Notas iniciais
Aconteceu tanta coisa nesse quase um mês sem atualizar a fic, que eu nem sei por onde começar sydfuhijsod desculpem, eu estava mesmo me esforçando pra manter a história sendo atualizada pelo menos a cada duas semanas, mas na última semana de agosto eu perdi meu HD do notebook. Perdi esse capítulo que estava mais ou menos em 80% escrito, e só depois de comprar outro HD que eu pude voltar a continuar essa prompt. Na verdade eu tive que reescrever ela inteira, e isso foi bem doloroso. Depois eu tive uma semana de provas surpresa, ao qual eu ainda consegui escrever pelo menos um parágrafo por dia, e enfim, consegui terminar hoje! Como uma boa autora que sou, escrevi esse capítulo muito mais longo do que os outros, pq ele é especial ( ͡° ͜ʖ ͡°) Caso não tenham percebido, a classificação da história foi alterada por causa exatamente deste capítulo. Não sou expert em hentais, me perdoem, esse daqui é o primeiro que escrevo na verdade e estou aberta a qualquer crítica ou sugestão. Aliás, essa capítulo está numa realidade paralela ao capítulo três, mas não necessariamente ligado, quem sabe alguns dias não tenham passado ou algo assim, vai de vocês, como quiserem imaginar. Enfim, espero que gostem.

sex/sexo.

Notou que estava sendo carregada somente quando deu falta da gravidade que a mantinha presa ao chão. Seguidamente suas costas atingiram algo confortável, o que imaginou ser uma cama. O álcool havia a inibido, adormecido seus sentidos, mas não tomado sua consciência. Tinha o completo discernimento do que acontecia, e não ia contra aquilo, apenas deixava-se ser levada. E pela justa causa de não estar sendo forçada, talvez, fosse o que a fizesse sentir-se mal em gostar dos fatos que tomavam sequência.

O que acontecera minutos atrás no salão de entrada da mansão Tohsaka não lhes significava mais nada. Quem sabe ele tivera sido recusado outra vez enquanto esperavam seus mestres, mas a partir do instante em que ela aceitara seu convite, entraram numa rota completamente desconhecida e nunca antes explorada.

Uma brisa gélida adentrava o quarto pela veneziana aberta da sacada, e o vento carregava levemente a cortina de seda, dançando com o tecido até quase os atingir na cama. A decoração luxuosa falava por si só, mesmo sendo um mísero quarto de hóspedes, tudo ali parecia minuciosamente planejado para aquele ambiente. E apesar da pouca luminosidade, não se fazia a completa ausência de luz devido ao luar que os iluminava naquela noite. Era presente inclusive o leve aroma das flores de um dos vasos que continham na cômoda.

Gilgamesh deitou o corpo esguio de Arturia entre os lençóis do colchão, admirando-a por poucos segundos. Circulou-a com suas mãos, contornando a lateral de sua cintura ainda por cima do terno negro sem quebrar o contato visual. Ergueu-a pelo quadril num aperto até sentir seus corpos colados, roçando a boca em sua bochecha, a espera de uma resposta. E assim ela o procurou, timidamente envolveu seus braços no pescoço do Rei dos Heróis, puxando-o para si e desta forma iniciaram um beijo calmo. Ele sugou-a o lábio inferior e passou sua língua pelo superior, embebedando-se do fraco sabor do vinho tinto que ainda restava ali. Ele podia ter todas dentre as mulheres, mas fora o Rei Arthur quem lhe chamara a atenção, e ainda que pudesse tê-la quando bem quisesse a força, tê-la entregue a si por livre e espontânea vontade era sem dúvida muito melhor.

Os fios loiros de ambos os cabelos mesclavam-se à medida que o beijo era aprofundado, e o que faziam não passava da mais pura física, agiam e reagiam exclusivamente um ao outro. Ela sentiu as mãos do homem subirem até sua barriga, procurando os botões do incômodo terno que ainda usava. Ele desabotoou o primeiro com certa dificuldade, sem cessar o beijo que aos poucos se tornava intenso. Deu continuidade ao segundo, no entanto, antes de retirar o último adentrou a canhota em seu terno. Gilgamesh sorriu torto em resposta ao suspiro dela durante o beijo. Seus dedos moviam-se lentamente pela sua barriga mesmo ainda coberta pela camisa, iria torturá-la com todo o prazer que poderia oferecer. Suas línguas sincronizavam-se ao calor do momento, sendo o que os mantinham ligados. O terceiro e último botão foi deslocado de seu devido lugar, causando a urgência em ambos de se livrar daquela peça. Arturia que permanecia levemente reclinada caiu de braços abertos no colchão, ajudando-o a tirar o terno do corpo e jogá-lo em qualquer canto.

Não mais com o terno, Gilgamesh viu o pescoço exposto da menina como alvo. Aproximou o rosto perto de sua orelha, assoprando suavemente aquela área, vendo de imediato sua reação. Saber virou o rosto dando-lhe mais acesso, dobrando os joelhos e alcançando seus braços fortes para se segurar quando ele fez menção de beijar-lhe ali. A sensação de tê-lo com os lábios úmidos entre a curva de seu pescoço era tão forte, que involuntariamente uma de suas mãos percorreu até a nuca dele para enrolar os dedos em seu cabelo a fim de conter-se com os puxões. Aparentemente não satisfeito, o Rei dos Heróis desceu sua mão pelo corpo pequeno dela, diminuindo a velocidade de maneira proposital ao chegar à coxa, mas com o foco em seus pés. Tirou os sapatos dela, ainda sugando-a o pescoço. Fazendo o mesmo percurso de volta, parando dessa vez no cinto, para que pudesse arrancar a camisa de dentro da calça. Sua língua cursou a linha de sua mandíbula, brincando em tirá-la a sanidade, ela contorcia-se sentindo o quanto era indefesa se tratando dele.

Gilgamesh reconciliaria a violência no coração dela, reconheceria que sua beleza não fosse só uma máscara, exorcizaria os demônios de seu passado, e sobretudo satisfaria os desejos secretos de seu coração, porque ela era dele e toda sua inocência pertencia a ele.

Talvez fosse a pouca iluminação, mas Saber só pode pensar em como gostaria de ver mais vezes aquele carmesim de seus olhos queimando em desejo por si. Seu olhar atraía toda sua atenção, era inevitável. Sentia-se fascinada pelo quanto seus olhos diziam que iam lhe corromper, e ainda sim não se intimidava. Arturia queria satisfazê-lo e provocá-lo igualmente, confiar nele, e ser a única. Quem sabe fosse o álcool subindo-lhe a cabeça, ou o que costumavam dizer sobre uma gota de perversidade ser o suficiente para afundar uma mente sã.

Afrouxou a gravata pelo nó antes bem feito, puxando-a por cima da cabeça da menina e não tardando em desabotoar a camisa social do Rei dos Cavaleiros. Gilgamesh desenhou um sorriso lascivo ao mover as mãos até o primeiro botão da camisa. Outra vez aquela ansiedade estranha a tomou por completa. Seu corpo estava quente e lá estava o adversário pelo qual supostamente devia sentir aversão, sobre si, trazendo-lhe sensações nunca antes experienciadas, mas agora tão desejadas. O primeiro botão fora solto e seu peito comprimia-se nas arfadas pesadas. Os dedos do pseudo-herói encontravam-se diretamente com sua pele já exposta, e depois de retirar o segundo botão era possível sentir a leve elevação de onde se iniciava seus seios. Ele imobilizou os braços dela acima de sua cabeça, impedindo que ela o atrapalhasse agora que a verdadeira diversão iria começar. Saber entreabriu a boca para questioná-lo, mas antes que som algum pudesse deixar sua garganta, ele ocupou seus lábios num beijo dizendo estar tudo bem, sem a intenção de assustá-la. Grudou sua testa na dela, mantendo contato visual próximo, passando-lhe a confiança que precisava, ainda que, só pudesse pensar em como Arturia era adorável estando corada.

Gilgamesh se afastou para o terror da menina, voltando a se concentrar em desabotoar a camisa dela. Deslizou a mão no vão de seu peito até encontrar o terceiro botão, puxando-o lentamente, revelando mais de seu corpo nunca antes tocado. Ela não usava sutiã e aquilo não o surpreendera, afinal não havia sentido em levantar ou aumentar algo que era perfeito por si só. Seu seio ainda não estava inteiramente exposto, uma pequena parte ainda era omitido pelo tecido da camisa, mas a abertura que tinha ali foi o suficiente para animar o Rei dos Heróis. Ele arqueou-se sobre ela outra vez, beijando sua clavícula suavemente, pressionando os lábios umedecidos sobre sua pele e marcando-a em chupões. Saber tinha todo o corpo controlado, imobilizada como estava, só podia curvar a cabeça em resposta àquelas investidas. O loiro a prensava pela cintura com a mão livre segurando-a de maneira possessiva, sentindo seu tórax encher-se em respirações descompassadas. Ainda entretido em beijar sua pele, passou a apalpar sua coxa e quadril em movimentos circulares, apreciando-a tanto quanto podia.

O soberano Gilgamesh, um dia governante de toda a Suméria, era inefável. Não só tinha um título, como fazia jus de sua notoriedade. Apesar de possessivo e controlador, ele era o único que podia tê-la e amá-la em toda sua destruição. Aquela de brilho efêmero cairia em seus braços, e assim ele havia o decidido.

Saber se esqueceu de respirar quando o sentiu descer pelo seu peito arfante. Provavelmente havia belas manchas distribuídas por sua clavícula e pescoço, e agora, teriam mais por seus seios. Ele procurou os olhos esmeraldas murchos da sua leoa por agora domada, assegurando-se que ela o assistia, sorrindo convencido sobre sua pele. Superficialmente roçou os lábios no início do relevo do seio direito, em seguida, lhe tratando com ternura e depositando brandos beijos ainda sem revelá-los da camisa negra. Não se conteve quando ouviu as primeiras lamúrias vindas de Arturia, a mão que antes a apertava pela cintura, agora puxava com avidez os botões restantes, revelando seu busto por completo. Dedilhando em reta pela barriga alva exposta ao luar, ele traçou o caminho da região lombar até seu outro seio, inicialmente somente posicionando-se ali, sua mão cobrindo a mama por inteira. Sem perdê-la de vista, achegou a boca do mamilo contrário dela, sugando-o no segundo seguinte. A mão antes apenas colocada na menina, passou a movimentar-se em apertos e carícias, deixando-a sem opções senão se contorcer em prazer. Nunca imaginou que uma parte feminina que lhe trouxera problemas no passado, que fora tão difícil de esconder, pudesse trazer tanto agrado, e que o alguém dono de suas dores de cabeça durante aquela guerra, fosse capaz de ser o responsável por tal satisfação.

Ainda chupando e dando a atenção devida ao seus seios, Saber o puxou pela camisa folgada, esticando sua gola, e chamando sua atenção. Gilgamesh a encarou, tendo um beijo roubado de súbito. Ela estava alterada, não mais pelo álcool, e sim por ele. O loiro não evitou um sorriso lascivo durante o beijo, imaginou que o Rei dos Cavaleiros queria lhe mostrar o que sabia também. Sem separarem-se, ele se colocou entre as pernas dela enquanto a erguia da cama. Quando deitada, Arturia teve um braço erguido, ao qual a mão teve a luva arrancada pelos dentes do homem, e depois recebeu um beijo terno sobre a pele, mostrando-lhe respeito e afeto. Saber sorriu docemente em resposta, assistindo-o fazer o mesmo com o outro braço. Encaixados um ao outro, arrancaram ambos as partes de cima juntos.

Ela sentiu o rosto esquentar ao vê-lo sem camisa. Não que nunca houvesse visto antes um homem sem camisa, pelo fato de sua criação ter sido entre o sexo oposto, havia visto diversas vezes homens sem camisa, mas não lembrava-se de ter sido tão atraída por eles quanto agora era por Gilgamesh. O peitoral largo, a clavícula marcada e a definição de seus músculos bem enrijecidos, ela reparou em tudo sentindo o rosto queimar. E apesar de sua beleza escultural, ela não diria que havia ali um exagero. O mesmo que antes mantinha uma irritante devoção por si, era quem ela desejava. Arturia se perguntou algumas vezes como alguém como o Rei dos Heróis que Archer era, havia se apaixonado por ela, titulada como uma garotinha morta por seu sonho, ressuscitada por uma guerra, e cega pelo impossível. Ela era um rei antes de ser uma mulher, tinha o código dos cavaleiros como lei, nunca havia visto necessidade em se cuidar como uma dama e ainda sim, ele a havia escolhido e a feito sua, única.

O loiro vira o quanto seu tesouro lhe observou com cobiça nos olhos, perguntando-se o que se passava por sua mente, mas sem poder esconder a satisfação arrogante em tê-la lhe desejando, afinal todo aquele ego inflado ainda fazia parte de sua personalidade. E sem mais ele investiu contra ela, beijaram-se novamente, dessa vez com voracidade, ela sem poder recusá-lo, sentindo a mesma interminável sede.

— Gilgamesh. ― ele pronunciou sem interromper o que faziam, sem também parar de apalpá-la.

— O q-quê? ― estava deveras ocupada tentando o conter durante o beijo, mal prestou atenção no que dissera. — O que foi, Archer?

— Meu verdadeiro nome, ― soltou-a apenas para poder sussurrar em seu ouvido. — é Gilgamesh. ― proferiu rouco, aproveitando a proximidade para deixar ali outro chupão.

Mesmo se quisesse, Arturia não podia mais retornar do ponto em que haviam chegado. Teoricamente falando, ela devia mesmo tê-lo rejeitado antes que saíssem da entrada da mansão, entretanto, agora não estava em condições de perder tempo pensando no passado recente, ainda não sentia remorso algum. Era verdade que o Rei dos Heróis não gostava de mulheres fáceis, em todas as vezes que concubinas e outras vadias se entregaram a si, ele nunca nem se lembrou do nome de qualquer uma. A verdadeira questão, é que quem se deitava despida abaixo de si naquela noite, não era qualquer uma, e sim aquela que havia escolhido como sua. Saber sequer considerava-se mulher, e ele estaria sujeito a mentir se dissesse que fora fácil conquistá-la, e talvez por ironia, ainda não tinha a absoluta certeza se tinha mesmo a conquistado.

Arturia dava-se inteiramente a ele, da maneira mais pura que seria capaz de existir tratando-se de sexo.

As mãos do homem alcançaram o cós da calça dela, sem mais cerimônias, puxando seu cinto com certa hostilidade tirando-o das tiras. Ele ainda a beijava possessivo, louco em satisfazê-la, quando adentrou a mão na calça da menina, procurando seu exato ponto mais sensível. Arturia parou de corresponder seus beijos sentindo as carícias dele, tornou-se impossível concentrar-se com aqueles dedos sobre sua região íntima, aliciando-a tão tentadoramente. Retorcia-se, segurando os gemidos entre os dentes, sem agir de outra forma que não fosse em estímulo dele. E ele era tão bom naquilo, tão surpreendentemente bom que chegava a ser surreal.

Gilgamesh irritou-se com a pouca mobilidade que sua mão tinha devido à peça de roupa atrapalhá-lo, parando com o que fazia apenas para poder tirá-la da calça social. Escutou um mio de desânimo vindo de Arturia quando moveu a mão de lá, que o fez sorrir satisfeito. Suas mãos envolveram seu quadril, cobrindo-a por trás e deslocando a calça pelas suas pernas facilmente. E ele não pode diferenciar a vermelhidão do álcool da timidez presente pelo rosto dela.

Uma única roupa íntima impedia Saber de estar nua, e era exatamente a ela que o homem direcionava-se. O Rei da Babilônia se afastou do beijo que antes os ligavam, descendo o corpo exposto do cavaleiro numa trilha de leves chupões, parando outra vez em seus seios que ele insistia em serem tão preciosos e merecerem tanta atenção quanto possível. Sentiu o quanto ela estava nervosa apenas ao chegar a sua barriga, onde fez questão de diminuir o ritmo, roçando lentamente sua boca ali, usando a língua para percorrê-la, até que enfim colocando-se entre suas pernas. Ele abraçou-a pelas coxas, tortuosamente devagar encostou a bochecha no parte inferior de uma de suas pernas e a assistiu ofegar dali. Saber mal o olhava, mal respirava, estava envergonhada o suficiente com ele sobreposto em si, sobre aquela área, e ele ainda a encarava para piorar sua situação.

— Amo quando você age feito uma menininha. ― mordiscou a coxa dela, atiçando-a outra vez.

Ele dissera aquilo sabendo do efeito que causaria nela, porque Arturia não era uma mulher e ser chamada de menininha a deixaria constrangida, feriria seu orgulho real; mas lá estava ela, tão entregue quanto ele, à mercê do toque do Rei dos Heróis.

Saber estava tão absorta em pensamentos vergonhosos, que não percebeu que sua última peça fora tirada. Sua mente nublou sentindo-o abocanhá-la, sem antes um aviso. Arturia arqueou-se, quis fechar as pernas, mas não tinha mais controle de si mesma se ele estivesse colocado ali, lambendo-a e provando da menina. Gilgamesh não demorou apesar de querer mais, muito mais, tinha outras prioridades.

Entre suspiros cansados, ela o assistiu arrancar a calça estampada, era engraçado o ver somente com os colares e pulseiras douradas, mas obviamente ele não se importou. Saber conhecia apenas a teoria do sexo, nunca experienciara a prática, mas sabia que ele entraria nela. E aquilo não a assustou, por um segundo, lembrou-se dos minutos que passaram se despindo e se amando. Ele não tinha a agredido, talvez o fato de ela não resistir o levava a mostrar um pouco de gentileza, ela estava confiando nele.

O pseudo-herói arrumou-se entre a menina, posicionando seu membro enrijecido em sua entrada, supondo o quanto aquele Rei dos Cavaleiros podia excitá-lo em apenas agir como agia. Ele lançou-lhe um olhar de aviso, não como se pedisse permissão, Gilgamesh não precisava de permissão para essas coisas, a vendo manear a cabeça em afirmação e então deslocou-se nela.

Diziam que a primeira vez era dolorida, mas não só doía em Arturia, como se sentia rasgada pelo interior. Ele estava feliz em ter sido quem a tirara a virgindade, mas preocupou-se quando a menina veio parar em seu colo, o abraçando com alento e cravando as unhas em seus ombros entre choramingos. Se Gilgamesh não pudesse dar prazer para a mulher que escolhera como seu mais precioso tesouro, de nada então valeria. Que tipo de homem não saberia tratar uma dama como merecia? Ele distribuiu beijos calmos entre a clavícula e pescoço dela, beijou-a de forma apaixonada, enxugou as lágrimas que escorriam, e permaneceu imóvel enquanto ela estivesse naquela situação, deixou que ela acostumasse com aquilo. Até Saber diminuir a força usada no abraço, aos poucos soltando-o e sendo colocada de volta ao colchão, iniciando o ato que os consumaria como um.

E naquela noite, a mansão preencheu-se de sussurros roucos em prazer e lamúrias tão femininas que jamais desconfiariam que eram dois reis quem dormiam naquele quarto. Não importava se Gilgamesh fosse um egoísta arrogante, ele soube domar sua leoa como ninguém, e aquela que ele escolhera, era a única digna de toda sua majestade em terra.

Notas finais
Sobre esse desafio, estou me jogando de cabeça nele haha estou escrevendo literalmente tudo que sempre quis, e hoje começamos por um hentai. Creio que vocês tenham percebido que não utilizei palavras, hã, vulgares...? Desculpem, mas esse não é exatamente meu estilo de escrita, e eu preferi não detalhar tudo por completo. E também preferi deixar as coisas um pouco recíprocas, gosto de um Gilgamesh dominante, mas gosto principalmente de ver a Saber gostando dele assim. Entendam que a opinião de vocês é de completa importância pra mim, então principalmente nesta prompt, seria muito legal se vocês deixasse um review me contando o que acharam, sério, eu ficaria muito feliz ♥ E um último aviso: sei que eu disse que não haveria ligação entre as prompts, mas a ideia que eu tenho para o próximo capítulo talvez seja ligado com esse daqui, espero que não tenha problemas :c Caso tenham encontrado erros, por favor me informem para quem possam ser consertados o quanto antes possível. Até mais!