Now Is Good

25 Bem vinda a Boston


Notas iniciais
Hello Guys, Como vão vocês? Espero que bem. Gente, vocês como sempre, maravilhosos nas reviews, amo tudo que leio, mesmo, até as ameaças ahahahha, li tudo, só não respondi ainda, mas eu irei responder todos, assim que eu conseguir ta? Muito obrigada mesmo. Então quero falar umas coisinhas aqui, Primeira: Eu já havia dito que o foco maior é em Emma e Regina pelo simples fato de que, não quero por um monte de gente e não ter o que falar delas, blz? Segunda: Sim, a Regina ta doente, sim, ela vai se tratar, mas tem águas rolando, não é tudo 8 ou 80, e eu quero explorar tudo que eu conseguir nesse tempo delas, por que né, ela ta doente, nunca se sabe o que acontecerá. Terceira: Meu plano não é mata-lá, mas não vou negar que se eu achar conveniente talvez mude de ideia, hahaha, vcs podem opinar ta bom? estejam a vontade. Chega de falar, meu caneco, isso ficou enorme. HAHAH Desculpem Capitulo tranquilo, nada bombástico. Boa leitura ;)

Emma dirige rápido até sua casa, entra rápido e nem percebe seus pais sentados na bancada da cozinha.

– Nossa não lembra mais que tem pais? — David diz.

– Ah, oi, desculpe, estava distraída. — Ela desce os degraus que havia subido da escada e vai até eles, beijando a bochecha de cada um.

–Como você está? Faz dois dias que não dá noticias. — Mary pergunta pra filha.

– Ah desculpe, ando tão ocupada com a Regina que me esqueço de tudo. — Ela diz, e pode notar David torcendo os lábios, mas ele não diz nada, então ela também não protesta.

– E como ela está? — Mary Margareth pergunta percebendo a atitude do marido.

– Ela está bem, na medica do possível. Vim buscar algumas roupas, iremos viajar ainda hoje.

– VIAJAR? — David e Mary dizem juntos, e David continua irritado. — Como assim viajar Emma? Pra onde? Por que tem que ser você?

– Vamos pra Boston, e eu já disse por que tem que ser eu. Por que eu quero que seja. — Emma responde no mesmo tom que David usará.

– Eu não acredito numa coisa dessas Mary. — Ele diz virando para Mary.

– David, se acalme, já conversamos sobre isso. — Ela diz repreendendo-o

– Olha, eu não vim brigar certo. Vou pegar minha roupa, e já estou indo. — Emma vira as costas e sobe as escadas, em direção aos quartos.

– David, eu não quero que você fique fazendo esses comentários sobre a Regina. Você não vê que ela está doente? Emma a ama, e não importa o que dissermos ela vai continuar amando, e vai ajuda-la de qualquer forma.

– Não consigo Mary. Emma Gay? Definitivamente não consigo.

– Mas vai ter que aprender. — Mary, diz virando as costas e subindo as escadas atrás de Emma.

Na porta do quarto, Mary bate mesmo a porta estando entre aberta.

– Posso entrar? — Ela pergunta.

– Claro mãe. — Emma só se vira para respondê-la, estava arrumando uma mala.

– Mala grande. Vão passar quanto tempo fora?

– Ainda não sabemos, mas o exame é amanhã, por isso a pressa. E a mala é bem pequena.

– Entendi. — Mary diz e Emma sente que ela queria dizer algo mais.

– Mãe, o que foi? Não vai me dizer que ... — Começa, mas sua a mãe a interrompe.

– Emma, eu tenho medo por você. Você já percebeu que está deixando sua vida de lado, pra cuidar da dela?

– Eu não estou deixando a minha vida, sabe por quê? Por que agora Regina é minha vida. — Ela diz olhando para Mary, que deixa escorrer uma lágrima por seu rosto.

– Essa é minha Emma, sempre forte, determinada. Te criei direito. — As duas riem.

– Eu sei do que você tem medo. — Emma diz

– Sabe?

– Sei. Você tem medo de que se a Regina... — Ela engole em seco, ao perceber o que ia dizer-...Se ela não melhorar, eu sofra. Não é?

– Meu maior medo. Te ver sofrer ,filha. — Emma suspira e segura o rosto de Mary entre as mãos enquanto diz:

– Fica tranquila, ela vai melhorar, e eu ficarei bem. — Beija a testa de Mary e volta a arrumar a mala. Não era exatamente aquilo que Mary queria ouvir, mas sabia que retrucar não adiantaria, portanto só se vira e sai do quarto deixando Emma só.

Depois de alguns minutos, Emma desce com os cabelos molhados, havia tomado um banho rápido, carregava uma mala, pequena, mas que estava pesando um bocado.

– Bom, eu estou indo. — Diz, enquanto Mary caminha em sua direção.

– Vocês vão ficar num hotel? — Ela pergunta.

– Eu não sei ainda mãe, estive pensando que poderia falar com August, ele mora sozinho mesmo, mas acho que a Regina vai preferir o hotel. — Esboça um sorriso.

– Certamente. — Mary também ri. — De qualquer forma, me avise quando chegarem lá, por favor.

– Claro aviso sim. Mas vou indo, preciso passar na delegacia, falar com o Jefferson ainda.

– Tudo bem. Te levo até a porta.

– Ta. Tchau pai. — Ela diz num tom mais alto, mas David não responde.

– Dê um tempo a ele querida, ele vai aceitar.

– Acontece que não tem nada que aceitar, eu vou ficar com a Regina e ponto final. — Continua usando o mesmo tom mais alto, para que o pai pudesse ouvir.

– Ele vai entender Emma. Só dê um tempo, ok?

– Que seja. — Emma chacoalha os ombros. — Preciso ir. — Beija a bochecha de Mary. — Tchau mãe, eu dou noticias.

– Tchau filha, se cuidem. — Mary diz, e Emma acena com a cabeça em afirmação, entra no carro e dirige rumo à delegacia, onde precisaria ter uma conversa com Jefferson, havia deixado tudo por conta dele desde que soube que Regina estava doente.

Chegando à delegacia, Jefferson a recebe com um sorriso gigantesco.

– Ah, apareceu à margarida.

– Olá Jefferson, como vai?

– Vou muito bem e você? Está tão sumida, ninguém mais a vê por ai.

– Pois é, estou com alguns probleminhas, mas já estou me empenhando para resolvê-los.

– Espero que você volte logo. – Ele diz, com um sorriso. – Não que eu não esteja dando conta, o trabalho está tranquilo, mas você faz bastante falta por aqui.

– Realmente isso aqui é muito solitário mesmo. Desculpa-me te deixar nessa, mas realmente preciso de um tempo.

– Hey, calma. Ta tudo bem fica tranquila xerife. Espero que seus problemas se resolvam logo.

– Espero que sim também. Então, eu vim-te dizer que vou sair da cidade por uns dias, para resolver isso, tudo bem?

– Claro Emma, posso ver pelo seu semblante que a coisa é mesmo séria.

– Sim, é sim. Mas era só isso, só queria avisar a você, vou indo, até mais.

– Até, boa sorte. – Jefferson diz, enquanto Emma saia pela da delegacia indo para o estacionamento. Jefferson vai até a porta logo atrás de Emma, que não percebe e se assusta quando ele fala:

– Esse carro é o da prefeita? – Pergunta ele, curioso.

– Hmmm, é sim.

– E o que o carro dela faz com você?

– Ela me emprestou, vou viajar com ela. – Ela diz entrando no carro, e já colocando o cinto, tentando fugir da conversa.

– Viajar com a prefeita Emma? O que está acontecendo afinal?

– Nada Jefferson, eu preciso ir, tchau. – Ela diz, pisando fundo no acelerador, sem nem ao menos olhar no retrovisor.

Chegando à mansão de Regina, Emma entra sem bater, deixará o carro estacionado na rua mesmo, pois sua intenção era só entrar pegar as malas de Regina para que pudessem pegar a estrada. Quando entra na sala, vê uma mala enorme sobre o tapete.

– Regina, o que é isso? – Ela diz ao ver a morena descer as escadas com mais uma mala nas mãos. – Estamos de mudança é? Tá levando sua tv de LED 50 polegadas ai dentro? – Ela diz apontando para a grande mala.

– HAHAHA, engraçadinha. – Regina faz uma careta. – São minhas coisas senhorita Swan.

– Ta brincando né? As minhas coisas deram metade disso ai.

– Querida, convenhamos que nossos guarda roupas são bem diferentes.

– Ta me chamando de pobre?

– Ai Emma, claro que não. To dizendo que eu uso roupas conforme a ocasião, portanto, preciso levar uma peça para cada. Nunca se sabe o que pode acontecer.

– Meu Deus mulher, como pode? – Emma ri, e se aproxima de Regina, enlaçando sua cintura com os braços, puxando-a para mais perto. – Você é cheia de frescuras.

– Não sou não, sou prevenida. – Regina diz arqueando uma sobrancelha e fazendo bico. Emma ri, e dá um selinho nos lábios da morena.

– Tá bom prevenida, vamos? Vai levar um tempo até chegarmos lá. E ainda temos que ir ao hospital buscar os papéis com Whale.

– Emma, você não achou mesmo que eu ia fazer essa viagem de carro, achou?

– Achei. Por quê? Não vamos de carro?

– Certamente, não. Solicitei o helicóptero da prefeitura para nos levar até lá. – O queixo da loira cai, e seus olhos de arregalam.

– O..o que? Heli... helicóptero? – ela gagueja.

– Não me vá dizer que tem medo de voar, Swan!

– Não... não é que.. é ...- Cada minuto ela gagueja mais.

– Ah eu não acredito, achei uma coisa a qual Emma Swan tem medo. – Regina diz rindo.

– Eu não tenho medo. – Emma diz, fazendo Regina encará-la com cara de descrença. – Eu tenho pavor, Regina.

– Querida, não precisa ter medo, você estará segura. Vamos até o hospital, pegamos os papéis, e vamos para a pista de pouso, combinei com o piloto as 18:00. – Regina pega sua bolsa, enquanto Emma carrega as malas para o carro. A loira não queria admitir, mas estava extremamente nervosa e com medo desse voo.

Após passarem no hospital e pegar os papéis do exame com Whale, elas se encaminham para a minipista de pouso que havia em Storybrooke, uma área que fora obra de Regina em seu mandato. O helicóptero já esperava por elas.

A mão de Emma soava frio, tamanho era o nervoso que sentia.

– Vamos querida, você tem que ver tudo isso aqui lá de cima. – Regina chama empolgada.

– Aham. – Foi tudo que a loira conseguiu dizer. Antes de Regina sair puxando-a pela mão.

Emma se senta com a postura completamente ereta, e chega o cinto de segurança pela milésima vez, fazendo Regina rir dela.

– Emma querida, relaxe. Você vai adorar, eu garanto.

– Ha Ha, fácil falar né?!

– Ai Emma para de frescura. – A morena estava bem a vontade, já havia feito muitas viagens dessa forma. Adorava ver as coisas lá de cima.

A viagem não demora mais que 2 horas, as piores da vida de Emma, com certeza. Quando põe os pés em terra, suas pernas tremiam mais vara verde. Ela respira fundo, e só assim consegue voltar ao normal, esteve tensa a viagem toda.

Ela se vira para estender a mão para Regina, para que a morena pudesse descer da aeronave. Ela nota que a mulher parecia mais relaxada, mais leve.

– Você gosta mesmo de viajar nessa coisa né? – Emma pergunta a Regina.

– Amo voar querida. É tão... – Ela para um segundo pensando em uma palavra para definir seu sentimento. – É tão libertador.

– Fico feliz que te faça sentir melhor, amor. – A loira aperta as mãos da morena a sua frente, e lhe oferece um sorriso, que lhe é retribuído no mesmo instante.

– Preciso agradecer ao Robin por ter nos trazido. Um instante. – Regina vai até o piloto e troca algumas palavras, e Emma pode ver a maneira como o piloto conversava com Regina, todo alegre, sorridente, com a maior cara de otário do mundo. Quando Regina lhe estende a mão numa despedida, ele põe um beijo leve em suas mãos, antes de voltar para a aeronave e dar uma ultima piscadela para ela. Nem se deu ao trabalho de se despedir de Emma.

O helicóptero decola, enquanto Regina volta a seu encontro no canto da pista de pouso.

– Mais um caidinho por você. — A loira diz enquanto elas caminham para fora da pista.

– Hã? Robin? Não me venha com essa agora. – Regina responde rindo.

– Só estou dizendo a verdade. Você por um acaso não percebeu como ele tava te olhando, com cara de bobo alegre?

– Que cara de bobo alegre, querida? Ele é um amor de pessoa, sempre me ajuda.

– Ah nem posso imaginar o por que. – Emma revira os olhos.

– Por que você sempre acha que as pessoas só me ajudam por que estão afim de mim?

– Por que, todos os homens que te ajudam são afim de você.

– Nossa, será que eu sou tão incapaz de ser amável assim?

– Eu não disse isso Regina, eu só estou dizendo que você é uma mulher muito linda, e é normal os caras, e as mulheres também, ficarem interessados em você.

– Tá, mas isso não significa que eu não possa ter pessoas que queira apenas me ajudar, por que gostam de mim, sei lá como amiga, não do jeito que você diz.

– Desculpe Regina, mas antes de te conhecer eu te achava uma entojada, e acho que é isso chama mais a atenção deles. – Regina vai abrir a boca para protestar, mas decide pelo silêncio. Entojada, eu? Era só o que me faltava.

Elas continuam, caminhando em silêncio até saírem da pista.

– Precisamos chamar um taxi.

– Ok, vamos andando mais para o meio da cidade. Vamos ficar num hotel?

– Sim, Belle fez nossas reservas.

– Ah, tudo bem. – Emma diz com um tom desapontado na voz.

– Por quê? Você gostaria de ir a algum outro lugar?

– Não, é só que tem um primo meu que mora aqui. Passei boa parte da minha adolescência com ele, acho que não se importaria em nos receber por esses dias.

– Ah não sei Emma, eu não o conheço e já vou invadir a casa dele. Nãos ei se me sentiria a vontade.

– Sem essa, ele é muito divertido, acho que você vai gostar dele.

– Tá bom, mas ligue para ele antes de irmos.

– Ok, vou ligar. E afinal BEM VINDO A BOSTON – A loira quase saltitou de alegria, enquanto pegava o telefone do bolso da calça e ligava para August.

Enquanto a loira fala ao telefone, Regina se aproxima da vitrine de uma loja e se encanta completamente por um casaco preto com pelos azuis nas mangas e gola.

– Emma querida, vou entrar aqui. – Ela avisa a loira que faz sinal positivo com o dedo para ela.

Quando desliga o telefone, Emma entra na loja atrás de Regina. Está por sua vez, estava no caixa, a loira pôde ver um bocado de sacolas em cima do balcão, mas pensou ser da mulher que estava ao lado de Regina no caixa, e só quando a morena a chama pedindo ajuda, que ela vê que tudo aquilo era de Regina.

– Meu Deus, amor. Chegamos à cidade a 20 minutos, e você já fez a festa eim.

– Gostei do casaco.

– E pelo visto não só do casado né? – Emma diz levantando as três sacolas que segurava e apontando para as outras duas que Regina carregava.

– Falou com seu primo? – A morena pergunta, não dando atenção para o que a loira havia dito.

– Ah sim, ele disse que podemos ir para lá sem problemas, ele vai adorar nos receber.

– Então vamos, já estou ficando cansada. – A morena diz acenando para um taxi que passava na rua.

Notas finais
E ai gostaram? Falei tanto nas notas iniciais, que nem vou falar mto aqui. Se tiver algum erro, desconsiderem por favor, meus olhinhos tão ardendo de sono hahaha. Enfim continuem comentando por que eu simplesmente amo tudo, e podem opinar quanto ao destino de Regina ta? Obg gente; Até o próximo, beijos.