Pov Nicolas:

Assim que a deitei na cama depois de tirar as roupas dela, analisei seu corpo e parei de novo em seus olhos. Tirei minha calça e as meias e deitei por cima dela, devagar e como sempre sem deixar meu peso em cima dela. Selei delicadamente nossos lábios e com muito cuidado dei uma apertada em sua cintura. Hoje eu não tava pra preliminares, queria apenas amar minha morena a noite toda estava com muitas saudades. Desci alguns beijos por seu pescoço e depois levantei, tirando devagar sua calcinha, seguido da minha cueca. Tudo parecia acontecer em camera lenta. Eu a penetrando, um gemido ser reprimido em sua gargante, nossas bocas coladas, as mãos entrelaçadas. Era a melhor coisa, era ela. Não era desejo, não era paixão, não era fogo. Era amor, carinho, cuidado. Não era prazer, era sentimento. E essa sem dúvida seria a melhor. Comecei a me movimentar devagar e quando nossos olhos se encontraram eu senti amor explodindo dentro de mim. Aumentei um pouco a velocidade, mas não desviei nosso olhar. Nossos corpos se encaixavam perfeitamente. Meu pau dentro dela era como chave e fechadura. Só tinha uma chave pra fechadura, só tinha uma fechadura pra chave. Eu e ela, ela e eu. Pensar assim pra mim é estranho. Esses sentimentos que me invadem como de já fossem de casa pra mim é novidade. Ter ela assim, apesar de tantas transas, era sim uma novidade. Quando acelerei mais o seu gemido saiu mais alto, assim como o meu. Ela é tão linda, tão especial, tão minha. O choque dos nossos corpos era uma coisa boa de se ouvir, mas o que eu ouvia mesmo era meu coração batendo disparado no peito. Selei nossos lábios de novo e entrelacei nossas outras mãos. Ficamos nesses movimentos, sentimentos e momentos até nós dois gozarmos juntos. Me joguei do lado dela e a olhei de novo. Nossos olhos refletiam amor.

— Eu te amo.(disse Mari sorrindo)

Ele não fala nada apenas a olha com o coração acelerado, transar com ela ele teve a certeza que a ama ainda, é o amor que tem por ela nem se compara com Angêla tava claro ali que ele não amava mas Angêla.

— Droga trai a Angêla de novo.(disse ele se sentindo culpado)

— É aconteceu.

— Mas não pense que vou largar ela por você.(disse e isso a feriu profundamente)

— Eu sei que não mas eu adorei fazer amor com você assim mesmo.(disse ela beijando as costas dele)

— Eu amo ela.(disse mentindo e isso lhe doí mas ainda)

— Não foi o que pareceu, agente transou com tanto amor eu percebi.

— Impressão errada.

— Porque transou comigo se a ama?

— Sei lá porque deu vontade você é gostosa é não resisti coisas de homem.

— Eu sou apenas um corpo que você come é?(pergunta entre lágrimas)

— Não Mari não é, eu não consigo mas mentir para mim mesmo eu estou apaixonado por você, sempre tive tentei mas não consigo te esquecer.(disse e a beija não suportou vê-la ali chorando)

— Era a coisa que eu mas queria ouvir nessa vida.

— Eu te amo.

— Volta comigo?

— Não sei o que eu faço para falar com a Angêla ela não merece isso.

— Por falar nela eu ela venho na minha casa agente discutiu ela me deu um tapa eu contei que espero um filho seu.

— É ela nem me contou?

— Não.

— Nossa tava lá como se nada tivesse acontecido.

— Isso faz dias, entendo ela não queria que esse filho acabasse com o casamento dela.

— Mas ela deveria ter me contado.

— É eu também.

— Mas eu vou terminar com ela, eu não posso continuar enganando ela é a mim mesmo porque eu te amo.

— Amanhã fala com ela, eles devem abrir a porta amanhã.

— É hoje vamos dormir de conchinha.

— Mas antes disso vamos curtir um ao outro faz tempo que não ficamos juntos.

— Seu pedido é uma ordem.

— Só não da para fazer muita coisa com a minha barrigona aqui.

— Você está linda assim grávida.

— Nunca me imaginei grávida.

— Eu sonhei faz um tempo de você grávida de mim.

— Sério?

— E depois que nos separamos.

— Ficou feliz?

— Claro eu estou o homem mas feliz desse mundo.(disse ele sorrindo e a beijando)

Depois de um bom tempo nos amando nós dois sentamos na cama e fomos comer o morango. Passei um deles no chocolate e coloquei na boca dela, que fez o mesmo comigo em seguida, e depois dormiram de conchinha felizes. Quando acordam na manhã seguinte encontram a porta aberta.

— É estamos livres.(disse Nick)

— Por mim ficaria aqui com você a vida toda.(Mari)

— Trancados no quarto? não né agente tem muita vida para curtir lá fora.

— É verdade.

— Temos a vida toda para ficarmos juntos.

Eles descem e tomam café lá estavam os amigos Krica e Glauco.

— É bonito o que fizeram em.(Nick)

— Não gostaram?(pergunta Glauco)

— Olha a nossa cara de felicidade.(disse Mari que chega de mãos dadas com Nick)

— Obrigada em devo a nossa felicidade a vocês.(Mari)

— Sabia que para vocês ficarem juntos só precisava de um empurrãozinho.(Krica)

— Foi da mesma forma que agente ficou junto pela primeira vez trancados em um lugar que eu armei.(Mari)

— É agora eu armei e vocês voltaram.(Krica)

— Foi uma armação de amor.(Mari)

— Mas chega de armações não precisamos mas disso.(Nick)

— Agora estamos juntos.(Mari)

— Ainda bem que voltaram imagina se não tivessem sobraria para mim.(Krica)

— Voltamos é com tudo.(Nick)

— Ah já transaram?(pergunta Krica)

— Claro né.(Mari)

— Por isso coloquei aquele quarto cheio de rosas saberiam que vocês trancados acabaria na cama.(Krica)

— É só falta ele terminar com a Angêla.(Mari)

— Eu vou terminar assim que sair daqui, to tomando coragem.(Nick)

— Eu também fico com pena dela mas assim que ter que ser ou vai ficar com as duas?(pergunta Krica)

— Posso amor?(pergunta brincando e Mari lhe lança um olhar mortal)

— Nem em sonho você é só meu.(Mari)

— Estou brincando.

— Nem cogite essa possibilidade.

— Nem pensei.

Eles terminam o café conversando animadamente, ele a leva em casa.

— Tenho medo que saia daqui e no meio do caminho decida ficar com ela.(disse Mari receosa)

— Não tenha medo eu vou ficar com você te amo.

— Eu acredito em você.

— Mas tarde estou de volta com as malas para morar na sua casa.

— Ei eu nem te chamei.

— Não quer que eu more aqui?

— É claro que sim estou brincando já ira te chamar.

— Atá porque se não quer eu fico lá com a Angêla.

— Bobo, vai morar aqui mesmo no Brasil?

— Vou sim para ficar com você.

— Se quiser posso morar em outro país com você.

— Para mim tanto faz o que importa é que estamos juntos.(disse a beijando)

— Ok depois agente pensa nisso.

— Beijos até mas.(disse e entra no carro e parte com o mesmo, Mari entra e fica sorrindo lá toda feliz anciosa para ele voltar, só ficaria sussegada mesmo quando ele terminasse com ela definitivamente, estava com medo dela fazer a cabeça dele para ficar com ela)

Ele chega em casa receoso não sabia por onde começar.

— Onde estava passou a noite fora amor?(pergunta Angêla)

— Eu estava com a Mari.

— O que me fala nisso com essa cara de pau?(pergunta irritada)

— Angêla me desculpa eu e ela voltamos eu amo ela e passamos a noite juntos, armaram para agente é eu não resisti.

— É agente?(pergunta chorando)

— Agente acaba aqui me desculpa mas uma vez fazer isso com você.

— Eu sou uma palhaça mesmo né.(disse brava)

— Me doí fazer isso eu gosto de você mas não posso mas continuar.

— Me pede em casamento sem me amar, termina comigo por armação e depois volta e agora termina para ficar com aquela vadia.(disse incrédula)

— Não fala assim dela, ela está esperando um filho meu, e ela me falou que você já sabia é não falou nada.

— Se ela não quis falar, não era eu que iria falar esse filho poderia acabar com o nosso casamento.