Nem Todos São Iguais !!
10 Capítulo 10 - Melancolia
Notas iniciais
# Julieta Narrando
FlashBack ON ~
Me desperto com alguma dificuldade, e com uma indisposição terrível, mas logo abro um sorriso torto, me lembrando da noite passada, da minha noite com ELE , rapidamente desço as escadas e tomo um banho relaxante, quente e demorando, visto minha roupa habitual e vou em direção a cozinha, minha mãe, nem meu pai estão em casa, provavelmente já estavam no trabalho
—Oiee, preguiçosa — falou Renata enquanto tomava café
—Oiee, maluca — falei abrindo um sorriso
Nossa!! Isso é um sorriso? logo de manhã? — perguntou minha irmã boquiaberta
—É o que parece — falei enquanto me sentava a cadeira
—É hoje que o fim do mundo acontece, ou — ela pensou um pouco Não, não me diga que aconteceu o que estou pensando — falou
—Depende do que você está pensando — falei maldosa
—Julie, meu Deus, sua vaca — falou ela a gargalhadas
—É eu sei — respondi ainda de bom humor
—Mas... Foi isso mesmo que você quis, não vai se arrepender depois não né? — perguntou reseosa
—Não, é claro que não
—Huum — me olhou desconfiada Foi bom? — perguntou com um sorriso malicioso
—Nossaa, foi maravilhoso renata, ELE foi um amor!! — falei suspirando
—Nossa quem diria... Você suspirando — brincou minha irmã
—Ah para — falei rubra enquanto lhe batia de leve
—Dei mais alguns detalhes enquanto tomávamos cafe, mas a renata estava tensa com alguma coisa, ignorei, devia ser mesmo coisa da minha cabeça. Formos pra escola de skate, como nossos pais não estavam em casa pra nós levarem e o ônibus do horário já tinha passado, não tardamos e logo chegamos a escola
—Julie, olha eu vou procurar a samantha pra acertar os detalhes do trabalho tá? renata falou, já caminhando pra escola
—Tá, vai lá, e diz aquela vaca que ela me paga pelo tombo, que ela fez eu passar — falei
—Tá bom — falou minha irmã a gargalhadas, isso que dá, ser pequena demais, todos zombam da sua cara.
Procurei ELE em todos os lugares do pátio , mas nem sinal, resolvi entrar no colégio, e sou recebida por vários alunos , sinto olhares e cochichos em cima de mim, mas não ligo muito, apenas ignoro, até que esses cochichos vem acompanhados de dedos apontados e risadinhas, apresso meus passos, não acho Katie e nem lexie em canto algum, onde será que elas estão? Estou começando a me assustar com esses olhares, parece um filme de terror, avisto de longe Katie e lexie, mas ao me aproximar delas, elas parecem correr de mim, estaco em meu lugar, que porra está acontecendo aqui? Quando ia acompanhar elas, sinto mão em meu ombros viro-me e vejo renata
—Julie, ... Sinto muito — falava minha irmã enquanto me arrastava pelo corredor
—O que está acontecendo renata? — perguntei calma
—Julie, agora não, AQUI não — falou enquanto tentava me puxar, não estava gostando nada, nada, disso, as pessoas ainda estavam me fitando e rindo ainda por cima, não tardava e logo desceria o braços neles. Idiotas
—O QUE ESTA ACONTECENDO? — gritei exaltada
—Julie, não podemos conversar aqui, mas o que eu posso te dizer é que você tem que ser forte agora, e eu sei que você vai.... eu vou estar aqui, não importa o que acontecer, está me ouvindo? — perguntou minha irmã olhando em meu olhos
Apenas balancei minha cabeça, enquanto sentia algumas lágrimas descerem, não estava entendendo nada, mas estava muito assustada
—Julie, calma,... eu vou resolver isso — falou renata com certa raiva no olhar Calma, tudo bem? eu tô aqui — falou carinhosamente enquanto limpava minhas lágrimas
—O que aconteceu?, porque esses imbecis não param de me olhar? E Katie e lexie? — perguntei trêmula minha cabeça só estava formulando essas frases
Ela, nada respondeu, só continuava me arrastando de volta ao estacionamento do colégio, mal sabia eu , que minha vida dali por diante não seria mais a mesma
FlashBack Off ~
Presente
Não sentir, não sentir, não sentir..... Esse sempre foi meu lema, porque se nada sentir, não haverá dor, sempre tentei cumpri — lo, e sempre funcionou ( mesmo estando doida de tão bêbada) então, o que foi que acabou de acontecer agora? Não. Não. Eu não senti nada, ( quer dizer, senti, senti sim, senti foi nojo, ter minha linda boca se enrolando com a de Matt que já foi invadida pela vespa sem cérebro da polly. Eca) foi o efeito da bebida e a raiva da polly, isso.... foi isso, me afasto de Matt, que continua parado, mas minha vontade é de lhe arrancar os dentes, o que estava na cabeça dele quando fez isso, só pode ser a maconha, pensei até em dar mais um dos meus chutes nos países baixos, mas esqueço e me sento em minha cadeira como se nada tivesse acontecido. Olho em volta e vejo que por causa do meu pequeno escândalo várias pessoas me fitão, mas como fiz antes, apenas os ingnoro , polly não está ( sábia escolha da parte dela) e muito menos belle, provavelmente tá consolando a cobra. Que ódio, eu pensava que a belle fosse mais inteligente do que isso.
—Amiga... — jú falou de mansinho, me despertando dos meus devaneios
—Que!? — a encaro nem um pouco feliz
—Nada — falou timidamente, eu sabia o que ela queria perguntar, e quando chegasse ao apê eu não escaparia, suspiro pesadamente só de pensar
—Onde é que foi parar a raiva de vocês dois? eu estavam pensando que você ião acabar se engolindo — falou cristal, sempre com algum comentário desnecessário
—Ah Chris, não enche !! — falei e você? — perguntei pra Matt, que já estava sentado em sua cadeira , me olhando
—O que tem eu? — perguntou inocentemente. Que idiota
— O que, que deu em você, endoidou de vez foi ? — perguntei
—Você não parava quieta, foi o único jeito — falou sorrindo torto, desgraçado, quem ele pensa que é, me beijar ( não que eu senti alguma coisa) e depois brincar com minha cara como se eu fosse uma palhaça em extinção? ia lhe dar um tapa, mas alguem pega a minha mão , antes de sair de debaixo da mesa. Olho e vejo que é Gabriel
— Calma — sibila ele
Penso um pouco melhor e ele tem razão, os seguranças não intervieram na primeira briga, mas acho que a segunda não passaria despercebida, e não quero sujar minhas mãos com essa ave rara que está na minha frente, tenho planos de voltar aqui. Fecho os olhos e respiro fundo, só foi uma merda de uma beijo ( que não vai se repetir) só isso nada mais, não precisa desse drama, quando abro os olhos estou mais calma, mas vejo as amiguinhas de Gabriel, Mark e Ricardo me fitando, e isso me deixa irritada, será que é tão difícil assim entender que eu não gosto de ser observada ? devolvo o olhar , fazendo — as desviar os delas, não sou animal de estimação pra estar sendo visualizada assim.
# Matthew Narrando
Eu só posso ter pirado de vez, o que eu estava na cabeça em ? poderia estar sem meus dentes agora, mas foi a única forma de fazer a Julie calar a boca, só mais um pouco e os seguranças apareceriam e eu não queria confusão
e também.... não vou negar, eu queria esse beijo, (porque né? Vamos ser sinceros) ter a Julie tão perto, tão pequena nos meus braços ( juntamente com minha carne fraca) despertou uma coisa dentro de mim que nunca senti antes, e quando senti seus lábios nos meus, parecia que todos os meus pensamentos foram capturados, minha mente virou um buraco negro, qualquer pensamento que conseguisse adentrar em minha cabeça, era sugado pra dentro dele , eu simplesmente não estava pensando em NADA, só conseguia sentir, sentir o cheiro, sabor e o desejo. ( Que gay)
É, essa bebida é mesmo forte, já está começando o efeito colateral, afasto esses pensamentos e volto a realidade
— ....... E você ? — perguntou Julie , enquanto me sentava a mesa
—O que tem eu? — perguntei o mais inocentemente possível, deixando a Julie com mais raiva do que já estava
—O que, que deu em você, endoidou de vez foi ? — perguntou
é, talvez eu estivesse doido mesmo — pensei comigo mesmo
— Você não parava quieta, foi o único jeito — falei sorrindo deixando o assunto morrer o melhor era esquecer isso, melhor pra ela ( visto que estava agindo normalmente, como se nada tivesse acontecido, nem briga, nem beijo) e ainda mais pra mim.
# Julieta Narrando
— O que deu em você Julie, pirou? Você quase matou a pobrezinha da polly de tanta porrada, nem sei como ela ainda consegue ver alguma coisa!!! — falava polly exaltada enquanto eu me jogava no sofá totalmente absoleta
—Olha polly nem vem, e nem me enche o saco tá legal? Fica fora disso é além do mais ela mereceu, estava pedindo por isso a muito tempo — falei despreocupada
— É belle, e você também é uma idiota mesmo! Chamar logo aquela vaca pra ir com agente, aonde cê estava com a cabeça em! — falou chris
—Tudo bem, eu não devia ter chamado, tô vendo que ela não é bem vinda por aqui! Mais ai espancar a coitada já é demais não? — falou Belle
Coitada????
— Olha Belle, quer saber — falei me levantando, esse papo já estava me dando nos nervos Quero mais é que se explora. Polly, e quem mais quiser — falei indo em direção ao meu quarto
— tá indo pra onde, vai me deixar falando sozinha mesmo? — falou Belle, revirei os olhos, as vezes ela se comportava como uma menina mimada, e isso é mega tedioso
Adentrei meu quarto e fui logo passando a chave, ia aproveitar que a jú estava ocupada com aquelas duas lá e ia ver se escapava dos interrogatórios, peguei minha guitarra e meu amplificador de fone Bluetooth ( com ele não escuta — se barulho, só a pessoa que os coloca no ouvido), nem me incomendei de sentar — me, fiquei em pé mesmo, logo comecei a dedilhar os acordes da música Can You Feel My Heart BMTH, descontei toda a minha raiva, fúria e frustração na guitarra concentrei todo ódio e força nas mãos as direcionando na paleta que era enviadas nas cordas nem sei como elas aguentaram, só sei que ainda estão inteiras, estou cansada, cansada de fingir, casada de falar, cansada de respirar, cansada de ser ignorada pelo meus pais, porque a verdade é que desde que cheguei aqui,( o que conta já com um mês) eles nem me ligaram, pra saber se estou viva, morta, respirando , com câncer ou com qualquer outra doença transmissível, mais não, nem isso sou digna de receber deles
Alguns minutos depois.......
— Julie, quer fazer o favor de abrir a porta ? — falava jú, do outro lado da porta, estava jogada na cama observando o mar quando ela me chamou da primeira vez, mas apenas ignorei fingindo que dormia, pra quem sabe assim ela ir fazer o mesmo também, mas se tem uma coisa que a jú puxou a mim, isso foi a teimosia
— Eu sei que não está dormindo... Então para de pirraça e vem logo abrir a porra dessa porta — jú continuava a esmurrar a porta do meu quarto, bufei e me levantei da cama é melhor abrir logo isso (não teria a tão desejada fuga de qualquer modo) senão seria capaz dos vizinhos chamar a polícia pensando que nosso apê estava sendo assaltado , Jú quando quer, consegue ser insuportável, abro a porta dando passagem pra dama passar, ela me lança um olhar reprovador . Bufo e volto à me jogar na cama
—Porra faz quase meia hora que bato nessa porta Julie! Caraca parece criança, só queria conversar !! — falava jú, conversar?... Conversar ! , eu bem sabia qual era a conversa dela, continue calada.
—Eeiw, você pelo menos esta me escutando ? .... Alguém habita esse corpo?! — falava, tentando chamar minha atenção, mas minha paciência agora era zero, continuei a lhe fitar, imóvel, Jú desiste e respira fundo
—Eu sei que isso ainda te abala, não é pra menos, vocês sempre eram grudadas, uma só praticamente. E Sabe o que é pior?..... O silêncio. É você simplesmente ficar calada, sabe? Isso doi, doi, eu sei que você não quer isso, não quer vê ninguém sofrer por você, mas.... Droga Julie, nos amamos você, e eu sei que você não acha que ninguém é capaz disso, ou, que você não é digna de qualquer um amor por conta do que aconteceu com sua irmã, mas isso não é verdade, nunca foi.... seus pais, não sei, eles é que não são dignos de você , porque quando mais precisou da proteção deles, eles viraram as costas, e não é sua culpa o que aconteceu com renata, por mais que ache, que se martireze dizendo é. Acreditando que foi sua culpa, eu digo que NÃO foi julie, foi simplesmente um acidente, um acidente que acabou com muita precariedade com a vida dela, mas entenda de uma vez por todas NÃO FOI SUA CULPA. — jú falou a plenos pulmões, sem parar nenhuma única vez, não sei em que parte comecei a chorar, só sei que estou encharcada das minhas lágrimas, Jú aproximou — se devagar e me pós em seu colo, como um bebê recém nascido, me encolhi ainda mais, quando começou a fazer carinhos em meu cabelo. Eu gosto tanto disso, ELA sempre fazia em mim, antes de pegar no sono
Tentei controlar a respiração. Fungei
— Eu não pude me despedir dela , não pude saber que naquele dia era o último abraço apertado que ela iria me dar, eu fui tão injusta com ela, não sabia que iria sentir tanta falta daquele abraço, das brincadeiras, das piadas idiotas, daquele olhar idiota, daquele sorriso sincero, daquela amizade tão forte,daquela pessoa que eu amava
Tenho saudade, sabe!? Saudades das nossas loucas conversas, aquelas que sempre terminavam com ataques incontroláveis de risadas. saudade dos abraços no fim de cada desabafo, no fim de cada choro. saudade de quando colocávamos apelidos em cada pessoa que cruzasse nosso caminho, sendo bonito ou feio, chato ou legal, tinha um apelido! Rs. Que saudade das nossas músicas, aquelas que a gente cantava alto e errava a letra, que desafinava no refrão e ria porque tínhamos esquecido do resto da música. saudade das nossas danças malucas, daquelas que a gente fingia sensualizar alguém e sempre acabava com alguém estatelada no chão. dos seus conselhos, aqueles bem malucos que sempre tinha um ah manda ele se foder logo, sempre sabia o que dizer na hora certa, sempre sabia que aquela era a hora em que eu ia chorar e ela me abraçava, porque sabia que eu precisava daquilo, das vezes que eu precisei de companhia, mas precisava ficar em silêncio, porque não conseguia simplesmente dizer, e esperou, esperou até eu respirar fundo inúmeras vezes, até desabar em lágrimas e palavras, mas ela entendeu. Saudade de ouvir a voz e sua risada, e dá risadas daquelas que só ela poderia provocar ( fungava de tanto rir, igual ao um pouquinho) com piadas sobre garotos e coisa banais aquela que sempre me fazia rir e me sentir a pessoa mais feliz do mundo, porque eu não ligava para o que os outros pensavam, só ligava para nós ali, e apesar disso tudo, eu tento. Eu tenho esquecer, ou apenas não lembrar, pra não me machucar ainda mais. — faço uma pausa
Mas aí lembrei, no meio da minha gargalhada, como eu queria contar essa história para ela (minha irmã) . E fiquei triste de novo. — terminei, mas minhas lágrimas apenas aumentava de quantidade, parecia uma cachoeira de tanto que brotava água de dentro dos meus olhos
— Julie, anãzinha — falou jú rindo leve através das lágrimas Queria poder te dizer que tudo vai ficar bem, que tudo vai passar, mas eu estaria mentindo e você não é nenhuma criança pra acreditar nisso, então eu só tenho que te dizer, que eu sempre vou estar aqui, seja lá o que for, pra te fazer carinho, dar meus ombros pra você os enxarcar de lágrimas, ser o bote salva — vidas e até pra servir como saco de bancadas, eu não me importo, desde que você esteja bem Júlie, você já sofreu demais. Perdeu demais em apenas 2 anos, pode ser pouco pra alguns, mas levando em conta o quanto perdeu, os anos não contam em nada, só queria que soubesse que EU estou aqui, MARK está aqui, e apesar de elas não saberem de tudo, De TODA a história, Belle e chris também estão aqui, por você, pra você, okay? — falou jú, ainda afagando meus cabelos
— Okay — falei imitando hazel de A culpa é das estrelas, Jú riu
—Você não presta — falou me dando um tapa de leve
— Nunca disse ao contrário — falei, me recuperando
—A propósito, quero umas aulas de kung — Fu, o que foi aquilo menina, amei aqueles socos na cara daquela ave — rara, ficaria perfeito se ela aparecesse amanhã na escola com dentes faltando, seria o auge — falou jú, quebrando o clima de melancolia, o que agradeci mentalmente.
# Matthew Narrando
Cheguei em casa era umas 2:30 da manhã, estava cansado, não sei se conseguiria acordar cedo amanhã pra ir à escola, que saco, estava cheio da escola, de mansinho abro a porta principal com cautela pra não acordar meus pais, ou qualquer um dos empregados, mas não foi preciso.
— Você Henrique, não passa de uma cagão, arregão, assuma os seus erros!!! — minha mãe gritava a todo os pulmões da cozinha
— Não sei do que está falando — falou meu pai pacientemente calmo
— Ah, não sabe só que estou falando, estou falando daquela vadia, que você chama de secretaria! Pensa que eu não sei? Que eu não vi, vocês dois juntos — gritou minha mãe
—Você deve ter confundido Andressa, ou é sinal de que já está ficando louca — meu pai falou saindo da cozinha
—Aonde pensa que vai — minha mãe veio atrás.
— Ora, ora, quem vemos aqui, esse daqui é outro, igual ao pai, aonde estava? — perguntou minha mãe irada, aparentemente esquecendo a briga que estava tendo a pouco com meu cujo pai
— Por aí
—Por aí... Por aí, isso é resposta? — minha mãe gritava
—Quero só vê, quando você assumir a empresa, quero ver se vai ficar andando por aí até alta horas e chegar em casa no meio da madrugada, tudo tem limites, e tem que estabelecer um!!! — falava meu pai . Bufo enquanto solto uma risada cínica
—Estou nem aí pra aquela empresa, quero mais é que se exploda — falei, deixando meu pai mais vermelho de raiva do que um tomate MATTHEW MILLER, VOCÊ AINDA VAI APRENDER A RESPEITAR OS MAIS VELHOS, AINDA MAIS QUANDO É SEU PAI. QUERENDO OU NÃO, AQUELA EMPRESA ESTARÁ SOBRE O SEU COMANDO, DAQUI A ALGUNS ANOS — ainda escutei ele gritar enquanto me jogava na cama e caia em um mais ganancioso e profundo sonho
Fale com o autor