Nightingale.

52 Casi Imposible.


Notas iniciais
Oi gente odiei o nyah pq ele cortou minhas notas finais e me fez repetir e reescrever umas tres vezes enfim Muito decepcionada com vcs pq passei uma semana sufocante sem postar NENHUM capitulozinho e vcs nao me mandam uma recomendação e nem todo mundo deixou review to chorosa sério apenas avisando que essa semana pode durar mais muito mais thx no pro POR FAVOR AMORZINHOS NAO ESQUEÇAM DE LER AS NOTAS FINAIS OK OBG DND

"Como duele verte suspirar por quien no te hace feliz, si subieras que puedo morir por ti, por ti"

Meu coração gelou por segundos.

Eu conheceria aquela voz em qualquer lugar.

Seus olhos azulados ainda estavam do mesmo jeito que eu me lembrava, apenas com um toque grande demais de tristeza e raiva, talvez. Acompanhado por duas grandes bolsas roxas abaixo dos seus olhos. Seus lábios exibiam um sorriso triste enquanto seus cabelos, antes bem aparados, caíam em mechas grossas sobre sua testa.

Engoli em seco, dando um passo para trás. Thomas prendeu meu cotovelo em sua mão.

– O que... O que você está fazendo aqui?

– Eu te segui.

Revirei os olhos.

– É meio óbvio. Você deveria estar preso. Junto com seu pai. Apodrecendo na cadeia. – cuspi, afastando-me, mas Thomas apertou seus dedos ao redor do meu cotovelo

– Meu pai está bem. Eu só te vim perguntar uma coisa. O que lembrou do seu pai? Finalmente sabe quem realmente mandou mata-lo?

Realmente? – zombei, minha voz era firme, mas por dentro, eu sentia cada célula tremer

Eu queria sair dali. Não queria ficar próxima de Thomas nunca mais, eu queria fugir.

– Então, você não sabe. – ele sussurrou

Seu corpo se aproximou do meu.

Não fugi. Eu sabia que não daria certo com ele.

– Você está... Mais bonita.

– Você está louco. – contrabati

Minhas costas foram jogadas contra a parede. Gemi de frustração e tentei soca-lo, minhas mãos, no entanto, foram presas ao lado do meu rosto.

– O que quer de mim?

– Quero que saiba a verdade. A verdade que tive que descobrir. Matar seu pai não estava no plano de Jack.

Ri, sem um pingo de humor.

Seus olhos azuis estavam perigosamente próximos dos meus.

Antes que eu pudesse revidar, os lábios de Thomas me atacaram. Meu corpo parou. Eu deveria gritar e espernear, mas não consegui fazer nada enquanto seus lábios estavam parados sobre os meus, sua língua lambeu meu lábio inferior e eu quis vomitar de nojo. Seus lábios estavam gelados e enquanto ele se mexia eu podia sentir meu batom sendo borrado.

Thomas se afastou.

– É melhor você procurar a verdade.

– Não existe verdade, seu idiota! – vociferei, cuspi em seu rosto

Seus olhos se fecharam, ele virou o rosto e o enxugou no tecido do ombro do seu paletó.

– Jack matou meu pai. Mandou seus homens invadirem minha casa. O gás estava ligado e eu fiz uma merda e tudo explodiu. Bum! – grunhi, meus olhos procurando os dele, eu imaginava alguém nos olhando de fora, eu deveria ser a louca

Eu tinha me mexido tanto que apostava que meus cabelos não estariam tão arrumadinhos e eu nem queria pensar no estrago que ele havia feito em meu batom. Eu tinha problemas bem maiores.

– Quer explicação melhor que essa?

Suas mãos apertaram meus punhos e gemi de dor. Pisei meu salto em seu pé, mas ele apenas chutou minha canela de leve – leve o suficiente para eu sentir dor e querer me jogar no chão, talvez sem conseguir andar.

– Eu tenho uma explicação melhor que essa. – ele afirmou

– É? – ignorei a dor, mantendo-me em pé, eu tinha que parecer forte – Então, qual é? Vamos, me conte.

Thomas mordeu o lábio, desviou o olhar tempo suficiente para que eu pudesse soltar meus pulsos de suas mãos e socar seu estômago com toda força. Manquei para o lado, apoiando-me contra a parede, senti o ar escapar de meus pulmões quando não consegui nem dar um passo para o lado.

Minha cintura foi segurada por braços fortes, ergui os olhos, pronta para dar um chute ou um soco, mas era apenas Percy.

Deixei as lágrimas caírem dos meus olhos. Não pelo medo, eu não temia Thomas; minha canela doía demais. E eu queria me encolher e chorar.

Percy segurou minha cintura, apoiando-me até que minhas mãos estivessem espalmadas em suas costas.

– O que você está fazendo aqui, cara? – Percy bufou

– Você deve saber. – Thomas resmungou, segurando na barriga – Claro que você deve saber. – zombou – Por que não contou à ela? Por que não conta a verdade?

– Que verdade? – Percy gritou, ele ia avançar um passo, mas lembrou-se que eu segurava em suas costas para não cair e deu um passo para trás – Não existe uma verdade!

– Então, você sabe.

– Eu não sei de nada, cara. Eu só estou com minha família, curtindo um jantar super legal até você aparecer e estragar tudo. Mas, se você tem uma verdade, conte-me. Está vendo minha cara de ansioso?

Thomas riu e limpou algo na boca com as costas das mãos, seu corpo estava ereto novamente, ele deu um passo para frente, porém Percy continuou estático.

– Sua família é suja. – Thomas cuspiu – Seu pai guarda tantos podres quanto o meu.

O corpo de Percy tremeu embaixo de suas mãos.

Apoiei meu corpo contra a parede ao lado do banheiro feminino.

Por que alguém simplesmente não ia usar o banheiro, tipo agora?

Percy avançou um passo, mas parou ao ver que Thomas havia feito o mesmo.

– O que você sabe sobre meu pai que eu não sei? – ele lambeu os lábios, os punhos fechados

– Você não sabe? – meu ex-psiquiatra ergueu as sobrancelhas, — Você sabe. Você está escondendo a verdade da Annabeth mais uma vez.

A verdade. Thomas só repetia aquilo.

– Ele está louco. Louco. – repeti mais uma vez

Mas eu não acreditava em minhas palavras.

Thomas poderia estar certo. Eu me lembrava em uma das vezes que Luke dissera que Poseidon guardara segredos, Percy ficou esquentadinho em segundos. O que era? Qual era esse segredo? Segredos, na verdade.

No entanto, Percy parecia tão confuso quanto eu. Qual a verdade que Thomas parecia saber que Percy não sabia? Que seu pai não havia lhe contado, mas a informação escapara para Thomas?

Eu não queria estar com o tornozelo doendo, eu queria correr e procurar ajuda antes que Percy tirasse uma arma de sabe-se-lá-onde e atirasse em Thomas até que ele estivesse em frangalhos.

O fato é que eu não queria que Thomas morresse. E eu comecei a me odiar por isso.

– Me diga sobre o que você está falando e talvez eu não te mate com minhas próprias mãos. – Percy deu dois passos a frente, ficando de cara a cara com ele – Você merece sofrer. Muito. Você enganou Annabeth direitinho. Deu informações pessoais da Annabeth para Jack. Uma pena que não tenham te prendido.

Thomas riu.

– Uma pena que você também não esteja morto.

Percy não esperou por mais uma palavra, socou o estômago dele mais uma vez. Thomas não se curvou, apenas fez uma careta e levantou o soco para acertar o queixo de Percy que se esquivou.

Soltei um grito quando Percy acertou seu nariz. Um filete de sangue desceu e então, Thomas chutou a lateral do corpo dele. O moreno segurou na perna com força antes de ir em direção ao loiro, socou seu supercílio, então seu estômago novamente.

Não me permiti a ver aquele show de pancadaria.

Fechei os olhos e gritei o máximo que pude, pedindo por ajuda.

– Alguém! Por favor!

Eu deslizei pela parede, gritando e abafando cada soluço que saia da minha garganta.

– Por favor. – sussurrei em meio aos prantos

Abri os olhos apenas para ver Thomas em cima de Percy.

A cena mudou rapidamente e então, Percy ficou em cima de Thomas, ele puxou seu cabelo e o jogou contra o chão, talvez, esperando que o fizesse desmaiar.

Não demorou muito até que um garçom o segurasse pelo paletó, puxando-o com força.

Thomas estava com arranhões sobre o rosto e seu olho estava inchado. Tive vontade de gritar ainda mais. Percy me encarou quando um som estrangulado saiu da minha boca, tapei a mesma com minha mão ao ver seu rosto.

Sua boca estava cortada, como da vez que ele brigou com Rob, sangrava bastante, seus supercílios estavam cortados, e seu olho tinha uma mancha vermelha logo abaixo. Todo seu rosto estava vermelho, talvez fosse sangue. Talvez fosse minhas lágrimas borrando a visão.

Percy começou a se debater nos braços do garçom que o segurava. Poseidon apareceu logo depois, Sally ao seu lado. Ela parou de andar assim que me viu. Kaya me encarou, assustada e virou o rosto para seu irmão. Ela gritou, mais alto que eu.

– Olha para mim! – Poseidon gritou, segurando os ombros de Percy – Você vai pegar a Annabeth e sair daqui agora mesmo.

– Pai, se você não me soltar agora...

– Não ouse aumentar seu tom de voz. – Poseidon ameaçou e apertou as mãos nos ombros dele – Escute bem. Você vai pegar a Annabeth e leva-la a um hospital.

– Ele sabe de uma coisa que eu não sei. – Percy sussurrou – A morte de Frederick. O que ele sabe? Algo que o envolve?

– Vá. Agora.

– Não vou até você me dizer.

– Perseu Jackson. Saia daqui. Não irei repetir. Annabeth precisa de você.

Percy abaixou o olhar, virou-o para mim e arqueou as sobrancelhas, surpreso.

Deveria imaginar minha situação, meus cabelos completamente bagunçados, meu batom manchado e todas aquelas lágrimas que continuavam a descer dos meus olhos, sem contar do meu tornozelo que deveria estar começando a inchar.

Ele respirou fundo e empurrou os braços do pai com força. Agachou-se até mim.

Eu gritei novamente, encolhendo-me contra a parede.

Não queria vê-lo. Não queria tocá-lo. Eu queria sair dali.

– Annie... – ele acariciou meu rosto.

Abaixei meu olhar e tapei meu rosto com as mãos, chorando ruidosamente.

Você precisa se acalmar. Ele não vai te machucar.

Respirei fundo.

Mordi o lábio inferior e o encarei.

– Consegue levantar?

Balancei a cabeça, negando.

– Tudo bem. Segure meu pescoço.

Eu pensei em balançar a cabeça de novo e negar. Porém, passei meus braços trêmulos pelo seu pescoço, senti seus braços fortes segurarem em volta ao meu joelho e em seguida, pela minhas costas.

Kaya parou a nossa frente enquanto ele andava.

– O que aconteceu com você?

Percy conseguiu rir, o que pareceu uma careta pelo seu rosto.

Ele tinha levado uma pancada na lateral do corpo. E estava me carregando. Eu não era a garota mais leve do mundo.

– Estou defendendo uma bela donzela, não está vendo, tampinha?

– Não me chame assim! – ela brigou, nos seguindo – O que aconteceu, de verdade? Quem é aquele cara?

– Kaya! – Sally a puxou pelo braço e a pegou em seus braços – Não está vendo que seu irmão está ocupado?

Sally inclinou-se sobre mim e tocou o rosto dele, podia ver seus olhos castanhos, acolhedores cheios de preocupação. Eu devia imaginar o quanto ela estava preocupada.

– Eu queria ir com você. Tem certeza que não quer esperar Paul? Ele pode nos levar até o hospital.

– Eu não quero esperar a polícia, mãe. – ele grunhiu e deu um passo para o lado – Preciso ir, te ligo mais tarde.

Ela assentiu, lágrimas manchando sua maquiagem. Percy apressou o passo enquanto atravessávamos o salão. Vários olhares recaíram sobre nós, encostei meu rosto em seu peito, aspirando seu cheiro masculino e uma mistura fraca de maresia.

***

Uma enfermeira passava um tipo de gaze no inchaço do meu tornozelo, eu tentei não gemer. A anestesia já tinha passado, foi apenas uma pomada que tirou a dor insuportável que me consumia aos poucos.

Ao meu lado, outra enfermeira cuidava dos ferimentos de Percy. Ele xingava e resmungava, a enfermeira lhe mandava sorrisos sensuais. Bufei.

– Está tudo bem, agora. Você não pode forçar o tornozelo, nem andar por uns dois dias, tudo bem? Vamos providenciar muletas, ou você prefere uma cadeira de rodas?

– Cadeira de rodas. – Percy respondeu por mim, os olhos fechados enquanto a mulher passava alguma coisa em seu supercilio

– Os dois, por favor.

A enfermeira sorriu e tocou minha testa.

– Vou pedir alguns analgésicos para que leve para casa. Tente não se meter em confusão novamente. E...

– Não force o tornozelo. Você disse isso umas trezentas vezes, Marlee. – resmunguei, revirando os olhos

Minha enfermeira tinha olhos grandes castanhos, seu cabelo castanho com mechas cor de mel estava preso em um coque, ela deveria ter vinte e cinco anos.

– Certo, garota. Vou falar com o doutor para que lhe traga a alta.

– Obrigada, Marlee. – agradeci, segurei seu pulso antes que ela escapasse – Obrigada mesmo.

Assim que cheguei ao hospital, eu estava tão abalada. Não conseguia nem me expressar em uma palavra e eu chorava muito. Meu cabelo estava todo bagunçado, eu o prendi em um coque, mas minha maquiagem estava borrada e o batom estava em todo lugar ao redor de minha boca. Percy me carregava nos braços quando exigiu que alguém nos atendesse. Não demorou muito tempo até um médico me carregar em uma maca e me enfiar em um quarto particular – mais uma das exigências de Percy – e então, Marlee apareceu. Acalmando-me primeiro, passando a pomada e conversando comigo. Eu não sabia se era o certo, mas eu comecei a rir quando ela começou a falar que fora traída pelo namorado e que não confiava mais em homens. Percy não gostou tanto da piada quanto eu.

– Não se preocupe, querida. – ela afagou minha testa, em seguida meu cabelo – Mas depois vai me dizer onde é seu cabelereiro, certo?

Assenti, soltando uma risada.

– Ok, vamos, Kelsey. Pare de paquera-lo. Eles estão namorando. – ela revirou os olhos, puxando a outra enfermeira

Suspirei, aliviada. Deixei minha cabeça desabar pelo travesseiro e encarei o teto, extremamente branco.

Bloqueei todas as memórias que eu vivi hoje a noite. Eu as reviveria depois. Quando a polícia viesse atrás de nós.

– Você está bem? – Percy sentou-se no espaço que minha cama sobrava

– Sim, e você?

– Foram superficiais. O que ele fez com seu tornozelo?

– Nada demais. – sussurrei

Percy levantou as sobrancelhas, como se dissesse “e você não consegue andar, hm?”. Não o respondi, ele bufou e tocou meu queixo com os dedos.

– Vai ficar tudo bem.

– O que ele quis dizer com a verdade? – me amaldiçoei assim que as palavras deslizaram pela minha boca

Ele franziu o cenho e acariciou minha bochecha enquanto eu tentava me sentar.

– Não sei.

Estreitei o olhar. Ele bufou.

– Eu juro que não sei, melhor?

Assenti, gemendo quando finalmente consegui ficar sentada.

– Você tem alguma ideia?

– Além de que tem a ver com seu pai? – Percy balançou a cabeça – Não sei porque ele ainda não está preso.

– O que vamos dizer para a polícia? – perguntei, por fim

Eu sabia que o assunto ia parar ali, de qualquer maneira.

– Meu pai disse que não deveríamos mencionar seu pai. Vamos resumir que ele era um cara louco por você, e não aceitou que você estava namorando novamente. Fim.

– Tão fácil assim?

– É. Eles não pedir por mais. Não se preocupe. Está bem para voltar para casa? Eu odeio esse lugar. – Percy resmungou

– Eu preciso de respostas. Por que o Thomas foi me procurar logo agora? Faz quase dois meses que estou em Hampshire e...

– Annie, eu não sei de nada. Nada. Eu juro. Eu vou fazer meu pai falar e assim que eu souber, eu vou te dizer. Não importa quão duro ou horrível seja, eu vou te dizer.

– Não acredito em você. – soltei, cruzando os braços

– Também não acredito em você. – disse, deu de ombros, mas tinha um sorriso no rosto

– Eu estou falando a verdade. – retruquei, séria – Não acredito em você.

– Mas confia.

Revirei os olhos.

– Sim, eu confio. – concordei

– É o que eu preciso. – ele se levantou

Assim que seu corpo deixou a cama, a porta se abriu e nosso doutor – Dr. Balzer – adentrou com sua prancheta e um sorriso no rosto.

– Muito bem, Srta. Chase, está tudo bem com seu tornozelo?

– Sim, senhor.

– Sr. Jackson, tudo bem com o rosto? Já sabe que vai ter que se afastar das brigas por um tempo.

– Sim, senhor.

Dr. Balzer riu.

– Espero que tenha feito um estrago bem maior, garoto.

Percy sorriu, feliz.

– Eu fiz.

– Chase?

– É, ele fez. – respondi a contragosto

Dr. Balzer tirou duas folhas da prancheta e nos entregou.

– Só esperem que Marlee traga as muletas, ok?

– Nós pedimos uma cadeira de rodas. – Percy resmungou

Ele sorriu e colocou as mãos atrás das costas.

– Srta. Chase é forte para suportar o próprio peso, certo?

– Sim, senhor.

– Bom. Espero que não apareçam aqui novamente.

Nós rimos antes que ele fosse embora.

Ficamos em silêncio por algum tempo. Meus pensamentos mergulharam nas cenas anteriores.

Eu queria falar com Thomas. Eu precisava falar com ele.

Se Percy não descobrisse a verdade ou simplesmente não me contasse, Thomas teria que fazê-lo. Se ele queria que eu soubesse da verdade, ele teria que me contar. Não importa qual difícil ela fosse.

O problema é que eu não tinha como falar com ele.

Senti um desejo estranho de que ele voltasse a ser meu psiquiatra. Talvez a verdade estivesse ali na minha frente, bem na minha frente.

– Um dólar pelos seus pensamentos. – a voz de Percy era grossa ao pé do meu ouvido

As muletas faziam meus braços doerem, embora ele mantivesse um braço em minha cintura, ajudando-me a andar.

– Estou bem. Não estou nervosa. Só... Estou pensativa.

– Em quê?

– Vai me obrigar a dizer o que estou pensando?

– Não. Tudo bem. Em casa ou no colégio?

– Você realmente acha que vou enfrentar a fúria de Calipso e da sua namorada enquanto aparecemos juntos? Aliás, você disse que não estava namorando.

– Porque não estou namorando. – respondeu, simples

– Não está? – arqueei uma das sobrancelhas

Ele tirou minhas muletas de mim enquanto abria a porta, empurrando-me gentilmente até que eu estivesse sentada no banco de passageiro e ele estivesse ao meu lado.

– Não.

– Mas... Você não anda toda hora com Rachel?

– Você me observa?

– Só vejo vocês, ocasionalmente. – levantei os ombros e encarei a escuridão da madrugada

– Bom saber. Pena que você está namorando.

– É, é uma pena mesmo. E então, vai me levar para casa ou vai ficar jogando conversa fiada?

– Quer que eu ligue para Thalia?

Estou bem. – resmunguei, cruzando os braços

– Então, vou ter que ficar com você até que pare de usar as muletas.

– Ok. Vai calar a boca agora?

Percy assentiu.

Deixei-me cair novamente em mais perguntas sem respostas.

Eu deveria procura-las.

Era isso.

Notas finais
E AH APENAS AVISANDO QUE HOJE SWEET MADNESS VAI DESTRUIR CARREIRAS VAI CHEGAR CHEGANDO HOJE TEM CAPITULO e se vc é um sem noção que ESQUECEU de ler sweet madness apenas avisando que ela está aqui>>>>>>>>>>>>>>http://fanfiction.com.br/historia/472422/Sweet_Madness/ isso quer dizer que vc ja pode favoritar recomendar e deixar vários reviews fofos eu to preparando uma surpresa bem legal (mentira nao to) isso quer dizer que eu peço encarecidamente que vcs deixem suas opinioes sobre o que eu deveria fazer (um video uma coletanea de quotes preferidos de vcs sla) pro final de nightingale sorrynotsorry mas o final ta chegando e eu quero que seja épico pra vcs pq o final ta otimo pra mim e vcs vao odiar o final bc i feel it E AH OI PRA VC QUE NAO LEU PSYCHO MINDS quem nao leu psycho minds tem problemas psicologicos apenas avisando de qualquer maneira o QUINTO E MAIS ESPERADO CAPITULO FOI POSTADO thx no pro pls leiam nesse link >>>>>>>>>>>>http://fanfiction.com.br/historia/469886/Psycho_Minds/capitulo/5/ NAO SE ESQUEÇAM: leiam sweet madness, leiam psycho minds E DEIXEM SUA OPINIAO PARA O QUE EU DEVERIA FAZER NO FINAL DE NG thx no pro