New Life.
8 Perfect Night.
Notas iniciais
Robertinho mandou dizer ''uhul finalmente clap clap pra izoca'' não sei o que significa, mas ele que manda nisso aqui, então...
Pov Rachel
Acordei com Any mexendo no meu rosto, sorri. Nem ela, nem eu havíamos tomado banho, apenas Finn, então decidi banha-la e banhar também, saímos da cama sem fazer barulho e tomamos nosso banho, graças a Deus havia uma banheira na minha suíte, aquilo facilitou muito.
Sai do banheiro e Finn já estava acordado, ele assistia tevê, se sentou e esticou os braços para pega-la, coloquei a fralda, a pomada e um dos vestidos de Any para ele vestir nela. Ele estava distraído enquanto eu pegava minhas coisas na mala, me levantei sorrindo e desenrolei a toalha, sabia que ele agora estava olhando.
“Não vou falar nada pra você não.” Finn falou e sorri olhei para ele que também sorria enquanto arrumava Any.
“Não precisa falar nada Finn.” Falei passando a língua entre os lábios enquanto eu vestia meu vestido. Estava procurando meu sapato quando vi Any andar pelo quarto, me virei e Finn estava sentado na beira da cama, ele estendeu uma mão para mim, sorri. “Estou feliz por estar aqui com vocês.”
“Eu estou mais.” Toquei os cabelos de Finn e selei meus lábios com os seus, ele me puxou pela cintura me sentando em seu colo, sorri entre o beijo passando os braços em seu pescoço e aprofundei o beijo, sua língua explorava toda minha boca, seus braços estavam em volta da minha cintura e o beijo estava cada vez mais ousado, mas um gritinho agudo nos fez parar. Any tinha jogado todas as roupas que eu tinha arrumado, estava tudo no chão. Finn riu colocando a cabeça no meu ombro, Any falava algo que com certeza não entendíamos, apertou mais o abraço na minha cintura dando um beijinho em minha nuca.
“Vai se arrumar.” Dei mais um selinho em Finn e me levantei. Um tempo depois estávamos todos prontos a caminho do restaurante, eu sentia que aquilo era meio que um encontro, mas acho que as pessoas não costumam levar bebês a encontros e também acho que as pessoas não costumam ir a encontro depois que criam crianças juntas, mas sempre gostei de achar que era especial no mundo, então pra mim, está tudo ok.
“Você está maravilhosa.” Finn disse me beijando minha bochecha, sorri ele estava me fazendo tão bem. Estávamos em uma mesa onde tínhamos uma vista maravilhosa do mar e da lua, a lua estava maravilhosa estava maior que o normal e cheia. Eu amo a lua.
“Obrigada.” Sorri. O garçom trouxe uma cadeira elevada para Any, ela ficou na ponta entre Finn e eu, fizemos nosso pedido e conversamos um pouco, assim que engatamos em um assunto, Any entrou no meio e começou a falar também, foi uma gracinha, ela está tão inteligente, da vontade de morder o tempo inteiro. Enquanto eu olhava para a pequena que tentava falar algo senti as mãos de Finn nas minhas, entrelaçamos nossos dedos por cima da mesa, talvez aquilo não fosse certo, mas me fazia tão bem, não sei muito bem o que faríamos quando tivéssemos que voltar para casa, mas estar vivendo aquilo ali estava sendo uma das melhores coisas do mundo.
“Judy ligou hoje.” Finn disse acariciando minha mão.
“O que ela queria?”
“Saber se Any estava bem.” Rolei os olhos, por que aquela mulher não nos deixava em paz? “Você não gosta muito dea Judy não é?” Finn me fitava.
“Ela nunca foi boa pra mim, quando eu era criança ela sempre me comparava a Quinn, ela falava mal do meu nariz, falava que eu era baixa demais, por culpa dela eu nunca fui confiante, era muito difícil ser criança e ouvir esse tipo de coisa e quando eu via Quinn sempre perfeita eu me sentia pior ainda, então sim eu não gosto dela e odeio o fato dela está se intrometendo na nossa vida, eu sei que ela é avó da Any, mas isso me incomoda.”
Contei tudo para Finn, pois sabia que ele me entendia e estavamos tão envolvidos que achei que seria o certo a se fazer.
“Assim que a Quinn faleceu Judy quis a garda de Any, ela disse que eu não seria um bom pai e eu não conseguiria cuidar dela sozinho, esse foi um dos motivos que eu quis tanto que você fosse morar comigo.”
“Você é o melhor pai do mundo.” Falei sorrindo e Finn beijou minha mão. “Estamos sendo ótimos pra ela.” Na mesma hora nós dois olhamos para Any que brincava com uma colherzinha macia que eu tinha dado para ela.
O jantar foi ótimo, a comida estava ótima e Any se comportou até que bem, mais ou menos, ela tentava pegar nossos pratos e quando colocavamos comida na boquinha dela ela jogava tudo fora.
Chegamos no apartamento e Any estava sonolenta, Finn levou ela para seu quarto e eu fui sentar na varanda onde tinha um sofá, a lua, o mar, estavam perfeitos, tirei meus sapatos que estavam apertando meus pés e me aconcheguei ali. Um tempo depois Finn se sentou comigo.
“Ela dormiu?” Ele assentiu me dando um selinho e me abrigou em seus braços. “A lua está linda hoje, não acha?” Meus olhos estavam na lua, mas os dele estavam em mim.
“Perfeita.”
“Você nem está olhando.” Bati em sua barriga e ele riu me beijando.
“A Any dormiu e deve acordar só mais tarde” Ele disse entre os beijos. “e não pedimos nenhum tipo de serviço de quarto.” Sorri entre os beijos e me sentei em seu colo, seus braços passaram em volta da minha cintura e sua língua pediu passagem entre os meus lábios, nossas línguas tinham uma luta constante por espaço, meu vestido incomodava, passei minhas mãos para trás tentando chegar no ziper, Finn percebendo minha dificuldade levou as mãos e desceu meu ziper me ajudando a tirar o vestido.
“Bem melhor.” Falei sorrindo e desci os beijos para seu pescoço, Finn apertava minhas coxas e levou as mãos para a minha bunda, comecei a me movimentar em seu colo, ele começou a ficar mais animadinho, enquanto ainda beijava seu pescoço desci minhas mãos para a barra de sua blusa e a tirei descendo e voltei a beijar sua boca, as mãos de Finn sairam de minha cintura e voltaram as minhas coxas, ele explorava toda a parte interna, eu já estava excitada e aquela mão roçando na minha area intima, estava melhor ainda, Finn passou um dedo pela calcinha e logo depois a tirou, me levantei para tirar ela do corpo e ele também tirou a calça ficando apenas de cueca, me sentei novamente em seu colo e voltei a rebolar, precisava daquele contato mais que precisava de ar, com uma mão ele desabotuou meu sutiã. “Finn, eu não aguento mais, eu estou com muito tesão.” O vi sorrir e ele enfiou o primeiro dedo em mim, começei a rebolar e ele enfiou dois, três e começou com o vai e vem e eu também rebolava, joguei meu corpo um pouco para trás e Finn começou a chupar meu seio direito, seu polegar agora masturbava meu clitóris, eu não aguentava mais aquilo, eu gemia muito alto e Finn sorria contra minha barriga. “Me fode logo Finn.” Ele sorriu mais abertamente, tirou os dedos de mim e também tirou a cueca.
“Eu não tenho camisinha.” Ele falou encostando a cabeça no meu ombro.
“Tudo bem, eu uso pílula.” Puxei seu rosto voltando o beijo, segurei seu pênis e ele sorriu tirando minha mão e passando o pênis na minha entrada, ele estava me provocando, ele passava e não penetrava, aquilo era torturante, mas finalmente ele acabou com aquilo e me penetrou de vez, que saudade que estava daquele corpo, comecei a cavalgar em Finn, ele beijava meus seios e meu colo enquanto gemia. Meu corpo se elevava até o fim de seu pênis e descia, Finn apertou minha cintura e me deitou no sofá e começou a dar fortes estocadas e voltou a me beijar, eu gemia e arranhava as costas dele, ele apertava minha cintura e rebolava dando estocadas, meus gemidos estavam cada vez mais altos, sua mão saiu de uma da minha cintura e foi para meu interior, ele me estocava e estimulava meu clitóris, não aguentei muito tempo e tive um orgasmo, depois de mais algumas estocadas Finn também gozou.
Finn estava deitado sobre mim e passava a mão acariciando minha cintura, eu estava toda arrepiada.
“Você está com frio?” Ele perguntou sorrindo. Assenti. “Vamos para dentro então.” Recolhemos nossas roupas e fomos para o quarto, eu vesti minha calcinha e a blusa de Finn, já ele vestiu apenas as cuecas então deitamos novamente. “Sabe é bom saber que quando eu acordar você vai está aqui, da última vez você fugiu de mim.” Sorri me abraçando a sua cintura.
“Dessa vez eu não vou fugir, eu prometo.” Falei o beijando, ele me jogou do outro lado da cama. “Mas para eu manter minha promessa, você tem que fazer uma oral em mim, agora.” Finn riu, e já foi descendo beijos pelo meu corpo.
Pov Finn
Acordei e Rachel não estava aqui ao meu lado, me levantei e também não achei Any, então decidi ligar.
“Oi Finn.” Podia jurar que ela estava sorrindo.
“Oi. Onde você está?” Perguntei.
“Estou aqui na piscina do hotel com a Any. Estamos te esperando aqui viu.”
“Ok, Rachel, já estou descendo.”
Fiz minha higiene, coloquei uma sunga e desci. De longe as vi, Rachel estava dentro da piscina e Any estava em uma boia, as duas sorriam, mas no meio dos sorrisos de Rachel tinha lágrimas, entrei na piscina e a abracei por trás.
“Por que você está chorando?” Perguntei beijando sua nuca.
“Mamãe.” Any falou rindo e Rachel chorou ainda mais. “Mamãe, mamãe, mamãe.” Any repetia por vezes seguidas. E Rachel se virou pra mim e me abraçou, passei a mão por sua cintura.
“É, eu sou sua mãe meu amor.” Rachel pegou Any no colo. “Eu sou sua mãe.” A médica beijou o rosto de minha filha. “Tudo bem pra você não é?” Ela me perguntou. Como eu poderia ser contra aquilo? Aquela foi uma das cenas mais lindas que eu já tinha visto, Rachel era a verdadeira mãe de Any, mãe é quem cria e ela estava fazendo aquilo.
“Tudo bem meu amor.” Quando percebi já tinha a chamado de meu amor, foi tão impulsivo, mas ela não pareceu ligar, ela passou o braço pelo meu pescoço e me beijou.
“Essa viajem está sendo a melhor coisa da minha vida.” Ela falou sorrindo me entregando Any e dando mais um selinho em mim.
“Da minha também Rach.”
Fale com o autor