Nossa História De Amor.
15 Ecstasy.
Notas iniciais
Bem, demorei pra caralho, né? Eu, eu sei, desculpe-me por isto, mas eu estava sem tempo e inspiração para escrever.
Ah, obrigada de coração a Sa Mori pela recomendação perfeita! Sério, tinha muito tempo que eu não recebia uma recomendação nesta história e foi muito legal você ter quebrado o jejum. Foda você, ok?kkk
Enfim, boa leitura!
Quarta- Feira, 10 de Setembro de 1989.
A realização de um sonho adolescente de Annabeth estava finalmente ocorrendo – não ir para o Havaí, ela nunca quisera largar NY – mas sim sair com Percy à noite em um encontro, ele chamando-a de bela e depois abrindo a porta do carro.
Mas aquilo não era nada do imaginado quando adolescente. Percy não dirigia uma carruagem, não vestia roupa de príncipe, nem se ajoelhava e a pedia em casamento, estava normal como sempre e dirigia o conversível com apenas uma mão, usando a outra para apoiar o cigarro de forma superficial. De qualquer maneira, aquilo era bem, bem melhor do que tudo que havia sonhado.
Percy estacionou bem perto da praia, não tão cheia quanto Annabeth imaginou que estaria, mas ainda assim com algumas pessoas. O lugar onde o luau estava era em torno às palmeiras, e coqueiros, havia uma árvore cheia de florais rosas, que era o centro das atenções, seus galhos estavam marcados por lâmpadas antigas e lamparinas coloridas, almofadas vermelhas e brancas estavam espalhadas pelo chão, e uma mesa grande coberta por um pano branco estava cheia de todos os tipos de frutas, champanhe no gelo e taças de vidro.
Bem mais a esquerda daquilo tudo, uma grande fogueira chamuscava, com algumas poucas pessoas tocando violões, eles pareciam felizes. Annabeth também estava feliz.
O lugar era reservado, havia o que parecia uma marcação do luau por toda a praia, de pedras cristalinas e grandes. No vácuo entre essas pedras, estava um segurança – ao menos a jovem imaginava isso. Era difícil de dizer, já que ele vestia uma blusa floral e uma bermuda branca.
Ao passarem pelo segurança, Percy à frente conduzindo Annabeth pela mão, a identidade ou algum documento do tipo não foi requisitado a nenhum dos dois, o rapaz simplesmente fingiu não notar a entrada deles, evitando contato visual.
Percy se separou dela brevemente, e quando retornou, estava com uma flor rosa na mão. De forma delicada, ele colocou-a na orelha de Annabeth, que sorriu para ele de forma doce, recebendo outro sorriso de volta, olhavam-se como dois apaixonados. Percy a abraçou por trás e sussurrou em seu ouvido:
– És a mais bela de todas as belas deste mundo, e se houveres outros mundos, então serás a mais bela deste mundo e de todos os outros – Annabeth riu.
– Recitando agora? – ela perguntou de forma divertida, Percy lhe deu uma água de coco e pegou outra para si, ele não parecia nenhum pouco nervoso com o 1º encontro “formal” entre os dois. Na realidade, nem mesmo Annabeth estava nervosa, e olha que esta sempre teve surtos de pânico antes e durante qualquer encontro. Isso era algo que eles compartilhavam: honestidade total entre ambos.
– Apenas usando meus dotes literários para impressionar minha parceira, bem... Talvez – ele riu, a música na fogueira estava ficando cada vez mais animada. – Mesmo assim, todas as palavras não são nada mais que a pura verdade.
Annabeth passou a mão em sua nuca, olhando para ele de forma apaixonada. Era impressionante como ele era bonito, bonito e esbelto. Ela retirou alguns fios negros que persistiam em cair na testa e olhos verdes do rapaz. Uma nostalgia tomou sua mente, ele era aquele mesmo amigo de 17 anos e aquele mesmo coleguinha de 10, ele era o homem da sua vida, sendo sua presença romântica ou não.
Percy beijou sua testa e depois o nariz, fazendo-a fechar os olhos e rir, respectivamente.
– Hey – falou ele de forma carismática. – Eu te amo – Annabeth mordeu o lábio inferior, abrindo levemente os olhos e descobrindo que os olhos verdes nunca estiveram tão sinceros, assim como o sorriso que ela acabou dando.
– Eu também te amo – Os dois chegaram perto um do outro, tão próximos fisicamente a ponto de sentirem a textura de seus lábios uns nos outros, e então ouviram uma coisa que irritou ambos bastante: sotaque britânico.
– Percy Jackson? – uma voz masculina perguntou atrás dele, Percy se virou na mesma hora, curioso enquanto Annabeth batia o pé na areia em frustração, não havia momento mais perfeito que aquele e algum ser insignificante o havia estragado.
– Você é...? – Percy cruzou os braços, a brisa marítima bagunçando ainda mais seus cabelos.
– Eu acho que você não me conhece, mas eu sou Nick Harbor, um grande fã das suas crônicas – Annabeth deu um sorriso ameno, o garoto era apenas um fã. – Dos seus livros, dos seus contos, das suas colunas, e de tudo o quê você faz.
Percy deu uma risada, deixando aquela expressão séria de lado e estendendo a mão para o fã em um high five, Nick parecia um fanático, de forma que quando a mão de Percy tocou na sua ele pareceu até ficar com os olhos marejados. Annabeth achou aquilo fofo.
– Eu soube da sua viagem para o Havaí, está sendo um tremendo sucesso em Londres, todos comentam sobre a medida pouco convencional tomado pelo seu editor para você redigir o seu mais novo livro – Annabeth chegou perto, mordendo o lábio inferior. Agora era ela que estava curiosa.
– Como você sabe disto? – Annabeth saiu mais rude do que queria.
– Ah, a própria Werstystone dos EUA está fazendo propaganda disto por aí, na verdade eles estão fazendo a propaganda de que o casal de escritores está escrevendo um livro de romance sobre eles mesmos...
– O quê? – Annabeth quase caiu para trás. Percy riu de forma irônica, que causou um arquear de sobrancelhas em Nick, depois as franziu e arregalou os olhos ao ver Annie.
– Espera, você está fazendo um livro com Annabeth Chase? – ele riu. – Eu quase não a reconheci sem sua roupa social das contracapas do livro. Bem, eu não sabia que vocês dois eram da mesma editora.
– O que você está querendo dizer com “a própria Werstystone dos EUA está fazendo propaganda disto por aí”? – Percy perguntou, ignorando o comentário sobre Annabeth. Nick coçou a cabeça.
– Vocês não sabiam? Pelo menos em Londres falaram que Percy estava com uma escritora famosa fazendo o melhor livro do ano – a expressão facial de Percy não deveria ser nada boa, já que Nick colocou uma mão em seu ombro. – Você está bem? Eu não sei se esta é a propaganda mundial, mas...
– Tudo bem, tudo bem – Percy pôs a mão na testa, massageando-a. Um fã era a pessoa totalmente errônea para se discutir sobre um contrato. – Foi um prazer te conhecer, mas agora nós estamos indo para a fogueira.
Nick acenou enquanto Percy puxava Annabeth para o mais longe possível da festa e até mesmo da fogueira, ele olhou para os lados antes de passar a mão pelos cabelos.
– O quê você acha? Pode ser verdade o quê ele disse? – Annabeth deu de ombros.
– Só averiguando para ver, mas se for verdade...
– Eu sei. Eu também não quero que isto aconteça – ele engoliu em seco. – Eu não tenho total segurança sobre o nosso livro.
– Nem eu – Annabeth mordeu o lábio inferior. – É uma estratégia arriscada a do Phill, mas ele é o editor da Werstystone, eu tenho certeza que de alguma coisa ele sabe – Percy suspirou fundo, e então virou Annabeth, abraçando-a por trás.
– Que tal pararmos de falar sobre isto, hum? – ele beijou o pescoço dela. – Amanhã de manhã nós retornamos o assunto – Annabeth riu enquanto os dois iam para a fogueira, onde se assentaram perto um do outro.
Algum rock progressivo tocava de forma acústica, eles misturavam o inglês com uma língua típica do Havaí, de forma que Annabeth, quem entendia tudo sobre rock progressivo, achava impossível entender à música tocada.
Ela não se importava muito com a música, mas sim com suas mãos dadas as de Percy, assim como sua cabeça apoiada na dele, se importava com as risadas, com os beijos e os sorrisos. E a única dúvida que tinha era se aquilo iria durar, ela realmente esperava que sim.
* * *
Annabeth ria, subindo os degraus. O que havia acontecido com ela? A própria não sabia, quem dirá os outros... Mas não era de se esperar outra coisa, estava risonha demais, feliz demais.
“O que tinha na droga daquela água de coco?” Ela se perguntava enquanto rodopiava em volta do sofá, onde Percy estava assentando com os olhos sérios e um sorriso brincalhão brotando nos lábios.
– Ecstasy, Annabeth. Eu disse para você tomar cuidado com as amizades naquele luau – Percy riu – Ecstasy, eis uma droga que eu nunca provei, deve ser porque eu não acho graça em me passar de retardado.
– Que isto, Percito? – Annabeth riu, sentando-se ao seu lado. – Acho que eu estou usando mais drogas nesta viagem do que eu usei na minha vida toda – ela riu sem graça, antes de apoiar as próprias pernas nas de Percy.
– E eu acho que você deveria tomar um banho e dormir – Percy colocou seus óculos, que estavam em cima da mesinha em frente ao sofá. Annabeth fez uma careta e depois uma expressão sensual.
–Sexy... – ela piscou para ele, que nem teve tempo de rir e já estava sendo atacado pelos lábios macios de Annabeth, ela o apertava muito forte, era o beijo mais avassalador e doido que ele havia recebido na vida.
– Annabeth... – ele sussurrou numa tentativa de buscar ar, Annabeth não lhe deu ouvidos, passou por cima do seu corpo e o beijou ainda mais avassaladora.
Ela passou as mãos pelos ombros largos dele, depois foi até a barra da sua calça, desabotoando-a de forma rápida e desengonçada, puxou-a junto com a cueca. E então começou a masturbá-lo forte e rapidamente.
– Anna... Oh – Percy fechou os olhos, Annabeth desceu seus beijos avassaladores para o pescoço dele, mordendo-o e chupando-o de forma mais ríspida que o normal, a blusa de algodão e branca de botões de Percy fora simplesmente rasgada ao meio, fazendo os botões voarem da blusa. Annabeth a tirou de forma rápida antes de começar a beijá-lo e mordê-lo nos ombros e depois nos mamilos, sua saliva passou em uma trajetória do começo do abdômen até o fim dele, lambendo-o perto demais do seu membro.
– Então é assim que você fica quando usa drogas? – Percy abriu levemente os olhos, via Annabeth mordiscar, chupar, e lamber a região perto do seu membro enquanto o masturbava de forma lenta e forte. Ele fechou os olhos quando Annabeth chupou sua glande, desta vez mais ríspida do que das outras vezes. – Então... Eu vou te dar mais ecstasy... O-ok?
Annabeth riu. Seus tão famosos dentes de vampiros arranhando todo o membro de Percy, fazendo-o gemer e suspirar ao mesmo tempo, empurrando Annabeth ainda mais contra seu membro, fazendo-a engolir todo seu líquido em bom grado.
– Se eu puder ter seu corpo sempre que usar Ecstasy... Eu topo – Percy riu levemente, antes de gemer mais uma vez. Quando gozou, seu corpo todo se relaxou e seu sorriso ficou mais duradouro e ameno.
Havia sido o melhor ataque sexual que ele teve na vida. Ele continuou por mais alguns segundos, sorrindo e sentindo aquela sensação gostosa pós-clímax. Quando abriu os olhos, viu Annabeth sorrir divertida, então ao levantar o tronco para beijá-la, foi empurrado de volta ao sofá por Annabeth, que se assentou na sua barriga e jogou todo seu cabelo loiro para um lado.
–Hoje não, gostosão – ela retirou a blusa, ficando somente de sutiã, saia e flor na cabeça. – Espero que tenha gostado! – ela saiu de cima dele, tirando a saia, ficando apenas de salto alto e flor. – Boa noite.
Sua voz saiu rouca e sexy, coisa que Percy julgou corretamente, já que quando Annabeth tomava ecstasy virava a mulher-gato. Ele riu do próprio pensamento, assistindo a loira subindo as escadas, suas pernas douradas e delineadas saindo de seu campo de visão.
Ele passou as mãos no cabelo e riu mais uma vez, precisava comprar Ecstasy urgentemente.
Notas finais
Eeenfim, deixem seus reviews, ok??
Beijos e até o próximo!
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