Notas iniciais
E aai galera o/ Bom, aqui estou com mais um capitulo pra vocês. Não ficou tão grande quanto o anterior, mas dá pra ocupar alguns minutinhos haha, espero que gostem. Os comentários foram todos lidos e respondidos, e amados, claro hahahaha. Sobre o capitulo, sei que muita gente estava esperando uma festa entre elas, mas eu não quis detalhar a noite, deixei por conta da imaginação haha, prometo compensar depois, então nada de muito emocionante, estou encaminhando algumas coisas que iram acontecer nos próximos capítulos, que por sinal, não serão mais tão "tranquilos" quanto tem sido HAHAHA, parei. PS: Nome do cap, foi escolhido com base em vários momentos do cap, em que coisas são decididas, então é isso, parei de falar. Boa leitura :D

POV REGINA

Acordo sentindo um peso sobre meu corpo, e uma falta de ar terrível, quando abro os olhos o corpo nu de Emma está quase inteiro sobre o meu, me mexo um pouco tentando me libertar do peso, mas ela não se move um centímetro sequer. A dificuldade de respirar aumentava e eu não conseguia parar quieta. Tento acordar Emma, mas não consigo, quando ela pegava no sono, era como uma pedra.

– Emma. – Chamo-a pela milésima vez. – Acorda Emma. – Chacoalhei seus ombros, e finalmente ela parece despertar.

– O que? – Ela pergunta com a voz rouca de sono.

– Sai de cima de mim, querida. – Digo e ela se vira jogando o corpo para o seu lado na cama, dormindo de novo. Levanto rápido da cama, e começo a andar de um lado para o outro, completamente nua, em busca de ar. Visto minha calcinha e a camiseta do Barcelona de Emma que estava jogada no chão, a camiseta mais parecia um vestido em mim. Desço para a cozinha, torcendo para não encontrar os pais de Emma pelo caminho, e respirando devagar para que o pouco de ar que eu tinha não acabasse. Encho um copo com água, e encosto o corpo na pia, tomando a água devagar, e dou graças quando começo a sentir o ar fluir lentamente para meus pulmões novamente.

– Regina? – Ouço a voz de Mary, e levanto para olha-la parada na entrada da cozinha. – Você está bem?

– Sim, só um pouco de falta de ar. Mas já esta melhorando. – Forço um sorriso.

– Não está não. Olha só você está tremendo. – Ela diz, apontando para minha mão que segurava o copo com água.

– Não é nada, já está passando. Mesmo. – Digo a ela, tentando convencer a mim mesma.

– Vem cá, senta aqui. – Ela vem até mim e me segura pelo braço livre, me colocando sentada na cadeira junto à mesa. – O que está sentindo além da falta de ar?

– Nada, só falta de ar mesmo. Deve ser os efeitos do medicamento que estou tomando. – Digo apoiando o cotovelo sobre a mesa, depositando o copo sobre a mesma.

– Você está pálida, com a boca branca. – Mary me olha preocupada.

– Ta tudo bem Mary, mesmo. Obrigada, pode ir descansar. – Digo pegando sua mão em cima da mesa e apertando.

– Certo, eu vou, mas se você precisar de qualquer coisa, por favor, me chame. – Ela diz indo em direção à saída da cozinha e parando antes de sair. – Qualquer coisa mesmo Regina.

– Eu vou sim, obrigada Mary. – Digo forçando um sorriso para ela, que se vira e sai me deixando sentada à mesa, rezando para que a sensação ruim passasse logo.

Depois de alguns minutos me sinto melhor e resolvo voltar para o quarto antes que David acordasse e me visse naqueles trajes em sua cozinha. Subo as escadas em silêncio, abro a porta do quarto de Emma que nem sequer havia se mexido do lugar e volto imediatamente para debaixo das cobertas, encaixando meu corpo ao de Emma, que se aconchega em meus braços, e com o corpo leve novamente, não demoro a pegar no sono.

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Acordo antes que Emma, como sempre. Era domingo, e eu deveria mesmo dormir até mais tarde, mas a inquietação que sentia não me permite dormir até mais tarde. Precisava conversar com Emma sobre Roland e tem que ser hoje, por que sei que Mr. Gold não estaria ocupado, e realmente não gostaria de ir sozinha até a casa dele. Mas me lembro de que Killian mora junto com o pai, e eu ainda não tinha acertado os ponteiros com ele. Levanto e troco de roupa, tento alisar a minha blusa que estava no chão toda amassada e vou até a lateral da cama.

– Emma. – Me inclino um pouco sussurrando no ouvido dela, que resmunga, mas não acorda. – Querida, precisamos conversar, acorda. – Digo mordendo a orelha dela, agora.

– Hmmm. – Ela solta um leve gemido, sentindo meus lábios indo para seu pescoço.

– Acorda vai. – Chamo-a novamente, com os lábios colados em seu pescoço.

– Como é bom ser acordada assim. – Ela abre os olhos, mas continua na mesma posição, por pouco tempo, pois de súbito ela me puxa pelo braço me fazendo gritar e passar por cima de seu corpo e cair ao seu lado na cama, subindo em cima de mim e me beijando os lábios. – Agora sim, acho digno. – Ela sorri ainda em cima de mim.

– Você vai amassar minha roupa. – Digo sorrindo junto com ela, não me importando realmente com minhas roupas.

– Não há problemas quanto a isso, podemos tira-las agora mesmo. – Ela diz enfiando a mão por dentro da minha blusa, tocando minha barriga, enquanto nossos lábios se juntam novamente.

– Emma, não. – Tento resistir enquanto ela beijava meu pescoço. – Seus pais já estão acordados e preciso falar com você. – Se ela me ouve, finge que não, pois continua a me beijar. – Emma, é sério. – Ela para e levanta a cabeça para me olhar.

– O que pode ser tão importante que não pode esperar uma rapidinha? – Ela diz e volta a atacar meus lábios.

– Roland. Eu quero trazê-lo para cá. – Digo enquanto ela me mordia a orelha. Ela para e me olha séria.

– Como assim, trazê-lo para cá? – Ela pergunta ainda séria.

– Não posso deixar lavarem ele para um orfanato qualquer Emma. – Só a ideia de imagina-lo sendo maltratado me dá uma pontada no estomago.

– Mas isso exigiria que você...- Emma começa e eu concluo seu pensamento.

– Que eu o adote. – Digo observando o olhar dela, uma expressão neutra.

– Entendi. – É tudo o que ela me diz enquanto sai de cima de mim, e senta na cama de costas para mim.

– O que foi? –Pergunto me sentando na cama.

– Não é nada. Eu acho muito bonito da sua parte querer adotar o garoto, mas...- Sua voz sai como num fio, e ela se cala.

– Mas você não acha que podemos fazer isso? – Digo, deduzindo o que ela diria.

– Como? – Ela vira para mim com uma expressão um tanto confusa.

– Você não acha que nós somos capazes de criar uma criança? – Repito

– Você disse nós? – Vejo um largo sorriso se formar em seus lábios.

– É claro Emma. A não ser que você...- Nem termino e sou derrubada novamente no colchão pelo peso do corpo de Emma que pula sobre mim me beijando. Quando finalmente ela me permite respirar, fazendo-me encará-la completamente confusa.

– Ai amor, eu sou uma idiota. – Ela fazendo cara de culpada.

– Por que diz isso?

– Por que por um momento eu pensei que se você adotasse Roland. Você não ia mais me querer, sabe?! – Ela diz fazendo uma expressão sem graça, arrancando uma gargalhada minha. – Ei, qual é a graça? – Ela me diz sorrindo também.

– Você querida, você é a graça. – Digo tocando seu rosto. –Imaginou mesmo que eu te deixaria de lado por causa da criança? – Pergunto e ela afirma com a cabeça positivamente. – Sua boba, pois nunca mais pense uma coisa dessas, você me entendeu Emma? – Digo com um tom sério, por que realmente era sério. – Não imagino uma vida da qual eu viva sem você.

– Eu sou uma idiota, me desculpa. – Ela diz com seus olhos verdes ficando marejados. – Eu também não vivo mais sem você. – Ela me beija, delicada, só os lábios se tocando levemente. Um beijo calmo, carregado de sentimento.

– Você vai me ajudar? – Pergunto quase num sussurro.

– Em tudo o que você quiser. – Ela responde, fazendo-me sorrir. – O que temos que fazer?

– Primeiro precisamos ir até a casa de Mr. Gold, só ele pode diminuir a burocracia.

– Mr. Gold? O pai do babaca? – Ela pergunta fazendo cara de insatisfeita.

– Não o xingue assim Emma, já conversamos sobre ele. Só preciso conversar logo com ele. E o Mr. Gold é a única pessoa que pode fazer isso antes que Roland vá para um orfanato qualquer.

– Tudo bem, que seja. Vamos até ele então. – Ela diz se levantando da cama indo em direção ao banheiro.

– Vou ligar para ele, e saber se pode nos atender hoje. – Digo enquanto ela entra no banheiro e fecha a porta, gritando um “OK” lá de dentro.

Pego o celular e ligo para a residência de Mr. Gold, e quando atendem, anuncio a minha pessoa e peço que o chamem. Ele não demora a atender a linha.

Ora, ora, a que devo as honras prefeita Mills? – Ele pergunta num tom debochado.

– Preciso da sua ajuda. – Digo curta e grossa.

– E no que a minha humilde pessoa pode lhe ser útil?

Humilde, não é exatamente a palavra que melhor lhe descreve meu caro, mas não liguei para isso. Eu preciso de uma criança e preciso da sua ajuda.

– Estou lisonjeado, porém não interessado. – Ele sorri.

– Não desse jeito. – Digo revirando os olhos e suspirando. – Eu preciso adotar um garoto que irá para um orfanato qualquer em poucos dias, e sei que tudo isso tem muita burocracia, leva tempo. Mas também sei que se existe alguém que pode burlar o sistema, esse alguém é você, Gold.

– Oh, você quer adotar?

– Não fique tão surpreso.

– Eu não estou. Acho que isso lhe fará bem.

– Você pode me ajudar ou não? – Começo a perder a paciência.

– Sim eu posso. Farei algumas ligações, e mais tarde você vem até aqui para resolver isso.

– Certo. Até mais tarde.

Um obrigado seria ótimo, querida. – Ele diz sarcástico.

– Você ainda não conseguir o que pedi, então ainda não tenho o que lhe agradecer. – Digo irritada, no mesmo momento em que Emma sai do banheiro e aplaude minha resposta.

Mas você irá me agradecer. Espero-te a noite. – Ele diz sorrindo diabolicamente, enquanto eu desligo o celular, e solto um profundo suspiro.

– Tão ruim assim? – Emma pergunta.

– Péssimo. – Digo levantando e ajeitando as roupas. – Mas ele vai ajudar.

– Em troca do que?

– Não sei, mas com certeza ele irá querer algo. –Suspiro novamente. – Emma, eu estive pensando. Não quero tirar você da sua casa, nem afastar você dos seus pais. – Digo mudando de assunto. – Mas, eu gostaria muito que viesse morar comigo. Ainda mais agora que... – La estava ela me interrompendo de novo.

– Nem precisa terminar. – Ela diz me abraçando pela cintura.

– Eu sei que pode parecer cedo, e tudo. Mas, eu não vejo mais motivos para vivermos longe.

– Concordo. E pra mim já passou da hora disso. – Ela diz sorrindo, me dando um beijo rápido. – Vamos descer pra tomar café.

Descemos as escadas e andamos juntas em direção a cozinha, eu me sentia tão completa estando ali, ao lado de Emma e da sua família, me sentia acolhida, parte de uma família, pela primeira vez depois que meu pai morreu.

– Bom Dia. – Mary e David dizem em uníssono quando entramos no cômodo.

– Bom dia. – Respondo a eles.

– E ai família. – Emma cumprimenta.

–Dormiram bem? – Mary pergunta.

– Dormiram não é bem a palavra né Mary, depois dos barulhos que ouvimos ontem à noite. – Ele diz olhando para o jornal em sua mão, completamente alheio ao quanto eu havia enrubescido com o comentário.

– David. – Mary o cutuca com o cotovelo. E ele realmente não havia dito de propósito, pois nesse momento ele olha para mim, e fica tão sem graça quanto eu.

– Ah, me desculpa. – Ele diz, e Emma começa a gargalhar, fazendo todos nós a acompanhar.

Quando as risadas cessam, e todos nos sentamos à mesa para tomar nosso café da manhã, Mary vira-se para mim e pergunta: — Esta se sentindo melhor Regina?

– Estou sim, obrigada. – Respondo sorrindo.

– Como assim amor? Você não estava se sentindo bem? – Emma vira-se para mim.

– Foi só um mal estar de madrugada.

– E por que eu não estava sabendo disso até agora? – Ela pergunta parecendo um pouco irritada.

– Você estava dormindo, não quis acorda-la, por nada.

– Por nada Regina? Você passa mal e diz que não foi “nada”?– Ela aumenta um pouco a voz.

– Sim Emma, por que não foi “nada”. – Digo irritada.

– Ela me disse que não foi nada Emma, eu que insisti nisso. – Mary diz ao perceber que a informação irritara Emma, tentando concertar o que havia dito, fazendo o silêncio recair sobre nós.

Tomamos o café da manhã, praticamente em silêncio, exceto por alguns momentos em que David lia alguma noticia em voz alta. Ao terminarmos, me ofereço para ajudar Mary a limpar a louça, mas ela recusa e me pede desculpas por ter dito sobre meu mal estar, e eu digo que está tudo bem, para que ela não se preocupasse, e em seguida me despeço dela e de David, agradecendo por tudo e indo para a garagem. Emma estava encostada no fusca com os braços cruzados em frente ao peito, com um bico gigante.

– Você podia ter me acordado. – Ela diz, quando passo direto por ela, indo para meu Mercedes.

– Emma, não foi nada ok? Eu não ia atrapalhar seu sono por nada, eu só desci tomar uma água e fiquei la em baixo alguns minutos, sua mãe entrou e pensou que eu estivesse passando mal, mas eu não estava. – Digo completamente irritada.

– Mesmo assim. Sinto-me inútil Regina. – Ela diz desfazendo o bico.

– Não tem motivo para isso. Olha, Emma eu vou pra casa, se você quiser ir comigo hoje a noite, esteja la em casa as 20:00 ok? – Digo abrindo a porta do carro e entrando.

– Me desculpa, não queria irritar você. Mas é que eu me sinto mal com isso, como se eu não fosse útil. – Ela me diz debruçando na janela do carro.

– Não tem motivo pra isso, deixa de ser boba. – Digo a ela, colocando meus óculos de sol. – Lá em casa, as 20:00. – Digo ligando o carro.

– Ok. – Ela se inclina e encosta seus lábios nos meus, eu retribuo o beijo, dando a partida em seguida.

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Com cada uma em suas respectivas casas, o dia segue sem graça para ambas. Para Regina por que ela não tinha nada a fazer e estava sozinha em casa. E para Emma pelo simples fato de não estar com Regina. Elas haviam passado tanto tempo juntas em Boston, que a loira havia se acostumado a ficar ao lado de Regina o tempo todo. Em sua casa Regina toma um banho e opta por ver um filme e comer pipoca na sala, esperando que o dia passasse rápido. Não muito longe dali, Emma estava deitada em sua cama com as pernas para o ar, ouvindo uma música que descrevia bem o seu momento com Regina.

https://www.youtube.com/watch?v=Bov8P8yRU7Q

There are places I remember

All my life though some have changed

Some forever not for better

Some have gone and some remain


Fazia pouco tempo que ela conhecia Regina, pouco mesmo, se fosse considerar tudo que já haviam vivido juntas. Mas ela sabia que era ela, sempre seria ela, acontecesse o que acontecesse isso não mudaria.

All these places had their moments

With lovers and friends I still can recall

Some are dead and some are living

In my life I've loved them all

Sentia-se até meio boba, por pensar dessa forma, parecia adolescente. Mas sabia que o que sentia era muito diferente do que sentia quando era adolescente. Já tivera muitas namoradas, sabia disso e não se arrependia de nada do que já havia feito, havia curtido a vida esperando a chegada da pessoa que faria com que ela não tivesse mais vontade de sair e pegar todas, a pessoa que a faria querer ficar em casa, vendo um filme na televisão, abraçada no sofá, enfim ela estava esperando o amor de sua vida e enfim ele havia chegado.


But of all these friends and lovers

There is no one compared with you

And these memories lose their meaning

When I think of love as something new

E pensava em tudo o que estaria por vir, ela indo morar com Regina, a adoção de Roland, elas seriam uma família, assim como ela, e seus pais eram, e se sentia imensamente feliz por ela mesma, e por Regina, que era uma pessoa tão sozinha. A morena nunca havia falado de sua família para ela, a única coisa que ela sabia era que ela e a mãe não se davam muito bem, mas sinceramente esperava um conhecer a mãe daquela que faria parte da sua vida pra sempre.


Though I know I'll never lose affection

For people and things that went before

I know I'll often stop and think about them

In my life I'll love you more

E completamente perdida nos mais apaixonados e doces pensamentos, ela pega no sono, sendo embalada pela melodia suave de Dave Matthews em sua versão de In my life, dos Beatles.

Though I know I'll never lose affection

For people and things that went before

I know I'll often stop and think about them

In my life I'll love you more

In my life I'll love you more.

Uma musiquinha irritante tocava no quarto, despertando a loira, que resmunga pelo barulho irritante. Emma abre os olhos, e pega seu celular no exato momento em que ele para de tocar. 3 chamadas de Regina, ela pula da cama e disca o numero da morena, que atende logo no primeiro toque.

– Emma, onde estava? Te liguei 3 vezes. – A morena diz com certa impaciência na voz.

– Ah, desculpe, eu peguei no sono. – A loira se justifica.

– O que? Já viu que horas são? – Regina diz irritada do outro lado. – Emma já são 20:10.

– Ai meu Deus. Eu já chego ai, 20 minutos. – Ela diz levantando correndo e indo pegar algo para vestir.

– 20 minutos ou eu te deixo para trás. – Regina e desliga o telefone. “Eita mulher ruim” Emma pensa e logo depois sorri do próprio pensamento.

Não demora mais que 5 minutos para se arrumar e sair de casa correndo, avisando seus pais que voltaria tarde para casa, para que não ficassem preocupados. Dirige Herbie na maior velocidade possível, e quando estaciona na frente da mansão de Regina, olha para o relógio e comemora sozinha, não havia levado nem 15 minutos completos. Ela anda até a soleira e aperta a campainha, segundos depois ouve o som dos saltos de Regina correndo.

– Eu vou matar você. – Ela diz saindo e trancando a porta.

– Me desculpa, fiquei entediada a tarde e acabei dormindo. – Emma justifica-se.

– Não importa, vamos logo. – A morena sai caminhando rapidamente para seu Mercedes. Elas entram e Regina dá a partida saindo em alta velocidade pelas ruas pouco movimentadas de Storybrooke. Não demora muito para que elas cheguem a mansão do Mr. Gold.

– Emma. – Regina olha para ela quando se solta do cinto. – Há uma grande possibilidade de Killian estar em casa. E você pode se surpreender um pouco com Mr. Gold

A loira revira os olhos e suspira pesadamente. –Ai, respira fundo Emma.- Fala a si mesma. -Vamos lá conversar com o senhor das trevas – Ela diz rindo e saindo do carro e esperando por Regina, que dá a volta no carro e segura sua mão enquanto caminham em direção à porta.

Notas finais
E então o que me dizem? Gostaram? Perceberam ali né a parte do Gold conversando com a Regina pelo telefone, é parecida com a fala original da série, que eu morri de rir *---*. O que acham que podem acontecer nessa "visita" delas ao senhor todo poderoso? hahaha. Killian irá retornar, finalmente, e pretendo encerrar o assunto dele com Regina já no próximo ok? Enfim, comentem, me xinguem, me amem, me deixem feliz com suas palavras que eu amo tanto. PS: Perdoem qualquer erro. Até o próximo, beijos.