Notas iniciais
ai capitulo dedicado aos mil reviews gente to emocionada enfim esse capitulo mto fodastico do meu amigo thomas fodao a ultima aparição dele em ng creio eu just it say goodbye

"Wish there was a way that I can make you understand"

Perdemos um jogo em Cumbria, um condado no norte da Inglaterra. O hotel que ficamos era ótimo, com piscina – que não foi usada – e a cama era fofinha coberta por um edredom maravilhoso, o chocolate quente era de outro mundo, mas não podemos aproveitar muito.

O frio foi intenso, dançamos Slow Down e Like a Champion, o que me deixou frustrada porque eu tinha certeza que ganharíamos se não fosse por Johnson e Percy estarem tão distraídos. Acreditava que o fato de Rob não estar conosco era um tipo de presságio que tudo daria errado. Mas eu não poderia me desesperar. Amanhã era sábado e então, iríamos para um restaurante no norte de Hampshire para ter uma conversa sincera com Thomas. Eu não sabia se estava ansiosa e/ou morrendo de medo. Talvez os dois.

Acabamos em um pub pobre, cinco quilômetros longe de nosso hotel. Eu podia sentir minhas pernas doendo quando eu voltava e acompanhada por dois bêbados, vulgo Nico e Percy. Eu e Thalia parecíamos as únicas que não tinha ingerido uma gota de álcool. Eu realmente queria me acabar, chorar porque meu time preferido tinha perdido para uns grandalhões e isso podia afetar em nosso último jogo. Hedge havia gritado com todos – até com as líderes de torcida, o que foi desnecessário.

Finalmente, estávamos aqui. Atravessando as ruas escuras de Cumbria esperando chegar ao nosso hotel o mais rápido possível. Eram três da manhã e nosso ônibus sairia em duas horas. Eu não duvidava que Hedge e Ally nos deixasse ali a mercê da vida.

Sentia arrepios percorrerem meu corpo. As ruas desertas me lembravam quando eu fora agredida. Agarrei o braço de Percy, puxando-o para frente.

– Ande logo. – vociferei

– Está com medo, Annie? – seu bafo de cerveja com whisky e vodca preencheu meu rosto, senti vontade de vomitar, mas apenas o belisquei e o empurrei novamente para frente – Ai, vem cá, meu amor, vamos conversar, seu namoradinho não está aqui.

Ande. – grunhi

– Calma aí. – ele pousou as duas mãos em meu rosto e os apertou, encostando nossas testas

– Thalia! – gritei – Preciso de sua ajuda! – bati no braço de Percy tentando afastá-lo – Sai de perto de mim, seu nojento. Eu vou te deixar morrer aqui, seu otário. – grunhi

– Você gosta de mim. Gosta tanto que faria qualquer coisa por mim. – ele pegou uma mecha solta do meu rabo de cavalo e ergueu até ficar em frente aos seus olhos, abaixou até seu nariz e cheirou, fechando os olhos e espalhando um sorriso pelo seu rosto – Eu gosto do seu cheiro.

– Percy, cale a boca, Thalia! – choraminguei, tentando empurrá-lo

– Não estou bêbado. – murmurou, com a voz magoada, suas mãos desceram até minha cintura, apertando-a

Encarei Thalia, que segurava Nico pelos ombros e o empurrava para frente. Ela me olhou e balançou a cabeça negativamente, continuando a empurrá-lo.

– Ele vai ficar bem! – ela gritou por cima do ombro – Só o faça andar, nosso tempo está acabando.

Tudo bem. Eu posso fazer isso.

Virei Percy fazendo com que suas costas a minha frente. Seus ombros estavam cobertos por um casaco de couro grosso, empurrei seus ombros e ele cambaleou. Fizemos isso até virarmos a rua para a direita e entrarmos em uma avenida movimentada.

– Estamos no lugar certo? – gritei vendo Thalia empurrar Nico mais a frente

– Pelo GPS? – ela gritou por cima do ombro – Sim!

– Espere. – Percy sussurrou virando o rosto para mim

– Não! Não vou esperar! Você vai continuar andando até eu falar que você deve esperar, ok? Agora, ande. – empurrei seus ombros com mais força que o normal e o vi cambalear para frente

Percy colocou uma das mãos na boca, cambaleando até uma das latas de lixo de alumínio velhas que ficavam na entrada de um beco. Percy apoiou as duas mãos ao lado da lata e vomitou.

Ew. – fiz uma careta, encolhendo-me

Thalia havia parado e Nico ria escandalosamente, apoiando-se nos joelhos. Thalia franziu o cenho e fez uma careta. Cruzei os braços, preferindo encarar a avenida a ter que ver Percy vomitando, totalmente vulnerável.

Depois do que pareceu eternos cinco minutos. Percy se apoiou e respirou fundo. Passou o couro sobre a boca e ficou de costas para mim.

– Já pode empurrar. – ele disse sobre o ombro

– Você vai vomitar. – alertei, apoiando minhas mãos em seu ombro, esperando que chegássemos logo ao hotel

– Não se preocupe. Prometo não causar mais problemas. Vamos lá, mãozinhas.

Não queria sorrir, mas senti o mesmo escapando pelos meus lábios enquanto o empurrava pela avenida movimentada e Thalia gritava as instruções por cima do ombro.

– Você está com medo? – Percy perguntou

Eu não precisava empurrá-lo, mesmo assim, minhas mãos estavam apoiadas em seus ombros enquanto ele andava com a cabeça baixa.

– Não. Por que estaria?

– Quase não te achava naquele dia. No dia... Daquilo.

– Você me achou. – assegurei

– Se eu não chegasse a tempo, talvez...

– Não precisamos falar sobre isso.

– Você sabe que eu nunca deixarei isso acontecer de novo.

– Tudo bem, Percy. – suspirei – Vamos, ande.

– Rob quer fazer isso. De um jeito educado, claro.

– Estava adorando quando você não tocava no nome dele.

– Você o traiu... Duas vezes? – ele deu de ombros e encarou o céu enquanto andava – Uma transa. Alguns beijos. Por que não termina com ele?

– Por que não namora comigo? – retruquei

– Por que não disse antes?

– Desculpa, pergunta errada: por que você terminou comigo?

– Para te proteger.

– Pois bem. Você está me protegendo. Não volte com essa ilusão que tínhamos.

– Você acha que o que sentíamos era uma ilusão? – ele perguntou por cima do ombro

Somos uma ilusão. – confirmei – Ande. – vociferei

– Estou andando. – ele imitou minha voz – Você quer voltar para mim?

– Só ande. Onde estamos Thalia?

– Dois quilômetros! – avisou – Uma hora para o ônibus sair!

***

Embora fosse primavera, o céu estava nublado e no noticiário local dizia que, provavelmente, teríamos uma chuva das fortes.

Esperávamos que eles estivessem enganados.

Na noite anterior, conseguimos chegar meia hora atrasados, por sorte, Silena fez Hedge e Ally mudarem de ideia e nos esperar. Chegamos meio dia do sábado, ou seja, já estávamos atrasada para nosso almoço. Diferente de todos que tiraram o dia para dormir em seus quartos, eu e Thalia corremos para ficar prontas em cinco minutos.

Eu coloquei um jeans, tênis – caso precisássemos fugir ou algo do tipo -, um casaco rosa fino e mais um sobretudo pesado cinza. O céu ainda estava nublado e eu esperava que fosse chover, coloquei uma touca acinzentada sobre meus cabelos bagunçados e sujos e peguei minha bolsa, abrindo a bolsa com cuidado.

Meu celular vibrou no bolso.

Te encontro no refeitório! X

Era Thalia. Grunhi de raiva e dei passadas rápidas até estar cruzando a passarela exalando raiva. Nós estávamos atrasadas! Como ela não conseguia entender isso? Chegaríamos atrasadas e Thomas decidiria que não iria nos dizer mais nada, e seria tudo culpa dela.

Forcei-me a ficar calma enquanto empurrava as portas e encontrava minha prima devorando um hambúrguer ao lado de Percy.

– Tudo bem. – apoiei minhas mãos na mesa – Vamos.

– Deixa eu terminar de comer, um momento. – Thalia respondeu, de boca cheia

– Para onde vocês vão? – Percy perguntou, passando o guardanapo pela boca

Arqueei as sobrancelhas para Thalia, dizendo viu o que você fez?

– Renovar o guarda roupa. – retrucou e pegou o outro hambúrguer embalado – Toma, para você. Vamos?

Acenei, revirando os olhos enquanto ela jogava o cachecol vermelho sobre o pescoço e cambaleava até mim.

– Querem uma carona? – Percy gritou

Engoli em seco.

– Não. – murmurei abrindo a porta do refeitório – Mas, obrigada! – gritei de volta, saindo

Thalia correu até mim, terminando seu hambúrguer enquanto eu abria o meu.

– Sabe, eu acho que esse restaurante deve ser tipo... Horrível. – apontou para o hambúrguer

– Aham, obrigada. E qual é dessa história de Percy?

– Ele apareceu aqui do nada. – ela deu de ombros, arrastando seus tênis pelo piso – Chamou o táxi?

– Chamei há uns dez minutos. Ele não deve ter chegado ainda. E então, preparada? Pode ficar, ainda há tempo.

– Você sabe que não vou. – bateu as mãos cobertas por luvas uma na outra e suspirou – Se chover...

– Vamos voltar de táxi. Está tudo certo. Não se preocupe. – assegurei no momento que atravessamos os portões

Eu não esperava que o táxi estivesse a nossa espera, o que foi bem gratificante. Terminei o hambúrguer em segundos e demorou mais dez minutos para que chegássemos ao local de encontro, concluindo, portanto, quarenta minutos de atraso. Não me perdoaria nunca por isso.

– Vocês querem ficar aqui mesmo, senhorita?

Encarei o local ao nosso redor. Não era um dos melhores lugares para ter uma conversa séria. Uma praça se erguia a nossa direita com bancos sujos e mendigos espalhados ao redor das árvores enormes, o céu ainda estava nublado e o ar cortante que entrava no táxi me fazia tremer. Thalia engoliu em seco e sorriu.

– É, estamos certas sobre o lugar. – tirou dinheiro do bolso e deu para o taxista – Obrigada! Tenha um bom dia! – acenou

Eu não entendia como ela podia ficar tão tranquila. Necessitei de muita força de vontade para abrir a porta e dar a volta no carro parando em frente a uma calçada. Rente ao meio fio, tinha um esgoto que fedia e logo em frente, um restaurante. Eu não deveria ficar surpresa que Thomas quisesse nos encontrar em um restaurante escondido de tudo e todos.

A fachada era aceitável, um banner enorme se erguia a frente com o nome Bailbrook escrito em letras enormes. Uma grade de meio metro se erguia ao redor do restaurante com mesas de ferro e cadeiras de madeira, garçons com blusas cinzas anotavam os pedidos antes de desaparecerem através de um arco de madeira onde deveria estar uma porta. A pintura antes mostarda descascava e uma mulher mascando chiclete ficava lá dentro, atrás de um computador super velho.

– Você não errou o local? – perguntei

Thalia abaixou sua touca e cruzou os braços sobre o sobretudo fechado.

– Eu quero sair daqui tanto quanto você quer entrar. – resmungou e ajeitou o cachecol que combinava com sua touca e suas luvas – E então, vamos?

Soltei um grunhido e cruzei os braços enquanto adentrava o local sem aquecedor. Encaramos os dois lados, procurando por Thomas. Nenhum sinal.

Caminhamos juntas, lado a lado, alguns centímetros de distância até que Thalia agarrou meu cotovelo. Sua mão estava tremendo embora ela estivesse coberta por duas camadas de roupa.

– Annie. – Thalia sussurrou – Ali. – seu indicador se ergueu a uma das mesas do fundo

Um homem com os ombros curvados, um sobretudo cinza estava em seus ombros e ele usava um boné preto, muito parecido com o de Percy.

– Como sabe que é ele?

Minha prima revirou os olhos e ergueu o celular uma mensagem que o descrevia. Senti meus pelos da nuca se arrepiarem e cocei minha nuca.

– Isso me parece tão Pretty Little Liars. – resmunguei enquanto avançava até a mesa

– Não me diga. – retrucou

Pousei minha mão em uma das cadeiras e Thomas ergueu o olhar.

Senti vontade de sair correndo dali. Abaixo de seus olhos azulados tinha duas grandes bolsas roxas, seu queixo estava mais angulado e ele havia emagrecido muito, seu sobretudo parecia ser dois tamanhos maiores do que ele deveria estar usando. Isso me amedrontou ainda mais. Thalia pigarreou e puxou uma das cadeiras, a que estava em frente a ela.

Arrastei meus pés até sentar ao seu lado.

– O que você queria falar com a gente? – Thalia debruçou-se sobre a mesa, sua voz era firme e suas mãos estavam cruzadas

– Não era “a gente”. – Thomas retrucou, seus olhos pousaram em mim – Era com a Annabeth.

– Tanto faz. Porque eu já estou aqui e não vou sair enquanto você não dizer tudo.

Lambi o lábio inferior e inclinei-me sobre a mesa.

– Thomas... – controlei minha voz, tentando parecer calma e decidida – Quero saber qual é a verdade.

Ele se remexeu, desconfortável na cadeira e levantou os olhos para mim.

– As senhoritas vão querer alguma coisa? – um garçom inclinou-se sobre Thalia

Sua camisa amarela tinha uma mancha vermelha logo abaixo do peito e o avental que deveria estar limpo parecia ter sido jogado no esgoto e pego de volta. Engoli minha bile, tentando afastar o sentimento de nojo.

– Uma água. – Thalia pediu

Thomas mexeu a cabeça e o garçom saiu dali com um sorriso no rosto.

– Onde está Jack? – minha prima atacou, seus olhos eram vorazes e eu me encolhi, pensando o que faria se aquele dois pares de olhos azuis estivessem direcionados a mim

– Preso. Como era de se esperar. Achei que soubessem. – ele mexeu a mão, de forma indiferente

– Sabíamos. – Thalia mentiu e tossiu – E o que você está fazendo aqui? Você era cúmplice.

– Não preciso te explicar isso, Grace. – ele cuspiu e ajeitou os ombros

Tentei não ficar amedrontada quando seus olhos se viraram para mim. Eu nunca vi Thomas ser tão ignorante com qualquer pessoa, isso me assuntou, principalmente quando ele inclinou-se em minha direção.

– A verdade é que não foi meu pai que matou Frederick. Foi a equipe dele.

– A equipe dele? – arqueei a sobrancelha, confusa – Que equipe?

– Não sei. – ele engoliu em seco – Foi a única coisa que descobri. A equipe dele era formada por Zeus, Poseidon, Hermes e... – Thomas franziu o cenho – Maxwell. Vocês o conhecem?

– Maxwell... – mordi o lábio inferior, repassando tudo que me lembrava do tempo que amnésia mais me afetou – Nunca ouvi falar. Thals?

– Não... Ele deve ter sido algum amigo do meu pai.

– Maxwell Rogers. – Thomas tentou novamente

– Rogers é o sobrenome de Rob. – lembrei-me e balancei a cabeça

– Quem é Rob? – Thomas perguntou nos encarando

– Ele não tem nada a ver com isso. – resmunguei – Essa era a verdade? Você acha mesmo que a gente vai acreditar que não foi seu pai que matou meu pai? – vociferei

– Acredite em quem quiser. Essa é a verdade.

– E onde você arranjou essas informações? Quem te disse isso? – Thalia parecia acreditar nas palavras dele

O que ela tinha na cabeça?

– Não posso falar.

– Eu vou mandar caçar você, está me ouvindo? – gritei, levantando-me

Thomas deu de ombros. Tirou o óculos escuros da gola de seu casaco e colocou em seu rosto.

– Deveriam procurar sobre esse Maxwell Rogers. – ele avisou – Talvez essa seja a resposta.

– Que resposta? Quem você acha que é? – empurrei a cadeira de Thalia a tempo de ficar de frente para ele – Você perdeu seu pai. – cuspi, encarando seus olhos cobertos pelos óculos escuros – Perdeu sua carreira e tem que se esconder para eles não te pegarem. Sente o que estou sentindo? Sente o que seu pai fez e você quer consertar?! Quer saber? Não vai dar certo!

– Annie, tudo bem, deixe ele ir...

– O que eu sinto é bem pior. – ele inclinou-se – Você é uma criança, Annabeth. Você não entende o que eles querem. E é melhor que entenda logo, antes que eles venham atrás de você.

Ri sem humor.

– Acha que está me ameaçando? Eu vou dizer para Poseidon. – me gabei, cruzando os braços – Ele vai te matar. Pode ir contando seus dias.

– É com ele mesmo que deveria tomar cuidado.

– Está... – não consegui ordenar uma frase

Thomas passou por mim assim que o garçom vinha trazendo duas garrafas de água.

– O que ele quis dizer com isso? – balbuciei

Ninguém do restaurante nos encarava, tinha poucas pessoas e nem parecia que era a hora do rush. Thalia segurou meu braço e me empurrou.

– Obrigada, já estamos de saída.

E então, minha prima me empurrou até eu estar tropeçando e atravessando a rua. Fizemos a volta na esquina e eu ainda não conseguia acreditar.

– Você está bem? Estou tentando achar o café mais próximo e então, chamamos um táxi.

– Será que ela está certa? A equipe do meu pai... O matou.

– Não acredite nele, tudo bem? – ela acariciou meu braço com força, segurando meu cotovelo para que acompanhasse seus passos – Provavelmente foi Maxwell. Ele é o único que não conhecemos.

– E por que ele pediu para que eu tivesse cuidado com Poseidon?

– Ah, Annabeth! Isso é tão óbvio, ele morre de ciúmes do Percy. Ele quer te ver longe dos Jacksons. Vem, há duas ruas daqui tem um Starbucks. Agora, por favor, não faça essa cara de outro planeta.

– Eu só estou assustada. Não estou acreditando.

– Tudo bem, vem por aqui.

Seguimos adiante, Thalia resmungava alguma coisa enquanto meus pensamentos estavam perdidos nas palavras de Thomas. O que ele queria falar com aquilo? E quem era Maxwell Rogers?

Thalia segurou meu cotovelo com mais força e apressou o passo.

– O que foi? – perguntei, encarando a rua por cima do ombro

Uma Mercedes nos seguia calmamente, bem atrás de nós, como se não desse a mínima por estar nos seguindo na cara de pau.

– Vamos correr, ok? – lambi o lábio inferior, tirando a mão de minha prima de mim

– Tudo bem. No já. – ela respirou fundo – Já. – sussurrou

Coloquei a sola do meu tênis para frente, dando impulso. Deixei minhas pernas atingirem seu limite quando chegamos a próxima esquina, o carro acelerou antes de atravessarmos a rua e deu uma volta de cento e oitenta graus. O vidro do passageiro abaixou e fiquei pronta para um sequestro muito parecido como fora o de Thalia.

Ela ofegou ao meu lado e procurou minha mão.

– E aí, gatas, querem uma carona? – Nico brincou

Notas finais
adeus thomas jones im gonna miss u babe this is it adeus vcs chega de capitulo ne bjao