Nossa História De Amor.
21 Pais.
Notas iniciais
Tudo bem com vocês? Ãh, eu sei que disse que ia postar rápido e tudo mais. Mas olha só, até que eu postei né? Contando com o fato que não tive tantos reviews assim e ontem eu tive sábado letivo...
Mas vamos parar de enrolar.
Boa leitura!
Domingo, 12 de Outubro de 1989.
Annabeth quase ria enquanto dava o maior trato da sua vida em algo, Percy olhava para ela com um sorriso preso, que iria sair em qualquer momento. Ele se mexeu rapidamente.
-Shhi – ela o olhou com certa impaciência – Eu estou quase acabando.
Aquilo era definitivamente a maior besteira que Percy já havia feito na vida, enquanto olhava para baixo, percebia que Annabeth havia usado mais maquiagem em seu pênis do que em seu próprio rosto. Não deveria ter aceitado quando a loira disse que queria transformar sua masculinidade em menina. Por fim, Annabeth pegou uma fita vermelha e a enlaçou envolta do membro, dando um ar muito cômico.
Quando Percy se olhou no espelho, não pode deixar de rir, era a primeira vez que uma mulher fazia seu membro ficar com uma pequena boca vermelha, cílios longos e um laço de fita na extensão.
-Você está tentando me deixar incapacitado já tem muito tempo – ele disse enquanto olhava por todo o corpo nu da loira, porém sentia-se um tanto excitado, o que fez Annabeth arquear a sobrancelha cética.
O fim de semana dos dois naquele apartamento era sem dúvida a coisa mais erótica que Annabeth já havia vivido na vida, raramente eles paravam para comer ou dormir. Brincaram em todos os lugares daquela casa, incluindo a cozinha. Lambuzavam-se de mel, chocolate, e o que tivesse de erógeno por ali. Andavam nus pela casa e Annabeth não conseguiu tomar banho sozinha nos dois dias que ficaram naquela brincadeira. Na maioria das vezes ainda tinha algum rastro de gozo por seu corpo, o que Percy fazia questão de limpar.
A loira sentou-se na barriga do moreno, enquanto olhava para o noticiário da TV pela primeira vez em dois dias, Percy brincava com seus seios de forma infantil (se é que pode se chamar caricias daquele caráter de infantil), ele havia criado algum tipo de fetiche encima dos seios de Annabeth que a faziam ficar beneficamente envergonhada.
Percy sentiu a excitação molhada da loira em sua barriga, fechando os olhos e tentando puxar o ar rarefeito daquele apartamento.
-Vamos Percy. – Annabeth chamou enquanto inclinava-se sobre ele, Percy revirou os olhos.
-Você não cansa, não, hein? – disse ele ofegante, sentindo seu ar rarefeito demais, Annabeth sorriu da forma mais cafajeste possível.
-A idade está pesando, é? – Percy semicerrou os olhos enquanto abria o maxilar da forma mais surpresa possível. Então o mais rápido que pode trocou as posições, prendendo as duas mãos da loira encima de sua cabeça.
-Quem você está... – a campainha soou de forma ardente e incomodativa no ouvido dos dois, fazendo-os olhar em direção à porta na mesma hora. Quem poderia ser uma hora daquelas? Eles deixaram bem claro para a Werstystone toda saber que não queriam ninguém atrapalhando o final de semana de folga deles.
Mais que rapidamente os dois saíram do tapete da sala, indo para o quarto como dois loucos e até caindo no meio do caminho, Annabeth segurava o riso enquanto achava um vestido qualquer para vestir. Percy colocou uma calça preta e uma blusa de botões também preta, ficou sem querer descalço.
Como não tinha que se preocupar com o cabelo (já que ele sempre estava desarrumado), correu para a cozinha enquanto ouvia novamente a campainha estridente tocar, guardou o máximo de coisas que estavam no balcão e limpou com um pano de chão o mel e caldos de algumas frutas do chão da cozinha. Jogou o pano embaixo do armário de forma infantil.
Na terceira vez que a campainha soou ele estava arrumando a sala, colocando as almofadas rapidamente no sofá surrado, limpando o chão que estava sujo de gozo e outros tipos de liquido que você não quer realmente saber.
Quando os visitantes iam tocar pela quarta vez (já definitivamente impacientes), Percy abriu a porta, um tanto ofegante e com os cabelos todos nos olhos. De uma só vez passou a mão nos cabelos, penteando-os para trás.
-Eu estou muito decepcionado com você – disse Poseidon à porta. Percy piscou uma ou duas vezes para ver se aquilo era verdade. Seu pai estava ali, na sua frente, em Nova York?
-Pai? – ele olhou atrás dele – Atena?
-Olá, filho do Fisher – Atena disse cansativamente, enquanto revirava os olhos. Percy franziu as sobrancelhas. Alternando o olhar entre os dois. – Você não vai nos deixar entrar? Já está com todo este poder no apartamento da minha filha?
“Oh, não” – pensou Percy, dando espaço para os dois passarem. Obviamente o relacionamento dele e de Annabeth já havia chegado aos ouvidos de Poseidon, lá na Califórnia.
Passos foram ouvidos do corredor, Percy deu um sorriso de lado, nem um pouco confortável. – Mãe? – foi à vez de Annabeth parecer surpresa – Você por aqui novamente?
-Algum problema? Eu estou atrapalhando o namoro de vocês dois? – ela entoou a palavra namoro como se estivesse falando de uma doença. Poseidon a olhou rapidamente e cruzou os braços bronzeados, não antes olhando com seus olhos verdes da mesma cor que os de Percy para o mesmo. Era um homem de 50 anos com uma personalidade masculina assustadora.
-Eu acho que vocês tem alguma coisa para nos explicar, não é mesmo?- foi a primeira coisa que Poseidon disse dentro daquele apartamento. Annabeth olhou para Percy antes de olhar para Poseidon da forma mais assustada possível. Então se recompôs da melhor jeito que conseguiu e sorriu.
-Claro – disse ela, dando a mão para Poseidon apertar, ele cumprimentou da formam mais rápida e forte que conseguiu, quase esmagando a mão da loira. -Nós dois sempre fomos amigos, acho que vocês sabem disto.
Os dois pais se entreolharam, Atena então sentou-se no sofá, suspirando cansadamente.
-Eu já sei o que está acontecendo com vocês, só não esperava que voltassem a ter o relacionamento que vocês têm seja lá o que isto for. Quer dizer, ele não havia sumido do mapa? – Atena gesticulou pesadamente, colocando seus óculos nos olhos o mais rápido possível – Eu só acho que deveria ter algum tipo de mutualidade entre nós (os pais), e vocês. Eu não sabia que Poseidon não sabia que vocês têm... Isso aí que vocês têm.
-Não é nada demais, é a relação que você já está acostumado a ver. – Percy disse para o pai – Só um pouco diferente.
Atrás dele, Percy viu um pote de chocolate lambuzado encima da TV, definitivamente só um pouco diferente. – E eu achei que você não tinha nada contra a Annabeth.
-Você tem algo contra mim? — Poseidon sentou-se na poltrona ao lado, gesticulando para os dois mais novos em pé um tanto cansativamente.
-Não é algo contra você, querida – ele suspirou – Você é ótima, mas sua mãe...
-O que tenho eu? – Atena abriu os olhos cinzas de forma amendrontadora – Você que era o vizinho mais insuportável que eu já tive na vida.
-Você é a mulher mais chata que eu já conheci – continuou Poseidon, Atena abriu a boca, ia falar algo quando o próprio Poseidon continuou – Mas sua filha é um doce, ainda bem. E eu sei que a relação não é igual, Percy. Ter sexo é um avanço muito melhor em qualquer relação.
-Poseidon! – gritou Atena. Enquanto Percy ria baixo e Annabeth ficava com as bochechas vermelhas.
-Atena, não seja ingênua. Os dois têm quase 30 anos – ele sorriu – Na verdade meu filho já tem 30 anos.
-Não precisa ficar falando, sabe... Ninguém precisa saber – Percy fez um bico chateado. O ar antes rarefeito agora soprava em seu rosto friamente. Annabeth se sentou também, enquanto tentava fazer as bochechas ficarem menos vermelhas.
-Mas nós não estamos aqui num domingo só para conversar bobagens – Poseidon disse direto e reto, fazendo Atena suspirar enraivecidamente mais uma vez. – Eu e Atena estamos aqui para convida-los, entre aspas, porque vocês estão sendo obrigados a ir, para um jantar em família.
-Um o que?- Percy perguntou enquanto fazia uma careta. Poseidon ignorou-o.
-Eu, Atena, Sally, Frederick, nós precisamos saber o que exatamente vocês estão planejando para o futuro. Casamento, talvez?
-Pai! – Percy gritou com sua voz mais grave possível, Poseidon ignorou-o novamente.
-Não há mais coisas a dizer, eu vou embora porque ainda tenho que ir numa reunião – ele levantou-se novamente, Atena olhava para ele com um misto de indignação, surpresa e raiva. Acabou se levantando também.
-Isto não era nada do que tínhamos combinado – sussurrou ela enquanto iam em direção à porta. Poseidon revirou os olhos e a abriu, dando um tchau com a mão para os dois.
-Terça feira, 21 horas, no State Place – então fechou a porta, dentro do apartamento Percy e Annabeth conseguiram ouvir Poseidon falando: — Você queria um discurso de 20 minutos! Porque tudo isto se queremos apenas saber se os dois vão casar?
Percy sentou-se no sofá enquanto abaixava os ombros de forma desolada, Annabeth cruzou os braços encima do peito, olhando num ponto fixo sem piscar. Ele acabou olhando nos olhos da loira, que respondeu apenas olhando de volta para os verdes, um compreendimento mútuo partiu dentre os dois.
-Meu Deus – exclamou Percy – Estamos ferrados.
Notas finais
Por favor gente, deixem seus reviews, fantasminhas apareçam. Eu tenho muito mais leitores do que estes que estão comentando nestes últimos capítulos.
Beijos e até o próximo! =)
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