Notas iniciais
O que? O QUE?!?!?!?! Postei sem demorar 19284373785 anos?! Como assim?!?! Entao gente, tomei vergonha na cara e vou tentar ficar sem demorar muito! Meu netbook ta com virus entao usei o da minha irma para postar e ele é hoorível. Muito obrigada por comentarem no ultimo capitulo!!! E obrigada por lerem, recomendarem, pelos favoritos etc. Amo voces! Espero que gostem!

“Hm, porra meus braços estão doendo…” Ciel murmurou para si mesmo ao bocejar, revendo as marcações que havia feito, vendo que tudo estava certo antes de caminhar até o sofá de couro e sentando-se, assistindo Bard trabalhar, resistindo o desejo de reclamar da lerdeza do loiro.

Tombou a cabeça para trás, deitando-a no encosto e lambendo os lábios levemente secos, correndo rapidamente os olhos pela casa, apreciando a beleza do local.

“Ei Bard.”

“Que foi?”

“Como que o Sebastian tem essa casa? Não sabia que a loja rendia tanto lucro para ele.”

O loiro riu baixo, fazendo pilhas com as caixas, arrumando o local para seu chefe. “Ele não tem só aquela loja menino.”

“Então ele tem duas lojas?”

“O Sebastian não é dono da loja em si. Ele é dono do nome ‘Night and Sun’. Ele tem várias lojas por vários estados.”

‘Filho da puta.’ O mais novo pensou, ficando honestamente surpreso com a informação, não imaginando que Sebastian tivesse um negócio tão grande. “Eu nunca teria pensado nisso... Bom não muda nada. Já está quase acabando?”

“Já, só falta empilhar mais algumas e vamos embora.”

Assentindo, o rapaz se levantou do sofá e caminhou pela sala antes de se aventurar mais adentro da casa, andando calmamente pelos corredores, mordendo o lábio quando passou pela porta do quarto de Sebastian, onde passaram a noite juntos.

Um sorriso travesso brotou nos lábios rosados e Ciel entrou no quarto. ‘Aí meu Deus ele vai me matar. ’ Era só o que podia pensar enquanto abaixava sua calça, tendo um pouco de dificuldade para passar os pés ainda calçados com botas pelos buracos das pernas.

Apertou seu membro por cima de sua boxer, fechando os olhos e relembrando do gosto da língua de seu chefe de poucas horas antes, as imagens dos carinhos que trocaram na cama surgindo em sua mente também.

Em poucos segundos, seu órgão enrijeceu dentro de sua roupa de baixo e sentiu a peça começar a ficar úmida sobre seus dedos, fazendo-o sorrir, assim como tremer em excitação, segurando grunhidos baixos.

Quando sentiu o tecido ficar bem úmido, Ciel retirou sua boxer e colocou a peça delicadamente em cima da cama, entre dois travesseiros, rindo baixo para si mesmo.

‘Agora a melhor parte. ’

Estava prestes a finalmente tocar seu membro quando ouviu Bard chamar seu nome, fazendo-o ranger os dentes em frustração.

‘Ah droga... Queria gozar na cama pra ele... Ah, mas deixa para outro dia... ’

Rapidamente vestiu sua calça de novo, fazendo seu melhor para esconder sua ereção (para a sorte dele, seu membro já estava começando a se acalmar).

“Já vou!”

“Aqui, entrega isso para o Sebastian.” Bard disse ao entregar seus papéis para Ciel, que assentiu e pegou as folhas.

“Pode deixar. Valeu pela carona.”

“De nada pirralho.” O loiro disse, fazendo o mais novo rir baixo ao sair do carro, acenando brevemente.

Ciel entrou na loja, vendo Mey-Rin atrás do caixa atendendo um cliente. Ele piscou para a garota, fazendo-a sorrir e tentar segurar o riso.

Passando pela porta que levava ao corredor privado, ele bateu na porta do escritório de seu chefe gentilmente antes de abri-la, fechando-a após pisar dentro da sala.

O rapaz sorriu e seu coração palpitou no seu peito quando viu seu chefe parado ao lado na mesa, falando ao telefone, seu tom de voz dando a entender que estava irritado, as costas largas virada para o mais novo, um braço segurando o telefone contra sua orelha enquanto sua mão livre descansava em sua cintura.

‘Você é muito lindo nossa senhora, meu Deus. Olha esse cabelo, essas costas, puta que pariu, lindo maravilhoso, tesouro da minha vida. ’

Caminhando até o outro homem, Ciel colocou os papéis na mesa de seu chefe antes de parar atrás dele, colocando os braços finos ao redor do torso musculoso, ficando na ponta dos pés para descansar o queixo no ombro direito forte, sorrindo quando sentiu o corpo do mais velho relaxar imediatamente.

Respirou fundo, suspirando silenciosamente ao sentir o aroma da colônia do outro, o cheiro masculino preenchendo suas narinas, fazendo-o fechar os olhos. ‘Tão cheiroso... ’

Ciel moveu a cabeça de leve para pressionar um beijo na curva do pescoço pálido, depois pressionando vários leves beijos na nuca do mais velho, roçando a ponta do nariz nas pontas bem cortadas de cabelo ali.

Sebastian não pôde segurar o sorriso que apareceu em seus lábios, se esforçando um pouco para se concentrar na conversa sobre o novo carregamento com a boca macia em sua pele e aqueles braços gostosos a sua volta. Moveu sua mão que repousava em sua própria cintura por trás de si, colocando-a na parte baixa das costas do mais novo, pressionando-o para mais perto.

Virando a cabeça e ignorando brevemente o distribuidor, Sebastian beijou os lábios de seu empregado rapidamente antes de voltar à negociação.

Ciel quase deixou sair um som agudo de sua garganta com a ação, o sorriso em seu rosto crescendo enquanto apertava seu chefe um pouco mais, sentindo os músculos definidos sob seu toque, mesmo por cima da camisa do outro.

“Sentiu minha falta?” Murmurou quietamente, continuando a roçar a ponta de seu nariz na nuca do mais velho, acariciando o abdômen definido.

Após algum pouco tempo, Sebastian desligou o telefone e colocou-o em cima de sua mesa, agora usando seu braço que acabou de ficar livre para abraçar o rapaz, tombando a cabeça um pouco para trás para olhar para ele.

“Você não faz ideia.”

Segurando outro som agudo, Ciel abraçou seu chefe com mais força, resistindo sua vontade de subir no mais velho e ficar abraçado nele como um bebê coala. Ao invés disso, beijou o canto da boca do outro, lambendo o local rapidamente com a ponta de sua língua.

Não conseguindo mais resistir à tentação, Sebastian tomou a boca de seu empregado na sua, sugando o lábio inferior com um suspiro de deleite.

‘Você ainda me mata Ciel, sua boca me deixa louco. ’

Movendo-se lentamente para que pudessem estar um de frente para o outro, Sebastian colocou os braços em volta dos quadris do rapaz, puxando-o para perto.

“Você e Bard conseguiram acabar tudo?” O mais velho perguntou baixo, colocando alguns fios de cabelo de seu empregado atrás de sua orelha.

“Conseguimos. Os papéis estão aqui. Pelo o que eu vi tudo que veio está certo.” Ciel respondeu, acariciando as costas de seu chefe, antes de abraçar a cintura torneada.

“Hm.” Sebastian murmurou, um de seus braços em volta dos ombros magros enquanto esticou o outro para pegar os papéis, trazendo-os para perto e passando os olhos pelas palavras rapidamente antes de jogar as folhas em cima da mesa novamente.

Levando uma das mãos ao rosto do rapaz, Sebastian gentilmente roçou as pontas dos dedos sobre o tecido suave do tapa olho do mais novo. “Posso te perguntar,”

“Por que eu decidi usar o tapa olho?”

O mais velho assentiu, abraçando a cintura fina, correndo as órbitas avermelhadas pelo rosto de seu empregado, gravando cada detalhe em sua mente.

“Alois me deu. É melhor as pessoas ficarem olhando para mim por ser um esquisito de tapa olho do que por ter o rosto fudido-”

“Seu rosto é lindo.”

“Pf, cala a boca, você não acha isso.” Ciel disse com um sorriso brincalhão, suas bochechas ficando um pouco avermelhadas, mordendo o lábio inferior.

Ciel sempre soube que era bonito, irresistível, mas ouvir isso do homem em que estava interessado (que também era bem irresistível) estava em outro nível.

“Claro que eu acho.” Sebastian respondeu com um sorriso brincalhão em seus próprios lábios, inclinando a cabeça para roçar seu nariz contra o do outro. “Você é lindo.”

‘Ugh você é lindo, olha para você, você é tão adorável, igual um ursinho... Um ursinho que eu quero beijar e chupar o pau até você estar seco. ’

Sem conseguir se segurar, o mais novo pressionou seus lábios contra os do seu chefe novamente, beijando-o calmamente.

Suas bocas moviam-se em sincronia, sem urgência. Até que Sebastian gentilmente mordeu o lábio inferior do rapaz, fazendo-o tremer e deixar sua mandíbula cair, abrindo a boca para encontrar a língua de seu chefe.

Os músculos se encontraram e rolaram um sobre o outro, dentes mordiscando delicadamente, suas cabeças inclinando um pouco para o lado, mãos apertando o que podiam.

“Nnng... Uhnn...” Ciel gemia quietamente, acariciando as costas largas do mais velho, sentindo seu membro começando a enrijecer.

Sebastian afastou-se da boca rosada, parecendo apenas um pouco desarrumado, abaixando a cabeça para pressionar seus lábios famintos no pescoço do outro, continuando o que havia começado algumas horas atrás.

Mordeu o pomo de Adão do mais novo, fazendo-o chiar baixo, sugando a pele até sentir-la esquentar, sua ereção crescendo dentro de sua boxer.

Abaixando uma de suas mãos, Sebastian repousou sua mão sobre o volume proeminente nas calças de seu empregado, massageando o monte, o gemido alto do outro o fazendo ficar louco.

Lambeu os lábios antes de se agachar e ficar de joelhos em frente do rapaz, levando suas mãos urgentes ao cinto e desfazendo a fivela rapidamente antes de abrir a calça e abaixá-la.

“Ora, mas o que é isso?” Sussurrou roucamente, um sorriso safado no rosto bem esculpido, a expressão deixando os joelhos de Ciel fracos.

Dizer que havia ficado mais duro ainda ao ver o mais novo sem roupa intima alguma era pouco para Sebastian.

“Deixei uma surpresa para você na sua casa...” Ciel disse silenciosamente, mordendo os lábios com uma expressão mista de travessura e excitação.

“Não quero nem imaginar.” Foi a última coisa que declarou antes de colar os olhos do membro do mais novo.

Rosado, pingando com pré-ejaculação, a ponta avermelhada completamente molhada, implorando por atenção. Era grosso e em um tamanho mais avantajado que a maioria dos homens.

“Porra...” A palavra simplesmente escapou de seus lábios com a visão e Sebastian apenas deixou sua boca se abrir antes de abocanhar toda a extensão do carne rígida.

“RrrrrRggg! Desgraça! Ah!” Ciel quase gritou, sua cabeça tombando para trás, fechando os olhos com força, levando ambas de suas mãos ao cabelo sedoso do mais velho, segurando e apertando os fios, tentando não ser muito bruto.

Sebastian sugou a extensão, pressionando sua língua contra a parte inferior da ereção, uma de suas mãos apertando o próprio volume (gigantesco) por cima de sua calça, sua mão livre em volta da base do membro.

“Sebastian... Aah...” Gemeu manhoso, lambendo os lábios antes de abrir os olhos, grunhindo com a cena perante si, aquele espécime raro de joelhos na sua frente, babando em volta de seu membro e devorando-o como se estivesse passando fome por várias semanas. Enquanto apertava aquela monstruosidade por cima da roupa.

“Hmm... A-assim... Chu-chupa... Ah...” Ciel sorriu perversamente, aplicando um pouco mais de força ao segurar o cabelo do outro, removendo uma de suas mãos para que pudesse segurar a base de sua ereção.

Mordeu seu lábio ao ver que o mais velho mantinha a boca aberta enquanto lhe encarava, deixando impossível de resistir á tentação. Aproveitando que os lábios mantinham-se separados, vulgarmente passou a ponta avermelhada de sua ereção sobre a língua rosada, espalhando a pré-ejaculação pelo músculo, gemendo baixo. “I-isso... C-com vontade...”

Sebastian não conseguiu se segurar por muito tempo e acabou por abocanhar o membro novamente, sugando-o com força enquanto movia a cabeça para cima e para baixo, levando toda a extensão para dentro de sua boca, sentindo a ponta tocar sua garganta.

Sem poder se segurar, Ciel tremeu com força e fechou os olhos novamente, jogando a cabeça para trás ao gemer alto, quase gritando ao gozar com força dentro da boca de seu chefe. “A-AH! Sebastian! Porra!”

Sebastian quase engasgou em surpresa com o jato quente de orgasmo, mas engoliu todo o liquido espesso, lambendo a ponta e os lábios após retirar o membro da boca.

“Você é gostoso por todo corpo...” O mais velho murmurou depois de vestir seu empregado novamente e se levantar, pressionando beijos leves e chupões no pescoço pálido.

“Hmm... Isso foi muito bem...” Ciel disse lentamente, quase meio abobado, ainda fraco com a força de seu orgasmo. “E você engoliu tudo, parabéns... Parecia que estava até com fome...”

O rapaz colocou um dos braços finos em volta do pescoço do homem, sorrindo galantemente ao levar sua mão livre ao monte no meio das cochas torneadas de seu chefe, fazendo-o tremer e fazendo com que seus olhos se fechassem, suas mãos apertando a cintura do mais novo.

”Minha vez agora Sebastian... E já vou avisando, estou sempre faminto.”

Notas finais
Comentem á vontade!