— É eu mereci esse tapa.(disse passando a mão no rosto)

Dias depois...

Ela conta a Krica o que aconteceu é a amiga incentiva ela para contar tudo e se resolver com ele, mas ela não aceita é então a amiga tem uma ídeia de armar para eles ficarem juntos, ela o chama na sua casa que estava sem ninguém ele estranha mas vai no encontro, é lá estava Marina, eles procuram a casa toda até no quarto é estava vazia, e quando eles entram lá dentro Krica os tranca devargarzinho e vai embora.

— Cadê a Krica?(pergunta Mari)

— Cadê ela pergunto me chamou aqui para uma reunião de amigos e some.(Nick)

— Nossa o que deu nela?

— Ou em você quem sabe não foi você que armou isso aqui.

— Não foi eu dessa vez.

— Nunca é.

— Acha que fiz tudo isso para ficar presa com você grávida?

— Não sei você é louca.

— Eu sou louca por você.(disse se aproximando dele)

— Fica longe de mim, tem namorado é está atrás de mim.(disse se afastando dela)

— Quando te vejo fico dessa forma foi mal.

— Parece que talvez sua amiguinha armou isso olha.(disse ele apontando o quarto que estava cheio de rosas vermelhas em um clima romântico)

— Eu mato ela.

Ele tenta abrir a porta mas estava trancada, ele vê que tinha um bilhete ali era de Krica escrita sobre toda a verdade, ele lê com atenção e olha chocado.

— Mari esse filho é meu?(pergunta Nick)

— Não porque?(mente)

— Está escrito aqui.(disse ele lhe mostrando)

— É não tem como mentir é sim.(disse e ele fica chocado mas logo muda a expressão ficando feliz)

— Porque não me falou antes?

— Não te falaria porque não quero atrapalhar a sua vida com a Ângela.

— Mas eu tenho o direito de saber.

— Me desculpa.

— Mas uma coisa que arma é me esconde.

— Só não queria que essa criança fosse um peso para o seu namoro, poderia da brigas.

— Ela vai aceitar é meu filho ela me ama.

— Se é assim é claro que poderá vê seu filho.

— Não acredito que quase ficava longe dele.

— Dela é uma menina.

— Eu estou perdendo a gestação da minha filha.

— Não te incomodaria fora do Brasil para isso, ela ainda nem nasceu.

— Mas eu quero acompanhar tudo as idas ao médicos para fazer ultra-som.

— É pode acompanhar agora.

— Que raiva se não me contasse não saberia nunca.

— Foi mal me desculpa mesmo.

— Já escolheu o nome?

— Sim Angêlina.

— É um lindo nome.

— Lembra que falou se tivesse uma filha chamaria de Angêlina?

— Sim lembro.

— Então coloquei por causa disso.

— Ah gostei, vou mandar mensagens para nos tirar daqui(disse ele procurando o seu iphone no bolso e não o acha) Droga ando grudado nele é esqueci ele.

— É o meu está sem batéria é não tenho carregador aqui.

— O jeito é esperar.

— É.

— Posso passar a mão na sua barriga?(pede ele)

— Pode.(disse e ele acariciou a barriga dela e fica emocionado se abaixa e beija a barriga dela e ela sorrir depois ele levanta e se senta ali)

Os dois ficam minutos naquele silêncio constragedor apenas se olhando, ambos tinham vontade de se agarrarem, ele estava pensando que agora teria um filho e estava feliz, até que ele quebra o silêncio.

— É o seu namorado aceita que tem um filho de outro? ou você enganou ele dizendo que o filho é dele?

— Você acha que eu só vivo de enganar as pessoas não é?(disse ofendida com lágrimas nos olhos)

— Me desculpa.

— Estou cansada que fique falando assim mal de mim, eu mudei, eu só fiz aquilo tudo por amor.(disse com a voz embargada)

— Mas não me respondeu ele aceitou?

— Eu não tenho namorado eu menti depois que você foi embora.

— Ah é verdade?

— Claro eu amo você não quero mas nenhum outro, mas você não me ama.

Ele apenas a olhou não falou nada só a agarrou a beijando precisava sentir o beijo dela estava morrendo de saudades fazia mêses que não a beijava necessitava dela, era um beijo apressado e intenso e ela corresponde, ele vai a empurrando até a cama.

Pov Nicolas: