Nossas Vidas no Acampamento Meio-Sangue

7 A festa do Pijama no Chalé de Poseidon


Notas iniciais
rsrsr

POV Constancy

Acordei sobressaltada. Como eu tinha esquecido esse detalhe?

Ele acordou com o meu estrondo no chão e me ajudou a levantar.

– Oi Cabelos Rosa! – ele disse rindo. Lhe dei um tapa nas costas e ele se contorceu.

– Arde...

– É, eu sei, agora, você vai me ajudar ou não a pintar meu cabelo?

– OK, eu vou te ajudar bobona! – ele disse, indo para o banheiro da enfermaria e pegando a tinta de cabeço castanha, logo depois de chamar Rachel Elizabeth Dare – o oráculo -, para nos ajudar com o serviço.

Assim que ela chegou, ela perguntou quando ele tinha chego lá na enfermaria, e eu disse que ele tinha acabado de chegar (ninguém do Acampamento sabia que eu tinha um... amante secreto). Ela acreditou, e logo depois os dois começaram a pintar meu cabelo. Rachel lambusou a mão com tinta e ele ficou quieto.

Sim. Era mais fácil ele ficar quieto, assim, eu não tinha que ficar suspirando a cada palavra dita por ele, e assim ficava mais fácil Rachel não suspeitar de nada.

Após a manhã inteira pintando, lavando, secando e esperando minhas mechas azuis voltarem ao normal, fui me olhar no espelho. Eu estava com o cabelo um pouco mais escuro, o que me deixava mais pálida.

– Vocês pegaram a tinta errada e... – assim que tirei o espelho da minha frente, vi apenas duas cadeiras de rodinhas girando. Sim, eles tinham zarpado.

Antes do almoço fui liberada da enfermaria pelos filhos de Apolo, e eu vi que os filhos de Hefesto tinham um trabalho danado pela frente: concertar os canos do Acampamento.

Cheguei mais perto de Rubens, Taina e Laís, que estavam trabalhando bem.

– Oi gente! – eu disse toda feliz, e acabei dando um susto em Rubens, que bateu com seu martelo no dedo de Laís, que gritou e soltou um cano, e a água jorrou.

Depois de controlar meu acesso de risos, eu os ajudei controlando a água e logo eles terminaram o trabalho mais rápido.

– Eu só não agradeço por que você nos atrapalhou antes – reclamou Laís, apertando seu dedo com sangue pisado com força.

– Nada que Ambrosia não resolva – eu disse, e logo depois corri para o mar.



Sozinha, fitei o nada por alguns instantes. Eu adorava olhar para o nada, para o alem. Talvez, isso poderia ser o meu futuro. Nada.

Nada é tudo em lugar nenhum.

Isso era o que mais me surpreendia. Eu poderia estar olhando para o nada, mas mesmo assim, eu estaria olhando tudo, em nenhum lugar.

Percebi alguém se aproximando de mim. Laura.

– Pensando na vida Corsy?

– É. Pensando – eu disse, ainda olhando para o nada.

– Hey, acorda. Vamos acertar alguns bonecos.

– E encontrar Clarisse? De maneira alguma! – eu disse, correndo para o mar. Seca, pensei, e assim que as ondas me atingiram, minhas roupas ainda estavam secas.

– Vamos Mini Cabeça de Algas! Tem uma campista nova.

– Quem?

– Ninguém, merda. Vamos! – ela disse brava.

– Então vem me pegar, bobona.

– Você sabe que eu te pego mesmo Constancy – ela disse séria, então sai do mar.

– O que vamos fazer hoje? – perguntei.

Não tive nem tempo de responder antes dela começar a me arrastar para a Arena.

– Laaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaura!!! Me solta! Eu quero ir pra praia! – eu gritava como uma criança manhosa. Então, de repente, senti alguém puxar minhas pernas e me deixar de ponta cabeça. Marcel.

– Me solta – eu gritava, me debatendo no ar. Ele ria com Laura, que agora, se contorcia.

– Háhá... muito engraçaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa... – eu comecei a gritar. Sei lá, sabe, deu vontade.

– O que foi?

– Vamos andar na floresta gente! – eu disse, caindo no chão – Owth... – resmunguei. Arrumei minha roupa (http://www.polyvore.com/kk/set?id=52851353&.locale=pt-br) que estava totalmente suja e me levantei. Laura, como sempre, usava uma roupa com os nomes das bandas que ela gostava e blá-blá... (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=52943235&.locale=pt-br).

– Por que você quer ir na floresta? – perguntou Marcel.

– Ah!, sei lá... eu só não quero ir treinar – eu disse, olhando para a Arena com desespero.

– Ela está com medo de Clarisse – disse Laura, como se não fosse nada demais.

– Mas é pra ter mesmo! – Marcel disse sério, e foi se afastando de pouquinho... pouquinho... até sumir.

– Viu? Até ele foge! – gritei.

– Nossa. Uma filha do deus dos mares e dos terremotos está com medo de uma filha de Ares? Não que meu pai seja ruim nem nada do tipo, mas... ah, quer saber? Vai pegar seu arco e suas flechas e eu te espero aqui – ela disse, e então se sentou no chão, passando a lâmina de sua espada na grama. Corri para dentro do meu chalé e peguei meu arco e flechas. Meu arco era dourado, assim como a ponta de minhas flechas, mas o cabo delas era de uma cor azulada.

Voltei até onde Laura estava, e ela já discutia com Squirrel de novo.

– Cale a boca! Não estou nem ai! – ela gritava. Antes que eu pudesse impedi-la, Atena apareceu. Eu parei, Laura olhou descontente para Atena, mas sem medo. Squirrel... bem, pera. Ele fugiu!

– Olá garotas! – disse Atena, animada – Hoje, vamos treinar arco-e-flecha! – então, ela pegou no meu pulso com gentileza, e fez o mesmo com Laura, que estava atordoada e nos levou até a Arena.

Syrah tinha movimentos leves, então suas flechas deslizavam suavemente pelo ar até o alvo, sem errar, assim como as de Salles. Me posicionei ao lado deles, e assim como suas flechas, as minhas acertavam o alvo certeiro, bem no meio, mas eu usava mais força, como se cada milésimo de segundo fosse importante. Meus movimentos eram brutos e rápidos com a flecha em meus dedos.

Teve uma hora muito engraçada, que Robert pegou um arco e uma flecha e ajustou à corda. Ele puxou a flecha para trás com o polegar e o indicador, mirou um alvo a uns 20 metros de distância e atirou.

A corda pesada do arco bateu na carne macia do lado de dentro do braço de Robert. Ele gritou de dor e largou a arma como se estivesse pegando fogo.

Uma marca grossa, vermelha e dolorida estava se formando na pele dele.

– Que dor! – ele exclamou.

– Você tem muito a aprender – resmunguei, atirando em outro alvo, e escutando as risadas de pessoas ao nosso lado.

– Ah!, talvez se você fosse tão boa assim, você fosse capaz de me explicar – ele disse me irritando. Eu revirei os olhos e suspirei.

– OK. Tente de novo – eu disse. Ele pegou outra flecha e colocou na corda do arco, mas, quando puxou para trás, eu o parei.

– Não com o polegar – eu disse – Deixe que a flecha fique apoiada entre o primeiro e o segundo dedos na corda... assim – eu o ensinei, então mostrei para ele, lançando minha terceira flecha. Eu fiz sinal para que ele lançasse a flecha dele, e ele o fez. Sua flecha deslizou pelo ar e parou no alvo. Não no centro, mas ainda dentro de um ótimo conjunto de pontos.

Atena me olhou com prazer, e logo se voltou a conversar muito interessada com Emma. Arregacei as mangas de minha jaqueta e voltei a treinar.


No final do dia, os únicos que conseguiram um desempenho de 1.000 pontos em arco-e-flecha, foram eu, Syrah, Salles e Emma. Alguns não ligaram. Outros não eram bons, como Robert. Inacreditavelmente, eu não dei de cara com Clarisse nenhuma vez. Estou ficando com medo...

A corneta soou, anunciando o jantar. Todos nós, esfomeados, fomos que nem um bando de minotauros em busca de semideuses para as mesas.

Logo atrás de Percy, estava eu, e logo atrás de mim, Laura, e assim por diante. Peguei arroz, picanha bem mal passada, um punhado de salada e fui para a fogueira.

Queria que você viesse me visitar, pai, eu disse, jogando metade da minha montanha de arroz e um pedaço de picanha. Eu nunca havia visto meu pai. Gostaria de vê-lo apenas uma vez...

– Ande Mini Cabeça de Algas! – gritou Laura – Você empacou ai!

– ÉÉÉÉÉ – veio um coral de pessoas gritando atrás dela.

– Ai seus chatos – eu resmunguei, indo para a minha mesa, com Percy.

Ataquei minha salada, e desejei que meu copo se enchesse de café e coca-cola. Percy me olhou com aqueles olhos de: “Credo, que nojo”.

– Que foi? É bom! – eu disse, dando um loooooongo e delicioso gole.

Antes que Percy pudesse me dizer algo, Atena chamou a atenção de todos com um assovio.

– Boa noite campistas! Espero que o jantar esteja bom, e eu sei que está – ela disse brincando – Bom, hoje, para descontrair a noite de vocês, cada um pode arrumar sua festa do pijama! E como os filhos de Poseidon são avoados... – ela disse olhando para nós.

– Hey! – dissemos eu e Percy juntos. Todos gargalharam.

–... a festa dos meninos ou das meninas será no chalé dele! – ela disse e eu olhei pra Percy. Nos levantamos correndo.

– O CHALÉ SERÁ MEU! MOHAHAHAHAAAAAAAA!!! – eu tropecei e cai no chão. Percy riu e começou a correr de costas, mas eu o alcancei rapidamente e segurei suas pernas, o levando para o chão. As garotas gritavam: “Vai Corsy! Queremos nadar de noite! Corre!”. Os garotos: “Vai perder para uma garota?, então, estava uma puta duma disputa ali.

Percy chegou primeiro, mas eu o arranquei do chalé.

Atena chegou rindo, atrás de nós, que estávamos cansados e ofegantes.

– Bem, isso prova que as garotas mandam por aqui – ela disse sorrindo e estendeu a mão para eu dar um soquinho, e eu dei, me apoiando em meus joelhos.

Laura chegou e me abraçou. Mas depois me deu um soco.

– Aê!!! Ficamos com o chalé mais arejado! – ela gritou, e todo mundo riu. Bem, todo mundo menos alguns meninos...

– Peguem... seus... pijamas... e nos encontramos... daqui... a pouco... aqui – eu consegui dizer, e fui cambaleante para meu banheiro. Abri a ducha no máximo e tomei um banho rápido, colocando meu pijama do Batman (http://www.polyvore.com/babah/set?id=52883151&.locale=pt-br). Laura chegou seguida do resto das meninas. Sua roupa era no mesmo estilo que a minha, só que não do Batman (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=53028344&.locale=pt-br).

As garotas entraram, e a festa do pijama começou.

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Como ninguém lê a porra das notas finais, eu venho aqui dar um aviso e uma recomendação de fanfic.

Primeiro: se não recebermos reviews, ficaremos MUITO chateadas com a situação, e iremos parar de postar.

Segunda coisa: pra quem gosta de histórias macabras, sangrentas, e que no final o mal sempre vence, leia essa fanfic original da minha amiga: I am The Death.

Sim, é super legal. É uma fanfic da minha amiga LauraJacksonMellark. Eu sou a Megan (hihi) e ela é a Lucy. Bem, e falando em fanfics, uma ótima fanfic também é Princesa do Medo. Sabe, é uma fanfic minha e eu estou precisando de reviews... hihi.. Então, se puderem... ver, isso seria ótimo.

Beeeijos..


Notas finais
MOHAHAHA