Notas iniciais
Heey, galerinha! Desculpem-me pela demora, mas estou em semana de provas, e minhas notas estão horríveis... Enfim, aqui esta mais um BIG capítulo para vocês (nem tão BIG assim, mas né...), e eu já antecipei algumas coisas nele...Tipo, o que eu faria em dois capítulos, esta em um =DMelhor, né?! Daí nós já andamos mais rápido, só o ruim é que nos aproximamos mais rápido do fim né...enfim, ainda faltam bastante capítulos =DMúsicas do capítulo:http://www.youtube.com/watch?v=ZMP0MqdbPJkhttp://www.youtube.com/watch?v=7TSpT_JN_x0http://www.youtube.com/watch?v=lRGsbi2J6rIhttp://www.youtube.com/watch?v=Ct9yfkXNjFghttp://www.youtube.com/watch?v=gQGr9TlaQz0Entonces, até lá em baixo! ~Enjoy it~

''Quem tem luz própria, incomoda quem está no escuro.''

Autor Desconhecido

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POV Lilian Evans

(Radiohead — 15 Step)

James vem correndo até nós, já na sua forma animaga e começamos a tentar acalmar Remus, que talvez por medo, talvez por ódio, estava tentando nos... Ahm... Matar.

Ele se levanta, como se estivesse na forma humana e levanta o braço, a mão arqueada como se fosse nos agarrar e as unhas gigantes amareladas arranharam o ar.

Sirius olha pra mim e aponta com a cabeça para a porta. Corro até a mesma e fico parada protegendo-a para que Remus não pudesse passar. Lenne e Alice vem me ajudar.

Fico olhando atentamente os garotos que estão praticamente lutando com Remus para que o mesmo não chegue perto da porta.

É, essa será uma longa noite....

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~Horas depois~

Corro o mais rápido que posso até a casa dos gritos e passo rapidamente pelo salgueiro, caindo no buraco. Obrigo minhas quatro patas se firmarem no chão e me levanto, correndo escada a cima.

Entro no quarto e encontro Remus caído no chão, já na sua forma humana, Sirius e James enfaixando os machucados do mesmo e Frank pegando água. Me torno humana novamente e entro no quarto.

– Cadê as garotas? — pergunto confusa, ao mesmo tempo que me atirava numa cama velha encostada á parede, no canto do quarto.

– Estamos aqui. — responde Lenne, entrando sorridente no quarto, enquanto atirava umas garrafas d'água para Frank.

– Aonde estavam? — pergunto, enquanto tentava ao máximo respirar direito.

É, cuidar de um lobisomem não é moleza.

– Fomos escondidas até a cozinha para pegar essas garrafas d'água e alguns bolinhos. — responde Lenne, enquanto se sentava ao meu lado.

Meu estômago ronca ao ouvir falar em ''bolinhos''. Já ia perguntar onde estavam os mesmos, quando vejo Dorcas largando um prato cheio de cupcakes de chocolate em cima da mesa.

Remus ataca o prato e rouba uns cinco e os garotos também. Já ia pegar o último, quando Lenne o pega. Resmungo, voltando a me sentar.

– Ei, Lily, não vai pegar bolinho? — pergunta Dorcas.

– Mas, não... — eu já ia reclamar, quando vejo o prato antes vazio, cheio de novos cupcakes.

Quase me atiro em cima do prato e pego todos os bolinhos que minhas mãos conseguiam segurar. Me atiro em cima da cama e me atraco neles.

Ficamos em silêncio, somente o som de bolinhos sendo mastigados e engolidos estava presente no quarto. Acabo minha porção, e me escoro na parede, colocando a mão sobre a barriga.

Lene pega outra garrafa de água e bebe ela toda de uma vez. Os garotos ainda continuavam sentados á mesa, esvaziando o prato de bolinhos várias vezes e o mesmo sempre se enchia sozinho novamente.

Dorcas e Lice estavam conversando alegremente sobre alguma coisa qualquer.

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~Minutos Depois~

Saímos da casa dos gritos, Remus já curado pelas várias poções que levamos para a casa dos gritos e conversamos alegremente.

– E aquela hora que a Lily escorregou na lomba e desceu rolando? Foi muito engraçado! — exclama Lenne rindo, que nem condenada, seguida pelos demais. — Eu ri muito!

Reviro os olhos.

– Estranho, não lembro de ter escutado uma cadela rindo. — digo, enquanto olhava pra ela e sorria sarcasticamente.

Ela bota a língua pra mim.

– É porque eu ri internamente, tá viada?! — exclama indignada.

Ri, seguida pelos outros.

– Okay, Lenne, entendemos. — diz Dorcas, enquanto segurava o riso.

Vou ao lado de James, que olhou para mim e continuou a caminhar.

– Você foi muito bem. — digo, enquanto caminhava do seu lado.

– Você também. — diz, sem olhar para mim.

Assenti, sorrindo minimamente e olho para meus pés.

– Precisamos conversar. — digo baixinho.

Quase que consigo sentir a tensão vinda de James.

– Temos. — murmura.

– Eu não... — começo a falar, mas paro ao sentir alguém me cutucando.

Olho para o lado e vejo Lenne. Eu já ia xingá-la de tudo quanto é nome, mas torno a fechar a boca quando olho sua expressão. Olho para frente, e meus olhos se arregalam.

– Boa noite, crianças.

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(Evanescence — Going Under)

Encaro perplexa Dumbledore parado na nossa frente, nos olhando com um misto de divertimento e alguma outra coisa que eu não sei o que é. Só espero que não seja raiva.

Uma figura ao lado dele me chama atenção. Com um pouco de dificuldade, desvio o olhar do diretor e olho para o seu lado. A raiva me consome e imediatamente me arqueio para pular em cima de Meredith, que me encarava com um sorriso debochado.

Como se previsse o que eu iria fazer, James me segura pela cintura, me prendendo a ele.

– Não faça isso. — murmura perto de meu ouvido.

– Mas essa vaca... — começo a falar.

– Ela pode ter contado a ele, Lily, mas já estamos encrencados o bastante para você sair dando porrada nela. — sussurra e posso ver o misto de divertimento e tensão em sua voz.

Engulo em seco, enquanto voltava a encarar Dumbledore, que me olhava divertido. Eu não sei o que ele está achando de engraçado nisso, mas... Por mim, ele pode rir da minha cara, desde que não nos expulse.

– Poderiam me seguir, por favor? — pede Dumbledore.

Sem esperar resposta, ele segue para o castelo e seguimos ele.

– Pode esperar, Evans, esse é só o começo do inferno que vai ser a sua vida daqui pra frente. — alguém fala do meu lado.

Olho irritada para o lado e vejo Meredith me olhando debochada. Pego ela pelos cabelos e ela começa a reclamar, mas James me puxa pela cintura e sou obrigada a largar a vadia.

Ela me olha irritada e segue seu caminho.

– Argh, eu ainda mato essa vadia! — exclamo irritada, enquanto fechava minhas mãos em punhos.

James ri e me puxa pela cintura, me fazendo colar meu corpo no dele.

– Calma, ruivinha, agora não. — sussurra perto do meu ouvido.

Arqueio a sobrancelha e olho para ele com a sobrancelha arqueada.

– Ué, não estava bravo comigo? — pergunto.

Ele suspira e o aperto de sua mão em minha cintura se torna mais forte, possessivo.

– Não estou bravo com você. — responde, sem olhar para mim.

– Então...

– Mas isso não muda o fato de termos que conversar mais tarde. — corta.

Suspiro assentindo, encosto a cabeça em seu peito e seguimos para a sala do Dumbledore.

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(Hayley Taylor — What's Going On)

Nos sentamos em poltronas na frente da mesa de Dumbledore e ele fica nos observando.

– Chegou aos meus ouvidos que vocês estavam fora do colégio depois do horário e além disso, eu vi com os meus próprios olhos. — ele diz, calmamente.

Engulo em seco, enquanto olhava irritada para Meredith, que está com o sorriso maior que a cara.

– Seja quais forem os motivos, vocês quebraram uma regra da escola. — continua Dumbledore. — E, todos os nove terão que cumprir algumas detenções, na qual serão decididas pela professora Minerva.

Meredith olha para cada um de nós e olha para Dumbledore.

– Desculpe, senhor... Não sei se escutei direito... O senhor disse, todos os nove? — pergunta confusa.

– Sim, ouviu muito bem, Srtª.Vane. Por mais dignas que foram as suas intenções, também estava fora da cama além do horário permitido. Irá cumprir detenções com seus amigos. — responde Dumbledore, calmamente.

Ela engole em seco, com os olhos arregalados. Sorrio sarcástica. Ah, vingança, doce vingança.

– Bem, senhorita, já pode ir para seu dormitório, mas desta vez fique lá. — ele diz, olhando para Meredith.

Ela assente se levantando, estreita os olhos para mim e em seguida sai da sala. Reviro os olhos fazendo careta e James me dá uma cotovelada.

– Que merda, James. — resmungo massageando minhas costelas.

Olho para frente e vejo Dumbledore olhando para nós dois com os olhos brilhando e um sorriso de canto. Coro. Ele pragueja e observa cada um de nós.

– Olha professor, nós podemos explicar. — começa Sirius.

– Vocês não precisam explicar nada, crianças. Eu já sei. — diz Dumbledore, sorrindo amigavelmente.

– Ahm? — murmuramos juntos.

Ele sorri.

– Eu já sei o motivo de vocês saírem todas as luas cheias. — diz.

Eu gelo na cadeira.

– Como é que é? — perguntamos, eu e as garotas, assustadas.

Dumbledore não deixa transparecer nada, como se já esperasse esta reação vinda de nós.

– Poucas são as coisas que me escapam. — diz, sorrindo divertidamente.

Engolimos em seco.

– Aliás, o pai de Remus me falou sobre sua Licantropia quando ele entrou em Hogwarts. Mas, mesmo assim, aviso-lhe novamente, Sr.Lupin, que Hogwarts sempre estará disposta á ajudá-lo quando precisar. Não só com as poções, que já providenciamos desde o primeiro ano, até quando precisar. — diz Dumbledore.

Remus assente, constrangido.

– Bem, já podem ir. Menos você, Sr.Lupin, quero dar uma palavrinha com o senhor. — diz, Dumbledore, guardando alguma coisa na gaveta.

Assentimos, e saímos da sala.

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Estamos todos sentados na sala comunal da grifinória, exceto Remus que ficou na sala do diretor.

– O que vocês acham que ele quer falar com ele? — pergunta Lenne, que está sentada no colo de Sirius.

– Não faço a mínima ideia, mas, espero que não seja nada demais. — respondo, enquanto um calafrio passava por meu corpo, só de pensar em Dumbledore expulsando Remus.

– Não sei... Esperamos que não mesmo. — diz Dorcas, que está mais branca que papel.

Todos assentimos.

– Ahm, Lily, nós podemos conversar? — pergunta James.

– É... Siim. Claro. — respondo, enquanto meu estômago revirava.

Ele se levanta e sai da sala comunal. Engulo em seco e vou atrás.

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(Backstreet Boys — Drowning)

Vou atrás de James e ele entra na sala precisa. Suspiro e entro na sala. James está parado, me olhando atentamente.

– Então, vai me contar o porquê de estar sendo rude ultimamente? — pergunto, arqueando a sobrancelha.

Ele não fala nada, só me observa.

– Tudo bem. — digo, enquanto me virava pronta para sair da sala.

– Espera. — diz James, me puxando pelo braço.

Arqueio a sobrancelha, enquanto o encarava. Ele larga meu braço e fica parado na minha frente.

– Eu... Olha, eu só estou te protegendo, okay? — diz.

– Ahm... Tá, mas a questão é: Do quê? — pergunto, arqueando a sobrancelha.

– Do que não e sim de quem. — responde.

Franzo o cenho.

– Olha, se está falando da veela falsificada, eu não tenho medo dela. — digo, colocando as mãos na cintura.

– É exatamente dela que eu estou falando. Eu sinto que ela vai atrapalhar nosso relacionamento. — diz.

– Ela só vai atrapalhar se nós deixarmos e bem, eu não estou afim de deixar a vadia roubar o que é meu. — digo, cruzando os braços.

James ri e segura minha cintura com as duas mãos.

– Não importa o que ela fizer, nada vai nos separar, combinado? — pergunta, olhando nos meus olhos.

– Combinado. — sorrio, ao mesmo tempo que passava os braços por volta de seu pescoço.

Ele sorri e aproxima seu rosto do meu, fechando os olhos. Fecho os meus olhos, e os lábios de James envolvem os meus. Se encaixando perfeitamente, como sempre.

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~Dias Depois~

(Dakota Fanning & Kristen Stewart — Cherry Bomb)

Estamos todos na sala de troféus, cumprindo nossa detenção.

– Parem tudo que eu cheguei! — exclama Meredith, entrando na sala, atrasada.

Reviro os olhos.

– Cala a boca e começa a limpar. — mando, atirando um pano molhado na cara dela.

Ela bufa, espumando de raiva e me dá vontade de rir, mas me controlo.

– Potter, Black, chamem a Srtª.McKinnon, a Srtª. Meadowes, a srtª.Johnson e o Longbottom, a professora Minerva está chamando vocês na sala dela. — diz Filch.

Eles franzem o cenho e saem da sala, seguidos pelo Filch que fechara a porta, deixando eu e a veela falsificada sozinhas. Bufo, enquanto me agachava para limpar o chão. Ela começa a assoviar e de repente sinto uma coisa molhada escorrer por meus cabelos e me levanto rapidamente, notando estar totalmente molhada. Olho para Meredith que está segurando um balde, enquanto sorria maldosamente.

– Não me leve a mal, mas, você precisava de um banho. — diz.

Espumo de raiva. Suspiro e sorrio falsamente.

– Não, imagina, não vou te levar a mal. — digo. Ela sorri. — Vou te levar pro inferno!

Pulo em cima dela antes mesmo que ela entendesse o que eu queria dizer com aquilo. Pego os cabelos dela e puxo pra trás, fazendo-a inclinar as costas.

– PARA VADIA! — ela grita, gemendo de dor.

– PARA O CARALHO! SUA VADIA DE MERDA! AGORA VOCÊ VAI VER COM QUEM ESTÁ SE METENDO! — grito irritada, ao mesmo tempo que me levantava puxando ela junto.

Ela tenta pegar meus cabelos, mas em um movimento rápido, dou uma rasteira nela e a puxo pelo braço, atirando-a na parede, fazendo alguns troféus caírem no chão. Ela se levanta desnorteada e corre na minha direção. Pego o balde que estava caído no chão e bato com tudo na sua cabeça. Ela solta um grito agudo, que poderia ensurdecer até mesmo um fantasma.

– SUA VACA DE MERDA! — grita irritada, enquanto me puxava pelo braço e me empurrava em uma das prateleiras, derrubando tudo.

– SUA VADIA! — exclamo irritada, enquanto me levantava e corria até ela.

Bato com tudo nela, empurrando-a contra a porta, que faz um estalo, e quebra, fazendo nós duas cairmos estateladas no chão.

– OLHA O QUE VOCÊ FEZ! — exclama irritada.

Puxo sua perna, fazendo-a quase tocar em sua cabeça. Ela solta outro grito agudo e em um movimento rápido está em cima de mim, puxando meus cabelos com uma mão, enquanto me dava tapas na cara com a outra. Levanto meu punho e lhe dou um soco, fazendo-a cair com tudo para trás.

Tento pular por cima dela, mas a mesma se levanta e sai correndo. Corro atrás dela e pulo em suas costas, fazendo-a caminhar desnorteada pelo corredor, enquanto tentava me tirar de cima dela e eu me segurava em seus cabelos.

Puxo ela pelos cabelos e ela vai pro lado e cai com tudo dentro do banheiro. Aproveito o momento e a seguro pelos cabelos, arrastando-a pelo chão.

– AAH, SUA VADIA! ME SOLTA! — exclama irritada, enquanto arranhava minhas mãos com suas unhas enormes.

Torço o nariz quando ela finca uma unha em minha mão e entro dentro de um dos boxes, abrindo a tampa da privada.

Puxo seu corpo e ela fica de joelhos de frente pro vaso, ao mesmo tempo que se debatia toda.

– Agora você vai aprender a não se meter comigo. — digo entredentes.

– O que você... — ela começa a questionar, mas enfio sua cabeça no vaso antes que ela termine a pergunta.

Ela começa a gritar, fazendo sair uns barulhos estranhos de bolhas estourando vindo da água e sua voz saia mais esganiçada do que já era.

Forço mais sua cabeça no vaso, e a puxo de volta, fazendo respingar água sanitária em minha blusa.

– Sua vadia. — resmunga, enquanto tentava tirar minhas mãos de seus cabelos.

– Como é que é? — pergunto, enquanto metia sua cabeça na privada de novo.

Ela se debate toda e começa a me dar chutes. Retiro sua cabeça do vaso novamente e ela volta a fincar suas unhas em minhas mãos e me chutar.

– Agora, — começo entredentes. — Vamos para o grand finale. — digo, sorrindo maldosamente.

– O...

Enfio sua cabeça na privada antes que ela continue a frase, e aperto a descarga.

– AAAH! — seu grito sai abafado e estridente pela água.

Meu sorriso se amplia, e solto uma risada maldosa. Puxo sua cabeça de volta e ela puxa o ar com força, enquanto tossia escandalosamente. Puxo sua cabeça para trás, fazendo-a arquear o corpo e aproximo meu rosto de seu ouvido.

– Essa é só uma amostra do que eu posso fazer com você, vadia. — digo entredentes. — Chegue perto de mim e dos meus amigos novamente, e você vai acabar paraplégica.

Ela engole em seco, ao mesmo tempo que respirava com dificuldade, puxando o ar como se ele fosse acabar a qualquer momento.

– Você... Não... Conseguiria... — diz, entre pausas para respirar.

– Ah, não, é? — pergunto sarcástica.

Ela balança a cabeça em negativa. Sorrio maldosamente, enquanto colocava o joelho em suas costas e puxava ela para trás.

– AAAAH! — ela grita de dor.

Puxo mais um pouco, fazendo-a gritar mais ainda.

– Se eu puxar mais um pouco, já era. — digo.

– Para, por favor, para. — pede, tremendo.

Largo ela e ela cai com tudo de cara no vaso, gemendo de dor.

– Já dei o meu aviso. — digo, saindo do box.

Paro de frente para o espelho e arrumo meus cabelos que estão totalmente molhados. Sorrio satisfeita e saio do banheiro.

Encontro meus amigos preocupados no corredor.

– Lily! O que você está fazendo aí? Por que está com os cabelos molhados? Cadê a Meredith? — bombardeia James, ao mesmo tempo que me abraçava apertadamente.

– Ai, calma, eu não morri. — digo rindo.

Me desvencilho dele e não consigo conter meu sorriso maligno.

– O que você fez? — pergunta desconfiado.

Meu sorriso se amplia. Eles se entreolham e entram no banheiro. Rio baixinho e entro atrás. Vejo eles parados de frente pro box da Meredith, com os olhos arregalados.

– Lily! O que foi que você fez? — pergunta James, meio risonho.

– Paguei na mesma moeda. — respondo, sorrindo maldosa.

Eles riem.

– Alguém me ajuda. — murmura Meredith.

Arqueio a sobrancelha e encaro James, que está observando Meredith. Só o que me falta ele ajudar ela! Daí sim, quem vai estar com a cara enfiada no vaso vai ser ele! Eles ficam em silêncio.

– Alguém... Jay... — murmura Meredith.

Reviro os olhos. Ele observa ela, com os olhos semicerrados, como se estivesse cogitando a ideia.

– Foi mals, Meredith, mas dessa vez você está sozinha. — diz James.

Sorrio abertamente, ao mesmo tempo que me virava para sair do banheiro.

– Senhorita Evans, o que está acontecendo aqui?

Notas finais
Gostaram?! Espero que siiiim!E então, gostaram da pequena vingança da Lily?! ~calmem que ainda tem mais u.u~ E quem será que chegou ali?!Ah, e eu não vou mais pro internato, meus amigos não vão, então não vou ir, porque bem capaz que vou ficar em um quarto com pessoas que nem conheço (nada contra, mas, eu sou antissocial, então, já da pra imaginar...)Ah, e eu bem... eu tenho umas oneshots novas...e... se vocês quisessem ler... é do meu perfil Mione Granger Rey... se ler... deixa um comentário, pode ser? Ah e... nem da bola... eu estou meia depressiva ultimamente ~tipo, sempre u.u~ Esta aqui ó:http://fanfiction.com.br/historia/405285/Tao_Longe/ http://fanfiction.com.br/historia/404124/Eu_Cansei_Disso/ http://fanfiction.com.br/historia/404413/Cortes/ Enfim, espero que tenham gostado!Reviews? Recomendações?!Kisses =3