Nosso Nome Na Lista.

26 Capítulo 26 – Parede da Escócia.


Notas iniciais
OLÁAA! Desculpem minha demora absurda para postar! No capítulo passado, eu não havia terminado o capítulo seguinte, eu ainda dei prioridade para a minha vida social, fiquei viciada em Once Upon a Time, e voltei a jogar Persona 3... Como se não bastasse, estou muito viciada na Copa tbm!! KKKK. É muita zoeira para não rir!! Bem, mas antes tarde do que nunca, né? e.e CURTAM O CAPÍTULO AEW GALERA BONITA =D Obrigada pessoas maravilhosas: > Sara Gabriely > Tomato > AkumaKun > katp > GiuMaktub > Laladhu > RKéthully > Isah > Delicate > Kika Pichsterzy > LuuhRocha > Gabrielle Chase Jackson > Cleozinha > Mary Jean > Amanda Olimpius Chase > allinegmar > Chionn > Mine > Gabriela Duarte > Ramy Pilgrim > GiovannA > Lanny Puckett > Chaslorid > Senhorita Foxface > Red Queen Bisou

– Seu irmão é bizarro – eu comentei encolhida, enquanto Quentin me guiava por um corredor largo depois da escada. – Ele me lembrou de Helena...

Quentin bufou, segurando a minha mão.

– Ele praticamente ensinou tudo o que essa garota sabe. Eram tão grudados que mamãe jurava que ia acabar em namoro, assim como os pais dela também – ele respondeu, parando em frente à uma porta escura. – Às vezes, acho que era ele quem deveria estar fazendo teatro, não eu. Ele sempre gostou de um drama.

Como Quentin parecia tenso (talvez por não gostar do irmão ou por ter medo de que eu não gostasse do seu irmão) eu dei uma risada que o convenceu e ele abriu a porta para o que pareceu ser o seu quarto.

Era um espaço bem amplo e, inacreditavelmente, limpo. Eu tinha quase certeza de que ele havia limpado antes de eu chegar, porque não era possível. As paredes eram de um azul-céu infantil, mas que combinavam com a cama de cobertor escuro e super sério cercada por criados mudos com abajures. Não muito afastado, encostado numa parede, ficava uma escrivaninha com um notebook em cima e um bando de papel desorganizado. Ao lado dela ficava um cesto de roupa suja (que estava limpo) e não muito longe ficava uma cômoda escura.

– Não sei porque... Mas estou me sentindo como se tivesse olhando para uma cena de crime que foi obviamente modificada – eu confessei entrando mais em seu quarto.

Quentin deu uma risada e fechou a porta, atraindo a minha atenção para a parede em que ela ficava. Meu queixo caiu.

– Ai, meu Deus! Que lindo! – eu disse fazendo um gesto amplo para o painel pintado na parede: Montanhas e um castelo cobertos por uma névoa que lhes davam uma aura de conto de fadas. Era tão realista que parecia uma visão que eu estava vendo de uma janela.

Quentin virou-se para analisar também.

– Ah, isso foi a mamãe que pintou – ele respondeu como se fosse pouco. – Ela disse que era uma paisagem da Escócia... Como eu e meus irmãos nascemos aqui e nunca conhecemos sequer a Inglaterra, ela achou que deveríamos ao menos ver alguma coisa da sua antiga terra... Eu gostava tanto desse desenho que ela pintou na minha parede.

Eu sorri. Inevitavelmente pensando que minha mãe jamais faria algo tão trabalhoso por mim. Acho que a única coisa trabalhosa que ela já fez pela minha pessoa, foi o meu parto, e isso já estava de bom tamanho para Dona Victoria Freeday.

Pensar assim – mesmo sendo verdade – fez meu coração se contrair muito apertado e ser incapaz de voltar ao normal. Respirei fundo, parecia que o ar ficou mais pesado também.

– Deve ser legal... – eu comento, antes que Quentin perceba o meu silêncio deprimente. — Tipo, você estar deitado na sua cama e parecer que você está num lugar completamente diferente e distante.

O moreno deu de ombros e me puxou pela cintura.

Eu corei quando ele colou os nossos corpos.

– Deve ser, mas agora eu não queria estar em nenhum outro lugar – ele confessou.

Eu soltei o ar que parecia preso e sorri. Conseguindo voltar a respirar.

Dei um sorriso satisfeito, mas também me senti super sem-graça (eu havia beijado o irmão dele havia alguns minutos, apesar de ser porque eu estava distraída) e fiquei dividida entre contar ou não o que havia acontecido lá fora. Decidi em alguns segundos – quando seus lábios encostaram nos meus rapidamente – que não seria necessário.

Bem, não era como se eu pretendesse beijar Guilliam de novo, pois eu gostava demais do irmão mais novo dele. Além disso, o irmão de Quentin sabia que havia sido um engano. Duvido que comente com Quentin, mesmo que fosse para irritá-lo.

Hum... Mesmo assim, talvez eu estivesse devendo um beijo decente a Quentin.

Um beijo no seu estilo de “decência”.

– O que foi, Letty? – ele perguntou, de repente. – Você está quieta-...

Pulei em cima dele e o beijei prendendo minhas pernas ao redor de seus quadris. Ele ficou surpreso (claro que ficou), mas reagiu quase que de imediato, beijando-me profundamente e apoiando minhas costas com suas mãos. Um arrepio subiu pela base da minha espinha até os braços quando sua língua lambeu meu lábio inferior e seus dentes o mordiscaram.

Soltei um suspiro, virando o rosto e enfiando a língua entre os seus lábios. Suas mãos em minhas costas me agarraram com mais força. Seria isso um bom sinal? Creio que sim, pelo modo com que uma delas escorregou para as minhas pernas e apertaram a minha coxa.

Afastei-o, empurrando levemente os seus ombros, e respirei fundo. A falta de ar estava começando a me incomodar, e a falta de pudor ali também.

– Você não faz ideia... Do quanto eu estava desesperada por isso – confessei-lhe, fingindo que o corado do meu rosto tinha a ver com o esforço que eu estava tendo em dizer isso. E não pela repentina consciência de que eu estava atracada nele, em seu quarto. Soltei-o, pondo-me de pé, e disse: — Bem... Bora fazer o trabalho?

Quentin estava me fitando estranho. Suas pupilas estavam muito dilatadas e sua respiração entrecortada. Mesmo quando eu o soltei, ele não mexeu nenhum músculo. Será que eu o havia quebrado?

– Quentin? – eu o chamei.

Ele piscou para mim, parecendo confuso, mas então me puxou pela cintura e me beijou urgentemente. Foi tão de repente que perdi o fôlego, mas não lutei. Não há porque lutar quando o beijo é tão perfeito que faz você se esquecer completamente do trabalho. Ao contrário: eu o abracei sobre os ombros e ele me carregou para que eu prendesse minhas pernas novamente em sua cintura.

Corei, percebendo o quanto essa minha ideia havia sido maravilhosa.

Suas mãos me agarravam com força. Sem medo de me quebrar. Enquanto seus lábios e sua língua se mexiam contra os meus numa dança sensual que acalorou o meu corpo. Quando ele deslizou seus lábios para o meu pescoço, foi difícil decidir entre respirar ou jogar a cabeça para trás e soltar o que quer que tivesse na minha garganta.

Respirei e deslizei a mão por seus cabelos.

E foi quando eu senti algo macio em minhas costas. E, sobre os ombros de Quentin, vi a paisagem incrível de um lugar na Escócia que nem devia existir.

Um arrepio percorreu a minha espinha e soltei as minhas pernas de seus quadris.

– Er... Quentin – eu disse, dando um tapa de aviso na nuca de Quentin, cujos lábios haviam deslizado pelo meu pescoço para o meu colo. Afastei-o e seus óculos caíram. – Boa tentativa... Agora sai de cima, seu safado.

Ele olhou para mim de modo bem dissimulado.

– Safado? Por quê? – perguntou a imagem da inocência.

Soltei um suspiro e olhei para o modo com que estávamos deitados em sua cama como se nenhuma palavra fosse necessária. E, realmente, não era. Tudo bem que eu havia me sentido culpada por confundir Quentin com o irmão, mas eu não ia dormir com ele por causa disso. Cutuquei sua costela com o meu joelho e disse pacientemente:

– Sai de cima.

Ele suspirou e se sentou na cama, pegando os óculos que, depois de caírem sobre o meu ombro, deslizaram para a cama.

– Obrigada – respondi. – Vamos fazer o trabalho, O.K?

– O.K. – ele respondeu como uma criança que ficou sem doce.

Eu dei um sorriso e baguncei os seus cabelos úmidos e cheirosos.

– Pelo menos os óculos ajudaram um pouco – ele disse, divertido. Como eu não entendi direito o que ele quis dizer, ele sorriu e disse: — Você... Agarrando-me do nada.

Eu dei um sorriso enigmático e respondi:

– Ah, não foram só os óculos.

Quentin me fitou com os olhos cheios de curiosidade e, ajeitando os óculos sobre o nariz de ponte reta, perguntou:

– Como foi a consulta com a psicóloga?

O pouco de bom humor que os beijos de Quentin me trouxeram sumiu assim que ele me perguntou. Eu cruzei os braços e mordi o interior da bochecha em um gesto nervoso. Todavia, Quentin continuou me encarando com aqueles olhos super-sexys (ainda mais de óculos) e cogitei que talvez eu fosse igual Irene Adler e achasse que inteligência é o novo sexy.

– Ela basicamente disse que achava uma boa ideia fazermos o trabalho sobre anorexia – respondi à contragosto. – E tentou me persuadir a falar com a minha mãe.

Quentin ergueu as sobrancelhas, mas não foi de surpresa.

– E... ? – ele perguntou.

– E o quê? – perguntei chateada. – Não tem “e...”, Quentin. Aquela mulher está doida se eu acho que vou tirar satisfação com a minha mãe. Não quero nem vê-la pintada de ouro! É meio óbvio porque ela fez isso comigo, não é?

Quentin ficou em silêncio, me fitando como se estivesse óbvio só para mim e não para ele. Isso me fez soltar um grunhido e cruzar os braços, aborrecida. Depois de tudo o que eu já disse que ela fez comigo as pessoas ainda acreditam que ela é “normal” e que no fundo tem um lado bom? Eu duvido até que ela tenha uma consciência para pesar.

– Por que ela me odeia! – eu expliquei para ele.

O moreno franziu o cenho. Como se estivesse diante de um problema difícil.

– Não acho que ela te odeie, Letty... – ele começou.

– Isso é porque você não conviveu com ela, como eu convivi... – Soltei um suspiro muito dramático e me levantei da cama. – Bem, decidi que... Não vou atrás da minha mãe. Ela não se esforçou para vir atrás de mim, certo? Faz mais ou menos três dias que eu saí de casa... E ela sequer me ligou. Nem para dizer: “Deixe de fazer drama, Bruce, e volte para casa”. Isso é uma mensagem clara de “não estou nem aí para você”.

Ele me fitou em silêncio. Por um instante, eu pensei que ele havia se tornado uma estátua, pois até sua respiração parecia ter sumido. E mesmo assim, pensei que seria uma estátua mais bonita do que o Davi Peladão de Michelangelo. Todavia, como se desperto de uma magia, ele respirou fundo e se mexeu de uma só vez.

– Bem, você a conhece mais tempo que eu – ele disse, como se estivesse preste a terminar a conversa. Mas havia mais alguma coisa em seu tom de voz.

– Mas... ? – eu instiguei.

Quentin prendeu o riso e negou com a cabeça pensativamente. Ele pegou a minha mão e me puxou para o seu colo. E de repente eu me senti realmente uma criança. Fazia um tempão que eu não ia para o colo de alguém... Caramba, colos são bons.

Mas você está agindo como aquelas crianças que fogem de casa só para chamar atenção – ele disse, cerrando os lábios até se tornarem uma linha fina. – E... Não é assim que as coisas rolam no mundo dos adultos, Letty, querida.

Olhei para ele com raiva.

– Nossa, desculpe por eu não saber ser madura, vovô Matusalém – zombei.

– Vou te dizer a mesma coisa que a minha mãe disse quando eu fiz merda na minha vida: problemas são como uma bomba. É apenas uma questão de tempo até que explodam. Pode ser agora, ou daqui a vinte anos. Mas explode.

Olhei para ele, com curiosidade.

– Quando foi que você fez merda na sua vida? – perguntei.

Meu namorado abaixou o olhar para mim e me fitou com um brilho de diversão.

– Com Brian – ele respondeu.

Fiz uma careta.

– O Brian do seu caso homossexual? – perguntei.

Quentin corou e disse:

– Vamos fazer o trabalho!

Ele se levantou da cama, forçando-me a me levantar do seu colo e pegou o notebook. Sim, eu percebi que ele estava evitando a conversa sobre esse tal de “Brian”. E isso só me deixava ainda mais curiosa.

...

Estávamos no meio de pesquisas sobre anorexia e bulimia (sim, eu acabei cedendo ao pedido de Quentin, porque ele sabe ser bem persuasivo quando quer) quando a porta do quarto do meu namorado foi quase arrombada por um homem alto e musculoso acompanhado de uma mulher baixa e com um belo sorriso falso no rosto.

Ele tinha os cabelos castanhos escuros e olhos verdes esmeraldinos. Seu rosto parecia muito maduro com a barba espessa, apesar de rente, e o rosto formado por ângulos que reconheci alguns herdados por Quentin também. Deveria ser outro irmão dele? Provavelmente. Eles tinham algo em comum, além dos ângulos do queixo e do nariz.

– Guilliam disse que uma amiga sua estava aqui – a mulher disse, e seu sorriso já não parecia mais tão falso.

Ela era bonita e a genética havia sido gentil com ela. Ela era magra e alta, apesar de usar uma camiseta larga meio transparente com estampa florida e uma calça jeans velha e desbotada. Seus cabelos ralos castanhos escuros estavam presos por um lápis num coque mal feito, realçando o rosto cheio de marcas de expressão e os olhos verde-água.

– Viemos trazer um lanchinho! – o homem disse mostrando uma bandeja cheia de pacotinhos retangulares envoltos em papel alumínio. – Minha famosa Palha Italiana.

Olhei para Quentin e ele estava sério.

Com um suspiro ele disse:

– Letty, minha mãe, Christine. Mãe, essa é a Letty – Quentin me apresentou à mulher. – E esse é o meu irmão mais velho, Roland.

Os dois piscaram, parecendo confusos... Mas depois voltaram a sorrir, parecendo bem surpresos com a garota loira jogada na cama do namorado enquanto ele estava sentado no chão com o notebook no colo. Sim, essa garota era eu. Levantei-me logo, com medo que eles me achassem muito abusada.

– Outro irmão... – eu disse lentamente, respirando fundo. Resistindo a vontade de completar com “que parece um modelo”.

– Nossa avó disse que Deus foi gentil com os garotos McCullogh – Roland disse com um sorriso presunçoso. – Nossas fotos de Natais são as mais bonitas também, obviamente.

Eu sorri com sua modéstia.

– Queria que Ele tivesse sido generoso com a mãe McCullogh – Christine respondeu revirando os olhos para o filho mais velho. – Então... você é a Letty... – Ela estendeu a mão. – Prazer.

“Então você é a Letty” ela me fez corar com essa frase e, enquanto apertei sua mão com gentileza, olhei para Quentin me perguntando o que ele andara falando sobre mim para a sua família. Ele só deu de ombros.

Quando ela soltou minha mão, Roland a apertou, dizendo:

– Então, vocês estão saindo?

Quase me engasguei com a saliva pelo modo com que ele foi tão direto. Até mesmo Quentin pareceu surpreso. Eu olhei para ele, esperando sua resposta. Ele disse que estávamos namorando, mas agora que eu pensava nisso, achava que estávamos “saindo” mesmo.

– Na verdade... Estamos namorando – ele respondeu, puxando minha mão da de Roland. No choque, eu não a havia soltado.

– Ela é... Sua namorada?! – Christine perguntou surpresa.

Eu corei, perguntando-me pela primeira vez se chamar isso de “namoro” não era meio precipitado. Afinal, era menos de uma semana.

Christine cruzou os braços, parecendo ofendida e magoada.

– E quando você pretendia me falar isso?! – ela brigou, batendo os pés. Agora parecia furiosa. – Quando eu me deparasse com mais um neto agarrando as minhas pernas e me chamando de vovó?! Não tenho nem quarenta anos, Quentin!

Meu namorado se engasgou com a própria saliva, e eu pisquei sem entender.

– Mais um neto... ? – repeti sem saber como interpretar isso.

Roland deu de ombros, desviando o olhar e assoviando para o nada.

– Mãe... – Quentin disse, constrangido. – Estamos namorando a pouco tempo.

Ela continuou com os braços cruzados, parecendo ofendida.

– Quentin me disse que você pintou essa parede... Ficou incrível! – eu disse, tentando desviar um pouco a atenção dela da raiva que sentia do filho.

Ela me olhou e me mediu com o olhar.

– Não foi nada de mais... – ela respondeu educadamente.

– Nada demais? Minha mãe jamais se daria ao trabalho de fazer algo assim por mim – eu disse com sinceridade. – Você morou na Escócia? Não percebi nenhum sotaque.

Ela deu um sorriso gentil para mim.

– Eu nasci aqui... Mas me encantei pela Escócia – ela respondeu. – Tenho umas fotos de quando eu morava lá... Você quer ver?

– Bem-...

– Temos um trabalho para começar a fazer, mãe – Quentin interrompeu delicadamente. – Pode ficar para depois?

A mãe dele já não parecia estar com tanta raiva, apesar de lançar um olhar chateado para o filho, e concordou friamente com a cabeça.

– Outro dia, então. Tenho que terminar um quadro agora... – ela respondeu indiferente. Então sorriu para mim. – Foi um prazer te conhecer, Letty.

– Igualmente – eu respondi.

Ela sorriu mais uma vez e saiu do quarto de Quentin. Roland deixou a bandeja sobre a mesa bagunçada do irmão mais novo, deu um toque na mão dele e um sinal de positivo para mim que eu não soube o que significou, antes de sair do quarto assoviando.

– Onde você aprendeu essa manobra de distrair as pessoas? – Quentin me provocou.

Olhei para ele, perguntando-me se a pergunta fora sarcástica.

– Com o melhor – respondi somente, com um sorriso enigmático.

Notas finais
Como pediram fotos dos irmãos McCullogh... Aí vão: -----Quentin: http://i9.photobucket.com/albums/a86/Kassiah/SwoonyBoys/joshuabrandasadamreed.jpeg -----Guilliam: http://danirubim.files.wordpress.com/2013/08/228318_381575695263577_265969358_n.jpg -----Roland: http://www.farosc.com.br/arquivos/modelo_foto/5f2d8e5d277c2fce96d4cf558b4c09c9.jpg ----------------------------x---------------------- NÃO TEM PREVIEW HOJE! NÃO COMECEI O PRÓXIMO CAPÍTULO HAHAHUAHUHA BOA NOITE!!