New Life.

15 Disappointment.


Notas iniciais
Demoramos, mas estamos atualizando. Eu e a Iza agradecemos aos comentários.
Boa leitura.

POV Finn.

Não tinha como eu estar mais feliz. Eu, Any e Rachel juntos, mais juntos do que nunca. As duas se davam tão bem, era exatamente como mãe e filha, Rachel estava mimando ela demais, isso poderia ser um erro, mas eu não me importava, pois eu também a mimava, mas sempre colocando limite em tudo, hoje mesmo no almoço ela fez birra e acabamos que a colocamos de castigo, Rachel disse que a ela que mocinhas bonitas não podem agir assim e ela a abraçou, aquilo acabou comigo, mas mantive a minha palavra, ela estava de castigo e nada mudaria, ficou até a hora que falei sozinha sentada em uma poltroninha que Rachel colocou especialmente para isso, não era a primeira vez que Any agia assim, sabia que era idade, ela estava crescendo e via coisas achando que também poderia fazer. Ultima vez que fomos ao shopping ela chorou porque viu a menina chorar para ganhar um brinquedo, e fez o mesmo, resultou que não ganhou. Ser pai não é fácil, mas é perfeito. Eu amo minha filha e amo a mulher que tenho ao meu lado.

Rachel estava tomando banho, eu já havia feito isso e dado banho em Any, agora estava apanhando para colocar a roupa nela que por sinal deveria estar errada, o clima estava frio e Rachel mandou colocar uma meia calça e um coisa por cima que eu não sei o que é, mas ele fecha embaixo, ou seja, eu não estava conseguindo colocar os dois, nem sabia se a calça era por baixo. Mas havia colocado por cima. Any tinha um coelhinho de pelúcia nas mãos e conversava com ele.

“Está difícil?” ouvi a voz de Rachel e suspirei.

“Demais, você me deu essa coisa, mas não sei...”

“Está errado.” Ela gargalhou e tocou minha cintura, me empurrando delicadamente.

“Isso é confuso.” Me joguei na cama ao lado de Any que me entregou o coelho. “Como ele chama?”

“Não.” Ela disse e gargalhei.

“Qual o nome dele?” aproximei do seu rosto e ela gargalhou o pegando e o abraçando.

“Papai.” Ela disse manhosa e toquei seu rosto.

“O que foi amor?”

“Mamãe.” Ela desviou o olhar para Rachel e fez um biquinho.

“Diga meu anjo.”

“Papai.” Ela voltou a olhar e gargalhei.

“Doidinha.” Me ajoelhei na cama e me abaixei, fazendo cócegas na sua barriga.

A gargalhada de Any ecoava pelo quarto, ela se contorcia e batia as pernas na cama que já estava com a meia calça rosa. Rachel ria junto acompanhando ela. Era impossível não rir. Sua risada ficava cada vez mais alta. Ela choramingou entre a risada e afastei minhas mãos. Any estava jogada na cama com os braços abertos, ela ainda ria baixinho e observara eu e Rachel que estava com o braço envolto ao meu pescoço.

“Não pode fazer isso, da dor de barriga.” Rachel disse calmamente e a observei.

“Chata.” Fiz uma careta e ela riu.

“Também te amo.” Ela arqueou a sobrancelha e ri. Senti seus lábios nos meus, selando-os demoradamente.

Voltei a olhar Any que falava com o urso novamente. Rachel riu baixo e deslizou a mão pelo meu braço.

"Vamos? Está em cima da hora, você se lembra que Carole disse que quer demais que nossa princesinha fique lá."

"Diz de novo?" Me levantei e envolvi os braços em sua cintura, Rachel me olhava com uma expressão de duvida.

"O que?"

"Nossa princesinha." Ela riu baixo e encostou a cabeça em meu ombro.

"Não é nossa?"

"Sim, nossa filha."

"Às vezes me sinto uma intrusa, ela é filha da Quinn com você." Rachel disse com um tom de desgosto e pressionei nossos corpos.

"Quinn a colocou no mundo, mas mãe é aquela que cria."

"Você não acha estranho, eu e você, aqui nessa casa." Ela me observou e toquei seu rosto delicadamente.

"Essa casa é minha, essa vida é minha, a filha é minha e agora eu tenho você, a minha mulher, aquela que eu quero para sempre, completando tudo, somos uma família." Sorri abertamente e observei uma lagrima deslizar pelo seu rosto.

"Te amo Finn."

"Também te amo." Encostei os lábios na bochecha de Rachel, percorrendo o caminho da lagrima.

Seus lábios tocaram os meus em um lento beijo. Eu amava estar com Rachel, queria cuidar dela, ajuda-la, sabia que desde quando passei a me relacionar com Quinn ela se sentia como uma intrometida, mas não era, eu sempre a amei. Concordo que gostei de Quinn, mas primeiro amor é primeiro amor, ele sempre vai estar em nossos corações e eu jamais me esqueceria de Rachel, tanto que sempre lutei por ela e sempre lutaria.

"Vamos amor?" Rachel se afastou e se aproximou de Any que estava de pé na cama.

Não demoramos a descer até o carro. Iriamos deixar Any passar o fim de semana com minha mãe e Burt, eles estavam malucos para ficarem com ela um pouco. Rachel e eu ficaríamos sozinhos, eu tinha planos para hoje a noite, apesar de não querer deixar Any na casa dos meus pais. Não demoramos a chegar. Enquanto conversávamos, ela passeava com Kurt, que lhe contava histórias.

"Fico tão feliz de ver meu filho feliz." Minha mãe tinha lágrimas nos olhos.

"Eu estou mais que feliz." Passei o braço pela cintura de Rachel e a vi corar.

Eu tinha a mulher mais bela ao meu lado ela era perfeita, incrivelmente linda. Amava quando ficava corada, sua pele parecia ficar ainda mais perfeita. Seus olhos grandes e com um brilho intenso, seus lábios. Não havia uma coisa que não gostava nela.

"Vamos ver onde o Kurt foi, ele anda meio maluco." Ouvi a voz da minha mãe e assenti.

Rachel conseguia ser tão maravilhosa. Seu olhar encontrou o meu, senti sua mão em meu rosto e sorri. Ela aproximou seus lábios dos meus e os encostou. Fechei meus olhos e passei a movimentar os lábios com delicadeza. Sua mão deslizou pelo meu rosto e tocou meus cabelos, seus dedos envolveram ali. Toquei sua coxa delicadamente e envolvi o braço livre pelas suas costas. A língua de Rachel pediu passagem pelos meus lábios e lhe dei, intensificando o beijo calmamente.

POV Rachel.

Os lábios de Finn movimentavam com agilidade, pressionei os dedos em seus cabelos ao senti-lo apertar minha coxa com força enquanto sua mão direita percorreu minha cintura e seus dedos apalparam a lateral do meu seio. Sorri contra seus lábios ao ser deitada no sofá e parte do seu corpo repousar sobre o meu.

"Ei vocês."

Finn afastou-se rapidamente ao ouvir a voz de Kurt e me sentei. Meu rosto estava queimando, eu deveria estar roxa de vergonha. Tentava controlar minha respiração e mantive o olhar fixo no tapete.

"Vocês estão safadinhos."

"Kurt!" Finn envolveu o braço em minha cintura e observei Finn.

"Rachel não fica assim, alias você nunca foi." Ri baixo ao ouvi-lo e Finn se levantou.

"Vou ver Any."

Fiquei quase uma hora conversando com Kurt. Finn ficou com seus pais e Any no quintal. Saímos de lá quase oito horas. Finn havia passado em um restaurante e comprado comida italiana, preferi comer em casa já que queria aproveita-lo. Não demoramos a chegar, enquanto ele arrumou tudo na mesa de centro da sala eu subi para o quarto e tomei um rápido banho. Finn havia pedido para eu pegar uma calça para ele, pois ele iria fazer o mesmo. Desci para a sala ao deixar a calça no quarto. Minha barriga estava roncando e Finn não descia, bebi um pouco do vinho e abracei meus joelhos.

"Cheguei." Desviei o olhar para Finn e mordi o lábio ao observa-lo apenas de calça de moletom.

"Demorou um pouco." Sussurrei e o vi se sentar ao meu lado.

"Também senti saudades." Ele piscou e gargalhei.

"Bobo." Me ajeitei e passamos a comer.

O jantar foi excelente, conversamos, rimos, ele me contou sobre o trabalho. Eu estava tão apaixonada louca para ficar cada vez mais com o ele. Não queria me afastar nunca, Finn era perfeito, sempre foi, desde o primeiro encontro. Ele já havia levado tudo para a cozinha e estávamos no quarto.

Seus lábios percorriam meu pescoço me fazendo arrepiar. Suas mãos exploravam minha pele, Finn já havia tirado minha roupa completamente. Suas carícias estavam me deixando cada vez mais louca. Gemia baixo e puxava seus cabelos, sentindo as chupadas em minha pele ficarem fortes e os apertos em minha cintura também. Passei a movimentar o quadril procurando algum atrito, eu estava molhada, excitada, precisava senti-lo logo ali. Sua mão alcançou meu sexo e gemi alto ao sentir seu dedo pelo meu clitóris.

Ouvi o som do meu celular e abri os olhos. Finn suspirou e se afastou quando tentei me movimentar.

"Você vai atender mesmo?" Ele disse em um tom de irritação.

Peguei o celular no criado e o atendi.

"Sim."

"Rachel, que saudades."

"Brody." Sorri de lado ao observar Finn se levantar rapidamente e caminhar até o banheiro. A porta bateu bruscamente e suspirei.

"Atrapalhei algo?"

"Sinceramente? Sim." Disse desanimadamente.

"Desculpa Rach."

"Tudo bem, é que a Any esta com os avós e achei que tivesse acontecido algo."

"Mesmo assim, me perdoa."

"Tudo bem Brody."

A conversa durou mais alguns minutos. Escutei o barulho do chuveiro e depois Finn passar pelo quarto de banho tomado e batendo a porta. Ele tinha razão de estar de mau humor. Mas so atendi achando que era algo com a Any. Desci rapidamente e o encontrei na cozinha.

"Se você continuar comendo assim vai passar mal."

Ele deu de ombros e suspirei.

"Finn." Me aproximei e toquei seus cabelos, ele se afastou e se levantou, colocando o prato na pia.

Observei que ele havia lavado toda a louça do jantar.

"Me desculpa."

"Eu cansei, conversou muito com o seu ex não é? Quando voltar a trabalhar vocês podem matar a saudade."

"Finn eu usei ele uma vez para te esquecer, ele sabe disso, eu o fiz sofrer."

"Me esquecer? Por favor, quem sempre fugiu de mim foi você. Eu me casei, CASEI Rachel, para ficar mais perto de você, e quando te vi com ele, não foi a melhor coisa, se sente pena, ótimo, vai lá e fica com ele, faça ELE feliz." Finn saiu da cozinha e senti as lágrimas deslizarem pelo meu rosto.

Eu definitivamente só faço burrada. Subi rapidamente para o quarto e adentrei. Finn estava deitado na cama, abraçando o travesseiro e seu rosto enterrado ali.

"Finn, me desculpa." Sussurrei e o vi continuar na mesma posição.

Me aproximei e puxei os cobertores, deitei ao lado e toquei seus cabelos após me cobrir.

"Me perdoa." Sussurrei e o vi levantar a cabeça.

"Eu nunca vou ser feliz." Ele sussurrou e senti meu coração apertar.

"Vai, eu sei que sim, vou lutar para isso." Me aproximei o abraçando com força e senti seus braços em torno da minha cintura. "Eu quero te fazer feliz meu anjo." Sussurrei e deslizei as mãos pelas suas costas.

"Você faz Rachel." Ele sussurrou e sorri.

POV Finn.

Eu e Rachel acabamos conversando e dormimos juntos. Isso era bom, estar de bem com ela, sem brigas, sem problemas. Era sábado de manhã, liguei para os meus pais para saber como Any estava e ela nem perguntou de mim ou de Rachel. Claro que isso me da uma forte tristeza, ela tinha que perguntar e demonstrar o amor dela por mim, mas tudo bem já passou. Resolvi dispensar a empregada e ter um dia todo com Rachel, só nos dois. O sol havia aparecido e o dia estava perfeito para ficar na piscina, se não esfriasse mais tarde. Fui para a cozinha e preparei o café da manhã, não aguentei esperar Rachel, eu estava morto de fome, deveria me consultar com ela, porque eu andava comendo demais.

"Se vingou me deixando sozinha na cama?" Ela disse divertida e ri.

Rachel estava muito fofa, ela usava uma calça de ginastica preta e uma regata roxa, os cabelos preso em um rabo no alto da cabeça.

"Sempre." Pisquei e ouvi sua risada. Ela se aproximou e selou nossos lábios.

Aprofundei o beijo por um breve momento e a senti sentar em minhas pernas. Seus braços envolveram em torno do meu pescoço e suspirei ao sentir seus lábios se afastarem dos meus.

"Vou sair para ir a academia, vamos?"

"Não antes de uma consulta."

"O que?" Ela gargalhou e se levantou.

"Ando comendo demais."

"Você anda ansioso?"

"Não." Disse seguro e senti sua mão em meu rosto.

"Estressado?"

"Com a empresa." Ela movimentou a cabeça positivamente e deslizou os dedos pelos meus lábios.

"Carente?" Assenti e ela sorriu. "Falta de sexo?"

"Oh sim." A puxei com força pela cintura e ouvi sua risada alta. "Serio o que eu tenho?"

"Deve ser o estresse, mas procura um médico especializado amor."

"Quero só você mesmo, é falta de sexo só você pode acabar com isso."

"Estamos a um dia sem fazer." Ela encostou a testa em minha testa e ri.

"Muito tempo." Sussurrei e senti seus lábios nos meus.

Depois do café da manha já estávamos na academia. Rachel estava gostosa naquela roupa, se eu a tivesse visto com a calça antes, aquela bunda gostosa, eu teria ficado em casa. Não demoramos para chegar e começar os exercícios. Encontrei Puck ali e conversamos por um longo tempo. Rachel havia se empolgado com a aula que estava fazendo. Eu estava fora de forma, precisava parar de comer, estava mais morto do que vivo jogado na cadeira esperando Rachel. Não conseguia tirar os olhos dela. Aquele corpo perfeito. Os movimentos de Rachel, as suas expressões. Essa mulher me mataria ainda, eu estava maluco por ela, mais que isso. Eu não conseguia parar de observa-la, jamais me cansaria de tê-la.

Rachel se levantou e se aproximou, a vi pegar a garrafa de água na bolsa e beber. As três combinavam, ela, a garrafa e a bolsa, isso era divertido, as três roxas, Rachel com a roupa roxa.

"Pensando em que?" Ela tocou meu rosto e sorri.

"Em como você é gostosa." Ela riu baixo e envolvi os braços em torno da sua cintura, puxando-a.

"Eu estou suada amor."

"Eu também." A puxei com força, sentando-a em minhas pernas.

"E excitado." Ela levantou rapidamente e me olhou de lado.

"Não é todo dia que vejo você com a bunda empinada e movimentando as pernas daquele jeito."

Ela gargalhou alto e estendeu a mão para mim.

"Vamos coisa safada." Toquei sua mão e me levantei. "Me lembra de não deixar você usar mais calça assim para sair." Ela desviou o olhar para o meu membro e se aproximou ao pegar a bolsa.

"Vou andar sem roupa por ai." Pisquei e ouvi sua risada. "Preciso de um banho."

"Gelado, porque vou sair com a Santana."

"Você esta falando serio?"

"Só um almoço amor, é rápido, ela quer me contar umas coisas."

"Tudo bem."

"Prometo que depois vamos ficar juntos."

"Ok." Sorri de lado e passei a caminhar atrás dela.

Como eu iria almoçar sozinho eu nem almocei. Tomei um longo banho assim que cheguei e fui ver minha filha na casa dos meus pais. Saímos para tomar sorvete e depois voltei para la, deixando-a la apesar de implorar para leva-la embora. Não estava afim de fazer nada com Rachel, nada mesmo.

Cheguei em casa quase cinco horas e ela não havia chegado ainda. Isso que ela disse que era rápido. Nenhum dos meus planos haviam dado certo, só queria ficar com ela, mas tudo bem, ela tem a vida dela. Me troquei e comi uma maça, era o mais fácil para o momento. Me joguei no sofá e fiquei vendo um filme de ação. O filme estava quase acabando e eu estava pensando no que fazer.

Já passava das sete da noite, fui para o escrito e adiantei algumas coisas para a segunda feira. Estava pronto os papeis do projeto que seria entregue, pelo menos seria uma coisa a menos. Não tinha nada para fazer.

"Finn?"

"Oi." Fechei a pasta e vi Rachel entrar no escritório.

"Santana me prendeu e eu fiquei o dia todo fora."

"Ok."

"Já jantou?"

"Não estou com fome."

"Eu trouxe comida para você."

"Não quero, eu vou dormir, estou cansado de ficar sozinho o dia todo." Me levantei e passei por ela que me observou.

"São sete horas."

"Eu sei Rachel." Subi a escada rapidamente e entrei no quarto.

Assim que me joguei na cama ouvi o celular tocar, Rachel apareceu na porta me observando, peguei o celular e o atendi.

"Oi mãe."

"Atrapalhei algo?"

"Não, fiquei o dia todo sem fazer nada."

"Meu amor alguém quer você." Sorri ao ouvir minha mãe.

"Papai."

"O que foi meu amor?"

"Quero." Ela choramingou e ri.

"Quer o papai?"

"Quero." Ela disse manhosa e me levantei.

"Vou te buscar meu anjinho."

"Filho, eu sei que você deve estar aproveitando a noite com Rachel."

"Não estou aproveitando nada mãe, eu passei o dia sozinho e ter Any comigo vai deixar minha noite melhor." Observei Rachel que desviou o olhar para o chão. "Daqui a pouco chego ai." Desliguei o celular e caminhei até o closet.

"Vai ir buscar ela? Posso ir junto?"

"Vou, melhor não, vai descansar, deve estar cansada pelo seu dia agitado."

"Finn me desculpa, eu sei que falei que iria vir depois do almoço."

"Tudo bem Rachel, eu não almocei, visitei minha filha e vim embora, vi filme, trabalhei e foi um dia perfeito." Disse ironicamente e a observei se aproximar.

Me despi e peguei a calça jeans, colocando-a.

"Me desculpa." Ela me empurrou com força e cai deitado na cama. "Sua mãe não vai se importar em acalmar ela."

Rachel sentou sobre meu quadril e se abaixou, seus lábios tocaram os meus inesperadamente em movimentos intensos. Toquei sua cintura e a apertei, ela passou a movimentar o quadril lentamente. Sua língua percorria minha boca rapidamente. Suas unhas estavam cravadas em minha pele. Gemi entre o beijo ao senti-la movimentar o quadril com mais agilidade.

"Tenho que ir." Ofeguei ao senti-la deslizar os lábios pelo meu pescoço.

"Não ainda, comprei uma coisa para você." Ela aprofundou as unhas em minha pele me fazendo gemer de dor.

"Não quero." Sussurrei e senti uma chupada com força muita força me fazendo gemer alto.

"Quer sim." Seus lábios percorreram meu peito e suas unhas na minha cintura.

Fechei os olhos com força e a senti puxar a calça, junto com a cueca.

"Rachel." Disse alto e gemi alto sentir meu corpo estremecer.

Sua mão tocou meu membro e ela a movimentou. Uma forte onda de prazer percorreu meu corpo ao sentir a boca de Rachel cobrir todo meu membro.

"Porra Rachel." Gritei ao senti-la movimentar a cabeça e toquei seus cabelos.

Ela ainda iria me matar.

POV Sam.

Estava com meu advogado, Blaine me ajudaria a fazer o que eu queria. Eu precisava ter a guarda de Any, não era nem por mim e sim pela minha esposa, eu estava maluco para que ela fosse completamente feliz. E eu também queria ter uma família completa, claro que iria preferir um filho meu da Brittany, mas de certa forma ter uma criança que era do meu sangue já era um começo.

“Então Sam, como você quer fazer tudo dentro da lei, o que eu concordo, antes devemos marcar um encontro com o advogado ou o próprio Finn. Ele como criou, registrou, assumiu a criança, ele é o pai. Você terá que fazer exame de DNA e ai vem um problema, como ela é de menor, somente com a ordem dos responsáveis. Mas como a Quinn deixou uma carta, e eu consegui autenticar que é dela, você tem a mesma quantidade de chances, porque ela afirma ali que vocês se relacionaram, ela expõe o que sentiu e que disso gerou uma criança. Finn cuida da Any juntamente com Rachel a pedido de Quinn, você e Brittany são casados, tentam ter filhos faz tempo, então isso conta na hora da decisão, claro que nisso envolvera tudo. Mas você tem certeza que quer tirar a filha de Finn Hudson? Isso é sério Sam, ele criou a menina durante um ano, pai é quem cria, você poderá estar querendo força-la a viver uma vida que não é a dela.”

“Eu tenho certeza, ele poderá vê-la.”

“Mas você sabe que ela não irá te tratar como pai, ela tem pais.”

“Eu sei... Mas, eu não vejo a hora de ter um filho com a Brittany e não vai.”

“Então eu vou seguir adiante.”

“Ok.” Sorri e me encostei na cadeira.

Eu iria acabar com a vida de duas pessoas, mas eu queria tê-la aqui, eu queria mostrar para minha esposa que éramos uma família.