New Life.
21 New Life.
Notas iniciais
Um mês depois.
POV Rachel.
Nossas vidas estavam perfeitas, eu, Finn e Any completamente unidos. Eu estava trabalhando demais, mas mesmo tudo estava ótimo, via meus dois amores todos os dias, quando eu não podia voltar, Finn ia me ver e levava Any que ficava encantada com tudo, ela amava hospitais isso era estranho, mas Finn achava que ela seguiria minha profissão. Eu ficaria feliz porque simplesmente amo a medicina e amo o que eu faço, imagina nossa bebê fazendo a mesma coisa, seria perfeito demais.
Aproveitei hoje que eu não trabalhava para marcar com a minha mãe, ela estava maluca para me ver, mas infelizmente eu acordei passando mal e ela decidiu vir aqui para que eu não me cansasse, eu estava exausta e com fortes enjoos, eu não estava mais aguentando, tudo o que eu comia não parava no meu estomago, passei dias e dias vivendo a base de salada, talvez fosse isso. Uma própria médica não sabendo o que tomar para melhorar, é ser médico tem seus problemas, você sabe cuidar dos outros, mas na hora de cuidar de si mesma precisa de outro médico, sempre assim.
Como não queria preocupar Finn que já andava preocupado demais resolvi dizer que almoçaria com a minha mãe, mas era mentira, ela iria vir depois do almoço para cá, a babá deu comida para Any que ficou mais que feliz, ela amava comer, era de família isso.
Passava das três da tarde, ela brincou tanto na parte da manhã que estava dormindo, isso era bom para ela, sempre que ela brincava demais, acaba dormindo até umas quatro, cinco horas e a noite dormia bem, quando não dormia a tarde era uma tristeza ela dormir a noite, deveria ser ao contrário.
“Melhorou?” minha mãe me entregou um copo de chá e sorri.
“Não, meu estomago está horrível.”
“Tem que se cuidar melhor, também naquele hospital você vive de salada e café, até eu passaria mal Rachel.”
“Eu sei mãe, mas o que eu posso fazer?”
“Muita coisa, inclusive comer, não sei, leva algo, come um lanche, mas coma.”
“Ok, prometo que vou comer melhor ok?” a vi assentir e sorrir. “Acredita que nesses dias somente a senhora e a Carole e Burt vieram ver a Any?” bebi um pouco do chá.
“Sério?”
“Sim, achei estranho, mas fazer o que.”
“Realmente, ainda mais a Judy, estranho.”
“Demais.” Bebi mais um pouco e senti meu coração disparar ao sentir uma mão em meu ombro. “Meu Deus Finn.” Sussurrei e ouvi a risada dele e da minha mãe.
“Ando pior que espírito hoje cedo assustou também.” Ele se abaixou e fechei meus olhos ao sentir seus lábios nos meus.
“Espírito sexy.” O observei e ouvi sua risada.
“Tudo bem?” Finn se abaixou cumprimentando minha mãe com um beijo no rosto e a vi assentir.
“Tudo e você?”
“Bem.” Ele estalou o pescoço e sorri. “Vou tomar um banho, resolvi vir mais cedo para ficar com uma mocinha que mentiu que almoçou com a mãe.” Ele sorriu falsamente e sorri.
“Não sei quem é.” Bebi o resto do chá e coloquei a xícara na mesa.
“Depois conversamos.”
“Também te amo.” Ouvi sua risada e ri.
Minha mãe ficou mais quase meia hora e depois foi embora, perguntei para a babá se a Any estava bem e ela disse que continuava dormindo e pelo jeito demoraria a acordar, droga eu queria ela aqui pelo menos não levaria bronca, que droga isso viu, eu não acredito. Estava deitada no sofá com o vestido levantado, talvez se eu seduzisse ele, boa ideia essa.
“Rachel.” Ouvi a voz de Finn e sorri.
“Oi meu amor.” Me levantei e o observei. “Eu estava com tanta saudades.” Caminhei até Finn e envolvi os braços em torno do seu pescoço, os seus foram diretamente para a minha cintura. “Não estava mais aguentando.” Fiquei na ponta dos pés e o vi se abaixar.
Meus olhos fecharam no instante que seus lábios tocaram os meus em lentos movimentos, sua língua pediu passagem pela minha boca e tocou a minha em lentos movimentos. Minha mão deslizou pelos seus cabelos e o puxei para frente, pressionando nossos lábios e o sentimento pressionar nossos corpos. Finn passou a se movimentar e fui puxada no instante que ele se sentou, me sentando sobre seu colo.
Suas mãos percorreram minhas costas e as senti em minha bunda. Seus lábios ganharam movimento e percorri sua nuca com os dedos o fazendo arrepiar e apertar minha bunda com força, me fazendo gemer baixo contra seus lábios. Senti meu estomago embrulhar ao sentir o cheiro do perfume de Finn.
POV Finn.
Rachel se afastou rapidamente a vi sair correndo em direção ao corredor. Me ajeitei no sofá e inclinei meu corpo pegando o controle e ligando a TV. Ela anda passando tão mal e nem sabe porque, já mandei que ela procurasse um médico, mas quem disse que ela o fez? “Eu sou médica, eu sei o que tomar” se soubesse já teria parado de passar mal. Passamos a madrugada no banheiro e parte dela também sentados na cama com ela chorando, isso era mais que estranho, mas eu não poderia fazer nada a não ser ajudar ela.
Já havia passado uns cinco minutos, eu estava assistindo a um programa que não fazia ideia do que era, mas era bem estranho. Olhe para o lado e observei Rachel caminhar até mim.
“Vou ao médico amanhã.”
“Finalmente.” Levantei os braços e ouvi sua risada.
“Idiota.” Senti um tapa em meu braço e a puxei pela cintura, sentando-a em minhas pernas. “Em três dias as vezes que tentamos transar deu nisso, me perdoa.”
“Tudo bem, você deveria ter procurado um médico faz tempo e eu não iria transar com você hoje.”
“Não?” Ela me observou e sorri.
“Não, porque você não deveria ter mentido para mim.”
“Eu sei, mas eu não queria você preocupado, te fiz ficar a madrugada toda acordado Finn.”
“Sou seu quase marido, por favor, acha mesmo que eu me importo de ficar? Quero você bem Rachel, entende isso.”
“Ok, desculpa mentir.” Ela sussurrou e encostei meus lábios nos dela, selando-os.
“Tudo bem, mas não quero mais isso ok?”
“Sim senhor.” Ela sorriu e encostou a cabeça em meu ombro. “Eu estou tão cansada.”
“Você está abatida, vem aqui.” Toquei suas pernas colocando-as para cima do sofá e nos deitei, segurando-a pela cintura e sentindo-a me abraçar pela minha. “Esse tempo que estamos juntos vem me fazendo tão bem. É tão bom ter você, tudo o que eu sempre quis comigo.”
“Te digo o mesmo, eu amo estar com você, viver com você, é algo que me faz mais que bem, que me deixa viva.”
“Eu te amo tanto Rachel.” Deslizei a mão pela sua coxa e adentrei o vestido.
“Também te amo.” Senti uma leve mordida em meu pescoço e toquei sua calcinha.
POV Rachel.
Finn investia contra meu corpo com força me fazendo gemer cada vez mais alto. A babá estava com Any lá em cima, ele estava ficando maluco definitivamente. Suas mãos estavam fixas no braço do sofá e eu o sentia se mover a cada movimento de Finn. Seus olhos estavam fixos aos meus nos poucos minutos em que mantinha os meus abertos. Minhas pernas estavam envoltas ao seu quadril e fazendo-o ir cada vez mais fundo em meu interior. Finn intensificou os movimentos mantendo a forma e aumentando a agilidade, eu sentia seu membro me tocar com mais intensidade me fazendo choramingar de prazer.
“Isso.” Gritei alto e segurei em seus ombros no instante que ele passou a dar estocadas com mais força, Finn mordeu o lábio e seu rosto veio diretamente de encontro ao meu. Sua respiração intensa tocava a minha.
“Geme.” Ele passou a investir com mais força e um gemido alto escapou dos meus lábios acompanhado por um dele. Cravei as unhas em seus ombros e arqueei completamente o corpo.
Um grito de prazer meu envolveu-se a um gemido alto de Finn, ele investiu mais duas vezes contra meu corpo o fazendo estremecer em um intenso orgasmo, o abracei com força pelo pescoço e pressionei as pernas em torno da sua cintura. Seu corpo caiu contra o meu e senti seu membro ir mais fundo acompanhado de um gemido alto dele, sentindo seu corpo estremecer e seu sêmen em meu interior.
“Meu Deus.” Ofeguei e senti suas mãos em minhas coxas. “Isso foi ótimo.” Senti sua respiração em meu pescoço e sorri.
“Como amo transar com você.” Senti uma forte chupada em meu pescoço me fazendo gemer alto.
“Eu também amo.” Deslizei as mãos pelos seus cabelos e senti uma leve chupada em meu ombro.
“Mais uma?” mordi o lábio ao ouvi-lo e sorri.
“Com certeza.” Sussurrei e encostei os lábios em sua orelha dando uma leve chupada.
POV Finn.
Eu e Rachel acabamos tomando banho juntos e depois fui ver Any, ela estava brincando com a babá que riu ao me ver, não deveria fazer essas coisas com gente aqui. Rachel estava lá embaixo e pediu para eu pegar Any, mas ela não queria ir comigo, simplesmente essa garotinha estava sendo malvada comigo.
Desci as escadas e caminhei até a sala, Rachel estava deitada no sofá usando um short e uma regata, eu amo quando ela usa essas roupas. Ela me observou e sorriu.
“Onde ela está?”
“Brincando, simplesmente me ignorou.”
“Ela está crescendo.” Ela riu e assenti.
“Penso como vai ser daqui uns anos ela com quinze, querendo sair.” Me sentei no sofá ao ver Rachel sentar. “Não gosto de pensar nisso.”
“Falta muito tempo.” A senti tocar meus cabelos e sorri.
“Eu sei, mas mesmo assim.”
“Você é tão bobo, vamos ter um mais novo.” Ela sussurrou e sorri abertamente.
“Vamos né?” a abracei de lado, tocando sua barriga. “Não vejo a hora de você engravidar.”
“E se eu te falar que nem eu? Fico me imaginando com uma barrigona.” Ela riu e sorri.
“Vai ficar linda.” Sussurrei e encostei meus lábios em sua testa dando um leve beijo.
A campainha passou a tocar, me levantei a caminhei até a porta, abrindo-a.
“Senhor Hudson?”
“Eu mesmo.”
“Gostaria que assinasse aqui.” Um homem me deu um papel mostrando o local e o peguei juntamente com a caneta, assinando-o. “Obrigado.” Ele me entregou um envelope e fechei a porta.
Caminhei até a sala e observei Rachel de pé que caminhava até mim. Abri o envelope e percorri o papel com os olhos. Não estava acreditando nisso.
“O que é isso?” ela me observou e desviei o olhar para ela.
“A Judy marcou uma audiência para tentar a guarda da Any.”
“O que?” ela sussurrou e observei as lágrimas percorrem seu rosto. “Eu vou matar aquela mulher.” Rachel passou por mim rapidamente e me virei.
“Rachel.” Me aproximei rapidamente ao vê-la soltar o peso do corpo, desmaiando e a segurei, impedindo-a de cair.
(...)
Trouxe Rachel no hospital e minha mãe ficou com Any, eu estava mais que preocupado, há dias ela estava passando mal e eu não sabia o que fazer, o pior de tudo, fazer com ela queira ir ao médico, mas acabou tendo que acontecer, depois do desmaio ela começou a se queixar de dores na barriga e enjoos e eu a trouxe. Nunca fiquei tão preocupado em toda a minha vida, sinceramente eu tive mais que a prova de que ela é mais que especial para mim.
Isso é estranho, Rachel me causa certas coisas, uma dela o medo de perdê-la e eu realmente queria vê-la bem, ela havia emagrecido e eu sinceramente esperava que a médica no caso a Santana desse um belo puxão de orelha, ela não estava mais comendo direito, cheguei a discutir com ela e mesmo assim ela não comeu. Rachel estava há algumas horas lá dentro, Santana disse que ela deveria fazer exames e terminaria de tomar o soro, logo ela poderia ir para a casa.
Estava sentado na sala de espera como a Santana pediu, mas eu queria estar com Rachel lá dentro, queria saber como ela estava, que droga. Observei Santana caminhar até mim com um sorriso nos lábios.
“Os exames ficaram prontos, eu tenho que conversar com vocês.” Ela fez um movimento para eu me levantar e sorri.
“Coisa ruim? Ela está bem?” me levantei e passei a acompanha-la.
“Você saberá Finn, se acalme.”
“Ok.”
Cainhamos em silencio até o quarto onde Rachel estava, ela havia acabado de tomar soro e sua pele estava mais corada. Entramos e me aproximei dela, lhe dando um rápido beijo, ela estava com um leve sorriso nos lábios e segurava minha mão.
“Para começar você vai começar a se alimentar direito e já que o hospital não ajuda, você está dispensada por esse mês.”
“O que? Eu não posso ficar um mês sem trabalhar.”
“Pode sim e vai.” Santana sorriu e cruzou os braços. “Segunda coisa você está com uma leve anemia e vai tomar os médicos que prescrevi aqui.” Ela me entregou um dos papeis que segurava e o peguei. “Terceiro, se você não fizer isso você vai matar seu filho, ele...”
Parei de ouvir Santana no instante que ela disse “filho” eu não estava acreditando, Rachel estava grávida, era por isso que ela vinha passando tão mal. As lágrimas percorriam meu rosto involuntariamente, eu teria um filho com Rachel, eu não poderia acreditar, nós havíamos conversado hoje, quando toquei seu ventre, ela já tinha um bebê ali. A senti apertar minha mão e pressionei a mão livre em meus olhos. Eu e ela daríamos um irmão ou irmã a Any, eu não estava conseguindo sinceramente acreditar.
POV Rachel.
Estava deitada na nossa cama, Finn fez uma sopa para mim e estava muito gostosa, tomei um remédio para enjoo que Santana receitou e foi ótimo. Finn chorou tanto quando descobriu que eu estava grávida e não era diferente, eu também chorei, eu estava mais que feliz por isso, ele é mais que tudo para mim, mais que tudo na minha vida. Agora seriamos eu, Any, Finn e nosso bebê, não poderia ser melhor, com certeza não.
Levantei o baby-doll e deslizei a mão pela barriga acariciando-a. Era estranho pensar que eu estava grávida, algo que sempre imaginei com Finn e agora era ele aqui comigo, sendo pai do meu primeiro filho, isso era mais que incrivel, mais que perfeito.
“Mamãe.” Ouvi Any e a vi correr até a cama sorrindo.
“Anjo vem aqui.” Me inclinei, pegando-a no colo e sentando-a ao meu lado.
“Barriga.” Ela tocou minha barriga e gargalhei. Ela ama barrigas é impressionante isso.
“Cadê a barriga da Any.” Toquei sua blusa e levantei, passei a fazer cócegas e ouvi sua risada alta.
“Atacando a barriga dessa mocinha?” ouvi Finn e sorri abertamente.
“Sim, é uma barriga linda.”
“Eu sei, é minha.” Ele pegou Any rapidamente e a jogou na cama, a gargalhada da menina ecoou pelo quarto acompanhada de várias outras quando Finn passou a lhe fazer cócegas.
“Ah.” Ela gritou e tentou empurrar Finn. Ele gargalhou alto e se jogou para o lado.
Any estava molinha na cama e ria ainda. Ela levantou com dificuldade e vi Finn se levantar, ele se aproximou e se sentou ao meu lado.
“Any tem um bebê aqui.” Ele tocou minha barriga e Any se sentou nas minhas pernas.
“Aqui?” ela tocou minha barriga e ele assentiu. “Bebê.” Ela encostou a cabeça em minha barriga e toquei seus cabelos.
“Eu ainda não acredito.” Ele sussurrou e aproximou seus lábios dos meus. “Obrigado.” Sorri ao ouvi-lo e fechei meus olhos ao sentir seus lábios nos meus, selando-os demoradamente. Passei a acariciar os cabelos de Any e a senti se aconchegar em minhas pernas.
Any acabou dormindo nas minhas pernas e Finn a levou para o quarto, eu estava tão feliz por tudo, minha família unida, completamente perfeita. Não poderia ficar melhor.
“Trouxe para você.” Observei Finn segurando uma caixa de chocolates e ri. O vi fechar a porta e ele se aproximar.
“Deveria ter engravidado antes.” Ri baixo e ouvi sua risada.
“Eu concordo, porque imagina já estaria com um super barrigão.” Senti a caixa em minhas pernas e o vi se sentar ao meu lado.
“Não vejo a hora.” Sorri abertamente e abri a caixa de chocolate, peguei um e o abri, aproximando dos lábios de Finn. Ele o mordeu e peguei outro, abrindo-o e comendo.
“Já pensou nos nomes?”
“Ainda não, mas acho que isso devemos fazer mais para frente, se nosso bebê mexer muito colocamos um nome para ele que combine e se ele for mais quieto, também.” Sorri abertamente e ouvi sua risada.
“Gostei disso, boa ideia.” Ele me abraçou pela cintura e senti seus lábios em minha bochecha, me dando uma leve mordida. Peguei outro chocolate e o levei a boca.
“Me da um beijo.” Coloquei a caixa de lado e senti seus lábios pelo meu pescoço. Toquei seus cabelos e o vi afastar o rosto.
“Beijinho ou beijão?” ele tocou minha cintura e me puxou, me deitando e deitando sobre meu corpo, abri as pernas o recebendo entre elas.
“Beijão é melhor.” Sorri abertamente e senti uma leve mordida em meu queixo.
“Concordo.” Ele murmurou e fechei meus olhos ao sentir seus lábios nos meus.
Senti uma leve chupada e seus lábios encaixarem nos meus em lentos movimentos. Toquei seus cabelos e envolvi meus dedos, acariciando-o. Sua língua pediu passagem por entre meus lábios e lhe dei, sentindo-a tocar a minha. Finn me puxou mais para cima e envolvi as pernas em torno da sua cintura, sua mão percorreu minhas costas e o senti apertar minha bunda com forma me fazendo gemer contra seus lábios.
Deslizei as mãos pela sua nuca e toquei suas costas delicadamente, pressionando meus dedos ali e o puxando com as pernas para baixo, sentindo ainda mais seu corpo. Finn movimentava os lábios habilidosamente, sua mão livre deslizou pela minha coxa e mordi seu lábio delicadamente, dando uma leve puxada.
Ouvi o telefone tocar e tentei me mover, Finn afastou as mãos do meu corpo no instante que afastei do dele, sorri contra seus lábios ao senti-lo segurar meus pulsos e os levar para acima da cabeça.
“Não vai.” Ele murmurou e senti seus lábios deslizarem pelos meus até meu pescoço. “Se for importante liga de novo.” Ele sussurrou e movimentou o quadril esfregando nossas intimidas e me fazendo gemer.
O telefone parou de tocar e o senti sorrir contra meu pescoço. Seus lábios percorreram meu peito e o senti em meu seio, senti um arrepio percorrer meu corpo ao sentir uma leve mordida em meu mamilo sobre a roupa.
“Rachel.” Finn afastou o rosto e o observei, assustada.
“O que?”
“Você vai ter leite e não vai mais deixar eu... Não pensei nisso.” ele se jogou para o lado e gargalhei alto.
“Calma, calma.” Me sentei e o observei com os braços sobre os olhos. “Prometo que vou quando parar de amamentar.”
“Promete mesmo?”
“Sim.” Ri baixo e toquei seu braço, afastando do rosto. “Você está bem?”
“Sim.” Ele sorriu e ri baixo.
“Você me assustou.” Deitei sobre seu corpo e ouvi sua risada.
“Vou ter que ficar mais de dois anos sem seus seios.”
“Não da pra acreditar nisso, eu não estou aguentando.” Gargalhei muito alto e me sentei sobre seu quadril. “Você não existe.” Toquei seu rosto e ouvi sua risada baixa.
“Existo sim e quero carinho, amor, mais carinho.” Ele sussurrou e ri.
Me levantei e me sentei na cama, fiz sinal para Finn deitar a cabeça em meu colo e ele o fez. Toquei seus cabelos e me encostei nos travesseiros, sua cabeça deslizou para minha barriga e sorri abertamente. Como não amar isso? Esse homem iria me matar ainda com isso. Divertido, romântico, chato as vezes, um homem que sabia como tratar uma mulher, o homem da minha vida. Fechei meus olhos e me ajeitei, continuei acariciando seus cabelos e o senti dar um beijo na minha barriga. Ninguém poderia estragar nossa felicidade.
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