Notas iniciais
Olá pessoas! =D Bem, o capítulo de hoje veio um pouquinho mais cedo! u_u Esperamos que gostem! Aaah, eu, Anacchan, necessito urgentemente de fanfics KiyoHana para ler, se alguém tiver alguma para indicar, sinta-se à vontade! :3 Boa leitura! =D

Hanamiya’s POV on

A luz do sol que entrava pela janela incomodava meus olhos. Jurava ter fechado a janela antes de dormir, eu sempre fecho. Kiyoshi deve ter aberto.

Tentei me virar para o lado, para ver se conseguia me livrar daquele incômodo, mas não obtive sucesso, parecia que algo segurava meu corpo, algo bem pesado, macio e quente. Tentei novamente e nada, aquela coisa pesada que estava sobre mim, não deixava eu me mexer e ainda não havia aberto meus olhos para identificar tal fardo, a claridade me impossibilitava.

Após alguns minutos lutando para conseguir me virar, ainda sem sucesso, eis que consigo abrir os meus olhos, para assim poder ver o teto de um quarto, quarto este, que não era o meu.

— Mas que porr...? – sussurrei assustado quando pude ter a visão do que acontecia ao meu redor.

Estávamos no quarto de Midorima. Eu e Kiyoshi em uma cama, numa posição um tanto... Constrangedora... Ele estava em cima de mim, sim, em cima. Dormindo como quem dorme em uma cama macia. Ignorei esse fato para continuar olhando o ambiente em que me encontrava.

Midorima e Akashi estavam na outra cama, juntos, bem juntos. Juntos até demais, eu diria. Ambos dormiam, estavam abraçados.

No chão havia um corpo, de início pensei que pertencesse ao Kise, mas ao ver a cor do cabelo, pude notar que nunca vi aquele ser humano na vida. Meu Deus será que ele está vivo?! Espero que sim, seria muito complicado se não estivesse!

Mesmo com toda aquela bagunça sem lógica, tentei manter a calma o máximo possível, não adiantaria nada entrar em pânico e sair correndo e gritando apartamento a fora... Ou adiantaria?

Aah, nós saímos ontem... É, saímos... Eu só me lembro disso... Ou melhor, a última coisa que me lembro é de ser desafiado pelo Akashi numa competição de quem bebia mais... Depois disso não me lembro de... Ai porra, o que aconteceu aqui?!

Enquanto entrava em desespero tentando lembrar o que havia acontecido, um dos seres desmaiados dentro do quarto se levanta apressado e sai correndo. Era Midorima, reconheci pela cor do cabelo.

Pude ouvi-lo abrir a porta do banheiro e...

— Ei Midocchi, bata antes de entr... – ouvi Kise reclamando. – Midocchi, você está bem?

Ouvi Midorima responder algo como “eu pareço bem, idiota?” e logo depois tossir bastante, enquanto Kise falava algo sobre poder ajudá-lo. É... Acho que eu não sou o único de ressaca aqui...

Resolvi levantar, o problema era: Como faria isso?

— Oe Kiyoshi, acorde. – cutuquei o braço dele com minha mão livre e nada. Decidi empurrá-lo. – Kiyoshi!

— Só mais cinco minutos, amor... – ele resmungou próximo ao meu pescoço e não aguentei, busquei toda a força que existia em meu ser e o empurrei, fazendo-o cair no chão.

— Cinco minutos é o caralho, você tá’ me amassando! – gritei, vendo-o olhar-me assustado, enquanto o desconhecido, que mais parecia um cadáver, despertava.

— Oi? O que? Onde? – ele olhou ao redor. – Onde eu estou? O que eu estou fazendo aqui?

— Também gostaria de saber! – afirmei, levantando-me. – Sai daqui!

Fui para cima do estranho, que mesmo sendo maior do que eu, pareceu ficar com medo e se levantou correndo em direção a porta do quarto, para depois, sair do apartamento deixando a porta aberta. Fui até lá e a fechei, claro, me sentindo orgulhoso por tê-lo espantado.

— Quem era ele? – perguntou Kiyoshi chegando à sala.

— Também queria saber. – respondi coçando a cabeça. Os acontecimentos da noite anterior ainda me intrigavam, eu não me lembrava de absolutamente nada!

— Makocchi, Kiyocchi que barulho foi esse? – Kise, que também se dirigiu até a sala, perguntou.

— Tinha um estranho no quarto... – explicou Kiyoshi. – Kise, você se lembra de algo?

— Hum? O que?

— Ontem à noite... – o maior continuou levando uma das mãos a cabeça, como se sentisse dor. – O que houve? Como voltamos para casa?

— Eu os trouxe de volta. – respondeu o loiro.

— E depois disso, o que houve? – perguntei na esperança dele me lembrar alguma coisa.

— O que houve direito eu não sei, mas pelo visto, vocês se divertiram. – respondeu o loiro apontando para mim e depois para Kiyoshi, chamando a atenção para nossos corpos, somente assim me dei conta... A camisa social preta que eu usava, estava com os botões todos abertos deixando meu abdômen a mostra, juntamente com algumas marcas vermelhas e arranhões que nele estavam estampados e Kiyoshi... Bem, Kiyoshi usava apenas uma boxer preta e igualmente ao meu corpo, o pescoço dele estava coberto de chupões e arranhões.

Eu senti meu corpo esquentando da cabeça aos pés e sabia que estava totalmente vermelho. Sentia uma imensa vergonha e só procurava um local para me enfiar, queria fugir dali e rápido! Kiyoshi, por sua vez, me fitava assustado e parecia querer falar algo, mas nada saía, estava completamente corado.

Quando decidi que ir para o meu quarto e depois para um banho seria o melhor a se fazer, vejo surgir uma figura ruiva no final do corredor, ele estava parado e nos encarava, sem ao menos perceber que estava completamente... Nu.

Sim, nu.

— Akashi pelo amor de Deus, vai cobrir isso! – gritei tapando o rosto.

— Sou absoluto e ando nu quando eu quiser. – ele falou passando por mim e indo até a cozinha. – Que cozinheiro de merda é você? Eu queria café.

— Então faça você mesmo! – rebati. – Não estou com o psicológico preparado para fazer café ainda, tenho que absorver algumas informações.

Continuei meu trajeto até o quarto, peguei algumas roupas limpas e continuei rumo ao banheiro. Antes que pudesse chegar ao meu destino, outra figura peculiar se apresentara no recinto.

Os cabelos verdes estavam úmidos, seu rosto estava pálido e ele trajava vestes negras. Eram todas pretas, desde a blusa, até o sapato. Mas, o que mais me chamou atenção, foram os óculos escuros que ele usava. O motivo? Não fazia a mínima ideia, mas é claro, jamais deixaria uma chance dessas passar.

— Está de luto, Midorima? – ironizei lançando-lhe um sorriso maldoso.

— Apenas cale-se e continue seu caminho. – retrucou Midorima com certa irritação na voz. Ai, esse cara me diverte tanto.

— Ok, papai. – respondi e entrei no banheiro trancando a porta.

Ainda queria me lembrar o que havia acontecido antes, tentei ao máximo lembrar, mas nada me vinha à mente e para completar, uma dor de cabeça insuportável tomara conta do meu ser... Hoje definitivamente não é um bom dia.

***

O banho me deixou um pouco mais relaxado. Acho que agora poderia começar o meu dia.

Já devidamente vestido, saí do banheiro e fui em direção ao quarto. Não sabia onde os outros estavam e também não fazia questão de tal, gostei do silêncio que ali estava instalado e não queria que fosse quebrado.

Abri a porta do quarto e a última pessoa que queria ver se encontrava sentado em sua cama fitando o chão. Ainda estava sem camisa, porém, agora vestia uma calça preta.

Ele me olhou assustado e corou, voltando a fitar o chão.

— Makoto...

— Não diga nada. – o interrompi, não queria falar sobre aquilo. Não agora.

— Mas... Nós... – ele se levantou andando em minha direção e depositou suas mãos em meus ombros, colocando-me de frente para ele. – Makoto...

— Kiyoshi. – segurei seu rosto e ficando na ponta dos pés, lhe dei um leve encostar de lábios, que nem mesmo poderia ser chamado de selinho. – Depois conversamos sobre isso.

— O-ok. – gaguejando e um pouco corado, ele assentiu. Soltei-me dele e deitei-me a cama.

Um tempo depois, creio que ele tenha cansado de ficar em pé parado no meio do quarto, pegou uma roupa e foi em direção ao banheiro. Ai, ai...

Continuei deitado olhando para o teto e ainda tentando lembrar o que aconteceu, acabei adormecendo e só fui acordar minutos depois com Kiyoshi dizendo que Midorima queria conversar com todos e nos aguardava na sala. Sabia que ele teria um filho pela boca se eu me negasse ir até lá, então, afim de não causar mais discórdia naquele apartamento, obedeci seu pedido.

***

— Bem, pelos poderes a mim concedidos, eu, Shintarou Midorima, cheguei à conclusão de que precisamos esclarecer alguns fatos.

— Que poderes? – Akashi perguntou para mim em tom baixo para que Midorima não ouvisse.

— Nenhum, deixa ele continuar achando. – respondi no mesmo tom.

— Na noite de ontem aconteceram muitas coisas. – ele estava em pé e andava de um lado para o outro, enquanto o resto estava sentado no tapete o observando. Parecia um sargento. – E gostaria de saber se alguém se lembra.

— O que?! Nem o “poderoso” se lembra?! – ironizou Akashi. – Perdi as esperanças no mundo.

— Cale-se, tampinha ruiva. – alertou Midorima, enquanto Kise levantava a mão. – Fale Kise.

— Eu me lembro de tudo.

— Tudo?! – nós quatro perguntamos juntos e Kise assentiu com a cabeça.

— Pode começar a falar, Kise! – Midorima ordenou e o loiro obedeceu.

— Eu perdi vocês de vista logo que entramos na boate, procurei por um tempo e nada de achá-los, então, sentei-me em um cantinho para descansar e fiquei olhando as pessoas na boate. – Kise explicava e todos prestavam atenção, apenas sua voz preenchia o ambiente. – Quando cansei de ficar sentado andei mais um pouco e achei um local com várias máquinas de jogos, me pareceu muito divertido e fiquei ali por um tempo.

— Claro, porque você vai a uma boate para jogar. – comentou Akashi sarcasticamente. – Belo pensamento.

— Shiu! Deixa-o falar! – falou Kiyoshi recebendo um olhar nada amigável de Akashi. – Continue Kise.

— Ok. – concordou o loiro. – Quando cheguei lá, conheci um rapaz muito simpático, a aparência dele era estranha, mas ele era realmente muito legal, então, apostamos cem reais para quem ganhasse uma partida de Street Fighter na máquina de jogos!

— E quem ganhou? – perguntou Kiyoshi empolgado e não pude evitar, dei um tapa leve em sua cabeça. – Ai!

— O que importa saber quem ganhou, imbecil?! – perguntei. – Prossiga Kise.

— Bem, quando cansei de jogar e ele também, nos despedimos e acabou que ninguém ficou com cem reais ou perdeu. – ele sorriu. – Depois disso, lembrei que havia ido até lá com vocês e voltei a procurá-los! Os primeiros que achei foram Makocchi e Akashicchi, como não tinha como levar os dois para o carro ao mesmo tempo, levei primeiro o Makocchi e chegando lá, encontrei o Kiyocchi dormindo no banco.

— Foi sozinho para o carro, Kiyoshi? – perguntei.

— Não sei realmente não me lembro.

— Eu o levei para o carro, te encontrei bêbado sozinho em uma mesa. – esclareceu Midorima e Kiyoshi agradeceu. – Não agradeça... Continue Kise.

— Voltei para buscar o Akashicchi, veio uma pessoa que eu não reconheci agarrada nele, dizendo que precisava ficar com ele e quando cheguei ao carro para colocá-los, Makocchi estava bem coladinho com o Kiyocchi.

— Ah rá! Agora vejo o motivo dessas marcas no pescoço do Kiyoshi! – Akashi falou lançando-me um sorriso malicioso. Corei. – Espera, uma pessoa?

— Pequenos detalhes você não precisa falar, Kise! – falei.

— Está bem, Makocchi, mas isso é algo de muita importância para os fatos que se seguirão. – disse Kise com pose de “sei de tudo” e apenas fiz sinal para que continuasse. – Deixei o Akashicchi no carro junto dos outros dois e voltei para procurar Midocchi, procurei por muito, muito tempo, até achá-lo jogado no chão em canto, ele estava caído igual a uma sereia, inclusive estava molhado e nada cheiroso.

Após a revelação a sala foi tomada por gargalhadas. Todos riam apenas Midorima não, ele tinha uma expressão raivosa e pedia para que parássemos de rir, mas ninguém conseguia obedecê-lo. Principalmente Akashi e eu, que a essa altura, já estávamos abraçados de tanto rir.

— Socorro! – pediu Akashi em meio às gargalhadas. – Estou sem ar!

— Imaginando o Midorima em pose de sereia! – eu falei enquanto ria.

— Parem de rir os dois! – ordenou Midorima fazendo os risos só aumentarem.

— Ah, por isso a cama onde eu acordei estava com um cheiro estranho. – lembrou Akashi ignorando o de cabelos verdes.

— Kise, como fomos parar no quarto de Midorima? – questionou Kiyoshi enquanto parava de rir.

— Quando chegamos em casa, tive que subir com todos vocês e novamente, fui trazendo um por um. – explicou. – O primeiro foi o Kiyocchi, o deixei na sala e voltei, depois foi o Makocchi, o deixei na sala junto com o Kiyoshi e quando subi com o Akashicchi e o encosto dele, os dois já não estavam mais na sala.

— Huuuuum... – soltou Akashi seguido de um riso.

— Cale a boca! – eu falei, ainda estava corado. – Kise, por favor.

— Não procurei os dois, voltei para buscar o Midocchi e levá-lo para cima. – ele já estava quase acordando. – ele explicava e gesticulava como se mostrasse os seus movimentos da noite passada. – Quando deixei o Midocchi na sala, reparei que o Akashicchi e nem o Encosto-san estavam lá também e como o Midocchi estava acordado, ele foi andando até seu quarto e o segui, chegando lá, achei todo mundo.

— Por Deus, Akashi! – protestou Midorima. – O Kiyoshi e o Makoto errarem o quarto, é compreensível, uma vez que o quarto deles é no mesmo lado do corredor que o meu e os dois estavam fora de suas faculdades normais, mas você errar de quarto?! Aí é inaceitável!

— Errar o quarto é aceitável, deitar os dois na mesma cama não. – falou Akashi quando viu que eu estava rindo. Voltei para o meu humor habitual após isso, ainda corado. – É digno de bullying.

— Vocês querem saber o resto? – perguntou Kise.

— Eu sei que posso me arrepender profundamente disso, mas continue, Kise. – pedi e ele obedeceu.

— Kiyocchi e Makocchi estavam deitados na mesma cama, um em cima do outro, fazendo coisas as quais preferi não identificar... Apesar de que dá pra saber. – ele apontou para o pescoço do Kiyoshi, fazendo-o alvo dos olhares de todos pela vigésima vez no dia.

— O que?! – perguntou Midorima. – O que vocês fizeram dentro do meu quarto?!

— O Kise acabou de falar, coisas as quais ele preferiu não identificar! – respondi, tentando controlar minha vergonha. – Continue, Kise.

— O Midocchi mal entrou no quarto e já se deitou não se importou com o fato de estar molhado e nem com o cheiro que aquele líquido tinha, enquanto o Akashicchi e o Encosto-san ficaram parados no meio do quarto. – Kise levou um dedo até o queixo, olhando para cima parecia pensativo. – Sem mais e nem menos, Akashicchi levantou falando algo sobre se sentir livre e começou a tirar suas roupas, tentei impedi-lo mas não adiantou, ele tirou e se sentou na cama do Midocchi.

— Livre é? – debochei olhando para Akashi.

— Fica quieto, namorado do Teppei. – rebateu Akashi com intenção de me deixar nervoso e por incrível que pareça, não adiantou.

— Me deixem terminar! – reclamou Kise. – Bom depois disso, Midocchi se virou e abraçou o Akashicchi, prendendo ele e falando algo sobre nunca mais abandonar Maria, penso que seja algo referente a alguma música que ele ouviu lá.

— Maria? – perguntou Akashi. – Quem é Maria, Shintarou?

— Não faço ideia.

— Sei.

— Então, ele ficou um tempão falando que amava Maria que não a deixaria escapar, depois disso, o Akashicchi desistiu de tentar fugir e deitou junto com ele. – concluiu Kise. – Fim da história.

— Esta história está muito mal contada. – protestou Midorima. – Quem é Maria?

— Isso é com você, papai. – falei e me levantei. – Já acabaram?

— Sim. – afirmou Midorima.

— Ótimo. – comemorei. – Estão com fome? Vou preparar algo para comer.

— Posso te ajudar Makocchi? – perguntou Kise animadamente.

— Pode. – assenti e me virei para Akashi sorrindo. – Maria, você está livre hoje, o Kise vai me ajudar.

— Tudo bem, “Miya-chan”. – ele respondeu usando o apelido que Kiyoshi havia me dado. Filho da... – Vou para o meu quarto, me chamem quando estiver pronto.

Assenti e fui para a cozinha, seguido de Kise. Midorima foi para o banheiro alegando que ainda sentia um cheiro horrendo vindo de seus cabelos e que tomaria outro banho, além de chamar umas mil vezes Akashi de pervertido durante o trajeto e se perguntar sobre Maria. Vejo que não é apenas o ruivo psicopata que fala sozinho. E Kiyoshi continuou sentado na sala, parecia estar pensativo. Ignorei e continuei seguindo meu plano inicial.

Kise me rodeava enquanto eu pegava os ingredientes para preparar a comida. Parecia curioso.

— O que foi, Kise? – perguntei e ele me olhando, queria falar algo, mas parecia hesitar. – Fala.

— Makocchi... Você e o Kiyocchi estão... Namorando?

— Hum... Não... – respondi. – Não estamos.

— Aah... – pareceu um pouco decepcionado e ficou em silêncio pegando uma faca e um tomate, começando a parti-lo. – Mas... Você... Gosta dele, não gosta?

Assustei-me com a pergunta e deixei o pote plástico que estava em minhas mãos ir ao chão.

— Acha isso? – questionei.

— Hum? Se eu acho que você gosta dele?

— É... Você consegue ver isso?

— Sim... Mas acho que ele deixa mais transparente do que você... – explicou evitando olhar para mim.

— Como assim?

— É porque você não viu o dia que ele bateu no Akashicchi pra te defender, mas ele me pareceu tão nervoso quando... O Akashicchi falou sobre ele gostar de você e você nem ligar pra ele...

Aquilo me chocou e eu não sabia o que falar. Muitas coisas se passavam por minha cabeça e eu estava um pouco confuso. O que eu sentia? Não sei...

Penso que é melhor deixar as coisas acontecerem no seu tempo...

É... É isso.

Hanamiya’s POV off

Notas finais
Obrigada por ler! :3