New Life.
19 News.
Notas iniciais
POV Rachel.
“Acho uma ótima ideia.” Finn sorriu e aproximou seus lábios dos meus, me beijando calmamente. Ele se afastou assim que ouvimos alguém bater na porta.
“Sim.”
“Rachel, é o Sam. Sam Evans.” Encarei Finn e mordi o lábio.
“Fica ai.” Ele se dirigiu a mim e assenti. Finn passou a caminhar até a porta e a abriu. Desci da mesa e respirei fundo. “Não queremos falar com você.”
“Por favor, me escutem, é importante, vocês vão gostar disso.”
“Qual notícia boa você poderia nos dar?” Finn disse friamente e me aproximei.
“Minha esposa está grávida.”
“Sério? Que ótimo.” Finn disse ironicamente e cruzou os braços. “Agora já pode se retirar.”
“Eu estou desistindo de pegar a guarda da Any com isso eu percebi que não é o certo, ela pode ter meu sangue, mas foram vocês que cuidaram dela e se a Quinn me escondeu isso foi por alguma razão, tenho certeza que ela queria que vocês cuidassem, ela falava muito de você Rachel, ela sempre te amou, e disse uma vez que iria devolver tudo aquilo que um dia ela tirou de você sem querer.” Toquei o braço de Finn ao ouvi-lo e respirei fundo. “Espero que vocês sejam felizes e se algo acontecer, quero que vocês saibam que eu ficarei do lado de vocês, não quero dar meu nome a ela, acho que ela já tem uma família e também não acho justo um dia ser reconhecido, quero que ela cresça tendo o pai e a mãe que tem.” Senti as lágrimas deslizarem pelo meu rosto e toquei a mão de Finn, que entrelaçou nossos dedos.
“Muito obrigado.” Aquilo saiu com muita tranquilidade de Finn. “Felicidades a vocês dois.”
“Me perdoa de verdade, eu iria fazer a maior burrada da minha vida.”
“Tudo bem, mas, por favor, não se aproxima mais da minha família.”
“Eu entendo, não vou.” Ele se virou e Finn fechou a porta.
O abracei pela cintura e encoistei a cabeça em seu peito, o senti me abraçar e deslizar a mão pelos meus cabelos.
POV Finn.
Eu estava mais que feliz pelo que Sam veio dizer, mas eu não queria vê-lo tão cedo, ele só desistiu porque a esposa engravidou e sincermente a vontade que eu estava de mata-lo era maior que qualquer coisa. Estava esperando Rachel dentro do carro, Any estava na cadeirinha e brincando com um urso, ela não desgrudava dele. Eu Rachel, Santana e Puck iriamos sair, Brody e Dani não poderiam já que eles iriam ficar de plantão.
“Papai.” Ouvi Any e inclinei o corpo.
“Oi meu amor.”
“Bala.”
“Deixa eu ver se tem.” Levei a mão ao bolso e peguei uma bala. A abri e mordi um pedaço, deixando um pedaço pequeno para ela. “Você ama doce.” Coloquei em sua boca e ela riu.
“Mamãe.” Ela disse com a boca cheia e observei a baba deslizar, me fazendo gargalhar. Peguei sua toalhinha e limpei.
“Ela já está vindo, quer ouvir música?” a vi balançar a cabeça positivamente e sorri. Liguei o som e coloquei o CD da Imagine Dragons, colocando na música Cover Up.
Any passou a dançar sentada e ri baixo. Levantei os braços me espreguiçando e observei a porta ser aberta.
“Com sono?” Rachel entrou e a fechou, jogando a bolsa no banco de trás.
“Cansado.” Inclinei o corpo e aproximei meus lábios dos dela, Rachel os encostou e os selou demoradamente.
“Que gosto de morango.”
“É bala.” Apontei para Any e ouvi a risada de Rachel.
“Eu quero bala.” Levei a mão ao bolso ao ouvir Rachel e peguei uma bala. “Você anda com bala agora?”
“A Any fez eu comprar.”
“Ela está ficando muito saidinha.”
“Isso ficou estranho.” A observei e a vi assentir gargalhando. Liguei o carro e dei a partida. “Temos que ir pegar tudo dela e levar para a minha mãe, já liguei e ela falou para deixar ela lá porque ela vai sentir saudades.”
“Ainda está cedo, isso quer dizer que vamos ficar sozinhos?”
“Até sairmos com a Santana e o Puck.”
“Você pode matar minha carencia, porque eu estou carente.” Senti seus dedos na minha coxa e ri.
“Eu mato sim, com muito prazer.”
“Olha eu levei para o lado que vai me deixar muito feliz.” Gargalhei ao ouvi-la e toquei sua mão, dando um leve beijo. Ouvi a risada de Any e vi Rachel olhar para trás. “Que foi que você está rindo ai.” Rachel empoleirou entre os bancos e observei sua bunda.
“Mamãe, papai, mamãe, papai.” Ouvi Any e ri baixo.
“Fala azul.”
“Não.” Minha filha respondeu e ri.
“Fala...” Rachel fez uma pausa e dei um tapa com muita força em sua bunda. “Ai Finn.”
“Ai.” Any gritou imitando Rachel e gargalhamos em unissono, acompanhado por ela.
“Fala para o papai que não pode isso.” Rachel se sentou e me observou.
“Não papai.”
“Viu, não pode.” Rachel apertou minha coxa com força e ri. “Any quer chocolate?”
“Sim.” Any gritou e ri, Rachel pegou a bolsa no banco e a abriu.
“Um para você.” Rachel abriu o chocolate e deu na mão dela. “Um para mim e para o papai.” Rachel abriu o chocolate e aproximou dos meus lábios. Mordi o chocolate e a vi afastar.
“Você com essas calças fica com um coxão.” Toquei sua coxa e a apertei. Rachel riu e inclinou a cabeça para o lado.
“Que bagunça.” Ela observou Any e encostou a cabeça em meu braço me fazendo rir.
Passei pelo portão principal e estacionei o carro em frente a porta, iria ter que levar ela para a casa da minha mãe e iria deixar aqui. Rachel subiu e deu um banho em Any já que ela estava com chocolate pelo corpo todo. Levei Any assim que Rachel a deixou. Any simplesmente me ignorou quando viu minha mãe, nem tchau ela quis me falar, sinceramente essa garotinha estava com umas manias. Estava puxando a Rachel, só pode.
Havia acabado de chegar, eu precisava seriamente de um banho, não estava mais aguentando de cansaço e tudo mais, eu precisava relaxar. Abri a porta do quarto e observei Rachel deitada na cama apenas de calcinha, ela estava com os braços abertos. Tirei minha camisa e joguei na cama.
“Rachel...” me aproximei e a vi elevar o corpo e me observar.
“Que sono.” Ela sussurrou e voltou a deitar.
“Vem tomar banho.” Tirei minha calça acompanhada dos sapatos e da boxer.
“Não quero.” Ela resmungou e me aproximei, toquei sua calcinha e a puxei, tirando-a. “Não faz isso, não vou tomar banho.”
“Vai sim, ficar cheirosa.”
“Não quero.” Toquei suas pernas e a puxei, me abaixei e a joguei sobre o ombro. “Me solta.” Ela gritou e passou a dar tapas na minha bunda. “Finn Hudson, me solta, eu não quero.”
“Nossa Rachel, você está chata.”
“Também te amo.” Ela me abraçou pelas costas e ri. “Eu estou com preguiça só.” Senti uma mordida em minhas costas e dei um tapa em sua bunda. “Vai ficar vermelha.”
“Ainda bem que é sua.” Entrei no banheiro e me aproximei do boz, ligando o chuveiro.
“Ah é? Não esquece que a sua está mais perto de mim do que você imagina.”
“Não está mais.” Coloquei Rachel no chão e ouvi sua risada.
“Temos que conversar.” Ela se aproximou e envolveu os braços em torno do meu pescoço.
“Sobre o que?” deslizei as mãos pelas suas costas e toquei sua bunda. Passamos a caminhar e a vi fechar os olhos no instante que a agua tocou seu rosto.
“Sobre o tempo.”
“O que?” ri baixo e ouvi sua risada.
“O tempo amor, o tempo.” Senti a agua percorrer meu corpo e sorri abertamente.
“Eu estava precisando disso.”
“Me pega no colo?” ela fez um bico e ri. Deslizei as mãos pelas suas coxas e a senti dar impulso, envolvendo-as em torno da minha cintura. “Isso é bom.” Rachel encostou a cabeça em meu ombro e a encostei na parede.
“Muito.” Sussurrei e encostei os lábios em seu pescoço, dando uma leve chupada. “Eu te amo.” Deslizei os lábios pelo seu ombro e dei um leve beijo. Sua mão percorreu meus cabelos e sorri.
“Eu também te amo.” Senti suas unhas pelas minhas costas com a mão livre e pressionei nossos corpos ao sentir um arrepio.
“Você é tão perfeita.” Sussurrei e dei uma leve chupada em seu pescoço, Rachel impulsionou o quadril contra o meu e pressionou nossos sexos.
“Você é tudo para mim sabia?”
“Te quero cada vez mais meu amor.” Apertei sua bunda com força ao deslizar as mãos e ouvi um gemido baixo.
Rachel afastou a cabeça e olhei em seus olhos antes de encostar meus lábios nos dela, em lentos movimentos.
POV Rachel.
Eu estava me sentindo um zumbi, eu e Finn fizemos amor e foi tão estranho, ele mesmo assumiu isso, acho que o cansaço não ajudou nesse momento. Sexo sempre me dispertou, mas não hoje, eu fechava os olhos e eles não queriam mais abrir, depois que terminamos, ficamos quase meia hora sentados no chão no banheiro, foi a coisa mais estranha da minha vida.
Ja passava das oito da noite e eu e Finn estávamos indo até o tal lugar que Santana marcou, mas eu estava tão cansada que não estava aguentando nem ficar sentada direito. Finn estava dirigindo igual uma tartaruga, o que tinhamos hoje? Não é possível.
“Que sono.” Sussurrei e inclinei o corpo, encostando a cabeça no ombro de Finn.
“Muito, eu não estou aguentando, te contei que a Any não me deixou dormir ontem? Fiquei até três da manha brincando com ela.”
“Não contou, eu fiquei de plantão você sabe.”
“Sei.” Ele estacionou e me abraçou de lado. “Não deveriamos ter vindo.”
“Não, eu estou com tanto sono que sou capaz de dormir aqui.”
“Mas já chegamos.”
“Já, então vamos.”
“Vamos.” Ele se afastou e me afastei, abrindo a porta.
Eu e Finn descemos do carro e fomos até a entrada do local. Santana e Puck estavam sentados em uma mesa e acenaram para nós. Caminhamos até eles e os cumprimentamos, sentando na mesa.
“Que cara é essa?” Santana nos observou e sorri.
“Eu estou exausta.”
“Eu também.” Finn sussurrou e deslizou as mãos pelo rosto.
”Cansaço da enjoo?” perguntei e os vi me observar.
“Você é médica, deveria saber isso.” Puck me observou e sorri.
“Eu não sei.” Encostei a cabeça no ombro de Finn.
“Cara, vocês estão muito sinistros.” Puck nos observou e fez sinal para o garçom que se aproximou. “Duas raspberry truffle com duas doses de vodka cada.”
“Sim senhor, mais alguma coisa?”
“Só isso, já estamos bebendo.”
O homem não demorou para voltar e Puck colocou o copo nas nossas frentes.
“Tomem, vocês vão ficar melhores.”
“Cara isso não é legal, isso é afrodisiaco.”
“Bebe logo.” Santana mandou e peguei o copo. Me afastei de Finn e bebi um pouco.
“Agora eles vão se animar.”
“Vão até demais.” Santana sorriu maliciosamente e vi Finn beber.
Já estávamos a quase duas horas ali. Acabei bebendo mais duas daquela bebida que com certeza ia café porque estava com gosto. Como é boa, meu sono simplesmente desapareceu, Santana e Puck estavam dançando uma música chata que estava tocando, eles estão romantiquinhos demais. Senti os lábios de Finn em meu pescoço e toquei seus cabelos. Ele estava me provocando a alguns minutos e eu estava enlouquecendo.
“Como você está gostosa.” Ele deslizou a mão por debaixo do meu vestido e gemi baixo ao senti-la em meu sexo.
“Alguém pode ver.” Afastei as pernas e o senti puxar a calcinha para o lado e passar a estimular meu clitóris. “Merda.” Mordi o lábio com força e senti uma forte chupada em meu pescoço.
“Vem ao banheiro.” Mordi o lábio com muita força ao senti-lo introduzir dois dedos em meu interior e os tirar se afastando.
Ele iria me matar definitivamente. Levantei e passei a caminhar em direção ao banheiro. Eu estava maluca, minha vista estava meio turva, não fazia ideia de quanto bebi. Finn entrou no masculino e me aproximei da porta e bati na mesma. Finn a abriu e tocou minha mão me puxando com força.
Gemi por antecipação ao ser encostada brutalmenete na parede. Seus lábios tocaram os meus com força e urgencia, suas mãos tocaram meu vestido e o puxaram para cima. Envolvi a perna em sua cintura e senti um tapa em minha coxa no instante que nossas línguas se encontraram. Toquei seus cabelos e os puxei com força. Finn afastou a mão do meu corpo e sua língua passou a movimentar-se em minha boca.
Impulsionei o corpo ao sentir seu membro entre minhas pernas e tocar meu sexo sobre a calcinha, envolvendo as pernas em torno da sua cintura. Afastei uma mão do seu cabelo e o senti me segurar pelas coxas. Meus lábios se afastaram a procura de ar e senti os seus em meu pescoço. Toquei seu membro e passei a estimula-lo. Afastei a outra mão e toquei minha calcinha afastando-a. Posicionei em minha entrada e gemi baixo. Finn deu uma forte chupada em meu pescoço me fazendo gemer alto e afastou seu rosto.
“Você é minha.” Ele investiu com força me preenchendo por completo e segurei em seus ombros, um grito de prazer ecoou pelo banheiro. Finn passou a investir contra meu corpo e o abracei pelo pescoço. Com certeza eu era dele.
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