Notas iniciais
Voltei!! Mais rapido do que da ultima vez! Mas ainda sim demorei, nao pretendia demorar dessa vez, mas o que me atrapalhou foi a bosta da escola (odeio terceiro ano ugh me mata), fico muito cansada e durmia enquanto escrevi o capitulo. Mas semana que vem, quarta feira para ser mais exata, ja vou estar de ferias POR UM MES UHUU! Vou postar muito mais, vou tentar postar duas vezes por semana, mas so se voces comentarem (maldita? Sim eu sou kkkk)! E aqui, apresento mais um capitulo dessa fic para voces, espero que gostem! Ah, e quero a opiniao de voces. Quero saber se voces preferem que eu escreva TODOS os dias que vao acontecer no tempo dessa fic (que deixaria a historia GIGANTE) ou que eu fizesse um time skip basico? Estou muito inclinada a fazer o time skip, porque se nao, nao vou dar conta de escrever e voces nao vao dar conta de ler. Preciso saber o que voces querem, podem deixar a opiniao nos comentarios vlws flws kkkkkk. Obrigada por lerem e aguentarem minha demora. Amo voces!! Ps: Eu imaginei o corpo do Sebastian assim nessa fic. Quero deixar BEM CLARO que eu NÃO DESENHEI essa imagem! Quem desenhou foi a Jinko! https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xfp1/t1.0-9/10013789_892583904100423_585894120639184983_n.jpg PS2: Casa do Sebs! Super fancy! http://www.impressiveinteriordesign.com/modern-black-and-white-dream-home-lucerne-house-by-daniel-marshall-architects/

“O quê?! O que foi que você disse?! Olha aqui seu desgraçado, eu não sou uma puta para você ficar-,”

Ciel calou seus berros assim que se virou para olhar para seu chefe que estava no banco de trás.

“brincando...”

‘O filho da puta desmaiou. ’

Rosnando baixo e com o rosto avermelhado, o rapaz deu partida no carro antes de bater na própria testa. Ele não tinha o endereço de Sebastian.

‘Merda, caralho, imbecil lindo, filho da puta, me dando trabalho, porra de rosto maravilhoso... ’

Pensou brutalmente, pegando seu celular e ligando para Mey-Rin, suspirando para se acalmar quando a mulher atendeu.

“Mey, amor, pode me falar o endereço do seu chefe? Não Mey, nós não estamos indo fazer sexo... Não, a minha bunda é intocável. Cacete, Mey, por favor, o endereço. São três da manhã, está muito frio e eu quero muito dormir.”

Com mais um ‘por favor’ aqui e ali, ele finalmente conseguiu o endereço e desligou com um adeus carinhoso. Mesmo bêbada Mey-Rin conseguia ter um charme com ele.

Dando uma ré, ele acelerou calmamente e dirigiu até a casa do homem que dormia ao lado de seu amigo loiro.

“Puta que pariu. Como é que um dono de loja de posto de gasolina tem uma casa dessas?!” Murmurou para si mesmo para não acordar a dupla dinâmica no banco de trás.

‘Desgraça, e eu comendo restos há semanas... ’

Olhando o papel em que tinha anotado a senha do portão que Mey-Rin havia lhe dito, digitou a senha calmamente e adentrou a casa, parando no que ele achou ser a garagem. No escuro da madrugada, ele não conseguia enxergar direito. Ainda mais com apenas um olho.

Saiu do carro após retirar as chaves da ignição e abriu a porta para o lado de seu chefe, mordendo seu lábio inferior com a visão do rosto estupidamente belo com os olhos fechados, a boca que parecia ser desenhada entreaberta para deixar suspiros suaves saírem.

‘Meu Deus, como você é lindo assim... E pode ser tão idiota às vezes... ’

Riu baixo para si mesmo antes de balançar gentilmente o ombro do homem, chamando-lhe o nome suavemente.

“Sebastian... Sebastian... Acorda...” Recebeu apenas um grunhido de resposta, então tentou de novo, com um pouco mais de força, finalmente tendo algum resultado.

“Anda seu gigante. Vou te levar para a cama.”

Ajudou o homem muito mais alto se levantar, colocando um dos braços bem torneados em volta de seus ombros, ajudando seu chefe com certa dificuldade, já que este era bem maior que ele.

“Unng... Phantomhive...” O mais velho grunhiu quietamente, o álcool e o sono lhe deixando parcialmente acordado.

“Cala a boca.”

Apoiando o homem na parede perto da porta de entrada da casa, ele destrancou a porta, as chaves da casa no mesmo chaveiro das do carro, para sua grande sorte.

“Porra, para um cara que come igual uma princesa, ele é muito pesado.” Sussurrou, parando de andar por um breve momento para correr os olhos pela casa, tentando encontrar o quarto principal, sabendo que seu chefe não estava em plenas condições de responder qualquer pergunta que tivesse.

Depois de três tentativas de encontrar o quarto principal na maldita casa enorme enquanto carregava o gigante imbecil, ele finalmente encontrou o que procurava. Suspirando, ele arrastou o homem para a cama, deitando-o gentilmente, retirando os sapatos sociais e a jaqueta e jogando ambos na mesinha de cabeceira.

Quando já estava se virando para deixar o quarto e pegar seu amigo do carro, ouviu um grunhido, fazendo-o se virar para olhar seu chefe.

“Ciel... Aonde vai?”

“Eu só-”

“Fique...”

“Olha, eu já volto.”

Com isso, o mais novo saiu do quarto passando a mão no cabelo escuro e suspirando, quietamente fechando a porta assim que passou, saindo da casa para pegar seu amigo.

Depois de mais dez minutos para achar o quarto de hóspedes enquanto carregava Alois nas costas (graças aos céus que seu amigo era pequeno e leve, diferentemente de seu chefe gigante), Ciel finalmente foi para a sala e se deitou no sofá, deliciando-se no conforto deste.

‘Isso é melhor que a minha cama... ’

E com essas palavras em mente, o rapaz fechou os olhos e em pouco tempo estava num sono pesado.

“hive... tomhive... Phantomhive...”

Sentindo algo balançar seu ombro, o par de olhos não combinantes se abriu, rolando para cima para ver um belo rosto pairando sobre si.

Seu chefe lhe encarava com aquelas órbitas avermelhadas irresistíveis num olhar que o lembrava o de uma criança que não conseguiu o doce que lhe fora prometida. Bem, uma criança meio bêbada, no caso.

“O que é?”

“Você não foi.”

“... Oi?”

“Você não voltou para o meu quarto. Eu te esperei.”

‘Porra não fale esse tipo de coisa fazendo essa cara. Vai me deixar louco. ’

Ciel balançou a cabeça de leve, fazendo um breve gesto com uma das mãos para que o outro fosse embora. “Estou bem aqui.”

“Isso é um sofá.”

“Continuou bem.”

“Ciel.”

Um calafrio percorreu todo seu corpo, sua língua rosada rolando sobre seu lábio inferior em deleite. Adorava ouvir seu nome sair daquela boca, àquela voz aveludada com mel trazendo-lhe arrepios.

Sentiu uma mão larga em seu antebraço, puxando-lhe com delicadeza, fazendo com que ele se virasse novamente e olhasse para seu chefe, estupidamente bonito mesmo depois de dormir no carro e beber tanto.

“Está bem, está bem, já vou.”

Sebastian puxou-lhe pela mão de volta para o quarto principal como um menino (Ciel presumiu antes que seu chefe continuava bastante intoxicado, mas agora tinha certeza), fechando a porta assim que passaram.

O mais velho levantou os braços torneados e começou a puxar sua camisa social para retirá-la pela cabeça como um louco, fazendo o outro balançar a cabeça em desaprovação.

Mas assim que a peça foi descartada para o chão, o mais novo resistiu á tentação de bater palmas para parabenizar seu chefe. Assim como havia imaginado, talvez até melhor, o torso do homem parecia ter sido esculpido nos mais belo dos mármores. A pele branca e sedosa cobria músculos bem delineados e definidos, proporcionais ao corpo.

E quando achou que não podia ficar melhor, o mais velho abriu a calça que estava usando e deixou-a cair no chão, pisando fora dela antes de se virar para seu empregado.

“Você vem ou não?”

‘Eu vou se você empinar essa bunda gostosa para mim, porque minha nossa, que bunda é essa. ’

Balançando a cabeça de leve, Ciel saiu de seus devaneios sobre o belo corpo, vendo seu chefe já embaixo das cobertas grossas. Retirando os sapatos, suspensórios e o cinto, o rapaz deitou-se, jogando a coxa por cima de seu corpo, suspirando em deleite com a absoluta maciez, já fechando os olhos.

No entanto, eles se abriram imediatamente quando sentiu um longo braço torneado tomar sua cintura e lhe puxar contra um peito firme.

‘Desgraça... ’

O rapaz tentou se mover para longe por alguns minutos, mas sem sucesso, decidindo ficar do jeito que estava e contentando-se apenas em dormir por enquanto.

As horas se passaram lentamente para Ciel, que estava tranquilamente inconsciente e na deliciosa terra dos sonhos, diferentemente do homem ao seu lado.

Sebastian abaixou os lábios lentamente, para que não ficasse tonto, e pressionou um beijo na curva do pescoço de seu empregado, levando uma das mãos para o braço magro, acariciando a pele delicadamente, suspirando em deleite.

“Ciel...”

“Nng...”

O mais novo grunhiu, abrindo os olhos após piscar algumas vezes, virando-se para seu chefe com uma expressão de desgosto por ter sido acordado. Mas teve que admitir que sua irritação se foi praticamente quase toda embora quando viu aquele rosto perfeito tão próximo de si.

“Bom dia.”

“Bom dia? Ainda está escuro lá fora seu psicopata. Que horas são?”

“Cinco? Eu não sei.”

Ciel suspirou, passando a mão pelo rosto, entendo porque estava cansado. Rolou os olhos antes de se virar para o outro, encarando-o calmamente.

Mas assim que o fez, Sebastian se inclinou e correu os lábios pelo maxilar do rapaz, movendo suas palmas apertar a parte baixa das costas do mais novo, mordiscando o lóbulo carnudo da orelha alheia.

“Uhn...”

O mais novo gemeu baixo, colocando os braços em volta da cintura bem torneada, movendo as penas para que suas coxas ficassem entrelaçadas, fazendo com que soltasse outro som de prazer. Podia sentir o órgão do outro ficar maior e começar a pulsar apenas com o contato, e isso lhe encorajou cada vez mais.

Rodando o joelho que estava entre os de seu chefe, massageava o membro quente ainda escondido por aquela maldita boxer, querendo ver aquela deliciosa parte do corpo do outro de pé para ele, implorando por atenção. E nossa, pelo o que podia sentir, não ia precisar implorar muito para tê-la. “Você realmente é um gigante, não é?”

As palavras trouxeram uma risada rouca e baixa da garganta de Sebastian, suas mãos atrevidamente apertando os quadris suculentos de seu empregado favorito.

“Por que você não descobre?”

Com estas palavras apenas, o mais novo levou uma de suas mãos famintas para o membro vestido do outro, as bochechas normalmente pálidas queimando sem que percebesse.

“Ah... Nng...”

Ambos gemeram alto quando o primeiro contato foi feito. O mais novo correu a mão num toque bem leve sobre a carne rígida, sentindo o calor mesmo com a roupa intima sobre esta.

Depois, sem pensar duas vezes, apertou o membro, seu corpo esquentando com a grossura e o tamanho do que segurava. Com um olhar rápido para baixo, podia ver uma mancha molhada se formando na boxer.

“Meu Deus... Phantomhive...”

“Não diga meu nome assim se não pretende fazer alguma coisa.”

“E quem disse que eu não pretendo?”

E assim que palavras deixaram os lábios que Ciel tanto desejava, ele foi puxado para cima de seu chefe, um grito abafado deixando sua garganta com a ação repentina.

Mas não podia dizer que não ficou satisfeito.

“Venha aqui.”

Seu chefe murmurou, levantando o tronco musculoso para roubar a boca do empregado num beijo quente e estranhamente delicado, mas com o passar dos segundos, foi ficando mais desleixado e rápido, indicando a urgência de ambos.

Suas línguas encontravam-se com barulhos úmidos que enchiam o quarto e alimentavam a excitação nos dois.

A boca de seu chefe era tão quente para Ciel que ele não podia deixar de segurar o cabelo na parte de trás da cabeça do outro, puxando o cabelo sedoso escuro, trazendo grunhidos ásperos da garganta máscula que iam direto para o membro do mais novo, fazendo-o tremer.

Suas mandíbulas se abriam e fechavam com intensidade, mãos apertando o que podiam alcançar enquanto um músculo molhado escorregava rapidamente sobre o outro.

“Ah... Ah... Você é muito bom nisso...” Sebastian comentou assim que se separaram, ofegando, seu peito movendo-se para cima e para baixo numa tentativa de conseguir seu fôlego de volta mais rapidamente para ganhar outro beijo. Para ser honesto consigo mesmo, o mais velho tinha que admitir que em todos os seus vinte e oito anos de vida, nunca conheceu alguém que beijava tão bem quanto ele.

“Eu sei que sou,” Como ele queria aquele homem. Nunca quis tanto alguém quanto queria este maravilhoso ser em que estava sentado. Mas... Aquele gosto de tequila no boca de seu chefe estava lhe incomodando demais, assim como aquele hálito de álcool. “como está se sentindo? Ainda está bêbado?”

“Talvez. Mas só um pouco. Eu acho.”

“Hmph... Então acho melhor pararmos por aqui.”

“Aaah, mas por quê?”

Quase desistiu de sua decisão com aquela reclamação infantil. E é claro que aquele aperto em seu quadril também ajudou muito, apesar de não ter sido o suficiente.

“Porque sim. Anda, vamos voltar a dormir, podemos conversar disso mais tarde.”

“Chato.” Sebastian fez um pequeno bico, mas obedeceu, ajudando seu empregado a se deitar de volta na cama, abraçando-o para perto.

“... Seu pau é enorme.”

“Oi?”

“Está surdo agora? Eu disse que seu pau é enorme. Sério, está quase alcançando meu umbigo. Isso é ridículo. Deixa-me ver essa coisa.”

“Não comece. Você disse que devíamos dormir e é isso que vamos fazer. Deixe meu pau em paz.”

“Então o acalme.”

“Difícil quando você esta tão perto.”

As palavras trouxeram um rubor para o rosto do mais novo e ele não pode segurar um sorriso meio bobo de aparecer em seus lábios. “Idiota. Vai dormir.”

“Hm, ok...”

‘Pelo menos ele me obedece rápido. Vou lembrar-me de deixar ele bêbado mais vezes. ’

E Sebastian fez algo inesperado.

Inclinando-se, o mais velho esperou que o rapaz fechasse os olhos por reflexo antes de pressionar um beijo rápido e leve sobre a pálpebra do olho ferido de seu empregado.

“Bons sonhos, Phantomhive.” Murmurou antes de rapidamente pegar no sono, seu membro acalmando-se lentamente, abraçando a cintura fina possessivamente, deixando um Ciel com olhos arregalados e um rosto muito avermelhado acordado por mais alguns longos minutos.

‘Filho da puta. ’

Notas finais
E entao, o que acharam? Comentem por favor! Se quiserem logico :D! Obrigada por lerem! Amo voces!