New Saints
15 Capítulo 14
Capítulo 14
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De volta à Itália, Narciso, Oceanne e Lekki tinham acabado de chegar ao portão de uma escola, onde uma senhor idosa, de coque e olhar severo os esperava.
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Diretora- Ora, vocês devem ser os Pastore, estão atrasados! Eu sou a senhora Bianchi Sneals, a diretora. Sejam bem-vindos ao Saint's Lion!
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A senhora exclamou. Os três apenas se entreolharam. Pastore era o sobrenomes deles... Mas o Grande Mestre escolhera um bem esquisito, com certeza.
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Diretora- Bem, não vão falar nada? Tudo bem, eu compreendo. As crianças não são muito receptivas quando chegam, perder os pais é um grande trauma. Ainda mais no caso de vocês... Perder toda a família num incêndio.
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Os cavaleiros voltaram a se entreolhar. Afinal, que história o Grande Mestre contara? Eles deveriam ter perguntado para o próprio antes de sair, mas agora era tarde. Teriam que descobrir.
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Oceanne- Er... Desculpe, senhora. Foi realmente uma situação, hã, traumática.- A garota começou, tentando interpretar uma criança triste.- Nós ficamos bem assustados. Principalmente o... Lekki. Ele desenvolveu um medo de fogo, sabe.
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Diretora- O seu primo? Hm, entendo. Não nos falaram nada sobre isso, mas vamos dar um jeito. Não tem mais nada que deva saber, certo? Você e seu irmão estão bem?
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Oceanne- Ah, sim. Eu e o Ciso até que demos... sorte.
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Oceanne parecia um pouco desconfortável e sem saber o que falar. Pelos conseguira descobrir qual era o suposto parentesco deles.
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Diretora- Sim, muito bem. Foi mesmo uma reunião de família infeliz, mas acho que podia ter sido pior, não?
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Ela anotou alguma coisa na prancheta que carregava consigo.
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Diretora- Agora por favor acompanhem-me até a diretoria. Tenho que explicar-lhes sobre as regras deste lugar. Depois vocês podem ir até seus novos quartos. O outros garotos já estão em aula, mas vocês podem ir só depois do intervalo, isso dará tempo para que se acomodem. O meninos e meninas dormem em alas separadas. O horário de apagar as luzes é...
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A diretora começou a ditar as regras enquanto andava de volta ao prédio da escola. Narciso, Lekki e Oceanne a seguiram de perto, ouvindo atentos à tudo.
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No coliseu, Guilherme e Murilo trocaram mais alguns golpes e depois finalmente pararam. Fora uma luta sem cosmo, só com golpes físicos, mas os dois estavam ofegantes e suavam.
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Guilherme- É, acho que esse foi um bom aquecimento. Você é bom, Câncer.
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Murilo- Eu digo o mesmo.
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Os dois tinham sorrisos no rosto enquanto falavam.
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Murilo- Agora eu tenho que ir. Boa sorte com o treine. Tente não matar nenhum deles.
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O canceriano falou, zombeteiro, mas Guilherme pareceu levar à sério, acenando, e vendo Murilo ir embora. Depois virou-se para seus pupilos.
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Guilherme- E espero que vocês tenham aprendido um pouco como se luta sem usar o cosmo!
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O leonino exclamou, assumindo sua postura mais severa de mestre. Os aprendizes pareciam ter uma mistura de assombro e admiração para com ele, mas esperavam sinceramente que o cavaleiro não estivesse querendo que eles lutassem daquele jeito agora.
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Guilherme- Muito bem! Agora eu quero que você se dividam em duplas e comecem um aquecimento. Não precisa ser nada muito pesado, mas lembrem-se. Sem cosmo! Eu vou...
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- Ei leão!
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O cavaleiro virou-se ao ouvir seu nome se chamado, procurando o dono daquela voz. Ele deparou-se com Alexander que se aproximava junto de sua pupila, Ketherine, uma amazona de bronze, pelo que se lembrava. Guilherme estreitou seus olhos imediatamente. Ver o capricorniano no campo de treinos sempre significava problemas.
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Guilherme- Bom dia, Alexander. Você quer alguma coisa?
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Alexander- Haha, não precisa ficar tão arisco, Guilherme! Eu só vim aqui para ajudar um pouco minha petulante papalazinha! Sabe, de vez em quando eu tenho que dar uma pequena surra nela ou ela acaba esquecendo quem são seus superiores.
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Alexander falou, debochado, e Ketherine rolou os olhos, murmurando um "Veremos". Guilherme, no entanto não alteou sua expressão.
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Guilherme- Pois trate de procurar outro lugar, então. Eu cheguei primeiro e já estou ocupando ocupando o coliseu.
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Alexander- Mas acontece que eu estou a fim de usar o coliseu. É um espaço muito bom para lutar sem ficar cercado de perdedores. Embora tenha alguns...
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O capricorniano comentou, olhando de relance para os aprendizes na arquibancada.
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Guilherme- Não fale mal dos meus pupilos. Eles podem ter ainda muita coisa para aprender, mas já se provaram dignos de estar aqui.
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Alexander- Se você diz.- Ele deu de ombros.- Agora afaste-se, leão, que eu não estou de bom humor no momento.
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Seguiu-se um instante de silêncio em que Guilherme considerava seriamente dar um soco no outro cavaleiro. Por fim, acabou suspirando, decidindo que não valia a oena começar uma briga naquele momento. Principalmente depois da última reunião em que o Grande Mestre quase surtara. Com certeza novas brigas não ficariam impunes.
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Além disso, aquela luta poderia servir de exemplo para seus alunos. E se Alexander matasse a garota e se encrencasse muito no processo, bom, seria uma fatalidade.
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Guilherme- Tudo bem, se você quer tanto. Vamos ver se é tão bom quanto diz.
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O leonino falou, retirando-se para a arquibancadas, ao lado de seus pupilos. Alexander deu um risinho debochado.
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Alexander- Se eu sou tão bom? Ha. Eu sou ainda melhor, mas não gosto de parecer muito metido.
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Ele virou-se para Ketherine, tomando posição.
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Alexander- Está pronta, garotinha?
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Ketherine- Achei que nunca fosse perguntar!
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Os dois se encararam por um momento, partindo um para cima do outro.
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Na casa de escorpião, Alene ainda estava dormindo esparramada sobre a cama quando um soldado entra correndo em seu quarto, parando sem jeito por encontra-lá daquele jeito.
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Guarda- Com licença. Senhorita Alene?
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O guarda perguntou um pouco incerto ainda parado perto da porta do quarto. Alene soltou um resmungo sonolento em resposta.
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Guarda- Senhorita Alene, eu tenho uma mensagem importante para a senhorita.
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Ele tentou novamente atrair a atenção da garota e fazê-la acordar. Sem sucesso.
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Guarda- É do Grande Mestre. Do seu interesse. Ele está chamando-a urgentemente.
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Alene- Hm, me deixe em paz, Hana-ra. Daqui a pouco eu desço...
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A garota disse isso e virou-se para o outro lado. O guarda ficou sem palavras. Não era suposto que os cavaleiros e amazonas de ouro deveriam ser respeitáveis e servir de exemplo para os outros?
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Guarda- Por favor, senhorita. O Grande Mestre está chamando-a e...
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Alene remexeu-se na cama, incomodada com o barulho incessante. O guarda tomou aquilo como um aviso que ela estava acordando.
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Guarda- Ele me pediu que fosse acordá-la. Você deve levantar, se vestir e apresentar-se ao Mestre no salão em trinta mi...
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Ele parou de falar ao receber uma travesseirada na cara, atirada por uma escorpiana de mau-humor matinal.
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Alene- Eu já ouvi, ta bom, Hana-ra?! Puxa, você não pode me dar nem mais dois minuti... Ei, você não é a Hana-ra!
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A garota, que só agora olhara para o guarda, disse o óbvio surpresa. Depois, passou a mão pelo seu cabelo, tentando ficar com uma aparência mais apresentável a quem quer que fosse aquele desconhecido.
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Alene- O que faz aqui em meu quarto?
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Ela perguntou, dessa vez em um tom mais aborrecido. O guarda ainda tentava se recuperar de uma travesseirada que fora jogada de forma mais rápida do que julgara ser possível. Tinha que se lembrar futuramente que aquela garota ainda era uma amazona de ouro e que travesseiros poderiam machucar, muito.
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O guarda percebeu que a garota ainda esperava por uma resposta e se endireitou, falando.
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Guarda- O Grande Mestre solicita urgentemente pela presença de Alene de Escorpião, e pede que se apresente no salão do Grande Mestre em no máximo meia hora. Com a armadura.
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Alene- Como?! O que será que ele quer tão cedo...?- A escorpiana resmungou consigo mesma, reparando depois na segunda parte.- Em meia hora? Mas isso é muito pouco tempo!
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Ela exclamou e o guarda ainda tentou falar alguma coisa, mas ela o ignorou completamente.
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Alene- Você já pode ir! Eu ainda tenho que tomar banho, fazer o café da manhã... Ai, droga, esqueci que ainda não fizemos compras! Arg! E esse cabelo, então? Eu preciso dar um jeito nele e...
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O guarda saiu de lá antes de ouvir o resto, deixando a amazona sozinha em sua correria.
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Na Itália, mais especificamente, em um quarto da ala feminina do Saint's Lion, estava Oceanne. A garota divagava sobre como seria a missão e como estariam as coisas no Santuário enquanto guardava as poucas coisas que tinha. Felizmente quase tudo que tinha ainda estava na mala que arrumara antes de ir para o Santuário, de modo que não precisou fazer muita coisa na hora de sair.
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Agora, ela não pôde deixar de pensar na vida que levava antes de chegar ao Santuário. Quando ainda estava treinando para dominar a armadura de Taça com o senhor Hikishi. Eram tempos muito bons do quais já tinha saudade. Claro que sempre sentira muita falta de sua irmã e do Santuário onde crescera, mas a vilazinha toda era tão gentil com ela, que não tinha como não ficar feliz lá.
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Depois que chegara, tinha que admitir que fora um pouquinho complicado convencer que viera do Santuário e que não era uma inimiga que queria quebrar o selo de Hades, apenas conseguir uma armadura que estava escondida em um local muito próximo do selo e da qual ele nunca detectara em todos os anos vigiando o lugar.
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Mas valera a pena o esforço. Principalmente porque logo depois de começar a viver junto com o senhor Hikishi, conhecera ele. Dimitri Kapricoos, o filho dos donos da estalagem onde Oceanne vivia com o mestre. Ele era um rapaz bonito e animado e, mesmo sendo apenas um morador de uma pequena vila, Oceanne tinha que admitir que se apaixonara por ele.
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A garota ainda se lembrava da despedida que tiveram antes dela sair da vila e voltar para o Santuário. Ainda sentia-se emocionada só de pensar... Mas aquilo não era hora de ficar divagando sobre sua vida pessoal. A amazona estava em uma missão de extrema importância e tinha que se concentrar. Ela terminou rapidamente com suas malas e saiu do quarto para encontrar-se com Narciso e Lekki.
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As coisas estavam ficando cada vez mais agitadas no coliseu do Santuário de Athena. Alexander e Ketherine trocavam golpes em grande velocidade e era visível que estavam levando a luta à sério, embora o capricorniano não parecesse estar dando tudo de si.
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Nas arquibancadas, um número considerável de pessoas se acomodava para assistir à luta, e mais ainda chegavam à todo momento. Até já havia começado uma pequena roda de apostas. Aquilo estava virando uma verdadeira atração de circo.
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Esta era a opinião de Guilherme. O leonino já estava no limite de sua paciência e seus aprendizes afastavam-se dele temerosos com o momento em que ele explodisse, o que não tardou a acontecer. Isso aconteceu logo após um infeliz cavaleiro de prata ir falar com ele, sem tê-lo reconhecido, e perguntar-lhe se não queria fazer uma aposta também.
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Guilherme- Hum, e de como andam as apostas?
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Ele perguntou em voz baixa. O cavaleiro, ignorando os avisos de seus colegas, respondeu animado, pensando ter ganhado mais um apostador.
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Cavaleiro- Ah, o Alexander tem a maioria dos lances como vencedor, mas criamos outras categorias também. A mais popular agora é a de quanto dragão vai sair machucada. Os chutes vão desde só com alguns arranhões até morta, mas você pode...
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O cavaleiro não pôde falar mais pois nesse momento Guilherme se levantou, com uma aura ameaçadora parecendo envolvê-lo. O cavaleiro de prata percebeu tarde demais o seu erro.
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Guilherme- Quer dizer que ao invés de treinar como deveriam estar fazendo, vocês estão aqui, apostando sobre o estado em que a amazona vai ficar?!?!
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O cavaleiro de ouro começou falando em voz baixa, mas foi aumentando seu tom e no final já estava gritando.
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Guilherme- Vocês não tem vergonha?! Esquecendo seus deveres para agir como um bando de trogloditas ignorantes?!
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Sua voz continuou aumentando, chamando a atenção de todos, menos dos dois lutadores. De repente as arquibancadas ficaram com um silêncio mortal. Todos ali conheciam a fama do cavaleiro de leão.
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Guilherme- Ninguém tem nada para dizer? Muito bem. Todos vocês! Já que não tem nada melhor para fazer, vão dar três voltas pelos limites da floresta. Quero todos correndo com tudo de si! Meus alunos ficarão de olho, certo?
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O leonino virou-se para o grupo ao seu lado, que acenou com a cabeça. Todos eles já esperavam por algo parecido.
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Guilherme- Ótimo, agora vão!
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Guilherme dispensou-os e logo as arquibancadas estavam novamente vazias, apenas com ele próprio. O cavaleiro voltou a sentar-se um pouco mais satisfeito, pelo menos agora eles teriam algo útil em que gastar energia e ele poderia ficar sem ouvir seus gritos. Todos saíam ganhando.
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No centro da arena, Alexander deu um pequeno risinho com toda aquela gritaria do cavaleiro de Leão.
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Alexander- Bom, parece que o Guilhermes se livrou daqueles insetos.
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Ketherine- Hm, menos distração.
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A amazona limitou-se a comentar, concentrada. O sorriso debochado do capricorniano apenas aumentou.
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Alexander- O que é foi, Keth, isso é tudo que você tem? Que decepcionante! A luta mal deu para eu suar.
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Ele disse, gabando-se e a outra rangeu os dentes. Era verdade que a diferença de poderes entre os dois era evidente. A garota estava suada e ofegante com os músculos doloridos enquanto ele mal tinha alterado sua respiração. Muito irritante.
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Ketherine- Não entendo. Eu treino pesado todos os dias enquanto você mal pisa na arena. Como a diferença pode ser essa?
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Alexander- Ha. Você ainda não entendeu, não é garota. A diferença que temos é a mesma que determina o vencedor entre uma luta de cavaleiros. Enquanto não entender isso, nunca poderá ir além. Embora você não me vencerá nunca, nem daqui à cem anos!
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Alexander exclamou, gabando-se. Ketherine levantou uma sobrancelha, ele havia acabado de lhe passar uma dica? Até que o capricorniano poderia agira como um mestre de vez em quando. A amazona pensava nisso, quando acabou hesitando um passo, surpresa. O cavaleiro se aproveitou desse momento, aproximando-se rapidamente dela e desferindo-lhe um pontapé na altura de seu peito, fazendo-a voar de encontro a parde do coliseu.
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Alexander- Hesitando, garota? Você já não sabe que o inimigo não vai ter pena de você se vacilar desse jeito! Mas também o que eu esperava de uma simples amazoninha de bronze?
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Ketherine- Cala a boca, imbecil.
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A garota levantava-se, alisando o lugar em que fora atingida. Com certeza ficaria com um hematoma feio no dia seguinte, mas preocuparia-se com isso mais tarde. No momento o que mais desejava era conseguir tirar aquela cara debochada de Alexander à socos. Ela elevou seu cosmo.
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Alexander- Ah, agora resolveu usar o cosmo? Muito bem, depois não vá se arrepender. Lembre-se que está sem armadura!
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Ele avisou, elevando também seu cosmo. Ketherine nada respondeu, apenas lançando um "Cólera do dragão" sobre Capricórnio. Ele aumentou mais seu cosmo e parou o golpe com uma mão.
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Alexander- Patético. Agora é a minha vez. Excalibur!
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Ele desferiu o golpe com o braço direito em direção à amazona, que conseguiu desviar-se no último minuto, saltando para a esquerda, e fazendo a parede atrás delas rachar. A experiência já lhe mostrara que era uma péssima ideia tentar parar o golpe do outro com as mãos nuas.
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Alexander- Agora, vai ficar fugindo? Vamos ver por quanto tempo consegue fazer isso! Excalibur!
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Alexander lançou outro golpe na direção da amazona, que novamente desviou e começou a correr em sua direção. Uma luta à curta distância era sua melhor opção contra ele. Se desse certo, poderia acertar-lhe alguns golpes, se não desse, bem, ela já experimentara o que acontecia quando aquilo dava errado.
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Alexander- Vai tentar novamente o mesmo truque? Você tem que inventar coisas novas, garota!
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O capricorniano deixou que a outra se aproximasse, aumentando ainda mais seu cosmo e preparando-se. Quando Ketherine chegou a uma pequena distância, ele lançou outro "Excalibur", quase a queima roupa. Mas a amazona já estava preparada para isso, conseguindo novamente desviar-se do golpe e, com o cosmo que acumulou na corrida, lançando um "Cólera do dragão".
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Seu dessa vez estava quase que encostando em Alexander e o resultado do golpe poderia ter mudado o rumo da luta. Se o cavaleiro não tivesse desaparecido do lugar no último instante e reaparecido atrás de Ketherine.
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Alexander- Até que foi uma boa tentativa para uma garotinha, mas ainda falta muito para conseguir me acertar. "Pedras Saltitantes"!
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O cavaleiro aplicou-lhe seu contra-golpe que, por mais que possuísse um nome ridículo, era bem eficaz. Ele prendeu Ketherine com suas pernas e usou o próprio impulso para atirá-la longe, de cabeça para baixo e de encontro a parede novamente.
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A amazona gemeu baixinho, mas permaneceu onde estava caída, sem forças. Alexander se aproximava novamente dela quando um outro grande cosmo manifestou-se.
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Guilherme- Agora, chega, Capricórnio! Acho que você já machucou o bastante essa garota. A luta já está encerrada.
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O leonino falou, de pé em seu lugar da arquibancada. Ele estava um pouco sujo por causa das pedras que soltaram-se devido ao golpe de Alexander que acertara a arquibancada à sua direita, mas não parecia estar machucado. Felizmente não tinha mais ninguém ali, ou poderia não ter tido a mesma sorte.
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Alexander- Você não devia ficar se intrometendo onde não é chamado, Guilherme. Mas até que você tem razão dessa vez. Você ainda não é páreo para mim, garotinha, e eu cansei de brincar. Vou voltar para capricórnio. Você pode cuidar dela, Guilherme.
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E falando isso, ele retirou-se do coliseu. Guilherme suspirou, era óbvio que aquilo ia sobrar para ele. Alexander era sempre tão irresponsável. Ele se aproximou de Ketherine, que acabara desmaiando, e a pegou em seus braços, levando-a em direção à enfermaria.
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No quarto que os dois dividiam, Lekki e Narciso terminavam de arrumar suas coisas, discutindo alguns detalhes de sua missão.
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Lekki- Então, o Grande Mestre não te disse exatamente em que ano Athena estava? O qual a sua aparência?
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Narciso- Não, mas acho que nós saberemos quando a encontrarmos, não é?
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Lekki- Concordo. E quando a encontrarmos é melhor não falarmos nada. certo?
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Narciso- Sim, isso poderia assustá-la e ela poderia chamar muita atenção. É melhor só observarmos por um tempo e depois contar para ela aos poucos.
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Oceanne- Mas nós temos tempo para isso?
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A amazona chegou, tendo ouvido a última parte da conversa entre os dois. Lekki e Narciso a cumprimentaram e depois o pisciano franziu a testa.
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Narciso- Eu acho que sim. Se corrermos demais, as coisas vão dar errado, mas também não podemos demorar muito.- Ele suspirou,- Uma ou duas semanas, talvez.
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O cavaleiro disse e os outros dois assentiram com a cabeça. Seguiu-se um silêncio em que ninguém mais sabia o que falar. Os dois garotos terminaram de arrumar o resto de suas coisas sob o olhar de Oceanne. Quando acabaram, Narciso disse.
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Narciso- Bem, é melhor irmos então. Aquele diretora pareceu meio rígida com aquelas regras todas. Não quero ver o que acontece com quem não a cumpre logo no primeiro dia...
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Ele parecia um pouco nervoso, e os outros dois apenas concordaram com a cabeça e saíram do quarto, indo em direção ao prédio onde ficavam as salas de aula.
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Angelina ainda estava treinando com seu arco e flecha quando um guarda veio correndo e parou ao seu lado, chamando a atenção tanto da sagitariana como de Medeia.
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Guarda- Com licença, senhorita Angelina.
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Angelina- Sim, pode falar.
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Guarda- O Grande Mestre está chamando a senhorita para uma reunião urgente no salão, em menos de meia-hora.
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Angelina- Uma reunião oficial?
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Guarda- Sim, senhorita!
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Angelina- E você sabe do que se trata?
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Guarda- Ele não mencionou, mas disse que era de seu interesse comparecer.
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Angelina- Hm, deve ser importante... Muito bem, você já pode ir. Muito obrigada pelo aviso.
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A amazona o dispensou e ele retirou-se rapidamente. Depois disso, a sagitariana suspirou, imaginando o que ele queria daquela vez. Não era possível que o pessoal que partira ontem à noite já houvesse retornado, passara-se muito pouco tempo. E também não era nenhuma reunião dourada, já que a amazona de áries, que estava perto dela não fora chamada...
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Enquanto Angelina divagava, Medeia aproximou-se calmamente dela e tocou em seu ombro, sorrindo gentilmente..Medeia- É melhor você ir, parece ser importante.
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Angelina- Sim, tem razão.
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Ela concordou e começou a caminhar em direção à escadaria das doze casas. Medeia a seguiu.
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Medeia- Permita-me acompanhá-la até Áries. Eu já cansei do que estava fazendo, acho que será melhor consertar algumas armaduras.
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Angelina- Mas tem alguma para ser consertada? Mesmo nesses tempos sem guerras?
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Medeia- É claro. Os cavaleiros aqui do Santuário são muito agitados e sempre acabam se envolvendo em brigas e desgastando suas armadura. Praticamente todo dia chega uma nova. Já tive que consertar até algumas de ouro...
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Angelina- Consigo até imaginar de quem foi. Tem alguns cavaleiros de ouro que não sabem mesmo se portar como devem e ficam brigando com todos...
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Medeia- É, bem, sem querer ofender, mas na minha opinião, todos o cavaleiros de ouro tem uma certa tendência a ficarem nervosos e violentos. Só que uns escondem isso melhor que outros.
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Angelina olhou para a outra, um pouco surpresa e pensando no que ela falara. Por um certo sentido, até que ela devia ter razão, mas era difícil imaginar alguns agindo assim.
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Angelina- Até você é assim?
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Perguntou, fazendo a ariana rir.
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Medeia- Ah, sim, até eu.
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A sagitariana ficou imaginando como seria Medeia com raiva ou violenta. Pelo pouco que conhecia dela, isso seria uma coisa impossível. Estava prestes a expressar sua opinião quando chegaram à casa de Áries e Medeia parou.
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Medeia- Vejo você depois, Angelina.
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Angelina- Ah, sim, até.
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A ariana retirou-se para sua casa, deixando Angelina pensando consigo mesma que haviam realmente muitas pessoas misteriosas entre os atuais cavaleiros de ouro. Depois, falavam que ela que era esquisita, só porque gostava de sair sem avisar. Suspirando, ela deixou o pensamento de lado, voltando a subir as escadarias.
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Continua...
Notas finais
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Eu estou muito contente de poder postar no prazo, e cedo! Ainda mais um cap mais grandinho! Cheio de cenas não planejadas, mas que acabaram saindo na hora... XD
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E dessa vez teve uma açãozinha, na luta do Alex com a Keth (A qual eu teria muitos comentários, mas vou deixá-los fora daqui...).
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A cena foi feita pela Marii-chan (Faz algum tempo, na verdade...), já que ela é melhor do que eu para isso... Mas essa parte serviu só para vocês poderem aproveitar e nos dizer como ficou. ;D
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Então, se tiver alguma coisa que não tenha gostado, que ache que pode melhorar, ou mesmo que mais gostou, pedimos que dê a sua opinião! Porque as cenas de lutas mesmo estão chegando, e assim elas podem ser ainda melhores! ;D
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Sim, isso foi uma pequena chantagem por mais reviews... :-P
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Então, é isso. O próximo capítulo já foi iniciado e, se tudo der certo, deve ser postado na próxima sexta! Mas não vou prometer nada! ;D
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Até o próximo, pessoal! o/
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PS.: Eu estou testando deixar pontos entre os parágrafos do meu texto para ajeitar a má formatação do Nyah, que não me deixa separá-los só com um "enter"! Se alguém não gostar ou tiver uma ideia melhor, me avise! ;D
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