Novos Heróis [Interativa]

18 Capítulo 18 - Mais do que podem suportar


Notas iniciais
Obrigada pelo reviews pessoal! Eles me deixam muito feliz :D

Espero que gostem desse capítulo!

Caroline correu para a cidade de Gotham, onde viu vários vilões, bandidos e psicopatas que estavam presos no Arkham, destruírem carros, lojas e algumas casas. Parecia um pesadelo. Ela notou que os outros heróis ainda não tinham chegado. Ela, então, começou a derrubar vários bandidos, que não eram páreo para a força dela.

Os outros heróis chegaram em questão de minutos. Eles também começaram a lutar contra os muitos vilões, que por estarem em maior número, estavam com a vantagem.

- Por que a Liga não ajuda a gente? — Caroliene perguntou, se aproximando de Nightbat.

- Eles estão cuidando de assuntos mais importantes. — ele disse, enquanto derrubava cinco prisioneiros de uma vez.

Marlena e Lyra estavam lutando contra Hera Venenosa e Duas-Caras. Elas estavam prestes a derruba-los, quando alguém atirou em Eletris (Lyra). Por sorte, atingiu sua armadura, mas sua atenção se voltou para Coringa e Arlequina.

- Droga! Errei! — o vilão disse, com seu sorriso macabro no rosto.

- Tente de novo Senhor C. — Arlequina lhe entregou uma bazuca.

- Minha nossa! É o Coringa! — Marlena disse, correndo na direção dele. — Eu sou uma grande fã sua! Me da um autógrafo? — ele a fitou confusa.

- Como é? — ele perguntou, sem entender nada.

- Me da um autógrafo? Por favor! — ela suplicou, então lhe entregou um bloquinho de papel e uma caneta. Ele assinou seu nome e entregou o bloco de volta para ela. — Obrigada! — logo em seguida ela lhe deu um soco e o vilão caiu.

- Senhor C! — Arlequina gritou, então, pegou a bazuca e apontou para Marlena, que fez um campo de força em volta de si. Nightbat viu o que ela iria fazer. Se Arlequina atirasse, pelo fato de estar muito perto de Marlena, a heroína seria atingida, mesmo com o campo de força. Ele correu na direção da vilã e a empurrou, antes que disparasse o tiro.

Leena e Renata estavam tirando os bandidos das casas das pessoas, quando viram um homem de óculos segurando um boneco se aproximar delas. O boneco vestia roupas de gangster. Isso era bem estranho.

- As heroínas vão ficar cheias de buracos — o boneco disse, e o homem nem se quer mexeu os lábios. Então, o pequeno boneco pegou uma metralhadora e começou a atirar em Leena e Renata, que ficou na frente da amiga para lhe proteger dos tiros. As balas recocheteavam quando batiam na armadura, sem nem afetar Iron princess.

- Esse vilões são uns mais estranhos que os outros — Leena disse, fazendo uma estaca de gelo e acertando bem na cabeça do boneco, que caiu no chão, quebrado.

- Vocês quebraram o Scarface. — o homem disse, olhando para o chão. — Vou precisar de outro boneco — ele andou na direção de um prisioneiro que estava desmaiado no chão e cravou a mão direita nas costas dele. Logo em seguida ele o ergueu, como se fosse um boneco.

- Vamos brincar — o novo "boneco" do Ventríloquo disse.

- Isso foi a cena mais bizarra que eu já vi — Renata disse. Nesse momento, o "boneco" pegou um pedaço de ferro no chão e começou a desferir golpes nas heroínas.

Nightbat lutava contra Arlequina, que tentava feri-lo com uma faca, mas o herói era ágil, e desviava de cada golpe que a vilã desferia nele. Depois de um tempo, ela se enfureceu e pegou uma grande torta em sua bolsa.

- Espero que goste! — ela jogou a torta na cara de Nighbat, e a mesma explodiu logo depois. O herói caiu, desacordado, mas sem queimaduras na pele, por ser quase que totalmente invulnerável, como sua mãe.

Blackbat correu na direção dele, sem notar que Arlequina apontava uma arma para ela. Quando a vilã estava pronta para atirar, sentiu um batarangue acertar sua mão. Ela se virou, e deu de cara com Batman. Ele parecia furioso.

- Saiam daqui — Batman olhou para Blackbat, que ajudou Damian a se levantar e saiu do local. — Todos vocês. — o cavaleiro das trevas olhou para os outros heróis, que preferiram não contrariar e foram embora.

***

Depois de algumas horas, os heróis viram que Batman havia conseguido colocar mais da metade dos criminoso de volta no Arkham. Agora, o cavaleiro das trevas estava no Monte da Justiça, trancado na sala de reuniões com Damian. Eles estavam discutindo a alguns minutos, mas os outros heróis perceberam que era sério.

- Nossa, eu é que não ia querer ser filho do Batman — Dean disse.

- Verdade. Já pensou levar uma bronca dele? — Renata disse — Só quando ele diz "oi" pra mim eu já sinto calafrios!

- Só espero que ele não brigue muito com o Damian — Marlena disse.

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Na sala de reuniões ...

- O que pensou que estava fazendo quando tentou lutar com aqueles vilões?! — Batman gritou — Eles são os assassinos mais perigosos do mundo! Não hesitariam em matar todos vocês!

- Nós tínhamos tudo sob controle — Damian disse.

- Eu percebi isso quando vi você quase sendo morto pela Arlequina.

- Você sabe que eu posso fazer isso! Por que não quer que eu seja um herói?

- Porque eu não quero que fique igual a mim. — ele disse, seriamente. Damian apenas o encarou, então disse:

- Eu faço isso por escolha minha. Eu quero ser um herói. E agora, eu tenho a minha equipe.

- Vocês estavam lidando com algo que não podiam suportar. — Batman disse — De agora em diante, só vão em missões que eu autorizar.

- Mas pai ...

- Essa conversa acabou. — ele disse, então saiu da sala.

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No esconderijo do Corvo, em Gotham ...

- Conseguiu? — Elena perguntou, se aproximando de Corvo, que estava sentado de frente para o computador.

- Sim. Enquanto os heróis lutavam para arrumar a bagunça que fizemos, eu pedi que Ás e Sombra colocassem as micro-câmeras no Monte da Justiça. Agora saberemos de tudo o que esses heróis fazem.