No Tempo Dos Marotos
37 I'll always be here for you
Notas iniciais

''O que não me matou, nunca me tornou mais forte.''
Ed Sheeran
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No capítulo anterior:
– Jay... — murmuro totalmente acabada.
– Eu... Eu vou terminar de fazer os temas, até amanhã. — diz, me dando um beijo na bochecha.
Ele se levanta e sobe as escadas pro dormitório masculino. Fico sentada ali, me sentindo um lixo.
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POV Sirius Black
Depois que a Lily sai do dormitório, Lene se deita na cama.
– Estou com sono. — murmura.
Conjuro um banquinho e me sento ao lado de sua cama.
– Durma. Você passou por muita coisa, tem que descansar. — falo.
Ela fecha os olhos.
– Obrigada por estar aqui comigo. — murmura ainda de olhos fechados.
– Eu sempre estarei aqui pra você. — falo.
Ela sorri ainda de olhos fechados.
– Amanhã já tem aula... — murmura bocejando logo depois.
– Verdade. — murmuro.
– Boa noite. — diz.
– Boa noite, pequena. — falo lhe dando um beijo na testa.
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Depois que a Lene dormiu, desço até a sala comunal e encontro a Lily sentada no sofá olhando pra lareira.
– Lily? — chamo.
Ela parece se assustar e olha pra mim com os olhos arregalados e vermelhos.
– Está tudo bem? — pergunto.
Ela parece sair de um choque.
– Sim, está tudo bem, Six. Eu só preciso ir a biblioteca. — diz.
– Mas... Mas essa hora?- pergunto confuso.
– Sim, essa hora, algum problema? — pergunta.
– Ahm... Não. — respondo.
– Ótimo, até amanhã. — diz saindo da sala comunal.
O que aconteceu aqui?
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POV Lilian Evans
Saio da sala comunal deixando Six sozinho. Preciso de um tempo sozinha.
Chego na biblioteca e entro. Está tudo escuro.
– Lumus. — murmuro.
Vou até as estantes de livros e procuro um livro pra ler. Logo encontro o livro ''Querido John'' na sessão de romances trouxas.
Me sento em um dos bancos e começo a ler.
Começo a sentir uma forte dor de cabeça. Fecho o livro. Deve ser a luz forte da varinha.
– Nox. — murmuro.
A luz da varinha se apaga, mas a dor continua ainda mais forte. Vai passar, vai passar.
Me levanto com um certo esforço. Todas as partes do meu corpo estão doendo.
– Lumus. — murmuro.
Saio da biblioteca e começo a caminhar em direção a sala comunal da grifinória. A dor piora.
Me encosto na parede, com a mão na cabeça. Sinto meu corpo ficar leve.
A varinha cai de minha mão, junto ao meu corpo que vai ao chão, tudo vai ficando escuro as poucos, a última coisa que vejo é a varinha caída no chão com a luz ainda ligada.
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