian, que ofegava alto, enquanto suas unhas deslizavam por suas costas, deixando varias marcas ali. Ele se movimentava cada vez mais rápido, e Regina pode sentir que não demoraria para ele chegar ao seu clímax, enquanto pra ela, aquilo estava longe de acontecer.
— Ah, ah, meu Deus como você pode ser tão deliciosa, ah. — Ele solta as palavras em meio a dificultosa respiração. Regina gemia de maneira dengosa.
— Cale a boca, e vai com mais força, aaaaaah. — Ele sorri, e intensifica ainda mais seus movimentos, deixando sua boca ir em direção ao queixo de Regina, onde da uma mordida com vontade. Para em seguida sentir os espasmos do orgasmo aumentando em seu corpo, Regina sentindo aquilo, se apressa em dizer:
— Não se atreva a parar agora, está me entendendo? Nãão pare. — Mas já era tarde, Killian acabará de explodir em um orgasmo dentro dela deixando seu corpo se inclinar pra cima dela. — Oh não.
— Ainda não terminamos Rainha. — Diz ele ajoelhando em meio as pernas dela, e passando a suga-la freneticamente, ela poe as pernas nos ombros dele, para facilitar o acesso, se inclina pra trás e apoia suas mãos na mesa, rebolando seu quadril na boca de Killian, enquanto ele passa sua língua por toda extensão de seu sexo completamente sensível, não demorou para ela também atingir seu clímax.
— Killian querido, eu vou... aah. — Geme alto e deixa seu corpo desabar em cima da mesa.
— Satisfeita? — Diz ele em tom de provocação
— Por enquanto, talvez.- Diz Regina, puxando o corpo de Killian sobre o seu, para beija-lo.
Ja recuperada, se levanta da mesa, junta do chão o robe que usava e o coloca de novo. Indo procurar o resto das peças de roupa espalhadas pela cozinha toda. Killian , que passeava nu pela sala, voltou e parou na porta da cozinha com a maior cara de cafajeste do mundo, observando Regina arrumar a bagunça que fizeram.
— Estou ficando excitado com essas suas posições. — Diz ele, se referindo ao movimento que Regina fez ao se abaixar para juntar as roupas do chão.
— Deixe de ser pervertido, vá colocar suas roupas e trate de ir embora. — Diz Regina se divertindo com o bico que ele fez.
Ele, que não era nem um pouco burro, se aproximou da morena abrindo novamente seu robe, enfiando a mão para dentro, agarrando a cintura dela. — Pensei que tivesse entendido que ia ter mais.
— Até iria, mas eu tenho que trabalhar amanhã cedo, e você esta atrapalhando meu descanso. — Disse retirando as mãos dele de sua cintura.
— Ai, essa doeu. — Diz e faz uma cara de ofendido, que faz com que Regina soltasse uma gargalhada. — Adoro quando você ri assim sabia, soa maravilhosamente bem aos meus ouvidos, só não supera o som dos seus gemidos, esses sim são a mais bela melodia.
— Killian! — Regina o repreende. — Pare de falar abobrinhas e vá embora.
— Ok, ok, já estou indo.
Quando finalmente ele termina de colocar a roupa, o que leva muito tempo, levando em conta que ele passou a maior parte desse tempo tentando seduzir Regina novamente, que simplesmente se pôs a observar a noite estrelada.
— Dá pra pelo menos me acompanhar até a porta?
— Claro.
— Não ganho nem um beijo de despedida? — Faz um bico descaradamente sexy.
Regina revira os olhos, suspira, e planta um leve beijo nos lábios dele, que claro não se contenta só com aquilo, ele a puxa para mais perto, intensificando ao máximo o beijo. — Killian já chega, boa noite. — Diz Regina se soltando dos braços grandes do homem, e o empurrando porta a fora. Assim que a porta se fecha, ela sobe para seu quarto, e volta a janela. Algo naquela noite estava diferente, o céu parecia ter mais estrelas do que o normal, a lua parecia brilhar pelo menos umas 3 vezes mais, e aquilo estava prendendo muito a atenção da prefeita, que como se acordasse de um transe, chacoalha a cabeça, fecha a janela, e finalmente deita pra dormir.
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Emma que desde o dia em que chegará a Storybrooke, não acordava feliz, surpreendeu seus pais com seu ótimo humor pela manhã.
— Bom dia família. — Diz com um sorriso gigante do rosto
— Nossa, parece que teve alguém que dormiu bem, bom dia. — Diz David e toma um gole de seu café.
— Bom dia filha, parece que está de bom humor hoje eim?!
— Não poderia estar melhor. — Emma diz, mas logo pensa, que sim, seu humor poderia melhorar, e muito. Mas imediatamente se detêm. — O que esta fazendo, Emma? — Diz deixando seus pensamentos ecoarem pela cozinha.
— O que você disse?- Pergunta David sentindo-se um tanto culpado por não estar dando a devida atenção a filha.
—Nada, só pensando alto. — Emma se soca mentalmente. — Acho que vou caminhar agora de manhã, apesar dessa cidade ser um insulto a minha pessoa, estou me acostumando com os novos ares.
Mary e David se encaram confusos. Estaria Emma, demonstrando sintomas de bipolaridade. Sorriram juntos, imaginando que tiveram o mesmo pensamento. — Faça isso filha, a paisagem pela manhã parece ser ainda mais bela.
— Sim, estou indo. — Diz pegando uma maça, e jogando pelo ar, pegando a novamente. Gira nos calcanhares e sai pela porta, saboreando sua fruta preferida.
Caminhava totalmente distraída, ouvindo seus fones, resmungando a letra da musica que tocava. Quando algo, ou melhor, alguém, detêm sua atenção. Saindo de uma casa, que na opinião de Emma, era muito sofisticada para um fim de mundo como aquele, caminhando para o rua, estava ela, — Regina. — Ela diz em sussurro, sentindo-se um pouco mais eufórica do que deveria. Observa a mulher, sair de casa caminhando a passos largos, parece que o carro a tinha deixado na mão. Continuou caminhando como se nada tivesse visto. Regina passa pelo seu lado, sem nem ao menos olhar. Emma se vira para observa-la, olha atentamente a tudo que pode ver,as roupas formais impecáveis, uma saia lápis, e um blaiser, ambos pretos , os sapatos de salto alto, vermelho, dando um destaque no visual, o cabelo perfeitamente escovado, o andar que na opinião da loira, era extremamente sensual, o movimento que suas pernas e sua bunda fazia enquanto caminhava. — Mas que coisa Swan, que diabos pensa que esta fazendo?. — Se permite pensar alto, só poderia estar ficando maluca mesmo, mas sentia uma atração por aquela mulher, mesmo tendo a visto tão poucas vezes. Não parava de pensar que ela com certeza estava pirando. Não pode evitar o instinto de dar meia volta, e seguir na mesma direção em que a prefeita, andando logo atras dela, mas mantendo uma distancia segura, para que a mulher não percebesse o que ela estava fazendo. Ia caminhando, já sem prestar atenção no que quer que estivesse ao seu redor, só conseguia encarar aquela silhueta a sua frente. Perdida em meio aos mais diversos pensamentos pecaminosos possíveis. Tão distraída nesses pensamentos, que quando abaixou a cabeça para trocar a música que tocava, não se deu conta de que a mulher havia percebido que estava sendo seguida, e parou, esperando ela se aproximar, e deu de frente com ela: a mulher que povoou sua mente desde que a tinha visto pela primeira vez, estava parada em sua frente, e a encarava com os mais belos olhos castanhos que Emma julgava já ter visto.
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