Notas iniciais
ALELUIAALELUIALAELUIALELUIAIALELUIA!!! SIM! VOLTEI NO DIA MENOS ESPERADO! É porque eu tinha ficado de recuperação, (EM QUATRO MATERIAS), então tive que passar. Ai veio o natal. Ai veio a preguiça. MAS agora vou poder postar mais porque ACABEI O TERCEIRO ANO UHU PORRA! Agora vou fazer cursinho e minha vida vai ser mais tranquila (não sei o que quero da vida gente nem pergunta). Esse capítulo não ficou do jeito que eu queria mas queria postar antes do fim do ano e saiu isso, espero que não se importem. Obrigada pela paciência comigo! Amo vocês!! e..... FELIZ ANO NOVO!!!!!!

“Vai em frente e me mostre o que sabe fazer.”

Para Ciel, tudo o que estava acontecendo passava-se em câmera lenta. Desde suas respirações descompassadas ás pequenas gotas de suor se formando na parte de trás do pescoço do mais novo, o momento ficaria empregado para sempre em sua mente.

Sebastian não se sentia melhor. Suas palmas suavam, e seu coração batia rapidamente enquanto encarava seu empregado, que lambeu os lábios antes de começar a se abaixar.

Ciel ajoelhou-se em frente seu chefe, calmamente erguendo as mãos e colocando-as sobre as coxas fortes e musculosas, que ficaram tensas sob seu toque. Acariciou-as mesmo pelo tecido delicado da calça antes de começar a abrir a fivela do cinto, o leve cheiro de couro deixando-lhe saber que era original.

Desabotoou a peça sem pressa, revelando uma parte da boxer apertada preta, fazendo-lhe lamber os lábios. Abriu o fecho enquanto encarava Sebastian, que estava olhando de volta com orbes carmesins semi-abertas por excitação, e abaixou a calça até a metade das coxas torneadas.

Lambeu os olhos com a visão que encontrou. O membro de Sebastian fazia um grande volume na sua roupa de baixo, o contorno do órgão bem visível, um círculo molhado de pré-ejaculação onde estava a ponta.

Inclinou-se e roçou a ponta do nariz pelo membro ainda vestido, fazendo seu chefe suspirar, antes de abaixar a cabeça e pressionar vários beijos e chupões leves na parte visível das coxas pálidas.

Levou sua mão direita á massa sob a peça intima, acariciando toda a extensão do órgão até chegar á ponta, massageando delicadamente porque simplesmente não conseguia se segurar.

“Aposto que está bem molhado aí dentro...”

“Porra”

Moveu suas mãos até o elástico da boxer e abaixou a peça, prendendo a respiração sem nem perceber.

Sebastian deixou um som de alívio escapar de seus lábios quando seu membro foi libertado, a pressão que estava sendo feita nele estava começando a se tornar desconfortável.

“Puta. Que. Pariu.” Ciel estava, literalmente, de queixo caído.

O membro na sua frente não estava rijo. Estava duro como uma pedra. Não era grande. Era enorme.

Era o maior que já vira e apostaria a vida que era o maior de todo o mundo. E droga, como era maravilhoso. Estava tão duro que apontava exatamente para cima, e fazia uma leve curva como se fosse feito para entrar em Ciel de todas as maneiras possíveis. Era meio rosado e bem avermelhado na ponta, que pingava pré-ejaculação, fazendo o mais novo salivar. Alguns pêlos finos e lisos, meticulosamente aparados, estavam em volta da ereção, algo que apenas continuava a excitar o outro.

“Que porra pau grande...”

Ciel não hesitou em colocar sua língua para fora e dar uma lambida provocante na ponta, fazendo seu chefe grunhir alto e colocar as mãos largas em seu cabelo. E assim que sentiu seus fios sedosos serem gentilmente puxados, o mais novo fechou os olhos e abriu a boca o máximo que podia e abocanhou a extensão grossa do membro, passando o maior tanto que podia do órgão por entre seus lábios antes de sugar em volta da carne, Sebastian tremendo e gemendo alto, sua voz rouca deixando os pensamentos de seu empregado correndo.

Abrindo os olhos calmamente, o mais novo se surpreendeu quando viu que, apesar de sentir a cabeça gorda já encostada no final de sua garganta, faltava mais da metade para conseguir colocar tudo na boca e deixou sair um grunhido de infelicidade da boca. Mas pelo menos, seu chefe parecia estar adorando o tratamento.

Sebastian tinha a cabeça jogada para trás, o belíssimo rosto contorcido numa expressão de tanto prazer que poderia até ser confundida com uma de dor. Ninguém nunca conseguiu engolir tanto dele tão rápido e sem reclamar antes. Todos os seus parceiros no começo ficavam excitados com seu tamanho, mas depois de provar sempre reclamavam e ficavam assustados. Mas ele sabia do momento que o mais novo entrou na loja, que ele era especial em todos os sentidos.

Pressionando sua língua contra a parte de baixo da ereção, Ciel começou a mover a cabeça, sugando o mais forte que podia, sua mão esquerda repousando sobre uma coxa definida enquanto a direita masturbava o restante do membro que não cabia na sua boca.

Roçou os lábios na ponta inchada, encarando seu chefe, descendo a boca semi-aberta pelo lado do maior pau que já chupou na vida, dando um beijo molhado na base, passando a língua pelo local depois de sugar a pele sensível, fazendo o mais velho apertar seus cabelos.

“Estou indo bem?” Ciel perguntou baixo, com um sorriso convencido no rosto avermelhado, lambendo outra gota de pré-ejaculação que rolava pelo membro.

“Muito... Agh... Merda... Meu Deus... Ciel”

‘Vou ficar duro de novo assim... Até o gosto dele é de um homem de verdade’

O mais novo fechou os olhos e começou a colocar o membro dentro da boca de novo, engolindo tudo o que podia, abrindo sua mandíbula o máximo que conseguia, um pouco de saliva saindo pelo canto de seus lábios. Deixou a ponta bater no final de sua garganta, tentando colocar mais para dentro, chupando toda a extensão insaciavelmente, gemendo em volta da ereção grossa com gosto.

A sensação te ser levado tão profundamente foi quase demais para Sebastian, mas ver Ciel se divertindo tanto com seu pau foi como a cereja no topo do bolo.

Segurou os cabelos de seu empregado só com um pouco mais de força, investiu seu quadril levemente de encontro com a boca mais gostosa do mundo, jogou sua cabeça para trás com os olhos fechados, grunhiu alto como um animal selvagem e gozou com toda a força.

Ciel abriu ainda mais sua mandíbula para receber os jatos quentes de porra, sugando até a última gota do membro antes de se afastar dele, lambendo os lábios antes de engolir tudo o que havia recebido.

Sebastian ajudou o mais novo a se levantar e roçou a curva do pescoço pálido com a ponta de seu nariz, colocando seus braços em volta da cintura fina. Sem poder se segurar, Ciel beijou seu chefe, segurando em seu pescoço, suas línguas roçando lentamente uma sobre a outra, fazendo ambos os homens gemer baixo.

“Eu tenho que ir.” Ciel falou quieto depois que se separaram para recuperar o fôlego.

“O que? Não, você não pode ir.”

As palavras fizeram Ciel rir e ele se afastou de seu chefe para poder colocar suas calças de novo. “Claro que eu posso, meu turno já acabou. E o Alois ta me esperando.”

Sebastian franziu o cenho com as palavras, copiando seu empregado e levantando sua calça antes de cruzar os braços. “Então você prefere ficar com ele ao ficar comigo?”

“Ah, ursão, não seja estúpido.” Ciel inclinou-se e gentilmente mordeu o lábio inferior do outro, sugando levemente antes de soltar e murmurar. “Não troco nem você nem seu pau por ninguém.”

“Está me trocando agora.”

“Tch. Que tal assim, você me liga daqui à uma hora e nós conversamos no telefone?”

“... Pode ser.”

Ciel sorriu, abraçando o torso definido do mais velho e apertando-o, beijando os lábios de seu chefe novamente. “Até amanhã.”

“Juro!”

“Ah, para Ciel! Duvido que seja assim tão grande!”

Alois estava sentado no sofá surrado de Ciel junto com ele, os dois dividiam um cigarro e uma cerveja enquanto conversavam.

“E, por favor! Vai escovar os dentes, seu bafo fede á porra!”

“Vai se foder.” O de cabelos mais escuro riu, colocando as pernas em cima das coxas de seu amigo. “E sério, o pau dele é enormeee, você não faz ideia.”

“Tipo quanto?”

“Ah, espera, me deixa pegar meu bloquinho de anotações e a minha fita métrica que eu uso só para medir pintos.”

O loiro riu alto e deu um leve tapa na panturrilha do amigo, tragando a fumaça do cigarro calmamente. “Você entendeu.”

“Deve ter uns... 25 centímetros? Deve ser isso.”

“Mentira!”

“Verdade.”

“E ele tem o gosto bom?”

“Ele é gostoso para caralho.”

“Ui. E ele estava cheiroso na hora?”

“Amor, que cheiro é aquele. Fiquei até tonto de tão bom.”

“HÁ! Idiota.”

Ciel riu com o outro, tomando mais um gole da cerveja antes de se levantar e tomar a sugestão que foi oferecida pelo menos cinco vezes, indo direto para o pequeno banheiro. Colocou pasta em sua escova de dente e começou a limpeza. E justo quando começou, seu celular começou a tocar alto da sala e ele grunhiu baixo em irritação.

Escovou os dentes rapidamente e cuspiu antes de correr de volta para a sala, vendo seu amigo esparramado pelo sofá, terminando o cigarro.

“Por que não atendeu?”

“Não estava com vontade.”

“Puto.”

“Vadia.”

Ciel ignorou o que mais o loiro tinha para dizer e atendeu a ligação, colocando o celular contra sua orelha. “Alô?”

“CIEL! MAS QUE DESGRAÇA É ESSA NA MINHA CAMA?!”

“Oi ursão.”

“VOCÊ SUJOU MINHA COXA E MEU LENÇOL! E MEU QUARTO TODO CHEIRA Á PORRA!”

“É minha porra, quer dizer, nem é porra de verdade. Agora para de escândalo que eu sei que você gosta. Vai bater uma punheta e relaxa.”

“...”

“Não vai falar nada?”

“Eu gosto do seu gozo quente escorrendo na minha boca, não desse resto frio que parece uma pele de cobra grudada na minha cama.”

Ciel não sabia se ria ou se achava as palavras excitantes. “E você me ligou só para isso?”

“Bom, é. Mas acho que vou acabar usando sua boxer e fazer o que você me sugeriu.”

‘Excitado. Ele definitivamente me deixa muito excitado. ’

Vendo que seu amigo estava mordendo o lábio inferior, com o rosto vermelho enquanto apertava sua própria cintura, Alois riu alto, já sabendo muito bem quem era ao telefone, achando a cena até meio fofa. “Aí Ciel! Fala para ele vir aqui e te foder logo! Eu posso ir embora!”

Sebastian franziu o cenho com o grito que escutou do outro lado da linha, pegando a boxer de seu empregado e cheirando brevemente, lambendo os lábios quando reconheceu a essência imediatamente. “Você tem companhia?”

“É só o Alois.”

“Estou interrompendo?”

Ciel teve que rir com a pergunta, sacudindo a cabeça de leve. “Claro que não, por que acha isso?”

“Não sei, você está sempre com ele. Ele esta sempre na sua casa. Vocês já chegaram varias vezes juntos na loja. Você sempre fala dele. Hoje você foi embora para ficar com ele.”

A cada palavra dita, o cenho do mais novo franzia cada vez mais e ele estava começando a ficar preocupado que seu chefe estava com ciúmes.

Caminhando até seu quanto discretamente, aproveitando que o loiro estava distraído. Fechou a porta quietamente, pressionando suas costas contra a madeira. “Sobre o Alois.”

“Sim.”

“Nós temos que conversar.”