Notas iniciais
Olá pessoal, resolvi postar outro capítulo hoje. Espero que gostem :)

Se puderem, deem uma olhada na fic da minha amiga. Ela é MUITO boa, principalmente para os fãs de Liga da Justiça: http://fanfiction.com.br/historia/369921/O_Casamento_De_Diana_Prince/

Pov — Damian

– Aquela imbecil da Elena ficou maluca?! — Leena gritou. — Como ela pode ter mandado uma assassina para me matar?!

– Acho que é esse o trabalho das assassinas — comentei. Ela me lançou um olhar furioso, então, achei melhor ficar calado.

– Nós precisamos da sua ajuda. — Lyra disse. — Você a conhece bem, sabe onde ela está. — Leena pensou um pouco, então disse:

– O nosso pai tinha um esconderijo na Terra. Fica em Nova Jersey. Ela provavelmente vai estar lá.

– Isso nos ajudou muito — Summer disse.

– Já pode ir agora — eu disse, friamente.

– Não vou não. Elena tentou me matar, e eu não vou deixar ela sair em pune disso. — ela disse isso com a voz firme. Percebi que ela não mudaria de ideia, então, resolvi não argumentar.

Entramos no jato e seguimos para Nova Jersey. Passamos a viagem toda ouvindo piadinhas do Stark. Aquilo me irritava demais. Senti vontade de jogar ele do jato, mas não o fiz, porque sabia que com a armadura ele podia voar. Quando chegamos em Nova Jersey, Leena nos guiou até o tal esconderijo de Loki, onde sua irmã estaria.

Era um galpão velho por fora. Parecia ter sido construído a dezenas de anos. Eu não podia acreditar que aquilo era um esconderijo.

– Vamos — Leena disse, sendo seguida por todos. Ela abriu um compartimento ao lado da porta, e de lá, saiu um painel cheio de números. Ela digitou uma senha, então, uma enorme porta a nossa frente se abriu. Assim que entramos, pude ver um grande salão feito inteiramente de gelo. Na parede, pendiam armas de guerra medieval e quadros de Loki. Percebi que ele era narcisista.

– Ela não está aqui — Dean disse.

– Jura? O que te fez pensar isso, a sala vazia, ou o fato de não termos sido atacados ainda? — eu disse.

– Você é grosso assim mesmo, ou só está de TPM? — Dean retrucou.

– Parem de brigar! — Summer gritou. — Vamos procurar e ver se encontramos algo que nos leve até ela. — todos assentiram com a cabeça, então começaram a procurar por pistas.

Depois de um tempo, sem encontrar nada, ouvi um barulho vindo da porta. Mandei que todos se escondessem, e eles o fizeram.

– Foi ótimo termos achado ele! — ouvi Ás dizer. — Ele é tão fofinho!

– Não perturbe o menino Ás! — Sombra disse.

– Tarde demais. — ouvi uma voz desconhecida. Parecia de um garoto pequeno, de uns doze anos.

– Temos invasores — Dama disse para Elena.

– Eu sei disso. Leigh, quer fazer a gentileza de expulsar os intrusos? — elas já sabiam que estávamos lá, então, pulei para fora do meu esconderijo, pronto para lançar um batarangue em seja lá quem fosse, mas dei de cara com uma menino baixinho, de cabelos brancos. Ele usava roupas azuis, e me olhava como se eu fosse um cara normal andando na rua, e não um garoto fantasiado.

– Quer conhecer o meu Imaginary? — eu fiquei me perguntando o que era aquilo. Nesse momento, os olhos do menino assumiram um brilho tenebroso, então, uma criatura monstruosa se formou atrás dele. Eu nunca tinha visto nada parecido. O menino levantou a mão, e a criatura fez o mesmo, logo em seguida, ele bateu a mão no meu braço. Não doeu, mas quando o monstro fez o mesmo, fui lançado até a parede, do outro lado da sala.

Pov — Dean

Não sabia se ria ou tirava uma foto do Nighbat apanhando de um garoto. Isso era muito engraçado. Quando comecei a gargalhar alto, Summer me deu um tapa no ombro e correu para ajudar ele. Eu fiz o mesmo.

O monstro empurrou Summer e ela saiu voando. Eu percebi que ele era forte. Se eu me aproximasse muito seria um alvo fácil. Lancei pequenos mísseis, mas não surtiu efeito algum nele. Apenas serviu para virar a atenção dele para mim. Pude ver Lyra e Caroline chegando por trás dele. Ela pularam nas costas dele, mas mesmo sendo muito fortes, ele as segurou com as mãos e as lançou em cima de mim.

Renata começou a voar acima da cabeça do monstro e a atirar nele. Olhei em volta e vi que Elena, Sombra, Ás e Dama assistiam a toda a cena sem mexer um músculo. Todas com sorrisos no rosto. Vi que Elena segurava o cetro de Loki.

– Leena! — eu gritei, então apontei para a mão de sua irmã. Ela assentiu com a cabeça e correu, discretamente, na direção de Elena. Todas as vilãs estavam distraídas, então, Leena pegou o cetro da mão da irmã.

– Sua peste! Me devolva! — Elena gritou. Leena saiu correndo na minha direção, mas Sombra usou seu chicote para puxar as pernas dela.

– Pega! — Leena jogou o cetro para mim. Eu o segurei e levantei voo. Ás pegou um fatiador de salsicha, pelo menos eu pensei que fosse, até ela girar a manivela e revelar que aquilo era uma metralhadora. Fui atingido inúmeras vezes, o que danificou a minha armadura. Eu percebi que meus planadores estavam quase sem energia, foi então que ouvi a voz de Summer.

– Dean! Joga! — eu fiz o que ela pediu. Assim que pegou o cetro, correu na direção da porta. O monstro que era controlado pelo menininho tentou segura-la, mas ela deu um mortal por cima dele. Logo em seguida, vi que Dama começou a lançar rajadas de fogo em Summer. Uma delas a acertou, fazendo com que caísse e soltasse o cetro. Ele rolou até bater nos pés de Nightbat.

– Foje! Blackbat gritou, enquanto segurava Ás. Ele olhou para o cetro, e com as mãos, o partiu ao meio, liberando uma luz que poderia cegar qualquer um. Ele era maluco?! Ele não sabia que aquilo era magia pura!

– O que você fez?! — Elena gritou.

– Algo que já devia ter sido feito. — ele disse.

– EU VOU TE MATAR! — ela andou na direção de Nightbat, mas foi impedida por Dama.

– Não agora. Eles tem companhia. — como assim, nós tínhamos companhia?

– Vocês deram sorte. Na próxima, eu não vou hesitar em mata-los. — Elena disse. Então, uma sombra sugou todas as vilãs para dentro dela, inclusive o novo garoto que controlava aquele monstro.

– O que ela quis dizer com companhia? — Summer perguntou. Nesse momento, as portas explodiram. Todos olhamos para lá espantados. Assim que eu vi quem acabara de entrar, percebi que estávamos em uma encrenca sem tamanho.

– O que pensam que estão fazendo? — meu pai perguntou.

– Ops — Renata disse, se escondendo atrás de mim. — Foi tudo culpa dele!

– Eles estão aqui — meu pai disse pelo comunicador. Em alguns segundos, todos os Vingadores apareceram. E com eles, estava a Liga da Justiça.

– Caramba ... — Nighbat disse ao ver Batman se aproximar dele.

– Você ficou maluco?! — ele disse, friamente. — Como você some por três dias e não da nenhuma notícia?!

– O mesmo para vocês dois — meu pai disse.

– Lyra, o que está fazendo na Terra? — Thor perguntou — Eu tinha mandado que ficasse em Asgard!

– Mas pai ... nós só tentamos ajudar vocês. Elena roubou o cetro de Loki. Eu a segui até aqui para tentar detê-la.

– E onde está o cetro agora? — Superman perguntou.

– O gênio ali quebrou! — eu disse, apontando para Nightbat.

– Thomas Damian Wayne, você destruiu um artefato mágico?! — disse a Mulher-Maravilha — Não sabe como isso é perigoso!

– Obrigado por revelar minha identidade secreta mãe — ele disse.

– Uau, seu nome é Thomas? — Blackbat gargalhou. — Que fofo!

– Affs! — ele disse.

– Vamos continuar essa conversa em casa — meu pai disse.

– Prefiro continuar aqui, onde tem testemunhas se você quiser fazer algo, tipo, me matar.

– Pra casa. Agora! — ele apontou para a saída. Renata e eu andamos até lá, sendo seguidos por ele.

Pov — Damian

– Vamos Lyra, você vai voltar para Asgard. — Thor disse.

– Mas pai ...

– Sem mas. — ele a guiou para o lado de fora.

– Summer. — Gavião Arqueiro disse.

– Em minha legitima defesa, eu deixei um bilhete quando fugi.

– Você vai fazer o treinamento nível cinquenta e nove assim que chegarmos a S.H.I.L.D. — Natasha disse.

– O que?! Não podem fazer isso! Aquele treinamento leva horas!

– Exatamente. Vamos ver se assim você aprende a não fugir de casa. — eles saíram de lá, sendo seguidos por Summer.

– Bem ... acho que já foram muitas emoções por hoje. — Caroline disse. — Nós vamos voltar para o Alasca.

– Foi bom conhecer vocês. — Leena disse. As duas saíram do local.

– Te vejo depois ... Thomas — Blackbat me deu um beijo na bochecha, então saiu. O pior de tudo, foi sentir que meu rosto ficou quente. Podia jurar que estava vermelho. Me virei para encarar meus pais, que me olhavam de braços cruzados.

– Estou de castigo?



Notas finais
Leigh/ The Creator: http://kurosakikage.deviantart.com/art/orion5-328208365

Imaginary (Monstro): http://farm4.staticflickr.com/3472/3209119858_b45d65a453_z.jpg?zz=1