Noite

11 O Meu Nariz Vai Cair!


Notas iniciais
Hey pessoas, esse capítulo saiu mais rápido! :3
Espero que gostem!!!
Boa leitura!

_27 de Janeiro_

Urgh! Acho que meu nariz vai sair de tanto que está ardendo.

Aff!

Hoje deu absolutamente tudo errado. Tudo mesmo!

Eu fui à casa do Zeca e não tinha ninguém lá, quase quebrei a campainha de tantas vezes que a toquei. Como estava quase morrendo de tanto espirrar, acabei voltando para casa e deixando para voltar mais tarde.

Dormi ou, falando de maneira mais honesta, entrei em coma.

Quando acordei, procurei minha mãe e não a achei, nem a Tabhita. Tenho a tênue impressão de tê-las ouvido dizer que iriam resolver algumas coisas com a matricula do Colégio Eliza e sei lá mais o quê. Entupi-me de um monte de vitaminas tentando melhorar a sensação dormente que eu tinha por todo o corpo ou, quem sabe, se eu tivesse sorte, dar um fim a essa maldita dor de cabeça!

Tive uma enorme vontade de voltar a dormir, mas já eram sete horas e eu tinha que voltar logo na casa do Zeca. Quando estava saindo, reparei que Tabhita tinha deixado um bilhete afixado a geladeira:

Nem pense em sair de novo, não me responsabilizo se você morrer, ok?! A gente volta em uma hora!

Tabhita.


Perguntei-me que horas elas tinham saído, porque se tinham ido ao Colégio Eliza, certamente não teria sido há uma hora, o que significa que elas estavam atrasadas!



— Tabhita, sua idiota! Por que não forneceu alguma informação útil, como que horas você saiu ao invés de ficar me ameaçando!



Quando percebi as luzes acesas, fiquei um pouco animado. Toquei a campainha e aguardei, não acho que estava frio, mas eu me arrependi de não ter pegado nenhum casaco; já estava tremendo.


— Por que alguém não atende logo essa porta? — resmunguei mal humorado, quando a maçaneta começou a girar e eu comecei a imaginar se o Zeca me lançaria aquele olhar de desprezo de novo. Quero dizer, quando se pede algo inconveniente, é normal que te xinguem ou que simplesmente digam “Não”. Não faço nem ideia do porque do Zeca ter concordado tão facilmente, já que ele parecia estar detestando a ideia.

— Fe-Felipe?! O-ooi. — disse Felícia, tão by Text-Enhance\">baixo, que eu quase não pude ouvir.

— Oi. — eu disse sem deixar de reparar em como ela estava ficando vermelha — O Zeca está? — eu perguntei tossindo um monte depois.

— Você está bem? Está gripado? — ela disse voltando a falar normalmente e parando de se esconder atrás da porta, só para mostrar um pijama de ursinho daqueles bem infantis. Se eu não estivesse morrendo de tanto tossir, acho que teria rido que nem um condenado. — Você está quente! — ela disse com a mão no meu rosto e em seguida no meu braço.

— Não, estou bem. — respondi, me abstendo de qualquer sarcasmo. Ela pode ser o chiclete que for, mas parecia preocupada. — O Zeca está aí? Preciso falar com ele.

— Ah, hmmm... — ela começou a dizer sem soltar o meu braço — ele saiu mais cedo e ainda não voltou.

— Ok. — eu disse evitando um suspiro. Será que ele estava me evitando? — Então... Eu já vou. — eu disse puxando meu braço suavemente — Gostei do pijama. — eu disse começando a rir e a tossir em seguida. Perdeu totalmente o tom de deboche, para não dizer que foi patético.

Aff.

Agora, acho que já são umas nove horas e nem a Tabhita, nem minha mãe, chegaram. Já tentei ligar para elas e ninguém atende! Estou com tanto sono que acho que não vou me segurar por muito mais tempo. Enviei um SMS para que meu pai desse um jeito de descobrir onde as duas estavam.

Aff.

Notas finais
Hey, gostaram???
Bjus, até o próximo capítulo! :3