Notas iniciais
O quê? O QUÊ?! Eu postei sem demorar um mês?! Que mundo é esse?! Bom, em primeiro lugar queria agradecer todos os comentários. Eu to tentando achar uma hora para responder os comentários, mas eu sempre enrolo. Mas eu quero que seu to super duper feliz que vocês tão comentando. Isso mesmo! Comentários me alimentam! Então, esse capítulo pode parecer meio inútil mas nele talvez vocês vão começar a entender a trama dessa fic. E obrigada pelas 5 recomendações! Recomendações também me alimentam! Podem vir a toda com elas kkkk! E quem tá curtindo a copa? A abertura foi bEEEEm fraca, mas os jogos tão bons (PORRA PIQUE!!!), torcendo para o Brasil, porque perder vai ser vergonha mundial. Amo vocês!! Obrigada por tudo! PS: Adoro imagens, então, uma imagem para a roupa do Sebs! http://media-cache-ak0.pinimg.com/236x/87/4c/8d/874c8dce06465cdbaac01c74e1ba191d.jpg PS2: Viram que eu mudei meu username? O que acharam? O outro tava muito bleeeeh. Esse, para quem não entendeu o que significe, é My Babies Should Kiss (meus babies no caso são meus ships, vlws, flws!)

“Oh desgraça, acorda!” Alois gritou no ouvido de seu melhor amigo, fazendo com que o rapaz de cabelos escuros arregalasse os olhos e, no susto, rolasse para fora da cama.

“Seu filho da puta!” Ciel gritou de volta ao se sentar, encarando o loiro com raiva enquanto se levantava, ficando de pé em frente do outro.

“Ughh... Será que as duas moças podem calar a boca?” Uma voz rouca disse, abafada por um travesseiro, e os dois amigos olharam para ver o homem moreno com a cabeça enterrada no meio dos travesseiros, a coberta cobrindo apenas até o quadril do mesmo, deixando as costas pálidas e musculosas a mostra.

“Onde a gente ta?” Alois perguntou, num grito sussurrado, cruzando os braços depois de dar uma boa olhada no corpo do chefe de seu amigo.

“Na casa dele, idiota, onde achou que estávamos? No bordel?”

“Ugh, imbecil, eu acordei assustado.”

Ciel suspirou, correndo os dedos esguios pelo cabelo acinzentado, olhando para seu chefe brevemente. “Espera um pouco.”

Movendo-se pelo quarto, o rapaz se dirigiu para estar ao lado do homem mais velho, inclinando-se para sussurrar na orelha do mesmo,

“Sebastian...”

“... Hm...”

“Eu vou para o corredor com o Alois, tudo bem?”

“... Hm...”

“... Ta.”

Antes que pudesse se erguer completamente de novo, seu pulso foi agarrado gentilmente por uma mão larga e o puxou.

Sebastian brevemente pressionou seus lábios contra o de seu empregado, dando uma gentil mordiscada no lábio inferior antes de se deitar novamente, trazendo um sorriso para o rosto do rapaz.

“Vamos então, Alois.”

...

“Vai me explicar porque ficou bravo?” Ciel disse calmamente, encostando as costas na parede após fechar a porta do quarto, seu amigo parado na sua frente.

“Já falei. Eu não sabia onde eu estava e meu estômago ta doendo demais. E eu não sabia onde você estava também!”

O rapaz de cabelos escuros teve que rir baixo, levando uma das mãos para dar um tapa brincalhão e leve no rosto do outro.

“Retardado. Mesmo assim não precisava gritar no meu ouvido. Sorte á sua que eu não bebi muito ontem.”

“Pf... Você é um palhaço... Mas agora vamos mudar de assunto.”

Rolando os olhos, Ciel assentiu, já sabendo do que o loiro provavelmente queria falar. “Que foi?”

“Vocês foderam? Se sim, então o pau dele nem é tão grande assim. Você está andando normal. Credo, por favor, fala que o pinto dele não é pequeno. Ia ser a decepção da minha vida.”

“Não tarado, ainda não. E não que você tem alguma coisa com isso, mas o pau do Sebastian é gigantesco. Sério, quase arrancou meu olho bom. Eu peguei nele pela boxer e ughhh... Grande. Enorme!”

“Nossa, falando desse jeito, eu vou querer uma foto.”

“Deixa de ser desesperado.”

Alois riu, penteando os cabelos loiros com finos, se movendo para encostar as costas na parede oposta do seu amigo.

“E o que mais aconteceu? Vai conta. Vocês estavam bem gays antes de nós dois sairmos do quarto.”

Um incomum e forte vermelho tomou conta das bochechas normalmente pálidas do rapaz de cabelos escuros, fazendo com que o outro fizesse uma expressão de curiosidade e divertimento.

“Você não vai acreditar no que aquele bobão fez.”

“Conta logo.”

“Bom, depois que eu pus vocês dois na cama, eu fui dormir no sofá da sala. Depois de um tempo ele me acordou e disse que eu não fui dormir com ele e que ele ficou me esperando. Você tinha que ver a cara que ele fez, parecia um cachorro pedindo para o dono não sair sem ele.”

“Ah, então depois dessa demonstração super linda de afeto, você achou apropriado passar a mão no pau dele? Que vergonha, Ciel, que vergonha.”

“Cala a boca, seu viado e me deixa terminar. Então, depois nós fomos para o quarto e eu dormi perto dele. Mas passou um tempo e ele me acordou de novo, mas ele estava beijando meu rosto e meu pescoço e ugh, eu fiquei muito duro. Queria que ele beijasse meu pau depois, eu estava pronto para gozar no rosto dele.”

O loiro riu alto, levando uma mão para cobrir o som, fazendo seu amigo rir baixo também, enquanto usou a palma livre para dar um tapa no ombro do outro. “Nojento, e o que mais?”

“Bom, aí nós dois começamos a nos pegar, mas aí eu percebi que ele ainda estava meio bêbado e decidi parar.”

“... Eu não acredito nisso, eu não ACREDITO que você fez isso!”

“ENFIM, eu me deitei direito de novo e quando percebi, ele veio e deu um beijo na minha pálpebra.”

“... E?”

“Na minha pálpebra fodida.”

“Aah!” Alois arregalou os olhos de leve, ficando realmente surpreso ao saber o que o homem fez, mas depois sorriu para seu amigo, balançando a cabeça de leve. “Isso foi legal da parte dele.”

“É...”

“Ah, que lindo!” O loiro exclamou, aproximando-se do amigo rapidamente e abraçando-o forte, balançando levemente de um lado para o outro. “Vocês já estão ficando caidinhos um pelo outro!”

“Unf...! Sua bicha, me larga!” Ciel empurrou o amigo, mas não pode deixar de segurar o pequeno sorriso que brotou em seus lábios. “Bom, agora que eu já te falei tudo, será que eu posso ir dormir?”

“Nos braços fortes e perto do pinto gigante do amor da sua vida? Claro.”

“Nossa, me chupa.”

“Você tem que pedir isso para ele, amor, não para mim.”

“Vai voltar a dormir também e para de falar merda ta bom? Eu vou acordar lá pelas dez e nós vamos embora.”

“Sim, senhor.”

...

Depois que teve certeza que Alois tinha ido de volta para o quarto de hóspedes e não ia ficar espionando-o e a seu chefe enquanto dormiam, Ciel voltou para o quarto de Sebastian silenciosamente, não querendo acordar o homem de novo.

Assim que deitou, encolheu-se embaixo das coxas, suspirando em deleite ao sentir o quanto estava quentinho e aconchegante, caindo no sono em pouco tempo.

...

“Hmm...” Sebastian contorceu-se calmamente, movendo os dedos dos pés e esticando o corpo, seus músculos tremendo levemente. Mas parou imediatamente quando sentiu algo contra seu braço assim que o alongou.

Virou a cabeça para o lado e viu seu empregado, também começando a acordar. O rapaz moveu o rosto para olhar para o lado e encontrou os olhos do outro.

“Bom dia.” Ciel disse, deitando-se de lado com um sorriso de canto de boca nos lábios.

“Bom dia.” O mais velho respondeu, copiando a expressão que havia recebido.

E sem mais delongas, os dois se atracaram rapidamente, bocas se encontrando com urgência como se os homens não se vissem há dias.

“Nnnngg...” Gemendo alto quando mãos largas apertaram seus quadris por baixo de sua camisa, o mais novo levou suas próprias palmas para a bunda do outro, deliciando-se com o grunhido rouco que recebeu.

Sebastian sugou a língua quente do rapaz, trazendo o corpo menor para perto, pressionando seus torsos um contra o outro.

Separando as bocas, Ciel correu a ponta de sua língua sobre o lábio inferior do maior, levando uma de suas mãos para a saliência crescente na boxer do mais velho, apertando atrevidamente e massageando.

“Merda Ciel...” Murmurou calorosamente, fechando os olhos por alguns segundos antes de abri-los novamente e começar a subir as mãos pelo torso pálido, levando a camisa junto antes de rir baixo. “Você ainda está com seus suspensórios. Que gracinha.”

“Vai se fuder... Mpf... Ah... Argh...”

As palavras foram silenciadas por gemidos assim que o mais velho levou a cabeça para baixo, mordendo o pomo de Adão do rapaz, sugando o local com força, enterrando os dedos esguios na cintura fina antes de descer as mãos para os shorts do menor, abrindo o zíper e quase arrancando o botão em sua urgência.

“Vem aqui...” Sebastian sussurrou, puxando seu empregado pelos quadris para cima de si.

“CIEL DESGRAÇA! FAZ MAIS DE UMA HORA QUE EU TÔ ESPERANDO!”

Ambos os homens pararam quando ouviram a porta do quarto se abrindo seguido da voz berrante que pertencia a ninguém menos ao amigo de Ciel que Sebastian não se lembrava do nome.

“Seu... Seu viado! Eu vou te matar!” O rapaz de cabelos escuros exclamou, levantando-se imediatamente, sem um pingo de vergonha de seus shorts abertos ou do volume muito bem aparente neles.

Aproximando do loiro, Ciel agarrou a gola da camisa do amigo, balançando de leve, encarando o outro com óbvia raiva em sua expressão. “Mas que porra! Desde quando você é inconveniente assim?!”

“Você que é um lerdo!”

“Ah meu Deus...” Sebastian murmurou, massageando as têmporas enquanto se levantava. “Olha, eu vou tomar um banho. Vocês dois se resolvam, podem se matar, mas não baguncem a casa.”

E com isso, os dois amigos ficaram olhando o homem caminhar até a porta no canto esquerdo do quarto, ambos praticamente arrancando a boxer do corpo bem torneado com os olhos, gulosamente tomando toda a visão das costas largas e da bunda musculosa que podiam.

“Ah, e Phantomhive.” O mais velho disse, sem nem mesmo se virar para olhar o empregado.

“Oi?”

“Eu sei que sou irresistível, mas tente não espiar. Os dois podem me esperar na cozinha.”

‘Palhaço. ’

Depois que o homem saiu de vista, Ciel fechou um dos punhos e socou o braço de seu amigo, fazendo-lhe deixar sair um som de dor e levar a mão ao local.

“Ei! Seu filho da puta! Por que você fez isso?!”

“Você viu aquilo?! Eu podia estar chupando aquele cara agora! Mas você é uma DESGRAÇA e me atrapalhou!”

...

“Então, o que vocês querem de café?” Sebastian perguntou ao entrar na cozinha, dobrando as mangas de sua camisa social branca, as solas de seus sapatos claros clicando suavemente contra os azulejos do chão.

A voz profunda fez com que o par de amigos se calasse, o de cabelos escuros reparando nas pernas definidas escondidas por uma calça escura social, e o detalhe delicioso de um cinto combinando com os sapatos quase fazendo com que ele pulasse de seu banco e atacasse seu chefe.

“Ah, não, pode deixar, nós vamos embora, já abusamos demais de você. Não é Alois?” Ciel comentou depois de balançar sua cabeça de leve para sair de seus devaneios, mas notou que o loiro ainda estava encarando para o homem.

“Deixe disso, Phantomhive. Vocês comem carne não é? Ótimo, acho que tem bacon aqui e um resto de ovos.”

Depois de alguns minutos, o mais velho serviu dois pratos completos com quatro fatias de bacon e uma generosa porção de ovos mexidos com queijo.

“Não vai comer Sebastian?” O rapaz de cabelos escuros perguntou, sua boca aguando pela visão do belo prato de comida, ainda mais pelo aroma delicioso.

“Eu como frutas de manhã.” Respondeu o maior, já preparando uma vasilha com frutas variadas, incluindo blueberries, amoras, framboesas e uma laranja, kiwis e morangos picados.

‘Com o corpo dele, eu já devia saber... ’ Ciel pensou para si mesmo, comendo com deleite sua comida, feliz que ele não tinha forças para comer só frutas, devorando tudo em pouco tempo assim como seu amigo.

“Agora nós vamos embora. Alois, você tem um número de táxi? Ou a gente pode ir embora a pé mesmo?”

“Eu posso levar vocês.” Sebastian disse, limpando o canto dos lábios com a ponta dos dedos.

“Não, deixa de ser ridículo. A gente já passou a noite aqui. Vamos Alois, já pegou toda a sua tralha?”

“Tralha seu cú. Eu só tenho que calçar.” O loiro disse, levantando-se e colocando seu prato e de seu amigo na pia.

“Pois é, eu também tenho, anda depressa.”

“Tudo bem, fiquem á vontade. Espero você na loja hoje, Ciel.”

...

Após se despedirem do homem (Alois se despediu primeiro para poder sair depressa e não ter que ver os outros dois se pegando deliberadamente), eles saíram da casa e entraram no táxi que chegou com pouco tempo.

Assim que deu o endereço de seu apartamento, Ciel e seu amigo tombaram contra os assentos, suspirando pesadamente.

“Seu chefe tem uma casa bonita.”

“O pau dele também deve ser maravilhoso.” O rapaz de cabelos escuros comentou, deixando uma risada sair de seus lábios, recebendo a mesma reação do loiro.

“Mas sabe uma coisa que eu reparei?” Alois disse assim que se acalmaram, virando a cabeça para olhar o outro.

“O quê?”

“Ele não tem nenhuma foto de família pela casa. Ele tem no quarto?”

“Eu também tinha reparado nisso. Eu não vi nenhuma foto no quarto dele também. Estanho, não é? Até eu e você temos fotos... Mas talvez ele se mudou para aquela casa agora, sei lá.”

O loiro assentiu, deitando a cabeça no ombro de seu amigo, que pôs um dos braços magros em volta de seus ombros.

‘Mas e se não for por causa disso?’

Ciel se perguntou, mordendo seu lábio inferior nervosamente, encarando a rua pela janela enquanto pensava.

‘E por que eu dou à mínima? Eu só quero o pau dele mesmo. E ele só quer o mesmo de mim também. ’

Notas finais
O que acharam?! Esse foi devagar mas é isso que eu quero! Comentem á vontade!