Nova era
1 Meu novo mundo
Notas iniciais
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O mundo era um sonho, o sonho era seu mundo.
Era um mundo diferente, onde calor e frio andava lado a lado, era quase impossível dizer qual você estava sentido, alem disso o tempo parecia correr de forma sutil não dava para dizer quanto tempo se passara desde quando tudo começou, nem dava pra dizer quando já havia andado, pois assim como paisagem o tempo também era imutável.
A paisagem lembravam as savanas africanas, com sua vegetação rasteira, e densa em algumas partes, chegou a se perguntar como era possível que a vegetação sobrevivesse naquele lugar pois parecia que não chovia a séculos e assim que as gotas de suor tocavam o chão, estas eram sugadas pela areia grossa, como se esta tivesse uma enorme sede, no horizonte o sol parecia se encontrar com o seu merecido descanso, deixando a paisagem toda laranjada no horizonte, mas não dava pra acreditar, já passara horas ou segundos, não sabia dizer, desde acordou e se punha a andar desde então, e não encontrou nenhuma forma de vida desde então, nem mesmo um único animal.
Por um momento chegou a pensar que estava morto, mas aquilo era totalmente diferente do que ele lera nos livros espíritas, de sua mãe, mas não importava de algum modo ele sabia que se continua-se andando ele ia encontrar uma pessoa, era como se uma voz lhe disse-se ”Ande ao norte que você irar encontrá-la” Aquilo o espantava será que depois de tudo o que passou começou a ficar esquizofrênico, Lembrava de ter ido para a faculdade hoje mas cedo, lembrava de pensar numa maneira de puxar assunto com a Dany, a garota mas linda da sala, e também lembrava de te passado na banca de revista perto de casa para ver se o ultimo volume de seu mangá favorito já estava a venda, ele sabia que podia muito bem ler na internet, mas a sensação de ter um em sua mão não se compara.
Ele balançou a cabeça e pensou aquilo não importava mais, ele queria saber onde estava e quando estava sabia que ali não era o seu quando, foi quando avistou uma caravana próxima ao horizonte tratou de correr o máximo que pode, quando se aproximou percebeu que aquela caravana estava sendo assaltada, não sabia o que eles estavam carregando mas parecia ser algo muito valioso ou ate mesmo importante, e então se pôs a observar atentamente.
–Me diga agora, ou você irar se juntar as eles- Disse um homem quem apontava uma espécie de faca para a garganta de um senhor de idade enquanto apontava para um pilha de cadáveres decepados.
–Eu não sei do que você esta falando.
–Não minta para mim Rhan sei muito bem que você sabe.
–Mas eu n.....- antes que termina se de falar o senhor foi surpreendido com um soco no rosto.
–Acha mesmo que eu sou idiota, seu velho estúpido, sei que ela estava na caravana, agora me diga aonde ela estar- o Senhor cuspia alguns dentes junto com sangue e dificilmente conseguiu dizer.
–Não... – Antes de falar algo sua cabeça rolava pelo chão e seu sangue jorrava na pequena parade da carruagem que era puxada por três camelos, o homem com a faca olha para a cabeça com desprezo e a chuta dizendo:
–Velho inútil esse seu ideal ridículo te custou a vida, se bem que eu iria te matar de qualquer jeito- e a chutou para fora da carruagem.
–Stein, Janes, vamos indo ela não esta aqui.
–Mas Clynn, ele nos deu sua palavra que ela estaria aqui, o que faremos agora?
–Por enquanto vamos nos encontrar novamente com aquele filho da puta e tirar algumas satisfações, depois verei o que faremos em seguida.
O trio pegará cada um o seu cavalo e desapareceu indo para o horizonte.
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Ainda assustado inconscientemente andou em direção aos corpos, seu corpo todo tremia um arrepio subia em sua espinha lentamente, ele não queria ver tinha medo, a visão era horrível havia três corpos pilhados um de forma organizada um em cima do outro o que dava um visão bizarra ao todo, mas a frente via uma cabeça totalmente branca devido a falta de sangue, e a ultima expressão que ele fez agora estava marcada para sempre, era um misto de preocupação e medo, mesmo com medo se pôs de cócoras e observou a cabeça recentemente decapitada, como o ser humano podia ser tão cruel com seu semelhantes, será que somos mesmo superiores as demais espécies do planeta.
Seu pensamento foi cortado por um som meio abafado que veio de dentro carruagem, ele foi andando devagar,para que os som dos seus passos não fossem percebidos para quiser que fosse, foi então que ao se aproximar mas viu o corpo da cabeça daquele senhor, mas mesmo assim continuo até se aproximar próximo da porta. Deu um ultimo suspiro e entrou.
Ao abrir seu corpo congelou, visão que teve foi de uma verdadeira carnifica fora os corpos de fora haviam mas dois, só que esses encontrava-se apenas meio decepados afim de o sangue sair lentamente de seus corpos e sufocaram com ele mesmo e suas expressões eram de medo e desespero, ele nunca esquecerá aqueles rostos, foi então que ouviu novamente o som, só que dessa vez mas forte e vinha, e olhou ao redor do assento e viu um pequeno volume, retirou o estofado que de tão macio e delicado lembrava seda, e viu um pequeno trinco, e o abriu para sua surpresa a parede atrás do assento era falsa e caiu-lhe em cima, e além do peso da porta sentiu como se alguém tivesse pisado em cima e corre-se para fora, e após alguns segundos, ouviu-se um grito pavoroso, não de medo ou pedindo ajuda, mais um grito de dor e descrença, meio zonzo com a parede falsa em cima, fez um pouco de força e a empurrou para o lado, e saiu devagar pra ver quem o havia pisado.
Ao sair ele ficou espantado era uma mulher aparentemente tinha uns 23 anos seus cabelos eram castanhos e pareciam brilhar com a luz do sol, não dava para ver seu corpo diretamente, mas parecia ter 1.69 de altura e usava um vestido pomposo, muito parecido com aquele usado em aniversários de quinze anos, ela abraçava forte corpo do senhor, não importava se estava sem cabeça ela o apertava contra seu corpo como se aquilo o fosse trazer de volta a vida, foi então que ela ergueu a cabeça e gritou, a sensação de ouvir aquilo era horrível, era como ser a dor dela fosse lhe passado diretamente para sua alma. Então ela o viu.
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