Novos Heróis [Interativa]
7 Capítulo 7 - Novos membros
Notas iniciais
Aqui está outro capítulo para vocês! Espero que gostem :)
Pov — Dean
Depois de receber uma bronca do meu pai, Renata e eu ficamos de castigo. Ou seja, sem fazer armaduras por cinco meses. Isso foi terrível. Eu adorava fazer armaduras. Seria a mesma coisa que me deixar sem água por cinco meses. Eu tentei argumentar, mas tudo o que consegui, foi a liberação do meu computador. Já era noite, 3h00 da manhã. Eu liguei o computador e iniciei uma chamada de vídeo com Summer.
– Também está de castigo? — ela perguntou.
– Sim. E você?
– Estou. Dá pra acreditar que eles nos colocaram de castigo por salvar o mundo?!
– Pois é. Mas, em compensação, nossa equipe se saiu muito bem.
– Que equipe? — vi outra janela se abrir. Na câmera, estava o Nightbat.
– Como você entrou na nossa conversa.
– Eu sou um hacker profissional. Agora, que equipe você está falando? Nós não somos uma equipe.
– Ta brincando? O que nós fizemos em equipe foi fantástico. — Summer disse. — Se trabalharmos juntos podemos ser heróis, como os nossos pais.
– Ela tem razão — vi outra janela se abrir, agora era Caroline e Leena.
– Todos resolveram me hackear hoje? — eu disse.
– Nós gostamos de lutar ao lado de vocês — Caroline se pronunciou.
– Nós não somos uma equipe. Foi apenas uma coincidência nós estarmos lutando pela mesma causa. — Nightbat disse.
– Admite que você também gostou de estar em uma equipe — Summer disse.
– Não vou admitir nada — ele cruzou os braços.
– Nem adianta tentar — disse outra voz — Ele é muito cabeça dura. — era Blackbat.
– Jarvis, aumente a segurança para que eu não seja mais hackeado por favor. — eu já estava me sentindo violado. Como eles conseguiam fazer isso tão facilmente?
– Nós formaríamos uma bela equipe — Blackbat disse.
– Eu sei! A ideia de fazer isso foi minha! — eu disse.
– Então está combinado. Nós somos uma equipe de novos heróis. — Summer abriu um sorriso.
– Eu to dentro! — ouvi a voz de Renata atrás de mim.
– Nós também — Caroline e Leena disseram ao mesmo tempo.
– Eu também quero ser parte da equipe. Parece ser divertido — Blackbat disse. — E você Damian?
– Hump. Tanto faz.
– Vou considerar isso como um sim.- eu disse — Agora, só precisamos falar com a Lyra.
– Ela está em Asgard. — Summer lembrou.
– Não está não. — Caroline disse. — Ela está em Nova York. Na casa da mãe. Jane Foster. Mais precisamente, agora ela está no apartamento de Reed Richards.
– Como você sabe de tudo isso? — eu perguntei.
– Ela possui um poder raro que a permite entrar na mente dos outros. Mas ela acidentalmente acaba descobrindo a localização das pessoas que ela pensa. Ela pensou na Lyra, e a localização dela apareceu em sua cabeça — Leena disse.
– É meio difícil de controlar — Caroline acrescentou.
– Então, vamos para Nova York! — eu disse, com impolgação.
– Estamos de castigo gênio — Damian disse.
– E desde quando isso nos segura? — Summer disse.
– Vamos nos meter em uma encrenca maior ainda — Renata disse — Mas vai valer a pena!
– Ótimo, nos encontramos em Nova York em duas horas. — eu disse.
– Combinado — todos disseram, então desligaram as câmeras.
Enquanto meus pais dormiam, nós pegamos as armaduras e fomos na direção da cidade. Chegamos em menos de duas horas, mas ainda sim, vimos Blackbat e Nighbat em cima do térreo da casa de Reed.
– Vocês demoraram — Damian disse.
– É bom ver você também — eu disse. Logo em seguida, um helicóptero pousou bem do nosso lado. De lá, Summer saiu. — Você roubou um helicóptero da S.H.I.E.L.D.?
– Não. Eu peguei emprestado sem pedir permissão — ela sorriu.
– Leena e Caroline ainda vão demorar. É melhor nós irmos entrando — Renata disse. Nós descemos pelo elevador e tocamos a campainha do apartamento. Um cara, de uns dezenove anos abriu a porta. Ele tinha cabelos loiros, era alto e usava uma rupa igual a do Quarteto Fantástico.
– Olá Franklin! — Summer disse.
– É impressão minha ou você conhece todo mundo? — eu disse.
– Oi Summer. — ele respondeu — O que faz aqui?
– Estamos procurando a Lyra. Soubemos que ela está aqui.
– Eu estou aqui! — nós ouvimos a voz dela vinda do lado de dentro. Franklin fez sinal para que nós entrássemos. Assim que o fizemos, vimos Lyra com o braço preso a uma máquina gigantesca.
– Que mal eu pergunte, o que é isso? — Blackbat disse.
– É a minha tentativa de criar uma máquina do tempo — Franklin disse. — Lyra se ofereceu para me ajudar.
– Como ela vai te ajudar nisso? — Renata perguntou.
– Eu preciso de uma corrente elétrica muito forte para gerar energia o suficiente. E como Lyra controla os raios, pedi a ajuda dela.
– Bizarro. — Nighbat disse.
– Você sabe que viagens no tempo são impossíveis não é? — eu acrescentei.
– Nada é impossível. — ele correu para a mesa de controles, então começou a apertar vários botões. — Pronta Lyra?
– Pronta. — ela disse, erguendo as mãos. Na mesma hora, um enorme raio caiu sobre a máquina. Em alguns segundos, todas as luzes do local se apagaram, então voltaram em seguida.
– Já voltamos no tempo? — perguntei ironicamente.
– É, pelo visto é impossível mesmo — Franklin disse.
– Por que estão aqui? — Lyra perguntou, enquanto se soltava.
– Decidimos formar uma equipe de novos heróis.- Summer disse.
– E quanto aos nossos pais? — ela perguntou.
– Eles não podem nos impedir de querer ajudar as pessoas — Nighbat disse.
– Por mim tudo bem. Franklin, quer participar?
– Hum ... pode ser. — ele sorriu.
– Perfeito. Agora só temos que dar essa notícia aos nossos pais. — eu disse — Quem é voluntário?
Pov — Elena
– Aquele idiota vai me pagar por ter destruído o cetro do meu pai! — eu gritei.
– Fique calma. Logo eles vão ter o que merecem. — Sombra disse.
– Eu acho que devemos mandar ursinhos de pelúcia com bombas para eles. — Ás disse, enquanto abraçava Leigh.
– Essa menina me dá medo as vezes — Dama disse.
– Eu não quero saber como eles vão morrer, contanto que seja uma morte bem sofrida! — eu dei um pancada na mesa, que a fez rachar.
– Pelo jeito, você quer mesmo se vingar. — ouvi uma voz vinda da escuridão. — Eu posso te ajudar com isso. — vi um homem sair das sombras. Ele usava uma armadura de metal preta que cobria todo o seu corpo. Uma máscara preta no rosto, deixando apenas sua boca de fora, e uma capa que mais pareciam asas.
– Quem é você? — perguntei.
– Pode me chamar de Corvo. Eu já ouvi falar de você. Filha de Loki. — ele se aproximou de nós.
– Como sabe disso?
– Digamos eu faço o meu dever de casa. — ele sorriu com o canto dos lábios. — Eu vim aqui oferecer ajuda.
– Não precisamos de ajuda — Sombra disse.
– É verdade. — Dama se levantou e andou na direção dele — E mesmo se precisássemos, você não tem nenhum poder.
– Eu garanto que sou mais inteligente que todas vocês juntas. Tanto, que já sei que os pequenos heróis estão formando uma nova equipe. E se vocês não os venceram agora, não vão vencer quando estiverem completamente juntos. Eu já estou um paço a frente deles.
– E como vamos confiar em você? — Leigh disse.
– Não estou pedindo que confiem em mim. Eu não confio em vocês.
– Então por que está nos ajudando? — perguntei.
– Sabe, eu sou do tipo que odeia todos os seres vivos. Para mim, não importa se os heróis ou vilões estiverem mortos. Acontece, que no momento, meu alvo principal são os heróis.
– Eu gostei dele — Ás disse.
– Eu também — Dama piscou para ele.
– Ótimo. Você está na Liga dos Assassinos. — eu disse — Agora, nos diga tudo o que sabe sobre esses tais novos heróis.
Notas finais
Jason/ Corvo: http://images4.fanpop.com/image/photos/17000000/Zac-Efron-zac-efron-17011468-967-1450.jpg
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