No Limite da Tentação
8 Se Entregando
Notas iniciais
Maxon me empurra para dentro do quarto, enquanto continua me beijando. Ele fecha a porta do quarto em um baque e me pressiona contra ela. Seguro seus cabelos entre os meus dedos e me empurro para ele, precisando de mais contato. Minhas mãos entram no seu paletó e eu empurro dos seus ombros, enquanto ele beija meu pescoço. Ele agarra minha coxa e a prende no seu quadril, apertando e acariciando. Maxon morde uma parte extremamente sensível do meu pescoço e eu jogo a cabeça para trás, dando-o mais espaço. Seus beijos escorregam do meu pescoço até o decote do vestido.
Maxon espalma as mãos nas minhas costas e puxa o zíper do vestido, fazendo com que esse caia aos meus pés. Não estou usando sutiã e Maxon me dá um sorriso, antes de abaixar a cabeça colocar um mamilo na boca. Agarro o seu rosto contra o meu seio e puxo o seu cabelo. Ele não parece se importar e eu ligo muito menos. Sua língua desliza através da minha aureola rosada e ele morde.
–Porra, Phoebe, se você continuar fazendo esses barulhos, vou te comer agora mesmo ele diz.
–Então faça isso falo.
–Vamos por parte, baby — ele diz.
Puxo o colarinho da sua camisa e puxo, fazendo os botões voarem para todos os lados. Escorrego o tecido pelos seus ombros e mordo os lábios ao olhar sua barriga. Ombros largos e bronzeados, barriga firme e definida com oito gominhos. O seu V no quadril tem uma trilha rala de pelos que começa embaixo do umbigo até se perder dentro da sua calça. Deslizo meus dedos pela sua barriga e ele para pra me observar. Levanto os olhos e vejo ele me olhando com seus olhos queimando em desejo. Beijo seu pescoço e começo a abrir a braguilha da sua calça. Deslizo minhas mãos para a parte de trás da sua calça e enfio elas dentro da calça. Aperto sua bunda enquanto deslizo a calça para baixo. Ele solta uma risada rouca e sai de dentro no tecido ao seus pés.
Maxon me puxa de novo e cola seus lábios nos meus. Uma corrente elétrica percorre meu corpo e me deixa mais quente do que já estou se é que é possível. Ele me agarra pelos quadris e me tira do chão. Envolvo as pernas na sua cintura e os braços no seu pescoço enquanto ele me carrega até a cama. Com pouca delicadeza, ele me joga no colchão e cobre meu corpo com o seu. Seus lábios voltam aos meus e suas mãos começam a percorrer meu corpo. Meu corpo se arqueia quando suas mãos cobrem meus seios e os massageiam deliciosamente. Gemo contra os seus lábios e arrasto minhas unhas pelos seus braços. Minha reação parece incentiva-lo pois ele desce a boca pela minha garganta e pega de novo um dos meus seios na boca. Sua mão começa uma trilha lenta e quente pela minha barriga até as minhas partes mais baixas. Ele adentra a sua mão na minha fina calcinha de renda e desliza seus dedos pela minha fenda. Eu estou vergonhosamente molhada de um jeito que eu nunca NUNCA estive antes.
–Caralho, Phoebe... — ele fala contra meio seio. — Você tá muito molhada.
Ele chupa com força o meio seio, me fazendo gritar e o solta com um pop. Minha respiração está mais que acelerada quando ele coloca meu outro seio na boca e sem pressa começa a prova-lo. Seus dedos começam a se movimentar lá embaixo e um calor anormal vai se formando no meu corpo. Ele morde o meu mamilo ao mesmo tempo que estimula o meu clitóris, me fazendo gritar enquanto meu corpo treme e uma onda de prazer invade meu corpo.
–Maxon... — Gemo. — Eu preciso de você.
–Eu juro que eu vou te chupar antes que a noite acabe, mas agora eu preciso me enterrar em você, baby — ele diz.
Solto algo sem incoerência em resposta a ele. Maxon levanta da cama e corre até a sua calça jogada no chão, tira do bolso um pacote de papel laminado e antes de voltar para cama, tira sua boxer. Arregalo os olhos ao vê-lo. Ele é grande e grosso... Muito grande e grosso. O único que já havia visto pelado tinha sido o Ethan meu primeiro namorado, primeira vez e apesar de grande, o dele não era tão grande e assustador como o de Maxon.
O vejo rasgar o papel e desdobrar cuidadosamente a camisinha pela extensão do seu membro e a pontada de medo logo é substituída por uma onda de excitação quando ele volta para cima de mim.
–Você não é virgem, é? — Ele me olha.
Estávamos prestes a transar loucamente e só agora ocorre a ele que eu posso ser virgem? Bom, vamos brincar com isso então.
–Sou — digo, minha voz sai rouca e inocente.
Ele arregala os olhos e sua expressão muda para pânico.
–Você tá de brincadeira comigo, né? — Sua voz soa desesperada.
–Sim — sorrio maliciosa. — Inexperiente sim, virgem não.
Ele solta um rosnado e sua boca cai contra a minha. Sinto sua extensão cutucando na minha entrada e ele logo entra em mim. Rápido e duro. Não posso segurar o gemido que escapa da minha boca. Ele fica parado deixando que eu me acostume com o seu tamanho, mas não dói, apenas arde um pouco com a invasão, mais é uma ardência boa. Aperto minhas pernas em volta da sua cintura e minhas unhas se cravam nas suas costas. Ele não parece nenhum pouco incomodado.
–Você é um paraíso quente e apertado, baby — ele murmura. — Agora eu quero me mover bastante.
Ele se empurra quase completamente para trás e volta a me preencher. Outro grito de prazer escapa da minha garganta e eu o beijo para abafar o barulho. Seus movimentos são duros e rápidos me preenchendo por completo. Levanto meu quadril para acompanha-lo e ele desliza as mãos entrem minha bunda e o lençol, agarrando minhas nádegas e me tirando do colchão. Os sons dos nossos gemidos, arquejos e meu gritos, são tudo que preenchem o enorme quarto. Sinto o familiar calor se formar em mim, enquanto me empurro mais para Maxon. Minhas paredes se apertam ao redor dele quando um orgasmo me bate e antes mesmo que esse tenha acabado, outro me invade.
–MAXON! — Grito.
O meu corpo ainda está formigando e quente. Depois de mais algumas estocadas, Maxon solta um grunhido e seu corpo cai contra o meu.
–Puta que pariu Phoebe, você teve um orgasmo duplo? — Ele pergunta ofegante.
Assinto lentamente. Meu corpo está exausto e minha mente ainda está processando o orgasmo alucinante. Maxon sai de dentro de mim e eu choramingo com o vazio que ele deixa. Ele levanta da cama e vai até o banheiro. Maxon volta e deita ao meu lado, me puxando para ele.
Repetimos aquilo algumas vezes naquela noite.
...
Entro sorrateiramente no meu apartamento ás 03h da manhã. Depois de mais 3 rodadas de sexo quente e extasiante, Maxon e eu fomos embora. Quase transamos novamente na limusine no caminho até o meu apartamento. Ele não me pediu pra que eu fosse para o seu apartamento, eu muito menos. Estava muito feliz com uma certa distância entre nós dois. É provável que depois de hoje, ele vá me deixar em paz... Mas acontece que não sei se quero que ele me deixe em paz.
–Isso é hora de chegar, Grey? — Ouço a voz da Júlia quando entro na sala.
Quase pulo com o susto, mas dou um sorriso envergonhado e começo a ir até as escadas.
–Por que está acordada? — Pergunto.
–Não consegui dormir. Estou enjoada. O meu anticoncepcional novo me deixa assim. — ela faz careta. — Ontem estava com uma puta dor de cabeça. Mas não muda de assunto! O foco é você! Se você acha que ninguém notou que você saiu correndo e logo o gostosão Cross te seguiu, você está muito enganada.
Meu rosto fica vermelho e eu arregalo os olhos. Meu Deus!
–Mas isso não importa, eu quero detalhes, Phoebe! — Júlia corre até mim e começamos a subir até o meu quarto. Ele é grande lá? Foi bom ou ele só tem a cara? Ele tem o fogo todo que exala?
Começo a rir loucamente enquanto entro no meu quarto. Júlia me segue e senta na cama como um cachorrinho esperando pelo comando. Entro no banheiro e deslizo para fora do vestido. Prendo o cabelo e entro no chuveiro quente.
–Só vou sair daqui quando você contar os detalhes sujos da sua noite, mocinha — ela grita. — Eu estou menstruada então não posso brincar até terça. Você precisa me dizer o que aconteceu.
Sorrio e fecho os olhos deixando a água lavar todo o suor do meu corpo e do de Maxon. Depois de limpa o suficiente, vou até o closet passando pela Júlia irritada na cama esperando pra saber os detalhes da minha noite, e coloco meu pijama quente e confortável do Mickey. Volto para o quarto e puxo o edredom da minha cama confortável. Me escondo lá embaixo e Júlia corre para o meu lado.
–Conta, conta, conta! — Ela rosna.
–Foi... Incrivelmente maravilhoso — digo, rindo. — Ele é sim muito grande e grosso. Ele é ainda mais quente do que parece.
–Oh my god, Phoebe! — Júlia arregala os olhos. — Deve ter sido realmente incrível.
–Foi — sorrio envergonhada.
–O que você está fazendo aqui? Por que não ficaram no hotel? — Ela pergunta.
–Maxon tem uma videoconferência internacional as seis horas. Achamos melhor irmos logo embora — dou de ombros.
–Minha garotinha está tendo sexo causal com um Deus que é a junção de Ian Somerhalder, Matt Bomer e Taylor Lautner. — Júlia suspira. — Sortuda!
–Eu estou cansada, Jú — rio.
–Vou te deixar dormir. — Ela diz. — Jason está na minha cama sozinho. Se ele acordar e eu não estiver lá, ele vai castigar a sua garota má. Ele é um sonho! Gosta de algemas e brinquedinhos. Somos dois pervertidos perfeitos que se encontraram e se completam.
–Cala a boca, Jú! — Eu faço careta.
Ela sopra um beijo antes de correr para fora do meu quarto.
...
Desço as escadas resmungando e amaldiçoando o Jason. Júlia e eu estamos quarenta minutos atrasadas e Maxon e Jason estão impacientes nos esperando lá embaixo. Parece que eles cansaram e resolveram subir. Confesso que estou nervosa em ver o Maxon. Não sei o que fazer ou o que falar agora e estamos indo passar um final de semana juntos. Meu coração acelera quando abro a porta, mas em vez de encontrar olhos azuis possessivos e quase em fogo, encontro olhos verdes cheios de saudade e esperança.
–Ethan? — Arregalo os olhos.
–Oi, vizinha — ele dá o seu sorriso meigo, mostrando a covinha na bochecha. -Feliz em me ver?
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