Notas iniciais
Espero que gostem do capitulo pessoal! Eu adorei os comentários do capitulo anterior, muito obrigada mesmo eu irei responder a todos ainda hoje. Beijos!

Eu estava com um sorriso idiota estampado no rosto e o motivo era apenas um chamado Theodore Grey. Ele era tão lindo. Aqueles olhos azuis me olhando, seguindo cada movimento meu na lanchonete, nas minhas aulas. Eu me sentia um pouco envergonhada com os olhares dele mais por outro lado eu gostava.

–Susan! –Ouvi a voz de Olivia me gritando na cozinha e uma panela caindo no chão fazendo um barulho irritante. Eu coloquei a minha bolsa em cima de uma mesinha ao lado da porta e fui correndo até a cozinha. Cheguei lá estava tudo bagunçado e Olivia estava toda suja de comida. Isso me fez soltar uma gargalhada e ela estava seria me olhando como se fosse pegar uma faca e me atacar.

–Um furacão apareceu aqui na cozinha? O que você fez nessa cozinha? –Eu perguntei indo correndo até o fogão e desliguei o fogo já que tinha alguma coisa queimando. Eu olhei para ela ainda rindo e ela continuava seria.

–Eu chamei meu namorado para vir jantar aqui em casa mais eu fiz uma bagunça. Eu não sei cozinhar. –Ela me disse entristecida e se sentou na cadeira apoiando o braço em cima da mesa e colocando a cabeça em cima do braço. Eu parei de rir e revirei meus olhos.

–Eu faço o seu jantar. –Eu disse a ela que se levantou correndo e deu um sorriso. Ela mudou completamente seu humor e me deu um abraço apertado.

–Se você não me abraçar de volta isso vai ficar bem estranho. –Ela me disse ainda me apertando com um sorriso enorme no rosto.

–Está prendendo meus braços. –Eu disse a ela que me soltou e depois nós duas começamos a gargalhar. Eu comecei a arrumar a cozinha e ela me ajudou. Pelo menos ela sabe arrumar a cozinha. Prendi meu cabelo em um coque mal feito e assim que a cozinha estava completamente arrumada eu comecei a fazer os pratos que ela me pediu. Eram quase seis da tarde e eu ainda estava fazendo as coisas mais também eu cheguei da faculdade eram quatro horas da tarde. Ela tinha ido para se arrumar já que ela tinha marcado às sete horas. Eu tive que fazer o jantar e ainda vou ter que sair ela disse que não precisava mais ela começou a dizer algumas coisas sobre o namoro deles e eu disse que eu sairia.

Assim que terminei de cozinha arrumei a mesa para ela e fui andando até o banheiro, entrei e fechei a porta atrás de mim. Olhei-me no espelho e vi que eu não estava com a aparência de cansada como na maioria das vezes que acordo cedo. Eu só consigo dormir de madrugada. Eu me despi e soltei o meu cabelo do coque que eu havia feito. Liguei o chuveiro e entrei debaixo do mesmo sentindo cada musculo meu relaxar com a água quente. Eu lavei meus cabelos demoradamente. Sem pensar no tempo. Fique mais de meia hora no banho até que desliguei o chuveiro e peguei a minha toalha. Sequei-me e depois me enrolei na mesma. Fui até a pia do banheiro e havia uma gavetinha, abri e peguei um pente. Penteei meu cabelo o repartindo no meio, deixando minha franja de lado. Sai do banheiro e vi Olivia.

–Como eu estou? –Ela me perguntou.

–Linda! Agora eu vou me arrumar porque eu não quero segurar a vela para vocês dois. –Eu disse a ela e fui andando em direção ao meu quarto. Vi que meu celular estava vibrando em cima da minha cômoda e eu fui até o mesmo, peguei o celular e vi que o numero era desconhecido, como alguém desconhecido conseguiu meu telefone? Tanto faz! Atendi o celular.

Telefone ON

–Alo! –Eu disse e fui andando até a minha cama e me sentei na mesma.

–Oi Susana! –Ouvi a voz do Theodore. Como ele conseguiu meu celular se for pela Jessica eu vou assassina-la e depois agradecer no enterro dela.

–Oi, como conseguiu meu telefone? –Eu perguntei a ele confusa e com um sorriso de orelha a orelha. Porque que eu estou rindo? Concentra-se! Meu subconsciente me alertou e concordei com ele.

–Eu tenho meus métodos. –Ele me disse e eu ouvi um sorriso. Espera um pouco, que métodos? Como ele conseguiu meu telefone?

–Não me vai dizer vai?

–Não! –Ele me disse quase que na mesma hora. Eu sorri. –Você quer sair? –Ele está mesmo me perguntando isso? Ai meu Deus, ai meu Deus! Diz que sim retardada! Novamente meu subconsciente zombando de mim.

–Ai cala a boca! –Eu briguei com meu subconsciente e me lembrei de que estava no telefone.

–O que? –Theodore me perguntou confuso.

–Não é você é a minha amiga ela estava me gritando... E eu a mandei calar a boca. –Eu disse a ele. Como eu sou idiota eu me mandei calar a boca em voz alta no telefone. Só eu mesma!

–Tem certeza? Parece que está mentindo!

–Não eu não estou mentindo, eu tenho certeza e eu aceito sair com você. –Eu disse a ele tudo tão rápido que nem sei se ele entendeu.

–Então tá. Pode ser hoje? –Ele me perguntou e eu assenti.

–Tá! –Eu disse a ele sorrindo. Eu fico toda atrapalhada quando estou falando com ele. Porque eu fico assim, eu nunca fiquei assim com ninguém.

–Eu passo na sua casa daqui à uma hora então. –Ele me disse e eu concordei.

–Então tá. Até daqui à uma hora. –Eu disse a ele.

–Tchau! –Ele disse e eu desliguei o meu celular.

Telefone DESLIGADO

Ele me chamou mesmo para sair. Eu? Eu vou sair com Theodore gostoso Grey? Parece que sim! Meu subconsciente me disse e eu sorri e me levantei da cama. Fui até o meu guarda-roupa e peguei uma roupa. Vesti-me (Roupa) e coloquei uma bota sem salto, nunca gostei de saltos e nem sei se sei andar de salto alto. Eu coloquei um brinco, um cordão e uma pulseira. Passei uma maquiagem e sequei o meu cabelo com um secador e o fiz ficar com volume e um pouco ondulado. Peguei a minha bolsa e sai do quarto. Eu fui para sala e vi que o namorado de Olivia já tinha chegado.

–Joe eu quero que conheça a minha amiga Susana. –Olivia disse e ele sorriu e eu fiz o mesmo.

–Oi! –Eu disse a ele com um sorriso e fui para a cozinha beber um pouco d’agua. Peguei uma jarra na geladeira e coloquei o liquido em um copo. Dei um grande gole na água e ouvi alguém batendo na porta. Eu coloquei o copo em cima da pia e fui até a sala e continuei andando até chegar à porta e quando abri vi Theodore. Ele estava tão gato usando uma calça jeans justa preta, uma camisa branca e uma jaqueta de couro preta. Eu sorri quando o vi e ele fez o mesmo que eu.

–Vamos? –Ele me perguntou e eu assenti.

–Vamos, eu só vou pegar a minha bolsa, quer entrar? –Eu perguntei a ele que assentiu e entrou no meu apartamento. Eu fui até o sofá onde eu havia colocado a minha bolsa e a peguei. Eu dizer tchau para Olivia mais ela e nem o Joe estavam mais na sala então eu assim que peguei a minha bolsa eu sai do apartamento junto com Theodore. Fomos andando até o elevador e ele apertou o botão chamando o elevador.

–Você está linda! –Ele me disse me olhando de cima a baixo e eu ruborizei e abaixei a cabeça, mais logo levantei a minha cabeça com um sorriso e olhei.

–Obrigada! Você também não está nada mal. — Eu lhe disse sorrindo e ele correspondeu o meu sorriso. O elevador chegou e as portas se abriram. Ele colocou uma das mãos nas minhas costas e me conduziu a entrar no elevador. As portas se fecharam e eu olhei rapidamente para ele e sorri. Para de sorrir! Meu subconsciente me disse e eu concordei com ele mais a questão é como?

Ficamos em silencio, eu estava louca para esse elevador abrir logo. Primeiro por causa do Theodore do meu lado me olhando e segundo porque sou claustrofóbica. As portas graças a Deus se abriram e nós dois saímos. Fomos andando até a BMW dele e Theodore abriu a porta para mim e eu entrei. Ele deu a volta no carro e enquanto ele não entrava eu respirava fundo tentando me acalmar. Ele abriu a porta do motorista e entrou no carro. Eu o olhei e dei um sorriso. Theodore ligou o carro e deu partida no mesmo.

–Sabe quando você falou cala a boca eu fiquei meio confuso. –Ele me disse e eu ruborizei ao me lembrar do que aconteceu e isso me fez rir. Para de rir! Meu subconsciente novamente dando as cartas. Eu o ignorei.

–É que a Olivia me gritou e eu disse cala a boca. –Eu disse a ele mentindo e ele me olhou rapidamente sorrindo e depois voltou a olhar para frente. Eu fiquei confusa com o porquê dele ter me olhado e rido. –Porque está rindo?

–Porque eu á sei que quando você mente você fica retorcendo o nariz. –Ele me disse e eu estreitei os olhos o olhando. Infelizmente ele tinha razão, quando minto mecho o nariz.

–É mais só que eu não estou mentindo. –Eu disse a ele e o mesmo sorriu novamente e me olhou estreitando os olhos.

–Tá eu vou fingir que eu acredito. –Ele me disse e eu abri a boca fingindo estar ofendida mais depois eu comecei a rir.

–O-

Havíamos chegado a um parque de diversões. Como ele sabe que eu gosto desse lugar? Ele saiu do carro e quando eu ia abrir a porta ele já tinha feito isso para mim. Sai do carro e ele disse que era para que eu deixasse a minha bolsa no carro. Eu peguei meu celular dentro da mesma e coloquei no meu bolso. Sai do carro e ele travou o alarme depois de ter fechado a porta.

Fomos andando em direção ao parque de diversões e ele foi comprar os ingressos enquanto eu fiquei o esperando fora da fila. Ele voltou com os ingressos e me olhou. Como ele era lindo quando sorria de canto.

–Quer ir a qual primeiro? –Ele me perguntou e eu olhei em volta olhando os parques. Havia muitos e eu estava realmente confusa em relação a qual escolher.

–Susana pode parar de morder os lábios. –Ele me disse e eu o olhei um pouco confusa. Eu tenho essa mania desde criança. Eu mordo meus lábios e eu nem percebo que eu estou fazendo isso.

–Eu vou tentar! –Eu disse sorrindo. –Eu acho que aquele. –Eu disse a ele apontando para um que virava de cabeça para baixo. Ele me olhou surpreso e sorriu de canto.

–Tudo bem! Vamos lá então! –Ele me disse e nós dois começamos a andar em direção ao tal parque.

–Para onde você iria se pudesse escolher um lugar. –Theodore me perguntou e eu o olhei surpresa com a pergunta.

–Porque está me perguntando isso? –Eu perguntei a ele.

–Porque hoje cedo você me disse que queria viajar pelo mundo e por onde começaria? –Ele me perguntou. Eu sorri e o olhei.

–Roma! –Eu disse a ele que me olhou surpreso.

–Serio? Roma?

–É. É uma cidade histórica antiga. Seria bem legal conhece-la. –Eu disse a ele que sorriu e me olhou.

–Gosta de história? –Ele me perguntou e eu assenti. Assim que chegamos ao parque ele entregou os nossos ingressos e nós dois entramos no mesmo. Eu ia colocar o meu cinto mais ele insistiu que ele colocaria então o deixei. Theodore pegou o cinto de segurança e o fechou, me prendendo.

–Prontinho! –Ele me disse e eu sorri. Ele se sentou ao meu lado também colocando o seu cinto de segurança. O brinquedo começou devagar e depois foi muito rápido virando de cabeça para baixo. Depois de várias voltas o brinquedo parou. Eu me soltei do cinto e sai do brinquedo e logo atrás de mim saiu Theodore saiu e várias outras pessoas que também estavam saindo. Nós dois começamos a rir e eu estava mais gargalhando olhando um para o outro.

Nós dois fomos a vários outros parques até que ele foi ao tiro ao alvo e acertou todos os tiros na mira e me deu o urso de pelúcia que havia ganhado. Eu disse que também queria tentar e me lembrando de quando meu pai me ensinou eu também consegui acertar todos os tiros e quando o olhei ele estava bem surpreso. Eu ganhei outro urso de pelúcia e segurei um em cada braço rindo. Ele também começou a sorrir.

Eram quase dez horas da noite até que ele disse que ia me levar para jantar. Fomos para o carro e entramos. Theodore ligou o carro e deu partida. Eu me virei para olhar a janela vendo as ruas de Seattle.

–Você foi ótima na roda gigante, muita gente fica gritando e você não ficou. –Ele me disse e eu me virei para ele saindo de meus pensamentos.

–É. Eu gosto de perigo. –Eu disse a ele e o mesmo virou para mim rapidamente, revezando o olhar entre a rua e eu. Theodore chegou a uma churrascaria e nós dois saímos do carro. Fomos andando até dentro do mesmo e nos sentamos em uma das mesas. Ele pediu ao garçom vinho e fez os nossos pedidos. O garçom assentiu e saiu da mesa. Eu o olhei sorrindo e quando eu ia morder o meu lábio eu me controlei.

–Então eu espero que não seja vegetariana. –Ele me disse e eu sorri assim como ele, que sorriso lindo, meu Deus!

–Eu não sou. –Eu disse a ele sorrindo alegremente, assim que o nosso vinho chegou o garçom colocou nas nossas taças e saiu. Eu peguei a taça na mesa e dei um gole sentindo o saboroso vinho descendo pela minha garganta.

–Que bom! –Ele disse e nós dois brindamos com as taças de vinho e demos um gole no vinho. Depois de termos comido ele me levou para o meu apartamento. Ele se virou para e eu tirei meu cinto de segurança e o olhei.

–Obrigada pelo passeio eu gostei muito. –Eu disse a ele que sorriu de canto e me olhou nos olhos, como se pudesse enxergar a minha alma. Eu sorri sem graça e abaixei a minha cabeça, Theodore passou o polegar pelo meu queixo o levantando me fazendo olha-lo nos olhos azuis profundos.

–Eu também! –Ele me disse e sem perceber fomos aos aproximando cada vez mais, mais eu voltei a minha posição normal e ele também, tirando o polegar do meu queixo. Eu respirei fundo, eu sou uma idiota eu neguei um beijo dele. Droga sua burra!

–Eu acho melhor eu entrar! Eu adorei mesmo o passeio! –Eu disse a ele sorrindo e ele assentiu também sorrindo.

–É. Então até amanhã. –Ele me disse e eu assenti sorrindo e sai do carro pegando a minha bolsa e os dois ursos. Fui entrando no apartamento e entrei no elevador assim que ele chegou depois que eu o chamei. As portas se abriram e eu sai do mesmo correndo e abri a porta da minha casa e quando cheguei lá eu fui direto para o meu quarto, coloquei as coisas em cima do sofá que tem no meu quarto, perto da janela e tirei as minhas botas. Fui para o banheiro e prendi meu cabelo em um coque firme. Despi-me e liguei o chuveiro. Entrei no mesmo e tomei um longo banho, me sequei com a minha toalha e sai do banheiro indo em direção ao meu quarto, fechei a porta e fui até a minha gaveta onde ficavam os meus pijamas e lingerie.

Peguei um pijama e me vesti (Pijama), arrumei a minha cama e apaguei as luzes e me deitei na minha cama, fui dormi pensando em lindo um par de olhos azuis.

Notas finais
Espero que tenham gostado pessoal! Comentem e postarei mais capítulos amanhã. Beijão pessoal!