Notas iniciais
Oieeeeee, amores! Eu prometi num post do facebook que postaria essa história, e a escrevi de todo o coração. Espero que esteja tão gostosa para ler como foi para escrever :) Esse prólogo é uma introdução mesmo, mas essa história será atualizada sem muita demora, já que é mais tranquila de escrever e eu estou ansiosa u.u

Os anjos viviam como uma grande família. Eram seres de aparência de todos os tipos e formas, e com apenas uma coisa que os marcava como o que eram: o enorme par de asas que brotava de suas costas, cujos tamanhos e colorações variavam de acordo com sua posição na hierarquia.

Nesta, o segundo grupo mais abundante era aquele composto pelos Coletores de Almas, cujo trabalho era considerado um dos mais difíceis, já que eram responsáveis por presenciar mesmo as mortes mais dolorosas sem poder interferir.

Por esse motivo, todos ficaram surpresos quando Theliel foi designado para aquele cargo.

Quando a pena de uma asa celestial caía, dela se desenvolveria um outro ser. Tratava-se de um evento raríssimo nos últimos tempos, e a última vez que acontecera havia sido cem anos antes, quando Theliel nascera da pena de um Anjo da Guarda.

O pequenino crescera cuidado por todos, que estavam em festa pela presença de um novo membro depois de um longo período desprovido de nascimentos. Theliel fez juz à sua criação, e se tornou o mais gentil e amável de todos os anjos, não demorando a descobrir sua própria virtude. Logo, foi chamado como o Príncipe do Amor.

Assim que completou cem anos ― ou dezoito, no mundo dos humanos ―, o anjo passou pelo ritual que o designaria ao seu destino, e foi assim que terminou como um Coletor. Ninguém entendia. Como poderiam deixar Theliel ser manchado por todas aquelas imagens do mundo humano? Era tão jovem, tão brilhante, que seus companheiros logo tomaram uma decisão: deixariam que ele coletasse apenas as almas daqueles que falecessem em paz, em seus lares aquecidos ou preparados para o fim da vida.

O que todos os anjos não sabiam era que, a pena da qual Theliel nascera, havia caído do Anjo da Guarda de uma humana em especial, e que tal fato ligara eternamente seus destinos.

A mesma humana que nascera junto do Príncipe do Amor, era aquela que o anjo observava da borda do Céu, agachado e balançando-se sobre seu próprio corpo, esperando o aviso que informaria que já era hora de levar aquela brilhante alma ao Reino dos Mortos.

Notas finais
Oi de novo :3 Críticas, sugestões, elogios, dissertações sobre a vida: review e MP ta aí pra isso! No meu perfil tem o link do meu facebook também, vamos conversar? :D Beijinhos e até mais! ♥