Notas iniciais
Heeeey! Minhas leitoras e leitores, lindos!Quanto tempo, deuses, que saudades! Tenho novidades heheheA primeira é que eu tenho outro perfil, e lá eu tenho outras fanfics, daí se vocês quiserem dar uma olhadinha....http://fanfiction.com.br/u/235126/E a segunda é que quando meu perfil foi bloqueado, eu resolvi fazer só mais dois ou três capítulos enormes nesta fanfic e terminar ela, mas... daí eu pensei mais um pouco e resolvi fazer mais uns 20 haha que tal?!P.S: Esse capítulo possui hentai lá pro meio, se não gostar, não leia;Espero que gostem, até la em baixo...

''E você não sabe quantos sorrisos eu já dei só de pensar em você.''

Autor Desconhecido

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POV Lilian Evans

(Lana Del Rey — National Anthem)

Uma semana havia se passado desde que fomos para Hogsmeade. Já estamos fazendo as últimas provas e nos preparando para as férias de natal. Já está muito frio e a neve já tomou conta de todo o terreno de Hogwarts. Acabei de fazer a prova de Herbologia e tenho certeza de que tirei a nota máxima, afinal, a prova estava muito fácil, bem, pelo menos para mim...

– Que prova de merda! Não me surpreenderia se ficasse com Trasgo na nota final. — resmunga Lenne.

Reviro os olhos.

– Nem foi tão ruim assim, Lenne. — falo.

– Ah, não, imagina! — ironiza.

Reviro os olhos novamente. Esse gesto já está sendo usado constantemente, afinal, a Lenne não para de resmungar desde que parou de falar com Six. O porquê, nem me pergunte.

– Acho que isso é falta de sexo, Lenne. — diz Alice rindo.

– Você não tem o direito de falar isso, Alice, é a única que possui um namorado de todas nós. — resmunga Lenne.

– É, é falta de sexo mesmo. — ri.

– Ah, por um momento esqueci que a ruiva aqui também tem. Então você também não tem direito de falar nada, Lilian. — resmunga Lenne.

– Se esqueceu de mim. — diz Dorcas com um sorriso ousado.

– Argh! — exclama Lenne enquanto tinha um ataque de raiva.

Todas rimos.

– Se querem jogar na minha cara que eu sou a única que não tem namorado aqui, estão fazendo do jeito certo. — resmunga Lenne.

– Você não tem porque não quer. — digo dando de ombros.

– Não, eu não tenho porque ninguém me quer. — resmunga.

Reviro os olhos.

– Pra mim já chega. — murmuro me levantando.

– O que você vai fazer? — pergunta Lenne assustada.

– Nada. — respondo.

Ela suspira. Saio da sala comunal e vou de encontro ao James. Logo vejo ele tendo uma guerra de bolas de neve com os marotos. Ri e fui até eles.

Quando chego perto o bastante, levo uma bolada de neve na cara. Olho pro lado irritada e vejo Sirius se contorcendo de rir.

– Foi mal, Lil's. — diz ainda rindo.

– Não se preocupe, Six. — falo com um sorriso safado.

Ele para de rir aos poucos e começa a observar meus movimentos. Me abaixo lentamente e faço uma bola de neve, me levantando novamente. Eles engolem em seco, me observando. Caminho lentamente em direção ao Sirius, que me olha apavorado. Alguns centímetros longe dele, eu levanto a bolinha de neve em frente ao rosto dele e ele fica observando ela, com expressão de medo. Quando ele menos espera, esfrego a bolinha de neve na cara dele, fazendo todos começarem a rir. Ele olha pra mim apavorado e em seguida começa a rir.

– Isso é por ser idiota e não falar com a Lenne e também, é claro, por ter jogado uma bola de neve na minha cara. — digo com um sorriso ousado.

Ele dá uma risadinha safada e pega uma bolinha de neve em seguida jogando em mim. Fico parada boquiaberta e em seguida começamos uma guerra de bolinhas de neve.

Passamos assim alguns minutos, talvez horas, até que cansamos e caímos todos deitados na neve.

– Jay, preciso falar com você. — digo.

Ele assente, se levantando e me puxando junto. Caminhamos até um local mais afastado e nos sentamos perto do lago.

– Que foi, Lírio? — pergunta James colocando o braço sobre os meus ombros.

Suspiro.

– É sobre a Lenne e o Six. — falo.

Ele revira os olhos.

– Ela ainda continua tendo ataques de raiva!? — foi mais uma afirmação do que uma pergunta.

– Exato! Eu não aguento mais, temos que fazer alguma coisa! — exclamo deitando a cabeça em seu ombro.

– E o que faremos? — pergunta deitando a cabeça sobre a minha.

– Poderíamos trancar eles em um armário de vassouras até eles se entenderem... — murmuro.

Ele ri.

– Até que é uma boa ideia, se formos positivos, o pior que pode acontecer é a Lenne esgoelar o Almofadinhas, nada demais. — diz rindo.

Ri.

– Acho que não é uma boa ideia. — digo ainda rindo.

Ele ri.

– Acho que não também. — diz.

– No banheiro? — pergunto.

– Melhor não, Lily, além de ser nojento, a Lenne pode enfiar a cabeça do Almofadinhas no vaso. — diz rindo.

Ri também.

– Então não sei o que podemos fazer. — digo.

Ele suspira.

– Por que não deixamos eles se entenderem sozinhos? — pergunta.

– Já demos tempo o suficiente para isso, já está na cara que eles não irão se falar, são muito orgulhosos e cabeças-duras. — respondo.

Ele dá uma risadinha rouca.

– Ahm... Podemos inventar que queremos falar com eles e prendê-los no dormitório. — diz dando de ombros.

– Ótima ideia! Pode ser no de vocês? — pergunto sorrindo largamente.

– Claro. — diz beijando minha testa.

Depois de falarmos com todos os nossos amigos, menos é claro, Lenne e Six, inventamos uma reunião importante no quarto dos marotos e esperamos eles subirem, como sempre brigando...

– O que está fazendo aqui? — pergunta Lenne estressada subindo as escadas seguida por Six.

– Se você não se lembra, querida, eu também sou amigo deles, não é só você. — responde Six com um sorriso idiota.

Lenne revira os olhos e continua a subir as escadas.

– Será que eles já estão, lá? — pergunta Lenne chegando ao topo da escada.

– Espero que sim. — responde Six.

Eu, James, Dorcas, Remus, Alice e Frank rimos baixinho e subimos as escadas lentamente. Six e Lenne entram dentro do quarto.

– Merda, por que eles marcam as coisas e chegam atrasados?! — exclama Lenne irritada se jogando em uma das camas, agarrando um travesseiro.

– Minha cama, meu travesseiro. — diz Six emburrado pegando o travesseiro dela e se jogando na cama, fazendo Lene quase cair dela.

Ela se levanta revirando os olhos e se atira em outra cama. Rimos baixinho. Me encosto na porta e observo eles, sorrindo ousadamente..

– Oi. — digo ainda observando eles.

Os dois se levantam das camas em um pulo e olham para mim.

– Aleluia vocês chegaram! — exclama Lenne emburrada.

Reviro os olhos.

– E o que vocês tanto queriam falar, em? — pergunta Six suspirando.

– Na verdade, nós não temos que falar nada. Vocês que tem. — diz James ao meu lado.

Eles nos olham confusos.

– Como assi... — Lenne começa a perguntar.

Fechamos a porta a trancando depois, enquanto riamos.

– LILIAN EVANS ME TIRA DAQUI AGORA! — Lenne grita do outro lado da porta enquanto batia na mesma.

– NÃO ATÉ VOCÊS SE ENTENDEREM! — falo ainda rindo.

Escuto Lenne bufar.

– PONTAS! ME TIRA DAQUI! ELA VAI ME MATAR! — grita Six apavorado enquanto batia na porta freneticamente.

Os nossos risos aumentam.

– As varinhas! — escuto Lenne exclamar.

– Não adianta, querida, nós já pegamos as varinhas de vocês. — digo rindo.

– Mas como?! — escuto Lenne perguntar.

– Temos nossos métodos. Agora chega de perguntas, vão se entender! — falo alto.

Escuto os dois bufarem.

– Acha mesmo que isso vai dar certo? — pergunta Alice.

– Ah, Lice, vai dar mais do que certo... Confie em mim. — digo sorrindo ousadamente.

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POV Marlenne McKinnon

(Lana Del Rey — Blue Jeans)

– Eu juro que mato a Lilian quando eu sair daqui. — digo irritada.

– E eu o Pontas. — diz irritado.

Estamos sentados no chão encostados na parede, um de cada lado do quarto. Suspiro.

– Por que eles tem essa mania de ficar se metendo?! — pergunta irritado.

– Não sei. Mas acho melhor ficarmos quietos em vez de ficarmos brigando, não estou afim de arrancar a cabeça de ninguém hoje. — digo.

Ele dá uma risada rouca, a minha preferida. Okay, que merda que eu pensei?! Eu não tenho um sorriso preferido do Black! Eu odeio todos eles.

– Vai dizer que não está amando ficar trancada com o gostosão aqui? — pergunta arqueando a sobrancelha, enquanto sorria maroto.

– Acho que é o contrário, cachorro, você está adorando ficar trancado com a gostosa aqui. — digo sorrindo marota.

Ele ri roucamente, enquanto se levanta e vem caminhando lentamente em minha direção, tirando o casaco.

– Está ficando calor aqui, não? — pergunta sorrindo ousadamente.

– Fi... Fica longe. — respondo.

– Por que? Não resiste? — pergunta chegando mais perto.

– Pelo contrário, querido, você não resiste ao meu charme. — digo me levantando enquanto sorria marotamente.

Ele para de caminhar e arqueia a sobrancelha.

– É... Acho que você está certa. — diz.

Abro a boca para falar, mas ele é mais rápido e acaba com o espaço entre nós, me agarrando pela cintura, enquanto roçava os lábios em minha orelha.

– Não sentia falta disso? — pergunta baixinho.

Sinto um arrepio percorrer por todo meu corpo.

– Não. — respondo seguido de um suspiro.

– Seu corpo está dizendo outra coisa. — diz passando a mão pela minha pele arrepiada.

Um gemido rouco passa por meus lábios entre abertos. Mesmo não vendo, sei que ele está sorrindo convencido.

Ele começa a distribuir beijos molhados por todo o meu pescoço, me arrancando suspiros. Com um pouco de dificuldade, empurro ele.

– Não. — minha voz falha.

– Por que? — pergunta me agarrando pela cintura novamente.

Arfo.

– Não vou ser mais um brinquedinho seu. — digo empurrando-o novamente.

– Quem disse isso? — ele pergunta.

– Ninguém precisa dizer o óbvio. — respondo.

Ele suspira e em seguida me agarra pela cintura novamente e mordisca o lóbulo de minha orelha.

– Ah... Lenne... Quando é que você vai entender que não é só mais uma?

Meu corpo se arrepia por inteiro. Ele distribui beijos por todo meu pescoço, indo até o canto de minha boca.

– Quando você vai entender que é a única que me deixa louco? — pergunta contra meus lábios.

Me arrepio com a sensação de seu hálito de menta batendo contra meu rosto.

– E eu sei que eu também te deixo louca... — murmura.

Engulo em seco. Ele me aperta mais contra seu corpo e encosta seus lábios aos meus.

– Se não quiser... É só me empurrar. — diz contra meus lábios.

Ele começa a me beijar, um beijo calmo e envolvente. Quase que imediatamente, coloco meus braços em volta de seu pescoço. Ele pede passagem com a língua e eu sedo, aprofundando mais o beijo. Ele desce as mãos, pousando-as em minhas nádegas e em seguida me puxa, fazendo eu colocar as pernas em volta de sua cintura. Ele caminha para frente, fazendo eu bater as costas na parede. Sua língua brincava com a minha em um beijo urgente repleto de volúpia.

Ele passa a depositar beijos demorados em meus seios, na parte exposta pelo decote da blusa. Puxo seus cabelos levemente, lhe arrancando um gemido rouco. Procurei os botões de sua camisa, meus dedos trêmulos tentando tira-los o mais rápido possível. Os dedos ágeis de Sirius agora acariciavam minhas costas por debaixo da blusa.

Quando finalmente consegui tirar sua camisa, comecei a beijar todo o seu peitoral definido, bíceps e tríceps, enquanto ele gemia roucamente. Rapidamente ele levantou minha blusa, tirando-a e jogando-a em algum lugar qualquer. Ele recomeçou outro beijo puxando-me para mais perto de si. Nossas línguas dançavam uma dança sensual e erótica, enquanto gemidos escapavam por minha garganta.

Ele carregou-me em passos rápidos até a cama, onde fui deitada gentilmente. Ele começou a beijar desde meus seios até o cós de minha calça jeans, a tirando logo depois. Ele me ergueu gentilmente e tirou meu sutiã, beijando meus seios logo depois. Sua língua contornou a auréola de meu seio esquerdo fazendo um grito de prazer escapar por meus lábios, fazendo-o sorrir de satisfação. Sirius começou a acariciar o meu outro seio com a sua mão livre, fazendo meu sexo umedecer.

Inesperadamente, Sirius se inclinou e começou a distribuir beijos por toda a extensão de minha perna. Gemidos e suspiros altos escapavam por entre meus lábios, á medida que ele começava a beijar minha virilha. Revirei os olhos num ato de puro prazer, sentindo seus dedos em minha intimidade sob o tecido fino da calcinha. Desci minha peça íntima e com meus próprios pés, as joguei em algum canto do quarto.

Seus dedos faziam lentos movimentos circulares em volta de meu clítoris enquanto seus lábios continuam a explorar a parte interna de minha coxa aumentando ainda mais o nível de excitação em que me encontrava. Comecei a me sentir mais apertada, como se tivesse prestes a chegar ao meu ápice e eu estava longe de querer que aquilo acabasse. Ele começou a fazer as mesmas carícias com a língua ao mesmo tempo que dois de seus dedos ágeis se movimentavam em minha entrada, me levando a loucura.

Inesperadamente, Sirius me penetrou com seus dois dedos sem deixar de massagear meu clítoris com seu polegar, fazendo-me soltar um grito agudo de surpresa e prazer.

– Sirius! — digo seu nome — Não consigo mais...

– Deixa rolar, baby .. — diz com a voz rouca tomada de prazer.

Fechei os olhos e entreguei-me completamente a ele deixando que meu corpo mergulhasse nas sensações do orgasmo. Ele continuou com as caricias.

Me sentei rapidamente na cama com a respiração descontrolada e o puxei para perto de mim e o envolvi num beijo ardente. Sem que nossos lábios se desconectassem, ele sentou-se na cama e puxou-me para si, fazendo com que eu senta-se em seu colo. Sua ereção roçava em meu cós, mesmo que por baixo da calça jeans, soltei um gemido frustado e o empurrei contra o colchão assumindo o controle.

Distribui beijos por seu peito, entre carícias com a língua e beijos demorados. Deixei que minhas mãos explorassem seus braços e pernas, ao mesmo tempo em que rebolava sobre seu membro provocando-o. Ele soltou um longo gemido quando comecei a tirar sua calça que encontrava-se extremamente apertada devido sua excitação. Me ergui e consegui tirar sua calça. Enfiei minha mão dentro de sua box e senti seu membro pulsar em minha mão.

Apertei-o e comecei a fazer leves carícias vendo sua expressão de puro prazer. Minha unha o arranhava de maneira gentil enquanto minha mão acariciava toda a sua extensão. Com a minha mão livre, comecei a descer sua peça íntima devagar. Deslizei meu corpo e comecei a beijar a região interna de suas pernas antes de finalmente chegar a extensão.

Passei a língua por toda a sua extensão vagarosamente na intenção de prolongar o ato, suas mãos encontravam-se em meus cabelos dando fortes puxões como estímulo assim como eu havia feito com ele. Senti-o em minha boca ouvindo seu gemido preencher o quarto silencioso, fazendo aquilo como um incentivo, e continuei com as carícias com a língua para então fazer leves sucções o vendo totalmente afetado por minhas carícias.

– Pare. — sussurrou puxando meu cabelo mais fortemente.

– Por que? — perguntei ainda acariciando seu membro rígido.

Não houve resposta. Em um ato repentino, ele trocou nossas posições. Ele se levantou para pegar o preservativo em sua calça. Sirius segurou minhas coxas e abriu minhas pernas colocando-se entre elas. Automaticamente, fechei as mesmas em torno de sua cintura e contorci-me de prazer sentindo seu membro roçar em minha entrada.

Sirius enterrou-se em mim devagar. Tapei minha boca com as duas mãos para evitar um grito de prazer. Ele puxou minha mão e entrelaçou nossos dedos, passando a me beijar docemente para que os sons emitidos por nós dois não pudessem ser ouvidos pelos seres que provavelmente estão se esgueirando por trás da porta para nos escutar. Nesse momento, era só eu e ele e mais ninguém.

Notas finais
E então, gostaram?! Espero que siiiiim! Como vocês estão?! Tenho mais uns 5 capítulos prontos e tals, se vocês comentarem bastante, eu posto rapidinho! Vou dar uma chance para os meus 123 leitores lerem e comentarem hehehe eu ficaria muito feliz!Kisses =D