Notas iniciais
Espero que gostem do capitulo pessoal! Muito obrigada a todos que comentam a todos que acompanham e favoritam. Vocês me deixam muito, muito mais muito feliz mesmo. Beijão em todos vocês!

Acordei com o meu despertador tocando. Nem acredito que já está na hora de acordar. Eu me sentei na cama e desliguei o meu despertador que estava em cima do meu criado mudo. Voltei a me deitar na cama e fiquei olhando para o teto fixamente. Eu tinha que terminar de arrumar as minhas coisas que estavam todas espalhadas, tinha que retornar a ligação do meu pai o que eu não pretendo fazer então pulamos essa parte da lista. Eu me levantei da cama e prendi meu cabelo em um coque com o meu próprio cabelo deixando alguns fios escaparem. Arrumei a minha cama e sai do meu quarto dando de cara com Joe e Olivia aos beijos no corredor. Eu ignorei completamente os dois e fui ao banheiro trancando a porta em seguida. Eu liguei a torneira e peguei a minha escova de dente, coloquei a pasta na escova e levei a mesma até a minha boca. Assim que escovei meus dentes eu peguei um pouco de água nas mãos em forma de concha e levei a boca depois cuspi a água. Eu joguei um pouco d’agua no meu rosto e sai do banheiro. Fui andando até a cozinha e vi que não havia ninguém. Que bom porque eu estou de pijama.

Eu peguei uma jarra de suco na geladeira e peguei um copo em cima da pia, fechei a geladeira com o pé e coloquei a jarra e o copo em cima da mesa. Eu peguei novamente a jarra e derramei o suco no meu copo, coloquei a jarra em cima da mesa e peguei meu copo dando um grande gole na bebida. Eu adoro suco, é o meu café da manhã de todas as manhãs. Eu nunca enjoo de beber suco.

Assim que terminei de beber o meu suco eu fui para o meu quarto e andei até o meu guarda-roupa. Escolhi uma roupa e a levei comigo até o banheiro. Assim que entrei novamente no banheiro eu me despi e liguei o chuveiro, tomando um banho relaxante. Desliguei o chuveiro e me sequei com a minha toalha. Eu me vesti (Roupa) e sai do banheiro. Fui até o meu quarto e me olhei no espelho da minha penteadeira. Eu penteei meu cabelo que eu havia lavado e passei uma maquiagem leve. Assim que terminei de me arrumar eu peguei a minha bolsa e sai do meu quarto e logo sai de casa. Fui andando até a escola não era muito longe então não demorei muito para chegar. Eu cheguei e meu telefone começou a tocar no meu bolso e eu levei um susto. Eu sou muito assustada. Peguei o celular e vi que era Jessica, atendi o mesmo e ela começou a gritar no meu ouvido mais não estava falando comigo.

Telefone ON

–Jessie! –Eu disse e ela finalmente parou de gritar com quer que seja.

–Oi, Susan pode me fazer um favor? –Ela me perguntou e eu assenti.

–Claro. O que?

–Pode dizer ao John para ele vir aqui em casa hoje anoite, eu não vou para faculdade e não consigo ligar para ele. –Ela me disse e eu assenti.

–Tudo bem. Eu vou ser o seu pombo correio. –Eu disse enquanto entrava na faculdade e ia em direção ao banheiro.

–Muito obrigada! Pode vir aqui hoje também?

–Com vocês dois juntos não vai dar muito certo eu ir até a sua casa. –Eu disse e coloquei a bolsa em cima da pia do banheiro que eu já havia entrado.

–Então quando ele for embora eu te ligo e você vem? –Ela me perguntou esperançosa e eu assenti.

–Tudo bem! –Eu disse e ouvi-a soltar um suspiro aliviado. Ela parecia nervosa e preocupada com alguma coisa mais a questão é o que.

–Está acontecendo alguma coisa? –Eu perguntei a ela.

–Não... Eu acho que não. Quando vir a gente conversa melhor. Tchau! –Ela disse e desligou o celular sem esperar uma resposta minha.

Telefone OFF

Eu guardei meu celular dentro da minha bolsa e dei uma arrumada no meu cabelo já que com o vento tinha bagunçado tudo.

–O-

Fui andando para sala de aula e vi John conversando com Theodore e com mais dois amigos dele. Fui andando até ele e todos eles me olharam sorrindo.

–John oi. –Eu disse a ele sorrindo e ele sorriu como resposta.

–Oi, Susan! –Ele me disse e eu podia jurar que vi Theodore trincar os dentes. Mais deixa para lá.

–Eu vim te dar um recado da Jessie. Ela disse que era para você ir a casa dela hoje. –Eu disse a ele que assentiu e quando eu ia sair ele me chamou novamente.

–Susan, sabe para que? –Ele me perguntou preocupado.

–Não, ela disse que depois ia conversar comigo. –Eu disse a ele e quando ia me afastar ouvi uma voz conhecida me chamando.

–Susana! –Theodore me chamou e eu me virei para olha-lo. Ele estava tão lindo usando sua calça jeans e uma camisa de mangas curtas como de costume. –Senta aqui perto. –Ele me disse e eu assenti e fui andando até uma cadeira que ficava ao lado dele. Coloquei a minha bolsa em cima da mesa e me sentei.

–Me desculpe por não ter falado com você antes é que... –Eu estava falando mais o meu celular começou a tocar. Eu peguei o aparelho do meu bolso e quando olhei era a minha mãe. Eu me levantei e sai da sala para ter mais privacidade e então atendi.

Telefone ON

–Mãe, oi! –Eu disse a ela sorrindo.

–Oi, eu liguei para avisar que vou me divorciar. –Ela me disse e eu fiquei completamente confusa com o que ela acabou de me dizer.

–O que o papai fez dessa vez? –Eu perguntei a ela revirando meus olhos. Meus pais sempre brigavam mais ela nunca disse que iam se divorciar, será que dessa vez é serio?

–Ele fica... Eu queria que viesse aqui no final de semana para conversarmos melhor. –Ela me disse e eu assenti.

–Mãe eu acho que nesse final de semana não vai dar mais no outro eu prometo que vou. –Eu disse a ela.

–Tá, então até lá. –Ela disse e eu desliguei meu celular.

Telefone OFF

Voltei para sala e fui para minha mesa ao lado de Theodore e me sentei. Ele me olhou com um sorriso de canto e eu sorri fraco.

–O que aconteceu? –Ele me perguntou e eu olhei.

–Meus pais. –Eu disse a ele meio chateada, meus pais não podiam se separam eles dois juntos são épicos.

–O que aconteceu com eles? –Ele me perguntou e eu o olhei com um sorriso. Ele estava mesmo me perguntando uma coisa tão pessoal. Porque não são apenas sobre mim e sim os meus pais.

–Eles estão em um momento delicado. –Eu disse a ele e meu celular voltou a tocar, mas eu sem nem olhar quem era desliguei o mesmo. –Eu acho que vai passar mais também acho que não vai. Eu fico abalada com as brigas deles. –Eu disse a ele que assentiu.

–Todos ficam. –Ele me disse concordando e eu sorri assentindo. Ele era tão lindo. Principalmente quando contorce as sobrancelhas. O professor entrou na sala e eu todos da sala abriram o livro na pagina que ele havia dito. –Você quer ir lá a casa para podermos conversar essa noite? –Ele me perguntou e eu o olhei.

–O que? –Eu perguntei a ele porque não tinha entendido direito a pergunta. Eu entendi mais não conseguia acreditar nisso.

–Você quer ir à minha casa hoje anoite? –Ele me perguntou e eu fiquei sem saber o que dizer. –Podemos comer alguma coisa lá. Eu já sei que não vegetariana. –Ele me disse e eu sorri.

–Tudo bem! Eu vou. –Eu disse a ele sorrindo e ele também sorriu. EU voltei a olhar para frente e anotar as coisas que o professor estava escrevendo no quadro. Eu tenho que arrumar as minhas coisas do meu quarto mais eu prefiro sair com Theodore.

–O-

Assim que as aulas acabaram eu recebi uma mensagem da Jessica e a mensagem dizia. “Você precisa me ajudar, vem aqui em casa agora eu tenho que te dizer uma coisa.” Que tipo de mensagem é essa? Eu revirei os meus olhos e fui andando até a casa da Jessica. Bati na porta algumas vezes até que John a abriu. Ele parecia estar bem apavorado, eu entrei na casa da Jessica e vi que ela estava sentada no sofá.

–O que foi que aconteceu? –Eu perguntei colocando a minha bolsa em cima de uma cadeira e indo até Jessica.

–Eu estou gravida. –Ela disse e eu fiquei sem saber o que dizer. Agora entendo o porquê do John está apavorado. Eu também estaria. Sentei-me ao lado dela e ela me abraçou.

–Calma. Tem certeza disso? –Eu perguntei a ela assim que ela me soltou. Ela tinha os olhos marejados e estava desesperada.

–Tenho. Fiz um teste. –Ela me disse.

–Vamos fazer um exame para poder comprovar tudo isso. –John me disse e eu a olhei assentindo. –Eu já disse para ela que ela pode contar comigo para o que for. –Ele me disse e eu sorri olhando para ele.

–É bom mesmo porque ela não fez essa filha sozinha. –Eu disse a ele defendendo a minha prima. Ela me olhou com os olhos cheios de lagrimas e disse:

–Eu estou com medo. Posso perder a faculdade faltando só um ano para minha formatura. –Ela disse e eu a olhei assentindo.

–Vai dar tudo certo. –Eu disse dando-lhe apoio e ela assentiu.

–Eu posso te pedir um favor? –Ela me perguntou e eu assenti.

–Pode vir morar aqui. Eu odeio ficar sozinha nessa casa gigante. –Ela me disse e eu a olhei confusa com o pedido acho que ela tinha que ter pedido isso ao John e não para mim.

–Eu não sei! Eu acho melhor... –Eu estava dizendo mais John me interrompeu.

–Eu acho que seria uma boa ideia. Ela não pode ficar sozinha. –Ele me disse e eu quase falei um “Porque você não vem morar aqui com ela?”.

–Eu vou ver se dar. É que eu já tenho um apartamento aqui. –Eu disse a eles dois que assentiram. Meu Deus!

–O-

Eu estava terminando de me vestir para ir à casa de Theodore. Meu Deus porque eu estou tão nervosa? Assim que já estava pronta (Roupa) eu me olhei no espelho e respirei fundo. Apesar de não gostar muito de usar vestidos, eu tenho vários deles. Sandálias de salto alto é o que não me falta mais prefiro usar uma sapatilha ou um tênis. Olivia disse que eu tinha que me depilar e eu disse que não ia acontecer nada de mais, mas ela disse que é sempre bom estar preparada. Theodore havia me ligado e disse a que horas vinha me buscar. Devo dizer que a minha tarde foi esperar ansiosa pela noite. Ouvi a campainha tocando o que me despertou de meus pensamentos. Sai do meu quarto e fui andando até a sala e quando abri a porta lá estava Theodore Grey. Ele me olhou de cima a baixo e sorriu. Senti-me corada pelo olhar dele em mim.

–Você está linda Susana! –Ele me disse e eu sorri, sai de casa e fechei a porta atrás de mim. Ele me estendeu a mão e eu a segurei. Fomos andando até o elevador. Por essa noite eu iria esquecer completamente os meus problemas, a minha casa completamente cheia das minhas caixas que eu ainda não arrumei. Mais também vou esperar para ver se aceito ou não morar na casa de Jessica.

Saímos do prédio e fomos em direção ao carro de Theodore. Ele abriu a porta para mim e eu entrei logo depois ele fechou. Eu respirei fundo e o olhei entrar no carro e ligar o mesmo e acelerar o carro. Eu adorava o ver dirigindo. É uma coisa meio besta mais ele fica tão sexy dirigindo. Ele se virou para mim e sorriu de canto e depois voltou a olhar para a pista.

–Aonde é sua casa? –Eu perguntei para puxar papo, não gosto muito de silencio apesar das vezes querermos muito.

–Você vai ver. E a propósito você fica linda de vestido. –Ele me disse e eu me olhei como se quisesse confirmar o que ele disse e depois o olhei.

–Serio? Obrigada!

–Devia usa-los mais. –Ele me disse e eu o olhei sorrindo. Ele sabe mesmo como agradar uma mulher com apenas algumas simples palavras. Eu fiquei meia em graça.

–Eu gosto mais de usar calça jeans mais talvez eu use mais vestidos agora. E não é porque você falou. –Eu disse a ele ironicamente e ele sorriu e virou para mim rapidamente.

–É porque então? –Ele me perguntou.

–Você nunca irá saber. –Eu disse a ele sorrindo e o mesmo correspondeu ao meu sorriso. Como um homem pode ser tão quente e sexy assim. Eu nunca me senti assim com nenhum outro garoto em toda a minha vida. Era como se ele enfrentasse todos os meus sentimentos. Eu queria muito ter beijado os lábios dele ontem. Se arrependimento matasse eu com certeza já estaria morta. Queria aqueles lábios passando pela minha pele... ”Você está parecendo àquelas mulheres de filme e livros que não fazem sexo há muito tempo... a mais espera você nunca fez isso”. Meu subconsciente zomba de mim e eu reviro meus olhos. “Cala a boca!”

Depois de alguns minutos chegamos a um enorme arranha-céu. Ele estacionou o carro e saiu do mesmo. Deu a volta e abriu a porta para mim. Eu sai do carro e quando estava de pé à primeira coisa que vi foram àqueles olhos azuis, os olhos que sonhei a noite toda. Eu sorri meia sem graça. Theodore deu as chaves ao manobrista e, pois uma de suas mãos nas minhas costas, guiando-me a um elevador. Ah, serio? Outro elevador? Assim que as portas se abriram nós entramos e ele apertou algum botão.

–Eu já percebi que você não gosta de elevadores. –Ele me disse e eu o olhei. Ele era bem observador.

–É. Eu não gosto de lugares fechados. –Eu disse a ele que sorriu. Eu olhei em volta e vi vários Theodore refletido no espelho. Eu me vi cercada deles e isso me fez ficar bem calma em relação a elevadores. Eu sentia como se tivesse um ima me puxando para Theodore todas as vezes que íamos a um elevador. Chegava a ser estranho.

As portas do elevador se abriram e ele me guiou até uma porta, abriu a mesma e entramos. Era tudo tão lindo. Na parede uma janela que ia do chão ao teto, dando-me a privilegiada visão de Seattle. Eu olhei tudo em volta maravilhada. A sala era a minha casa inteira.

–Então o que você quer comer? –Ele me perguntou e eu olhei pensando em várias besteiras como... É melhor eu não falar.

–Eu não sei o que acha pizza. –Eu disse a ele que assentiu e veio andando até mim, quando vi que ele estava se aproximando demais automaticamente eu comecei a dar passos para trás. Ele sorriu me olhando.

–Você é um bom desafio Susana. –Ele me disse sorrindo e se afastou de mim. Droga mais uma chance que você perdeu para poder beija-lo sua anta.

–Eu gosto de desafios. –Eu disse a ele que me olhou e sorriu malicioso.

–Eu também! –Ele me disse e pegou o celular no bolso. Ele falou algumas coisas e percebi que era com alguém da pizzaria. Eu amo pizza, pizza é a minha vida. Theodore desligou o celular e o colocou em cima da mesa. Eu havia me sentado no sofá enquanto ele fazia o pedido.

–Vem! –Ele me disse e segurou a minha mão me deixando de pé. –Gosta de dançar?

–Sim! –Eu disse a ele mais que imediatamente. Theodore ligou rádio, tocava uma música lenta bem envolvente. Eu gostei! Theodore me puxou para mais perto dele, colocou uma de suas mãos em volta da minha cintura e a outra mão se entrelaçou com a minha, causando-me arrepios e então começamos a dançar com os olhos grudados. Eu fiquei hipnotizada por aquelas orbes azuis que não se desgrudavam de mim. Fomos dançando pela sala e sem perceber os nossos rostos foram se aproximando, eu podia sentir a respiração de Theodore e isso me deixava sem ar. Quando íamos nos beijar o celular dele começa a tocar fazendo com que a gente se separasse. Ele bufou e pegou o celular. Eu voltei a me sentar no sofá e ele começou a falar no telefone. Eu não prestei muita atenção mais ouvi falar um “pai”. Então deve ser o pai dele. Ele desligou o celular e voltou a coloca-lo em cima da mesa. Eu tinha que tê-lo beijado ontem porque agora está meio impossível.

Notas finais
Comentem o que acharam! O que será que vai acontecer com eles dois essa noite hein? Me deixem comentários e posto essa noite mais um capitulo! Beijão pessoal!