Notas iniciais
De novo, demorei mas cheguei hahaha.

ZP- ... É, isso mesmo, ele foi preso.

Du- Mas como isso foi acontecer? – ela ficava cada vez mais desesperada – O que ele fez de tão grave pra ser preso? Eu sabia, não devia ter deixado ele lá sozinho – andava de um lado para o outro se lamentando.

ZP- Fica calma, nós vamos tirar ele de lá, ok. Mas agora a gente precisa ir pra delegacia – disse enquanto pegava a chave do carro que ele havia deixado na mesa – Você precisa dar um depoimento, disser tudo o que aconteceu, para desfazer esse mal entendido. – foi em direção a porta.

Du- Ok – assentiu – Vamos logo então.

Eles então entraram no carro de João Lucas e foram em direção a delegacia. Enquanto não chegavam, Zé Pedro contou o que havia ocorrido para que Lucas tivesse preso. Eles chegaram na delegacia, e foram logo falar com o delegado. Du deu o seu depoimento, contou tudo que havia ocorrido na noite passada, contou onde deixou Lucas e tudo mais.

D- Seu irmão não está sendo acusado do só do roubo do seu carro, mas de outros crimes também. Resistencia a prisão, agressão a um policial, uso de substâncias proibidas, que são os mais graves.

ZP- Esse último já foi comprovado? – ele se assustou com o que o delegado havia dito.

D- Não, depende do resultado dos exames que geralmente demoram um pouco.

ZP- Então ele vai continuar preso.

D- A menos que seus advogados consigam um juiz ou o relaxamento da prisão.

ZP- Isso já está sendo providenciado – assentiu – É, eu posso ir ver o meu irmão?

D- Pode – assentiu, e pediu para que um policial o levasse para ver Lucas.

Zé Pedro entrou na cela que Lucas estava. Ele contou tudo a ele, contou que os advogados estavam providenciando tudo para saída dele, mas que ele precisava ter paciência. Lucas não gostou muito de saber que teria que dormir ali, mas não havia o que fazer, então ele teve que aceitar, e esperar.

Zé Pedro então saiu de lá e foi em direção a Eduarda, que estava sentada em um banco o esperando.

ZP- Vamos?

Du- Vamos.

ZP- Bom, eu só tenho que te agradecer. Obrigado. – disse já fora da delegacia, indo em direção ao carro.

Du- Não precisa, se fosse preciso eu até mentia pra tirar o Lek do sufoco.

ZP- Vocês são, namorados? – perguntou, já que estava estranhando toda aquela ajuda.

Du- Claro que não. Sem essa cara, a gente é amigo. Um ajuda o outro a não perder a cabeça. Sabe como é que é?! – arqueou as sobrancelhas.

ZP- No caso, o meu irmão.

Du- É – deu um risinho – Tem vez que fica difícil.

ZP- Bom, onde é que eu deixo você? – disse abrindo a porta do carro.

Du- Aqui mesmo – olhou para os lados.

ZP- Ok. Tem algo que você esteja precisando? – a encarou.

Du- deu um risinho de desaforo – Se é sobre dinheiro que você ta falando, eu tenho o meu – o encarou, virou as costas e saiu.

Eduarda saiu de lá e foi em direção a uma lanchonete que havia ali perto, ela estava com muita fome. Ela pediu um lanche e um suco de laranja.

Depois de comer, ela pagou e saiu de lá. Ela foi em direção a delegacia novamente, e se sentou ao lado de uma árvore do outro lado da rua. Ela ficou ali por horas e horas.

No dia seguinte, já de noite, ela avistou um carro chegando, e viu Zé Alfredo, o pai de João Lucas. Ela se levantou, e ficou atrás da árvore. Ela o viu entrar e ficou apreensiva. Ela viu ali, esperanças para que João Lucas finalmente saísse daquele lugar.

Minutos depois ela avistou Zé saindo da delegacia, e João Lucas ao seu lado. Ela ficou quieta, só observava. Ela viu Zé parando para conversar com Lucas, e notou que ele estava tomando um esporro do pai.

Depois de tomar um esporro do pai, Lucas se virou para entrar no carro e avistou Du. Ela acenou pra ele e deu um sorriso. Ele pediu para o pai o esperar, e ele foi em direção a ela.

JL- Eu não acredito – ele agachou e pegou uma flor no chão — Que você ficou esperanto todo esse tempo. Isso que é amizade em.

Du- Tu acha mesmo? – ela o olhou.

JL- Ué, vai negar? – ele lhe ofereceu a flor, e ela pegou.

Du- Eu tava passando aqui por acaso, e vi que você tava de saída. – negou ter passado a noite inteira ali.

JL- Ah claro, muito normal dá um rolé em frente à delegacia, em Petrópolis. – deu um risinho.

Du- Não sei como é que eu não desisto de te ajudar.

JL- Garota, eu não preciso de babá. – a encarou.

Du- Mas não foi isso que teu pai bancou contigo hoje? – o encarou de volta, e arqueou a sobrancelhas.

JL- Da um tempo ta. – ele virou de lado, se apoiando na árvore. Ele não queria aceitar o fato de que precisou da ajuda do pai.

Du- Não, tudo bem, eu só vou te falar mais uma coisa. – deu um sorriso- Eu to feliz por você ter saído.

Lucas deu um sorrido, deu a volta na árvore que estava os separando, e abraçou Eduarda. Um abraço carinhoso, como forma de obrigado, por ela sempre estar lá com ele, para ajudar ele.

Du- Aproveitou esse tempo pra pensar na tua vida?

JL- Pensei – assentiu – Mas eu não cheguei à conclusão nenhuma – de um risinho.

Du- ela riu – Beleza, então quando se chegar tu me avisa né?! – ele assentiu – Tu sabe onde me encontrar. Ah, eu deixei seu carro ta, intacto. – se virou e foi em direção à rua para ir embora.

Notas finais
Espero que tenham gostado.