Nem Todos São Iguais !!
9 Capítulo 9 - O Que Está Acontecendo ?
Notas iniciais
# Julieta Narrando
Entrei no carro, e Mark o ligou, fazendo- me lembrar de uma coisa
— Para o carro — falei me exaltando
— Iih podem enternar no hospício que essa daí já endoidou de vez — falou Gabriel, dei — lhe um beliscão fazendo — o ficar calado
— Que foi? Perguntou jú alarmada quando sai do carro (que exagero)
— Nada ué, já que vocês irão me arrastar pra balada hoje, eu vou pra casa de skate para matar minha seca — falei mas o que eu queria mesmo era ficar sozinha.
— Então se é assim, eu também quero matar a minha — Matt falou descendo do carro já com o skate na mão
— Ah, mas não vai mesmo — falei cruzando os braços
— Lógico que eu vou, a vida é minha faço o que eu quiser — falou
— Por mim nada contra, com tanto que mantenha distância.
— Ah, aí vai ficar sem graça — Matt devolveu
— Nossa, sabia que você é ridículo?
— E você mimada — falou — Lhe dou o prazer da minha companhia e você a recusa assim além de ser mimada é ingrata
Prazer da companhia dele? Esse garoto deve ter fumado um LCD antes de vir á escola
— Tá pode vim — falei arrumando discretamente o skate — Se você conseguir me acompanhar — falei e logo pulsei o skate no chão, passando do seu lado com toda a velocidade quero ver ele me alcançar assim ( o que eu duvido) passei pela descida e inclinei meu corpo pra baixo causando um aumento de velocidade, eu amo esse vento sobre meu rosto, essa sensação de bem estar, liberdade...... não sei voar ( até porque não tenho asas pra isso) mas imagino que a sensação de voar seja próxima à essa, arrisco olhar pra trás e me surpreendo com olhos azuis e sorriso torto me fitando (não é possível) fala sério, senhor me fala qual foi meu pecado, pra eu merecer tal sina
— Sai do meu pé carrapato — falei enquanto remava, fazendo o skate ir mais rápido
— Pode fugir . Eu te acompanho — falou ele enquanto aparecia do meu lado. Que saco eu aqui querendo pensar na merda que está a minha vida e esse infeliz insiste em me perseguir
— Me deixa — falei parando e colocando o skate na mão
— Sabia que eu era o melhor — falou ele também parando e voltando, aonde estava parada
— Pode admitir que sou o melhor..... — Matt continuava a falar, mas não estava dando ouvidos a praia deveria está por perto, sempre ia a praia com minha irmã e meus pais a gente passava toda a tarde torrando naquele sol do capeta, eu e renata dávamos vários perdido nos nossos pais quando encontrávamos alguns gatinhos na praia, a maioria surfistas, lembro-me que teve uma vez que nosso pai, quase nos pegava no flagrante tivemos que nos esconder dentro de uma barraca (daquelas que vendem coco, água, refrigerante) o dono dela por pouco não ligou pra polícia achando que éramos “marginais” , nesse dia eu corri tanto que devo ter perdido uns 3 quilos, sorri com o pensamento
— Ei, tem alguém nesse corpo ainda? — falou Matt estrelando os dedos na minha frente me trazendo de volta a realidade, e me dando a prova que o que eu acabei de me lembrar, não passa de uma pura e distante lembrança, suspiro e fito os seus olhos azuis, que me olham com uma preocupação distinta
— Que? — falei andando um pouco mais rápido, já estava avistando a praia
— Ei — falou, me acompanhando continuou a andar do meu lado só que de costas eu, fazendo assim que nossos olhos estivessem na mesma posição
— O que foi? — perguntou com um tom de voz diferente, o qual desconhecia
— O que foi o que? — falei, tentando mudar o rumo da conversa e me sentando na areia perto do mar
— Pode parar de fugir, porque... Isso não vai funcionar comigo — falou, me fazendo o encarar
— Não sei do que tá falando — falei tentando mais uma vez, mudar o rumo dessa conversa, não estava gostando nada, nada por onde ela estava caminhando Ele respirou fundo, sentando — se ao meu lado
— Se fosse não sabe do que estou falando vou refrescar um pouco sua memória, você ultimamente anda um pouco afastada não que isso seja novidade, mas você está afastada mais que o normal, está sempre com o olhar distante, perdido, nem aí pra o que está acontecendo a sua volta, anda sempre procurando um buraco pra se enfiar durante os intervalos, sempre com a cara fechada, ausente, eu não sei mas... Sei lá, eu não curto e nem gosto de te ver assim, eu sei que tem algo te incomodando, e não me custaria nada ficar sabendo que negócio é esse que tanto te aborrece e tira o sorriso lindo que você tem — falou me fazendo baixar minha cabeça, como ele sabe disso tudo? Melhor, como ele decifrou isso tudo? Estou com uma vontade imensa de me enfiar em algum canto, só que dessa vez, quero me enfiar dentro de um buraco negro. Eu queria parar de sentir, sem ter que morrer para isso.
— O que você tem, me conta — pediu num sussurro, sei que não devia, mas como sempre eu faço a coisa errada e acabo encarando seu olhos
— Para.... Para de fingir que isso te importa
— Eu não finjo, eu ESTOU preocupado com você, eu me importo com VOCÊ não sei o que deu em mim, mas eu me importo , e vejo que seus primos também estão, eu só queria... Entender — falou sincero , não sei o que passava na minha cabeça, mas seu olhar transmitia confiança (espero que não me arrependa depois) respiro fundo
— Eu não tenho ideia de como ando me sentindo , eu não tenho “parado” pra pensar no que sinto
— Porque? — perguntou sereno transmitindo tranquilidade
— Porque ? Porque isso me traz tantas lembranças que não são nada boas . Meu coração , se eu ainda tenho um , ele apenas serve para pulsar , ele só serve pra minha sobrevivência pois o direito de viver um infeliz fez o favor de me tirar , o que causou a maior catástrofe da minha vida eu não culpo ninguém a não ser eu mesma , pois quem mandou eu me entregar totalmente á alguém, quem mandou eu me deixar levar pela cegueira do ódio e causar a destruição a todos ao meu redor ? Eu tomei minhas atitudes e tive minhas consequências , se hoje me tornei essa pessoa tão... seca a culpa é totalmente minha ! Eu só peço noite e dia pra que isso um dia mude. Acabar não, porque sei que ISSO nunca será mudado..... Sabe, eu devia ser forte, deveria ter aprendido a lidar com isso, mas..... Eu não consigo (nunca consegui).
— Chorar não é sinal de fraqueza, expor seus sentimentos também não é... — falou Matt fazendo carinho em meus cabelos, haha logo ele falando de sentimento e chorar? Sério? Logo ele, que passa o rodo geral? Tiro as suas mãos do meu cabelo e observo o mar, está intenso e calmo, não mostra nem um sinal de “ vida” se é que podemos chamar assim.
# Matthew Narrando
O que será que tanto machuca Julie? Pelo o que entendi tem haver com seu passado, mas o que foi de tão terrível que aconteceu pra roubar o sorriso tão perfeito e iluminador dela? Será algum namorado? Não. Não, ela não ficaria assim por causa de um cara, pelo o que conheci dela essas poucas semanas pode — se dizer, que tem algo a mais no meio.... Olho de lado e ela está observando o mar com o rosto totalmente livre de expressões, emoções, mas mesmo assim transmite certa fragilidade, seus cabelos estão soltos onde o vento insistem em fazê-los dançar sob suas costas, do nada me veio a vontade de lhe abraçar, mas sabia que se isso acontessece ela iria se afastar e eu não quero isso, ou no máximo iria me deixar sem meus braços então preferi ficar na minha, me aproximo mais de seu corpo (pela sua falta de reação imagino que não percebeu) logo sou recebido por um aroma, meio que parecido com morangos e hortelã, fico a observando por um tempo até que ela se levanta
— Bem, eu vou indo — falou limpando a areia da roupa
— Já? ( hãm? De onde veio isso?) quer dizer, eu... também tenho que ir — falei, também me levantando
— Tá okay — falou caminhando pra fora da praia
— Eei.... Já que minha a casa fica depois do seu apê vou te acompanhando — falei jogando o skate no chão e ficando do seu lado
— Tanto faz — falou com indiferença, é, já vi que a velha e boa Julie, estava de volta...
# Julieta Narrando
Cheguei no apê era umas 2:30, me jogo no sofá, não sei o que deu em mim, pra falar o que eu tava sentindo ( no momento) pra Matt, sei lá, só achei que deveria desabafar com alguém, estava cansada de ficar calada e fingir que não sinto nada, porque isso seria uma hipocrisia, também não queria contar prós meus primos, não, não queria causar mais problemas pra eles também, bem, pelo menos eu não abri a minha boca de matraca demais
— Chegoou a princesinha — falou Chris, saindo da cozinha
— O que tá fazendo aqui? O lago nessie secou? — perguntei irônica
— Iiih, tist, tist tist, um a zero pra Julie — falou jú também saindo da cozinha
— Por acaso, você , pequena Julieta, está me chamando de “ O mostro do lago nessie” ? — perguntou Chris ameaçadoramente
— Foi você quem disse — falei levantando a mão
— Mais é mesmo uma vaca não? — falou se jogando ao sofá, levei as mão as costas e fingi que lhe atirava uma flecha, ela pós a mão no coração e fingiu que morria.
— Minha visão está embaçada, será que o além veio me buscar? Estou em lugar perdido, será que estou na lagoinha, onde é que eu estou? — falou Chris
— Palhaça — falou jú rindo baixo e jogando a almofada em Christal
— Quem é palhaça? — perguntou belle, também saindo da cozinha, só que uma colher na mão, que parecia ser...... ( Sabia que tinha alguma coisa ¡¡)
— Brigadeiro!!! — gritei pulando do sofá e saindo em disparada pra cozinha, peguei uma colher rapidamente e comecei o “ Ataque”
— Ah sua gorda, eu também quero — falou jú chegando atrás de mim e enfiando a colher na panela
— Huuuum, nossa eu AMO brigadeiro — falei me deliciando —
É to vendo — falou Chris rindo da minha cara
— O que? — perguntei alarmada
— Você está parecendo uma criança toda melada assim — falou jú rindo
— Até parece que não acontece isso com vocês também — falei enquanto dava língua
— Ah gente nem sei o que usar pra ir na balada — falou Belle
— Ah essa é fácil, é só uma coisa que se chama ROUPA né sua retardada — falou Chris pra irmã, que logo fez cara feia, me dando risos
— Ah sim, esqueci de avisar gente, eu convidei a polly tá — falou belle, e juro por Deus que meu sistema nervoso reagiu somente com o nome daquela cobra peçonhenta do caralho, paralisei com a colher cheia de brigadeiro que ia de encontro a boca
— Ah não annabelle, você chamou aquela vadia pra ir com agente? — perguntou Chris revoltada
— Nossa gente a polly é um amor — falou belle, polly um amor? Haha haha
— Um amor — falei em meio às risadas — você não imagina o quanto — falei cínica Passamos a tarde nos acabando de chocolate o que não é nada mal quando se trata do “ mofo” em que eu estava, logo a noite chegou e Belle e Chris foram pro apê delas se arrumarem
— Julie, sai desse sofá e vai se arrumar — falou jú que já tinha saído do banheiro e eu ainda estava jogada no sofá
— Acho que nem vou mais — falei sem entusiasmo, só de ouvir que aquela cabrita vai, meu estômago se embrulhou
— Vai Julie deixa aquela idiota vaca dos infernos pra lá ela não vai ousar a mexer contigo na minha presença — falou jú sentando — se ao meu lado
— Tá bom vai — Eu que não ia deixa de sair do mofo por causa daquela inútil
— Assim que se fala minha lindaaaaa — falou jú animadamente enquanto eu entrava no banheiro, logo tomei meu banho e lavei meus cabelos novamente, sai do banho e coloque uma saia de cintura alta preta e florada com uma blusa tomara que caia preta, por cima coloquei um tipo um casaco curto branco, e uma sapatilha azul escuro com detalhes em brilhante, passei uma sobra azul escuro brilhante e uma preta, máscara de cílios e marquei bastante meus olhos com o lápis, abri minha gaveta e achei um perfume que ainda não tinha usado passei um pouco de “ essencial” e passei um brilho labial básico, logo estava pronto e nada de jú aparecer, sai do quarto e fui ao dela
—Juliee ainda bem, qual eu escolho — falou jú enquanto entrava no quarto, olhei pra o que ela estava apontado e logo vi, que ela estava indecisa sobre qual sapato usar (fala sério, só sendo a jú mesmo)
— Ah sei lá, o que você gostar — falei
— Nossaa, ajudou bastante em — disse irônica
— Cê sabe que eu não sou muito chegada nessas coisas — falei enquanto me sentava ao sei lado na cama
— Oh dívida cruel — gritou jú se jogando na cama
— Olha o drama
— O que é cruel? — falou Belle adentrando o quarto com a Chris
— Beelle, é caso de vida o morte, me ajuda, qual o sapato que eu vou? — disse jú levantando rapidamente da cama
— Aah você não consegue viver sem mim eu sei, vai com esse, fica perfeito com essa roupa — falou ela entregando um par de sapatos a jú, eu e Chris nos entre olhamos e rolamos os olhos Jú colocou os saltos e mais uma vez senti uma formiga perto das meninas, sério, eu mais parecia uma menina de 10 anos do que uma de 17
— Peequenaa — falou Gabriel me abraçando, de onde ele saiu?
— Gabriel..... Gabriel, tá me esmagando — falei tentando me livrar do seu esmagamento
— Desculpa — falou diminuindo o aperto do abraço
— Mas é um brutamonte mesmo viu, é assim que se abraça uma anã — Ricardo disse me abraçando, que folga é essa?
—Tá bom, já acabou a tua hora, agora é a minha — falou Mark me apertando, sério, daqui a pouco sai a polpa do suco de tanto eles me apertarem
— Gente eu não sou boneca não — falei enquanto sai do abraço apertado de Mark
— Ei, faltou eu — Matt falou me puxando pelo pulso e fazendo — me chocar com seu peitoral, colocando as mãos en suas costas, sua camisa era tão colocada que nem precisa apertar pra sentir a linha divisória das sua costas, estremeci ao toque, ele colocou a cabeça entre os meus cabelos fazendo ficar com a minha em seu pescoço senti seu cheiro e tive que me controlar pra não inspirar para sentir mais , uma eletricidade passou quando senti sua respiração em meu pescoço me causando arrepios ( nessa hora ele deveria estar igual um sapo, de tanto abaixa — se pra acompanhar meu tamanho)
— Tá bom, agora que já me espremeram me amassaram, pisotiaram, já chega — falei me soltando de Matt e o empurrando pra longe
— Que gentileza — falou ele quando o empurrei fazendo — o se chocar contra a parede
— Uffa, pensava que iria presenciar um daqueles beijos de novela — falou mark, virei e o fulminei com o olhar
— Até tu, Brutus! — falei fazendo Mark rir
— Vamos, vamos, quero me acabar na noite — falou Chris passando por nós
—Ah sim, você vai é acabar com um, com esse teu vestido, isso sim — falou Ricardo
— Essa é a idéia — Chris falou, dando uma piscadela pra ele Entramos no carro e não demorou muito já estávamos dentro, essa balada não era como a outra que formos a algumas semanas atrás essa era mais badalada e maior ( se é que é possível) tinha o bar em baixo junto com a pista de dança e uns bancos e em cima onde tinha uma pequena escada tinham umas mesas
— Nossa que gatinhoos — falou Chris — que saudades dos sarados brasileiros
— Vixi, deu a louca — falou Belle Observei o ambiente e comprovei, sim, essa balada estava cheeia de gatinhos dançando na pista.
— Iceee — falei indo em direção ao bar
— Também quero — falou gabe, indo ele e os outros atrás de mim, fizemos nosso pedidos e subimos um pouco ( no local da escada) tinham algumas pessoas, mas nada de tão absurdo
— As baladas do Rio, São muuuitto melhores que o de São Paulo — falei animadamente o som estava pipocando e as pessoas enlouquecendo de dançar lá em baixo, o clima estava bastante agradável, assim esquecia da minha vida um pouco
— Claro né amiga, aqui tem os melhores gatos — falou jú
— Concordo, olha só aquele lá — falou Chris apontando um cara loiro bastante musculoso, que estava fazendo uma dancinha super sex
— Uuuuuuh — falamos todas juntas e começamos a rir
— Gente, quando as mulheres se juntam assim , segura cabrita — falou Matt.
— Cê ainda não viu nada querido — falou belle, se soltando um pouco mais, bebi mas um pouco da bebida, voltamos a conversar de meninas e os meninos a deles
— Amigas tive uma idéia — falou jú — Iih, lá vem bomba — falou Beelle
— Chris, já que você tá secando aquele loirão ali com os olhos, te desafio, chegar nele sem dizer uma só palavra e seca — lo com a língua — falou jú
— Nooosaaa Juliana — falou rindo — sua pervertida
— Desafio não? — falou Chris tanto um grande gole em sua bebida, Jú concordo com a cabeça — To dentro — falou Chris levantando — se da cadeira
— Essa quero ver — falou belle Caímos na risada, vimos quando Chris foi marchando até chegar no loirão, ele a olhou assustada, ela puxou sua camisa e lhe deu um beijão, juro estava vendo a língua deles se movendo daqui ( que nojo) pensando eu que ele iria recuar, haha, sabe de nada inocente
— Nunca me desafiem, eu sempre ganho — falou Chris sorridente sentando — se ao nosso lado
— Agora desafio vocês a fazerem o mesmo — falou ela maliciosa
— belle, quero ver você aquele cara ali- ela apontou pra um cara Moreno
— É nois — falou terminando sua bebida, ela levantando — se é indo em sua direção, ela chegou e lhe deu um beijo de imediato não tão presente quanto o da irmã, mas valeu
— Eweeh — gritamos quando ela chegou a mesa .
— Desafio jú — falou ela, Jú olhou ao redor e acompanhei seu olhar, os meninos não estava mais na mesa
— aquele lá — falou apontando pra um cara branco de cabelo bagunçado
— Moleza — falou, levantando — se indo na direção do cara, Jú abordou com um beijo na bochecha que acabou com um beijão de novela
— Sobrou você Julie — sentando — se — Aquele lá — disse ela apontando pro cara alto de cabelo ruivo ( tinha que ser alto, e lá vamos nós) me levantei e bebi o resto da minha bebida em um gole
— Aqui vou eu — falei e andei perto do cara, tenho que confessar e é bastante liindo, passei perto dele lhe dando um olhar malicioso, as meninas olharam sem entender nada o porque de eu passar reto, mas logo mudaram as expressões quando viu o cara vindo em minha direção e me tocando um beijo, que fiquei até sem respiração dessa vez, afastei — me dele e voltei
— Ooooooow — as meninas gritaram
— Eu chamo aquilo de beijo não, desintupidor de pia pra ser exata — falou Chris
— Ow — falei recuperando o fôlego, não demorou e logo colocou a tocar — fuck u betta
—Eu amooo essa música — falei puxandoas meninas pra baixo, pra pista Descemos compramos mais bebidas e logo começamos a dançar como umas retardadas depois de nos acabamos de dançar em umas 5 músicas voltamos e me deparo com os meninos com suas peguetes e o diabo no meio delas (isso mesmo a polly)
— Polly, que bom que você veio — falou belle
— Já eu, não posso dizer o mesmo — restruquei, sentei — me no meu lugar
— Quem são essas? — perguntou uma morena que estava ao lado de Mark
— A sua avó — respondi que fez uma cara de ofendida
— Esquenta não, gatinha, essa é minha prima — falou Mark mansinho, revirei os olhos, e olhei de lado vi polly praticamente colada a Matt, ri baixinho, ele que arrumou ele quem aguente, dei uma olhada em volta e avistei aquele gatinho do desfio o ruivo tava me olhando, ótimo estava precisamos sair desse galinheiro mesmo, levantei — me e fui até ele Dançamos um pouco, e quando ele iria me beijar recuei ( o que é novidade) sei lá não estava a fim
— O que foi gatinha?
— Nada, foi mal aê — falei me retirando o deixando com cara de palhaço. Coitado Sentei — me e jú logo me perguntou
— Que foi Julie,? Ia reponde mas um voz de um pato sendo degolado se entrometeu
— Ah, liga não, isso é síndrome de vadia, a irmã era, imagina a menor que só vivia no grude — falou, o diabo, de peito siliconizado
— O que foi que você disse? — perguntei me levantando
— Que sua irmã era uma vadia, com você não seria diferente — falou debochada, ah, não, falar de mim ainda passa, mas da minha irmã, isso NÃO VAI FICAR BARATO —
Vadia é você sua cachorra — falei a derrubando da cadeira e a colocando no chão, ela deu grito irritantemente fino fazendo — me dar um tapa estrelado em sua face de cachorra
— Tome, sua vagaba — falou Chris
— Julie, vai amiga, acaba com essa vaca — falou jú
— Gente, alguém faz alguma coisa — falou belle, mas não me importava, queria ver a cara dessa infeliz roxa, seus sons eram abafados pelos tapas e murros que eu dava, descontava todos os meses de inferno e angústia que me fez passar as piadinhas, humilhações e agora também batia pela minha irmã os meninos tentavam me tirar, mas me agarrava a cara dela e tava ainda mas, até que quando vou dar um soco em seu nariz, sinto alguém me pegar pela cintura me fazendo flutuar e me tirar de cima dela, olho e vejo que Matt o fato com ódio
— me solta — falei me esperneando, essa desgraçada mexeu com a pessoa errada
– Não — falou Matt, me impedindo de sair,vejo a cobra se rastejando pra traz de belle que está em estado de choque
— ME SOLTA, VOU ACABAR COM ESSA VADIA — falei o chutando e lhe dando pontapés, mas isso não era o suficiente pra me soltar
— Julie olha pra menina isso não é o suficiente? — perguntou Matt
— Não — respondo e lhe dou uma mordida fazendo — o me soltar, finalmente é agora que ela ficará sem dentes, (estou enganada) sinto dedos quentes e longos se fecharem no meu pulso e me sinto sendo chocada contra o peitoral de Matt
— Me solta inergumeneo — falei entre dentes, ficando seus olhos
— Julie, se acalma, calma — falou enquanto tentava me soltar
— Para com isso, não vou deixar você sair — ele continuava mandando eu parar, mas eu não queria parar eu não devia parar até que...
— Tudo bem, mas depois lembre — se . Foi você quem pediu — falou ele é logo sinto o empacto dos seus lábios, macios e calorosos, luto contra, que ele pensa que é pra sair assim me Beijando, bato minhas mãos em seus tórax com toda as minha forças existente, mas ele pegar minhas mãos e lhe prendem as suas, abro minha boca pra lhe dar uma mordida e assim ele me soltar (meu grande erro) sem aviso prévio, e sem permissão, sua língua invade a minha boca ela toca a minha explorando cada lugar buscando retribuição. Um arrepio percorreu minha pele, sinto calafrios no meu corpo, e paro de tentar resistir, não há mais como, retiro minha mãos do seu tórax, transfiro para os seus cabelo e retribuo o beijo com a mesma intensidade que se é exigido, sinto a explosão de sensações explodindo em meu peito, suas mão vão até minha cintura e me puxam pra mais perto, indicando que não sou a única a sentir tal intensidade, com algum esforço levanto — me com os pés, tendo assim mais acesso a sua boca, sinto suas mão correndo sobre minhas costas, eviando ondas de calafrio, aí que caio em mim, baixo meus pés fazendo — me voltar na minha estatura normal ele tenta acompanhar minha boca querendo mais, mas me afasto e lhe dou um leve empurrada, abro os meus olhos e vejo olhos extremamente negros, dilatados me fitando, sua boca está em tom muito avermelhado e suspeito que a minha não deve estar diferente sinto minha mente clarear as nuvens começam a se dissipar e a primeira coisa que consigo formular é :
O QUE ESTA ACONTECENDO COMIGO??
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