Desde meu desmaio na alcova dos mortos dissecados, eu vinha tendo sonhos enigmáticos. Neles uma voz chamava meu nome, e surgia diante de mim com olhos amarelos, pele pálida e sangue escorrendo em sua boca.

Por esse motivo fui à igreja, pedir a Deus sabedoria para entender aquele sonho.

O chamado se intensificava, me vi diante da porta do quarto onde encontramos o primeiro corpo. Ali os ratos se digladiavam a moquir os restos de comida estragada.

Um vento gelado soprou e eu estremeci, à medida que adentrava no quarto fúnebre.

Ouvi passos lentos, mas não havia ninguém no quarto.

Notas finais
Gente, dois avisos. Um é que eu acho que foi nada a ver o capitulo anterior. eu nao tinha explicado direito o tal chamado, ok resolvi isso. O segundo é q to com uns problemas aqui com meu computador e internet e vai ser rum ler os capoitulos de hoje. Beijois