Novos Heróis [Interativa]
17 Capítulo 17 - Asilo Arkham
Notas iniciais
Depois de deixarem os vilões no Arkham, a equipe dos heróis foi para o Monte da Justiça, para cuidar dos ferimentos e descansar. Franklin ajudou Chiara a fazer um curativo no braço, e depois, cuidou de Lyra, que estava muito machucada.
Dean fazia uma nova armadura para Renata. Leena estava mostrando o local para Natalie e Caroline limpava os machucados de Summer.
Marlena entrou na enfermaria e viu todos, exceto Damian. Ela o procurou por todos os lugares, mas não o encontrou. Chegou até a achar que ele tinha ido embora, mas ao chegar entrar na sala de comando, viu ele sentado de frente para o computador.
– Deveria estar repousando — ela disse, se aproximando dele.
– Eu já repousei enquanto estava congelado. — ele disse, se virando para ela.
– Então? Resolveu voltar para a equipe? — ela perguntou, com um sorriso no canto dos lábios.
– Nunca devia ter saído. — ele disse.
– Sabia que ia sentir nossa falta picolé — Dean disse, entrando na sala.
– Não liga para ele Damian. — Summer se aproximou — Nós estamos felizes por você ter resolvido ficar.
– Agora temos um problema maior para tratar — Marlena disse — O Corvo era um traidor — ao ouvir isso, Damian levantou uma das sobrancelhas.
– Sério? — ele disse, em tom de deboche — E quem foi que disse isso no momento em que ele chegou aqui?
– Foi mal não termos acreditado em você — Summer disse. — Mas tinha algo nele que era tão convincente.
– Eu também acho. Não sei o que era — Marlena disse.
– Seja lá o que fosse, agora nós já sabemos que ele é um vilão, e da próxima vez que o virmos, vamos acabar com ele! — Dean disse, animado.
– Espera, ele não está no Arkham? — Damian perguntou, surpreso.
– Caroline disse que ele fugiu quando derrotamos Elena — Marlena disse.
– Esse Corvo é muito inteligente. Ele não sairia assim, com as mãos abanando. Ele deve ter um plano B, ou algo do tipo. Por garantia vou mandar aumentar a segurança no Arkham. — Damian pegou o telefone para falar com o comissário Gordon.
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No Asilo Arkham ...
Era hora dos presos terem seu momento de "recreação", onde eles eram postos em uma grande cela juntos e assistiam TV e jogavam cartas. A ala das mulheres era junta da dos homens, então, Elena (usando um bracelete que a impedia de mexer as mãos) e Sombra ficaram junto de vilões como Charada, Duas-Caras, Hera Venenosa, Espantalho, Ventriloco e muitos outros. Ás e Leigh estavam em uma ala especial para crianças malucas.
– Aqueles idiotas fugiram — Sombra disse, com raiva.
– Eles não fugiram. Eles sabem o quanto eu sou poderosa e que posso encontra-los e mata-los se eles fizerem isso — Elena disse, na mais perfeita calma — Eu tenho quase certeza de que eles vão vir nos buscar. — nesse momento, ouviram vários gritos vindos do corredor. Então, viram vários guardas caídos, com penas negras cravadas em suas gargantas. Corvo apareceu logo em seguida.
– Você demorou — Sombra disse.
– Nem devia estar fazendo isso depois de você quase ter me matado na avalanche — ele disse, abrindo a cela.
– Devia ter morrido. — ela disse, dando um sorriso. Assim que ele abriu a cela, retirou as algemas das duas. Então olhou para os prisioneiros.
– Acho que vamos precisar de uma distração para aqueles heróis. — ele sorriu malignamente.
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Damian mandou que Caroline e Marlena fossem para o Arkham, só para garantir que a segurança estava bem reforçada. Assim que chegaram, viram vários guardas mortos e todos os presos tinham sumido.
– Droga! — Marlena gritou, então começou a procurar por algum guarda vivo, sem sucesso. — Veja se tem algum prisioneiro no telhado. Eu vou ver o resto das celas — Caroline assentiu com a cabeça e correu pelas escadas acima. Ao chegar lá, ela viu tudo no mais completo silêncio. Não tinha ninguém ali. Foi então que ouviu uma voz atrás de si.
– O que faz aqui tão tarde? — ela reconheceu a voz e logo que se virou, tentou desferir um soco na pessoa, mas ela acabou socando uma parede. — Acho que ficou feliz em me ver — Corvo se aproximou dela pela frente.
– Felicíssima — ela disse, em tom de deboche — Vou mostrar o quanto estou feliz, socando sua cara até que ela vire uma panqueca! — ela tentou soca-lo novamente, mas ele desviou o golpe, lhe deu uma banda e a imobilizando no chão.
– Eu tenho que admitir que achei que você já teria contado o meu segredo para toda a sua equipe. — ele disse — Mas não contou. Por que?
– Eu dei a minha palavra que não contaria. E mesmo se tratando de um babaca como você, eu sempre cumpro com a minha palavra — ela disse, tentando se soltar, sem sucesso. Ele apenas riu.
– Vocês heróis são todos iguais. Sempre acham que fazer o bem vai melhorar o mundo. Mas o mundo não tem salvação. Vocês lutam por uma causa perdida.
– Falando assim, até parece que você sabe o que é ser uma pessoa boa — ela disse, olhando nos olhos azuis dele através da máscara.
– Não. Nunca fui bom. Afinal, sou apenas humano. — ele se levantou e desapareceu, deixando Caroline sozinha. De repente, seu comunicador tocou.
– Precisamos de você agora! – Damian disse – Todos os prisioneiros do Arkham estão destruindo Gotham City!
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