Nos Dê Uma Chance - Concluída

14 Na fazenda dos Benson's... - Parte 2


Notas iniciais
Hey, volteiiii!!! Pois é, posso até demorar, mas nunca vou abandonar a Fic. Espero que gostem!!! Boa leitura!!!

P.O.V Da Sam

No dia seguinte:

Minneapolis, Fazenda dos Benson, às 07h:33 da manhã...

Acordar cedo para mim sempre foi uma grande tortura, mas àquele dia acabei acordando com o canto do galo e não com o irritante toque do despertador. Sim, foi exatamente isso que aconteceu naquela manhã ensolarada. E aquilo não foi o pior, assim que coloquei os pés no chão os enjôos matinais vieram me atormentar, pra variar... O Benson já havia acordado, peguei minha mala e rumei para o banheiro. Após a crise de vômito, fiz minha higiene matinal, vesti uma roupa simples e desci para tomar café.

Ao chegar na cozinha, me deparei com Margareth servindo a Bethanny, que por sinal estava sentada quase grudada ao lado do Benson, que estava conversando com um dos primos, Aaron e por último, de pé em frente à mesa estava a Marie, que segurava um pequeno pote transparente que parecia cheio de mel, ela estava colocando por cima de pequenos e apetitosos bolinhos rechonchudos.

— Bom dia! — Saudei à todos, educadamente.

Avó do Freddie, seu primo Aaron e a esposa Marie sorriram pra mim, retribuindo o meu "Bom dia", exceto por Bethanny que fechou o sorriso, e espetou uma fatia de bolo, fincado o garfo com uma força desnecessária, encheu a boca e me ignorou quando o primo, se levantou vindo me cumprimentar com um beijo no rosto.

Senti minhas bochechas esquentarem por meras frações de segundos, sua mão esquerda entrelaçou-se a minha,bseu primo Aaron já havia terminado de comer, pediu licença e retirou-se, e Freddie me conduziu até a cadeira vazia, ao seu lado.

Vovó Margareth sorriu ainda mais, nos olhando com puro e imenso carinho. Pobrezinha, estava se iludindo pensando que seu neto havia encontrado a mulher perfeita para ele, e que essa mulher estava esperando um filho dele, e que estava fazendo o seu querido e amado neto da cidade, o homem mais feliz da face da terra.

Grande e doce ilusão. Aquilo tudo era fachada, uma mentira. Por quanto tempo eu suportaria levar tudo aquilo a diante? Até por quanto tempo o Freddie iria me aguentar? Uma garota fria, irritante, amargurada e difícil como eu?

Eu não o julgaria se ele se arrependesse, se ele desistisse de mim e se afastasse, afinal, o bebê e eu não somos responsabilidade dele.

Não mesmo. Me sinto um fardo, às vezes tenho vontade de sumir. Não quero estragar a vida de um homem tão bom, gentil e maravilhoso como o Benson. Não quero o atrapalhar em nada, o Freddie tem uma vida longa pela frente, e ele não merece carregar um peso nas costas, algo com que ele possa se arrepender no futuro.

E eu jamais me perdoaria por ser esse "peso".

— Que Deus abençoe, vocês. Essa criança só trará felicidade, e fortalecerá o amor que vocês sentem um pelo outro. É tão lindo como o meu neto a olha, cheio de amor e carinho. Conhecendo-o muito bem, sei que o meu Freddie a trata como uma bela flor de vidro. Connor, me tratava assim, em todas às vezes que eu engravidei e ele era um tanto paranóico. — Vovó Margareth se desatou a contar sobre ela e vovô Connor, sentou-se com um olhar sonhador e prosseguiu, enquanto eu me servia, a ouvindo com atenção. — Nos conhecemos no Festival de tomates gigantes, em Kansas. Meu pai e eu ganhamos, é claro. Connor e o pai dele eram nossos riváis, ambos competitivos e não admitiam derrotas. Eu estava muito feliz aquele dia, até o cabeçudo e rabugento do Connor vir estragar minha felicidade. Ele era um rapaz tão bonito, e parecia ser cavalheiro. Mas não passava de um ignorante. Selvagem! Sim, o infeliz pegou o nosso tomate vencedor e o jogou para a multidão. Meu pai e o pai dele se estranharam e se embolaram no chão, como cães brigando por ossos velhos. Meu bem, eu era uma garota valente! Arregacei as mangas e partir pra cima dele, caimos numa poça de lama. Foi uma tarde inesquecível... Connor era um idiota e não um covarde que bate em mulheres, apenas me segurou e calou-me da melhor maneira possível... Confesso, foi o meu primeiro beijo... Ele também foi o meu primeiro em tudo. E sou até hoje uma velha boba apaixonada por meu velho rabugento! — Vovó Margareth sorriu, eu podia ver um brilho grandioso em seu olhar.

E por um momento, tive um pouco de inveja. Isso mesmo,ninveja. Eu gostaria de ter encontrado uma alma gêmea,nter um amor assim como o dela. Viver uma bela história de amor, para que um dia eu pudesse contar aos meus netos. Nunca fui esse tipo de garota, romântica e sonhadora, porém,beu estava sensível,ne pela primeira vez, comecei a pensar sobre isso... Sobre o amor e a vida que eu queria ter. Não uma vida perfeita, e sim, uma vida sem traumas...

— Realmente, é uma história muito bonita, dona Margareth! — Falei, abrindo um sorriso, sendo sincera.

— Sim, querida. Se quiser pode me chamar de vovó também. — Retribuiu o sorriso e eu assenti.

— Ainda não acredito... Essa velha gagá... Inventa cada uma... Ninguém merece! — Ouvi a Bethanny passar por mim, resmungando baixinho. Ela esbarrou na cadeira aonde eu estava sentada, fazendo com que um de seus braços batesse no meu ombro. — Céus! Me desculpa, Samilly! Foi sem querer. Te machuquei? — A cínica, perguntou fingindo estar preocupada.

— Não foi nada! — Respondi, trincando os dentes. — É Sam! — A corrigi, me controlando para não perder a paciência com ela.

— Quer andar à cavalo comigo, priminho? — A nojenta perguntou toda manhosa.

— Estou meio enferrujado, sabe? E mais tarde vou levar a Sam para conhecer a fazenda, os animais e o resto do rancho. Desculpa, Beth, talvez fique para a próxima... — Freddie respondeu para o azar dela e eu a olhei, sorrindo vitoriosa.

Engole essa, sua vaca!

— Poxa! Eu queria tanto cavalgar com você! — Ela assumiu um tom malicioso que até fez a coitada da Marie se engasgar com o suco.

Mas o quê? Não acredito que ela falou isso... Oh, mas que... Vadia! Ainda bem que vovó Margareth não estava mais conosco, na cozinha. E o Freddie não sacou o que ela quis dizer. Nossa! Como ele pode ser tão tapado?

— Sinto muito, mas estou sem vontade e nem sei se consigo mais subir em um cavalo! Não tô a fim de beijar o chão. — Ele riu, tão puro, dando uma risada gostosa de se apreciar.

— Se quiser, eu te ensino, você vai reaprender rapidinho! — Bethanny insistiu.

Será que ela não se cansa?

— Você é surda, querida? Ele não quer andar de cavalinho com você, sacou? Se não está vendo, o seu primo agora é um homem maduro e COMPROMETIDO. E ele já disse que vai me levar para um passeio para conhecer a fazenda. E aliás, ele não tem tempo ou disposição para ficar de bobeira brincando com você. Afinal, viemos aqui para descansar, desfrutar dessa maravilha toda e passar um tempo com a família! — Falei sem rodeios, recebendo um olhar mortal.

Silêncio... Marie prendia o riso, eu passei a encher minha boca de pão-de-mel e o Freddie me encarava com um misto de confusão e surpresa.

Nossa! Será que falei demais, e o que não devia?

— Hum... Eu... Ah, é... Vou alimentar as galinhas. — Bethanny falou,ndesconcertada e saiu apressada, com certeza me xingando mentalmente.

E Marie explodiu em risos, até eu não me segurei. A cara daquela garota foi impagável, após ouvir tudo que eu disse. Ela deve ter se segurado para não voar em mim.

— Ela bem que mereceu! — Marie disse satisfeita. — Às vezes, essa garota me tira do sério... Ainda não a matei porque o Aaron não iria me perdoar! — Admitiu, cochichando para mim.

— Quê? O que estão cochichando aí? É sobre a Beth? Sabe, Sam... Você pegou pesado com a coitada da minha prima. Deveria pedir desculpas. — Me olhou um pouco chateado, e eu parei de rir, e o fitei incrédula.

— Sério? Então, pode ir lá cavalgar com ela. Não preciso de você como "guia turístico". Posso conhecer a fazenda sozinha! — Limpei a boca com a manga da blusa e pedi licença à Marie, e fui embora irritada com ele.

[...]

P.O.V Do Freddie

Que mulher geniosa! Com certeza, deve ter acordado de mau-humor. O que eu falei demais? Ela foi indelicada com a minha prima, e eu só queria que ela se desculpasse com Beth. Mas afinal, o que foi aquilo? Por quê ela foi tão grosseira com a coitada da minha prima? Gostaria muito que elas se tornassem amigas, eu ficaria feliz.

E imediatamente, levantei-me e saí atrás dela. Acabei me esbarrando com tia Franny, e ela me informou que Sam havia saído e parecia estar chateada com algo.

Será que ela havia ficado emburrada por quê falei aquilo? Mas eu não fiz nada demais. Mulheres são tão complicadas, e se chateiam por bobagens.

Que droga! Ela está grávida, e eu não devo deixá-la irritada, isso pode fazer mal ao bebê.

A encontrei lá fora, na varanda, sentada na cadeira de balanço. Me aproximei devagar, sem saber o que fazer. Como eu deveria lidar com aquela situação?

Um pedido de desculpas resolveria? Uma vez, meu avô me deu um sábio conselho: "Meu filho,bnão importa se você esteja errado ou não, e mesmo que ela esteja errada. Passe por cima de seu orgulho, e peça desculpas. As mulheres sempre querem saber que estão certas, ou você vai acabar dormindo no sofá..."

Ela me fitou com aqueles olhos tempestuosos, se levantou depressa e fez menção de ir embora.

— Por favor, me escuta... Só vim me desculpar. — Falei rapidamente e a loira cruzou os braços, olhando para o vaso de planta pendurado. — Me desculpa, tá? — Me aproximei, cauteloso.

— Por ser um idiota ou por ser tão tapado? — Me olhou, ainda emburrada.

Quê? O que foi que eu fiz? Juro que não entendo.

— Hum... — Cocei a nuca. — Só não quero que fique brava comigo por bobagens! — Fui sincero e ela riu irônica.

— Tá legal, Benson. Está desculpado! — Murmurou sem olhar nos meus olhos, passou por mim dando tapinhas no meu braço e desceu a escadinha, indo embora.

— PARA AONDE ESTÁ INDO? — Gritei vendo ela se afastar cada vez mais, e sumiu de vista quando atravessou a horta de alface.

Alguns minutos depois...

— Por favor, desce daí. — Implorei, preocupado,bvendo a loira sentada lá no alto, balançando as pernas despreocupada, enquanto devorava uma maçã.

— SUBA E VENHA ME PEGAR! — Gritou, risonha.

Encarei a árvore, e senti meu estômago embrulhar. Ela jogou o que restou da maçã em mim, e pegou outra para comer.

— POR QUÊ ESTÁ COLOCANDO SUA VIDA E A VIDA DO BEBÊ EM PERIGO? — Gritei ainda mais alto, revoltado com sua atitude.

— PARA DE SER DRAMÁTICO, EU NÃO VOU CAIR! — Seu grito superou o meu.

Fechei os olhos, gruni puxando os meus cabelos, frustrado e lhe dei as costas, sim, eu havia ficado com raiva dela. Por ela ser tão inconsequente e teimosa.

— Ei, cara... Me espera aí... Freddie? — Sam finalmente conseguiu me alcançar.

Parei de andar e me virei para ela que estava vermelha e ofegante.

— Está bravo comigo? — Perguntou, a voz baixa e com aquela carinha angelical, se sentindo culpada.

— Estou. — Respondi evitando olhar em seus olhos.

— Acredita em mim, jamais colocaria o nosso bebê em risco. — Disse se aproximando e tocando no meu ombro.

Nosso bebê. Ela disse aquilo novamente. E toda a raiva que eu estava sentindo se evaporou...

A puxei para meus braços e beijei o topo de sua cabeça, envolvendo-a num abraço carinhoso.

— Então, pare de tentar me matar de susto. Se você caísse... Por Deus! Eu nem quero imaginar... Não faça mais isso, ok? — Falei baixinho, e ela fungou, afundando o rosto contra meu peito.

Ficamos em silêncio por um bom tempo, sem romper o braço. E quando nos soltamos, ela ficou um pouco constrangida e saiu andando na frente, cantarolando e chutando pedrinhas.

[...]

P.O.V Da Sam

Finalmente o Benson me levou para conhecer cada pedacinho da fazenda dos avós dele. E realmente, era um lugar lindo, incrível. O rancho, os animais e as plantações, tudo. E ele comentou sobre uma cachoeira,bpara chegarmos até lá demoraria uns trinta minutos caminhando. E talvez, depois do almoço, poderíamos chamar o pessoal para um mergulho.

Estava ensolarado, ao contrário do clima frio e chuvoso de Seattle. E dar um mergulho seria uma boa, afinal, eu estava com calor,be o Benson estava preocupado com minha hidratação. Fez questão de carregar uma garrinha d'água, enquanto me levava para conhecer cada lugar que fazia parte daquele pedacinho de paraíso...

Tirei a camisa xadrez que eu estava usando e amarrei em torno da minha cintura, ficando apenas de regata e uma simples calça jeans surrada. Por estar usando botas, meus pés ficaram muito abafados e começaram a inchar. Portanto ,decidi ficar descalça mesmo.

Paramos para descansar, nos escoramos numa cerca, na sombra e eu tirei a tampa, e tomei um demorado gole de água.

— FREDDIE! FREDDIE! FREDDIE!!! — Os gêmeos, Louis e Lorenna surgiram do nada, correndo e gritando desesperados.

— O que aconteceu, crianças? — O moreno perguntou preocupado, olhando para os primos.

— A Lucy está passando mal, está caída, urrando e parece que vai morrer. — Lorenna contou com a voz chorosa.

Olhei para o Freddie confusa, querendo explicação.

— Lucy é o nome de uma das ovelhas... — Explicou para mim. — Vão na frente crianças e avisem aos outros. Sam e eu já estamos indo ver a Lucy. — Falou depressa, e os gêmeos saíram correndo.

Minutos depois...

— Pobrezinha, o que será que ela têm? — Me abaixei ao lado do animal,.que parecia estar morrendo de dor.

— Está prestes a dar a luz... — Respondeu se abaixando ao meu lado, analisando a ovelha.

— É sério? E o que podemos fazer? — Perguntei querendo ajudar.

— Não sei... Vamos nos afastar um pouco, e esperar... — Sugeriu.

Concordei e nos levantamos. Sentei num caixote, ele sentou ao meu lado e segurou minha mão direita, eu estava apreensíva, não conseguia tirar os olhos da mamãe ovelha.

Ficamos ali, naquela espécie de estábulo, aguardando o nascimento de um ser tão inocente e indefeso, como um animalzinho. E aconteceu, bem ali em nossa frente, e foi emocionante. É impossível descrever, mas eu jamais esqueceria aquele dia. Graças a Deus tudo ocorreu bem.

Connor, Margareth, Franny, Finn, Philiph e os gêmeos chegaram quando a ovelha estava limpando o seu lindo filhotinho, dando lambidas suaves e carinhosas.

As crianças pularam de alegria, aliviadas por saberem que Lucy não iria morrer.

— O quê é, vovô? — Lorenna perguntou empolgada.

— É macho,,querida. — Vovô Connor respondeu, olhando orgulhoso para o filhotinho que tentava se manter em pé todo desajeitado.

— Ah, finalmente esse bicho pariu. Estava demorando... — Bethanny chegou, comentando sem dar muita importância.

Oh, garota arrogante! Eu realmente não me importaria se caísse uma tempestade, e um raio na cabeça dela...

— Ele precisa de um nome. Sam, querida, gostaria de escolher? — Vovó Margareth ignorou o comentário da cobra e me olhou esperançosa.

— Eu... Ér... Hum... Ele é bem fofinho e tem cara de Peter, acho... — Falei um pouco indecisa, sempre fui péssima para escolher nomes para animais.

Já tive um gato, que minha mãe vendeu e inventou para mim que o bichinho havia fugido. O nome dele era Almofadinhas... E ela fez a mesma coisa com o meu coelhinho, por culpa dela nunca mais tive animais de estimação.

— Peter? Gostei. — Freddie aprovou, voltando a segurar minha mão.

— Também gostei. — Philiph sorriu para mim.

— E nós também. — Afirmaram os gêmeos.

— Que patético! — A nojenta da prima do Benson, revirou os olhos e empinou o nariz.

— Olhem, o Peter está mamando. Ain, que lindinho! — Lorenna deu pulinhos encantada com a cena.

— Vamos indo meus jovens, vamos deixar a Lucy amamentar seu filhote em paz! — Vovô Cannor nos chamou para irmos embora.

Os gêmeos apostaram corrida e saíram em disparada. Philiph começou a provocar Bethanny, deixamos os avós deles irem na frente, e fomos caminhando sem pressa.

— PARA DE ME PERTURBAR PHILIPH! — A garota irritante gritou, dando um empurrão no primo.

Philiph não deixou barato, devolveu o empurrão, fazendo ela cair dentro de um tronco em forma de um grande recipiente, cheio de lavagem para os porcos.

Oh, Philiph, você ganhou a minha admiração, garoto.

— AAAHHHHHIIIIIIIIIHHHHHHH!!! VOCÊ AINDA ME PAGA DEMÔNIO!!! — Ela deu um grito bastante agudo, daqueles potentes e quase ensurdecedor.

Caí na gargalhada vendo ela levantar, toda ensopada de lavagem com cascas de frutas em cima da cabeça. Até o Freddie soltou uma risadinha, e o danado do Philiph se debruçou, gargalhando e Bethanny escorregou voltando a mergulhar na lavagem, foi a deixa para o garoto sair correndo da prima furiosa.

— Acho que vou lá, sabe... — O Benson gesticulou, pensando em ir ajudar a Bethanny.

— A água da garrafinha acabou, estou com sede e muito cansada de andar! — Fiz bico, e um pouquinho de drama.

— Vem, eu te levo! — Ofereceu as costas, subi nele e olhei para trás, mostrando língua para aquela vaca que ele chama de prima.

Sim, foi um gesto infantil, mas dane-se. Ela me olhou ainda mais raivosa, mas eu ria por dentro, não dando a mínima para aquela oferecida.

Notas finais
E aí pessoal, o que acharam??? Leitores fantasmas, apareçam!!! É sério, gente, se me deixarem no vácuo eu desanimo e vou excluir a Fic. Portanto, comentem. Bjs