Notas iniciais
Entãããããooo galera, novo capítulo! UHUUU! Só que não... Enfim! Obrigada pelos comentários, favoritos e acompanhamentos! Sabe quantas visitas essa fic já tem? 276. 276! QUE ISSO! Vocês são ótimas (ótimos), amo vocês! Nesse capítulo, vamos ver que Ciel tem um grande apetite. Tipo, maior que o meu. Isso é impossível! Mas ele tem! Enfim de novo, espero que gostem! Don't forget de comentarem! Ou não, não precisa! Se lerem, para mim tá bom! Mas comentários são legais :D!

‘Será que ele esta fazendo o que eu acho que ele está fazendo? Não é possível! Como ele chegou aqui tão rápido? Malditas pernas longas e fortes... Ugghhhhh! Não é só você que tem direito de usar o banheiro seu bosta!’

O estudante pressionou sua orelha contra a porta de madeira, escutando os grunhidos enquanto apertava sua ereção por cima do jeans, lambendo e mordendo seu lábio inferior.

‘Eu preciso gozar... Desesperadamente. Mas... Se Sebastian está no banheiro para onde eu vou? Talvez eu possa bater uma aqui fora mesmo, a voz dele bem que me ajudaria... Não! Controle-se!’

Olhou para os dois lados do corredor antes de encarar a porta de madeira por mais algum tempo, tentando se decidir se ficaria para escutar ou se afastaria.

‘Tente ter um pouco de respeito pelo seu chefe, merda. Eu posso ir para o meu carro... Não, Alois está lá, caralho! Talvez atrás da loja não tenha ninguém. ’

Retirando sua palma de seu membro, Ciel voltou à frente da loja, encontrando Finny já de volta ao balcão. Pediu licença, alegando ter que dar um telefonema, ao loiro, que sorriu e assentiu, dizendo que não havia problema.

O estudante teve certeza de que sua ereção estava bem escondida antes de rapidamente sair, dando a volta pelo estabelecimento, parando quando chegou à parte de trás da loja, apoiando suas costas na parede fria.

“Aaah, porra...” Ciel chiou baixo ao abrir sua calça e abaixar sua boxer o bastante apenas para seu membro ser revelado.

Lentamente, seus dedos pálidos agarraram a carne rígida e inchada fortemente, arrastando sua mão pelo órgão com baixos gemidos, suas bochechas se ruborizando com cada toque. Passando o dedão pela ponta, espalhou pré-ejaculação pelo membro, sua respiração tornando-se descompassada e quente contra o ar frio de outubro.

Olhos vermelhos vieram a sua mente e ele apertou-se mais ainda, grunhindo alto e mordendo seu lábio com mais força ao imaginar a mão pálida e comprida de seu chefe ao seu redor, a lembrança daquele maldito sorriso arrogante fazendo-o tremer de leve.

“M-merda... Nnnggg... Uuunnnhhh...” O jovem sentia pequenas gotas de suor rolar pelo lado de seu rosto, seu cabelo começando a grudar em sua pele, calor tomando conta de seu corpo cada vez mais ao sentir que estava quase lá.

“A-ah... Mmmhhmmm...” Com mais alguns movimentos de sua mão, Ciel chegou ao ápice num jato forte, sua cabeça tombando para trás de encontro com a parede. “Ai, desgraça.”

O jovem ofegava suavemente, aproveitando seu momento pós-orgasmo por alguns segundo antes de usar sua mão limpa para remover os restantes de ejaculação de seu membro e correndo ambas de suas palmas na parede atrás de si e levantando sua boxer e calça.

Lambendo os lábios, Ciel balançou a cabeça para arrumar os cabelos escuros e se afastou da parede suja, fazendo uma leve expressão de nojo para seu próprio gozo que escorria pela parede.

‘Que isso... Não gozo assim desde... Desde nunca, eu acho. Sebastian estúpido com sua ridícula perfeição. ’

Caminhando de volta para dentro da loja, Ciel passou direto por Finnian, que o olhou estranhamente, mas não ficou pensando muito no assunto.

O jovem viu a porta do banheiro aberta e agradeceu aos céus por isso, entrando rapidamente e trancando a porta atrás dele.

Virou-se para a pia e abriu a torneira, sorrindo para si mesmo ao ver um compartimento de sabão líquido, apertando o botão repetidamente e deixando uma grande quantidade cair em suas palmas antes de molhá-las e esfregar uma contra a outra, lavando-as bem.

Após lavar suas mãos e passar um pouco de água fria em seu rosto quente, enxugou-se e tentou ignorar seus pensamentos.

‘Será que aquele merda realmente bateu uma aqui? Talvez... ’

Caminhando até a pequena lixeira ao lado da bancada da pia, ele viu um único pequeno papel, parecendo um guardanapo, amassado dentro dela.

O estudante se agachou e pegou o papel com as pontas dos dedos, desembrulhando-o lentamente, vendo algo bem... Viscoso e branco escorrendo nele, parecendo ainda fresco.

‘Realmente ele... Aaaahhh, isso é ótimo! E ele gozou tanto quanto eu. ’

Voltou para o balcão com um enorme sorriso de satisfação estampada em seus lábios rosados, fazendo Finny olhá-lo com estranhamento novamente, mas não comentou na alegria do colega pela segunda vez.

...

“Então está bem, Ciel. Meu turno acabou, mas acho que você já entendeu tudo não é? Se quiser posso ficar aqui para te ajudar até-”

“Finny, relaxe, está tudo ótimo. Pode ir embora tranqüilo.”

O loiro sorriu e assentiu, abraçando o estudante de novo e se despedindo antes de sair da loja, exatamente quando três meninas, uma ruiva e duas morenas, de aproximadamente 20 anos cada.

“Meninas! Sejam muito bem vindas!” Ciel exclamou, sorrindo e se aproximando das clientes charmosamente. Apesar de ser gay, sabia usar seu charme natural com todos.

“Ah, oi.” A ruiva disse feliz, correndo seus olhos pelo belo lojista. “Nós estávamos passando e queríamos saber se aqui tem algum doce sem açúcar ou de baixa caloria?”

“Não sejam bobas minhas lindas!” O rapaz de olhos azuis disse exageradamente, fazendo as três rirem baixinho entre elas. “Vocês não precisam de tal coisa!” Ciel sabia que na loja não existia grande variedade de doces do tipo que elas queriam, então teria que arrumas alguma forma de vender os comuns. “Olha isso, vocês já são muito magras, princesas. Podem comer qualquer doce que quiserem.”

E, em poucos minutos, as meninas estavam pagando por cinco barras grandes de chocolate Hershey’s, três pacotes de Oreo’s e duas caixas de Twinkies. Cada uma.

“Tchau Ciel!” As meninas beijaram a bochecha do lojista, que se segurou para não se arrepiar e limpar imediatamente o batom de seu rosto, antes de saírem da loja.

“Bleerg...” Murmurou e passou a gola de sua regata pelo rosto, limpando o rastro das clientes. Sorte a dele de o perfume delas não ficar impregnado em si.

“Bela venda.” O jovem virou-se, vendo seu chefe encostado na batente da porta de madeira com seus braços cruzados. “Quanto conseguiu?”

“Bom, foram...” Fazendo as contas rapidamente pela segunda vez em sua cabeça, o estudante respondeu em segundos. “Cento e quarenta e dois dólares e cinqüenta centavos.”

“Não me disse que era bom de matemática também, Phantomhive.” Sebastian disse, rindo baixo e rouco ao se aproximar, apoiando uma mão no fim do balcão, um sorriso charmoso nos lábios e os olhos entreabertos.

Ciel engoliu um seco que se formou em sua garganta quietamente devido á cena, resistindo sua vontade de lamber os lábios.

“Tem muitas coisas que não sabe sobre mim, senhor.” Respondeu num leve tom de flerte, seus olhos espelhando os do outro homem, sorrindo de volta para ele ao se encostar á parede atrás do balcão.

Os dois ficaram se encarando por alguns segundos, órbitas não combinantes e vermelhas queimando uma na outra, até que o mais velho deixou um riso escapar de sua garganta e se afastar.

“Bom, está tarde e eu estou com fome. Vou sair para comer alguma coisa.” O chefe do estabelecimento disse no caminho até a porta, abrindo-a e olhando para seu novo empregado. “Gostaria de me acompanhar? Irei à lanchonete aqui em frente.”

Dizer que estava surpreso com o convite seria pouco, mas Ciel fingiu não estar com um sorriso brincalhão e palavras num tom sarcástico. “Nossa, mas assim tão repentino senhor Michaelis? Nem me vesti direito para estar em sua presença.”

O homem em questão rolou os olhos e balançou a cabeça, correndo uma mão pelos cabelos negros. “Vai querer ir ou não?”

“... Bom, claro, mas e a loja?”

“Eu vou fechá-la, obviamente, achei que era esperto, Phantomhive. Além do mais, está quase na hora de outra pessoa chegar para seu turno e ela tem a chave.”

O leve insulto fez o jovem franzir o cenho, mas assentiu do mesmo jeito, andando até a porta e deixando a loja com seu chefe após ele trancar a porta.

...

A caminhada até a lanchonete foi curta, já que ela era literalmente do outro lado da rua, mas, por nenhum motivo, menos desconfortável. Ambos ficaram calados por todo o trajeto, olhando um para o outro pelo canto dos olhos uma vez ou outra.

Assim que entraram, um sino na porta tocou e o aroma quente e confortável de comida atingiu as narinas de Ciel, que suspirou em deleite e lambeu os lábios com o cheiro. O lugar era pequeno, completamente branco e estava vazio, talvez pelo horário, só duas mesas estavam ocupadas.

“Tem uma mesa aqui.” Sebastian gesticulou para uma mesa redonda de dois lugares que estava bem na frente deles e em frente o balcão.

Uma mão quente se posicionou na parte baixa das costas do mais novo e lhe dirigiu á mesa, mesmo que não fosse necessário. O jovem sentou-se e seu chefe fez o mesmo na cadeira que ficava bem em frente a sua.

Ciel pegou o cardápio que já estava na mesa e correu os olhos por ele, indecisão escrita na órbita azul visível.

“Tendo problemas?”

Desviou o olhar brevemente para encarar seu chefe, que tinha um sorriso de puro divertimento nos lábios finos, notando que ele não tinha ao menos tocado em seu cardápio.

“E você? Não vai pedir nada?” Perguntou de volta, voltando a ler suas opções para evitar dar uma má resposta para o outro homem.

“Já sei o que vou pedir.”

“Hmph.”

Em alguns minutos, a garçonete apareceu para atendê-los e Sebastian foi o primeiro a pedir. “Uma salada Caesar e uma água.”

O estudante fez o seu melhor para se segurar para não rir em frente da atendente e fez o seu pedido logo em seguida. “Um cheeseburger triplo com bacon, um duplo com queijo extra e acompanhamento de purê de batatas e anéis de cebola. Ah, e uma Coca-Cola de 350 ml. Obrigado.”

O estudante ignorou a expressão de horror no rosto da garçonete e, assim que ela se foi, ele e Sebastian soltaram um riso.

“Nossa, nunca imaginei que alguém magro e pequeno assim como você comeria tanto assim.” Seu chefe disse calmamente, descansando a cabeça no punho em cima da mesa.

“Comer tanto? Pfff! Por favor, você que come igual a uma menininha modelo!”

“Tenho que entrar em forma.” Respondeu, cruzando as longas pernas e colocando sua palma livre sobre a mesa.

“Mais?” A palavra deixou a boca do mais novo sem que ele nem ao menos percebesse, e, quando percebeu, já era tarde demais.

Levou sua mão á seus lábios, tampando-os enquanto seu rosto ficava rapidamente vermelho, o rubor espalhando-se para suas orelhas e pescoço, fazendo Sebastian rir de novo.

“Ora, ora. Obrigado, muito gentil de sua parte.” Piscou para o estudante, fazendo-o corar mais ainda, o mais velho grunhindo internamente pela visão.

‘Queria vê-lo vermelho desse jeito embaixo de mim. Suado, choramingando e gemendo por mais. ’

O homem balançou sua cabeça discretamente para se livrar de tais pensamentos, já sentindo seu membro se contorcer dentro do confinamento de sua calça por causa deles.

“Não foi isso que eu quis dizer.” Ciel murmurou, evitando olhar para o belo homem em sua frente, não entendo o porquê de estar se comportando assim. Sempre que ficava perto de seu chefe por muito tempo, seus pensamentos inteligentes e suas repostas rápidas sumiam, transformando-o numa bagunça gaguejante. E isso lhe irritava profundamente.

'Porra, eu nem conheço esse direito, nós mal convivemos um dia juntos, e eu já estou assim! Isso é ridículo!'

“Não se preocupe com isso, Ciel. E eu me expressei mal, quero manter a forma.”

Assentindo, o estudante voltou voltou a encarar o outro quando seu rosto voltou à coloração normal, cruzando ambos os braços magros sobre a mesa, ignorando completamente o tremor que percorreu seu corpo de ter ouvido o mais velho ter lhe chamado pelo primeiro nome.

“Então... Eh, você vem muito aqui?” O estudante perguntou (estranhamente) meio tímido, inconscientemente desenhando círculos na superfície mesa com seu dedo indicador.

“Costumava vir mais. Ando muito ocupado ultimamente, mas achei um tempo extra hoje.” O homem explicou enquanto desabotoava seu paletó, dobrando-o ao meio antes de pendurá-lo atrás da cadeira.

“Entendo.” Foi a única coisa que Ciel conseguiu pensar para dizer enquanto assistia seu chefe rolar perfeitamente as mangas de sua camisa branca até os cotovelos, lambendo os lábios levemente.

‘Porra, ele quer acabar comigo. Olha esses braços. Nnng, quero senti-los... Eu quero sentir a pele dele... ’

“Mas e você? Havia me falado que estuda, mas não em quê.”

Saindo de seu transe momentâneo, o jovem tossiu bem baixo para controlar a voz que estava provavelmente rouca de tesão, cobrindo a boca com o punho antes de responder. “Eu estou fazendo meu último ano de economia na Mercer.”

“Último ano? Você não é meio novo? Pelo que sei, economia leva três anos.” Seu chefe fez uma expressão de desentendimento, que era adorável á seu ver.

“Eu entrei mais cedo na universidade.”

“Ah, então além de ser bonito, é realmente um gênio.” Dessa vez, um leve tom rosado tomou conta das bochechas de Sebastian com a admissão, mas ele continuou encarando o outro.

“Pode-se dizer que sim. Sei de muitas coisas.” Ciel falou num tom de flerte, inconscientemente inclinando-se para frente.

“É mesmo? Como o quê?” O rubor sumiu do rosto de seu chefe, que também cruzou seus braços sobre a mesa e inclinou-se de encontro ao outro, seus narizes já roçando um contra o outro, seus lábios a meros centímetros enquanto a respiração quente de um atingia a pele do outro, fazendo com que ambos tremessem em excitação, qualquer pensamento racional deixando a mente dos dois homens.

“Ah, mas é tão difícil de falar. Talvez a única forma de explicar fosse te mostrar.”

“Mostre-me então.”

Notas finais
SUSPENSE! PS: Mercer é o nome da universidade que Ciel frequenta, Mercer University, fica em Macon, Georgia. Só procurei por uma universidade em Georgia, então não sei muito dela, mas vou pesquisar :D