Nebulosa
53 Capítulo 53 – Voltando a vida normal.
Notas iniciais
Meninas Hoje e aniversario da NOSSA AMIGA TINA.
Tina linda, meus parabéns pelo seu dia que todos os seus desejos se realize e que sua mente seja cada vez mais repleta de inspirações rsrsrr este capitulo eu dedicarei a você uma escritora amorosa e autentica, que sempre esta disposta a atender a cada leitor.
Beijos de TODAS AS SUAS LEITORAS E BETA
PDV Isabella Swan.
— Não gosto dela.
Comentei com secura.
— Eles estão mesmo juntos?
Edward ainda parecia duvidar.
— Não faço idéia, mas sei muito bem o tipo de apreço que esta sirigaita tem pela sua família!
Falei irritada.
— Como assim amor?
Olha a cara de pau dele...
— Pelo amor de Deus, não seja cínico Edward.
Bradei.
— Minha querida e adorável esposa está com ciúmes? Sério?
— Larga de ser bobo e vamos entrar. Tenho um jantar para preparar esqueceu?
— Tudo o que você quiser Bella.
Respondeu sorrindo e nós entramos no estabelecimento.
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De olhos semicerrados, eu me espreguicei sentindo todo o meu corpo relaxado. Senti lábios quentes percorrendo toda a extensão do meu pescoço e imaginei que fosse um sonho. Por via das dúvidas resolvi manter minhas pálpebras fechadas, deleitando-me com uma leve e fresca brisa que batia e minhas pernas, descobertas pela fina camisola vermelha de cetim.
— Hum...
Murmurei me ajeitando melhor na cama.
— Bons sonhos?
Questionou Edward passando os lábios nos meus seios quase desnudos.
— É tão bom...
Falei preguiçosa.
— Sim. São deliciosos.
Gemendo baixinho, suspendi o restante do tecido, erguendo ligeiramente o corpo, oferecendo a ele meus mamilos duros e rijos. Um rosnado baixou brotou em seu peito, e ele me livrou de vez da camisola, roçando a boca e a língua aveludada pelos seios, ventre e por minhas coxas esguias. Com certeza, aquilo era muito melhor do que um sonho.
Totalmente desperta, abri meus olhos e contemplei mais uma vez a beleza do corpo magro e definido de Edward, que nesse momento sugava de modo ritmado e contínuo, meu púbis macio, despertando deliciosas sensações e me fazendo começar a delirar. Ele se afastou e eu imediatamente resmunguei.
— Quer mais?
Ele me provocou, percebendo a enorme quantidade de arrepios que me eletrizavam.
— Sim...
A voz baixa e entrecortada, pouco mais que um sussurro denunciava a intensidade do prazer que me tomava, à medida que ele levava os dedos ao meu sexo, em carícias doces e torturantes.
Edward continuou e eu me deixei levar. Percebendo que o clímax chegaria a qualquer momento, ergui minhas pernas de forma ousada e pousei em seus ombros largos e firmes, chamando-o para dentro de mim.
— Bella...
Fitei os olhos verdes, cada vez mais escuro devido ao desejo.
— Assim você acaba comigo amor...
Assim que senti o contato embriagador de nossos corpos unidos, meus lábios deixaram escapar o primeiro gemido de satisfação. Ele sorriu e num impulso, inverti nossas posições. Explodindo de desejo passei a saborear com meus dedos, lábios e língua cada pedacinho daquele corpo másculo, viril e masculino, fazendo-o arfar de prazer. Ao abrir minha boca quente e envolver o seu membro, ele gemeu alto.
— Pare minha Nebulosa... Me deixe ter você...
Ignorei e aumentei o ritmo, massageando o restante de todo enorme comprimento com as mãos.
— Bella... Amor... Porra que gostoso.
Ele resfolegava e arquejava, com a respiração alterada. Senti os músculos de sua pelve se contrair e o liberei da delirante tortura, recebendo-o todo em meu sexo latejante, movimentando meus quadris num ritmo alucinado. Gemi involuntariamente. Edward conseguia tudo de mim. Ele me levava ao limite suportável do prazer cada vez que fazíamos amor. Novamente apertou minha bunda com força e investiu algumas vezes, o que arrancou de nossas bocas os mais loucos sussurros e gemidos.
O êxtase nos arrebatou mais uma vez, nossos gritos misturados em perfeita sintonia.
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Mais tarde, sentados no pequeno sofá de dois lugares, diante da lareira...
— Não vai ligar para os seus pais?
Perguntei. Eles se falavam com frequência eu estava estranhando a ausências de ligações. Foi quando ele retirou o aparelho celular do bolso e eu vi que estava desligado.
— Edward!
— O que?
— Não devia ter desligado o celular. E se acontecer alguma coisa? Já pensou que eles não poderiam nos localizar?
Dando-me um olhar atravessado ele respondeu.
— É pecado querer ficar sozinho com a minha mulher, sem que ninguém interrompa?!
Sorri.
— E quem nos interromperia?
— Fácil! Minha irmã e minha cunhada com certeza. Hum, minha mãe talvez.
Respondeu ele com um ar de desgosto.
— Deixa de bobagem e liga logo para os seus pais meu amor.
Com um suspiro, ele acomodou-se nas almofadas resignado e discou o número da casa de Carlisle. Pouco depois, enquanto conversava com o pai, eu comecei a acariciar seu tórax provocante.
Ele me deu um olhar de advertência e tentou segurar o perigoso avanço de minhas carícias, com uma das mãos. Tcs, Tsc. Eu sabia ser bem rápida quando queria. Com agilidade, me livrei de sua mão e me acomodei em seu colo, contornando os lábios másculos com a ponta da minha língua. Ele enrijeceu e sua ereção inchou dentro da calça, mas teve que se concentrar no que o pai dizia do outro lado da linha.
Uns cinco minutos depois, ele despediu-se de Carlisle com uma voz rouca, esforçando-se para aparentar naturalidade. Após uma pequena pausa, ele continuou:
— Pode deixar pai. Estou cuidando muito bem dela. Assim que desligar vou deitá-la no tapete da sala, tirar toda sua roupa e...
Esbugalhei meus olhos sem conseguir acreditar no que ele estava dizendo. Rapidamente arrebatei o aparelho de suas mãos, levando ao meu ouvido e constatando aliviada que ele já havia interrompido a ligação.
— Edward!
Reclamei ainda com o coração aos saltos.
— Levou um susto foi gostosa?
Perguntou rindo zombeteiro.
— Não teve graça.
Cuspi e tentei me levantar, mas desta vez, ele foi mais rápido.
— Não tão depressa amorzinho...
— Me solte!
— Calma... Nem pense que vai escapar assim.
Segurando-me firmemente presa ao seu corpo, ele começou a se despir.
— Quem mandou me provocar? Não sabe que quem brinca com fogo se queima? Agora eu vou ter tudo de você, vou começar te possuído bem forte e duro, minha Nebulosa.
Suas palavras me atingiram em cheio. O meu corpo vacilou e minhas pernas ficaram moles. Não demorou muito e nós estávamos nos agarrando sobre o espesso carpete, ávidos por nos entregar novamente aos desejos de nossos corpos sedentos pelo prazer.
PDV Narrador.
Na manhã seguinte, Bella foi a primeira a acordar e espantada, se deu conta que os dois haviam passado a noite inteira no estreito e apertado sofá da sala. Sorrindo, beijou-o e levantou para tomar uma ducha, tendo cuidado para não acordá-lo. Alguns minutos depois, já tendo tomado uma ducha revigorante, ela voltou à sala, onde Edward ainda dormia a sono solto.
— Amo você meu amor.
Sibilou baixinho antes de rumar para o quarto, escada acima, para começar a arrumar as coisas, pois hoje mesmo eles retornariam a Masen.
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— Muito bem Alice, esta foi a última.
Disse Bella empilhando a caixa.
Ela, Alice, Rose, Lauren e Esme. Todas estavam dando uma geral na Diamond`s, a loja de roupas de Alice, pois a nova coleção de roupas de inverno havia chegado. As peças das coleções anteriores entrariam em promoção no começo da semana e a liquidação traria um movimento grande à boutique.
— Tem certeza de que poderá ficar aqui me ajudando Bella?
Questionou Alice.
— Claro querida. Será um prazer.
— Eu não quero atrapalhar a lua de mel de vocês...
— Que lua de mel mulher?! Esqueceu que já faz seis meses que eles casaram?
Revidou Rose, alisando os babados de um vestido furta cor.
— Por isso não. Lua de mel nunca tem hora marcada para acontecer Rose.
Disse Esme sorrindo.
— E olha que a mamãe é expert no assunto viu Rose?
— Não enche nanica.
Retrucou à loira.
— Quem você está chamando de nanica?
Alice falou empertigando-se toda.
— Rose tem razão Alice. Edward e eu já voltamos a nossa vida normal.
Respondeu Bella.
— E vamos parar com a implicância vocês duas. Rose, querida, já foi ao médico?
Inquiriu Esme preocupada.
— Ainda não. Essa dor no estômago está me matando. É uma azia sem fim, não consigo fazer nada direito...
Bella e Alice se entreolharam preocupadas.
— O que o Emmett disse?
Esme ergue as mãos, agitada.
— Nada. Ela não falou a ele.
— Rose...
— Vai ter que contar. Ele é o seu marido.
Rosalie rolou os olhos.
— E assim que ele souber, vai me arrastar para o hospital, me acorrentar a uma maca e exigir uma bateria de exames!
— Não seja dramática.
Repreendeu Alice.
— E se os exames forem necessários, você terá de fazer.
Completou Bella.
— Tudo bem. Já vi que vocês formaram um complô contra mim.
Ela falou desgostosa. Esme levantou e foi até sua nora mais velha, abraçando-a carinhosamente.
— É para o seu bem, querida. Agora me prometa que você vai ao médico, ou eu mesma contarei ao meu filho.
Ela assentiu e elas continuaram com a conversa.
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Uma semana mais tarde, Edward apanhou Bella na loja no final do dia.
— Oi amor.
— Oi.
— Como foi o seu dia?
— Exaustivo. Os cavalos me deram muito trabalho hoje.
Ele respondeu.
— Por quê?
— Vacinação. Escapei de levar um coice de Duna.
Ela arregalou os olhos.
— Você está bem?
— Sim, não se preocupe. Que tal um lanche antes de voltarmos para casa?
— Ótimo. Depois de passar o dia inteiro vendo mulheres loucas se atracarem por causa de roupas em liquidação, eu não tenho a menor vontade de ir para a cozinha.
Ele sorriu complacente.
— Foi tão ruim assim?
— Pior.
Edward estreitou os olhos.
— Talvez seja melhor você desistir e ficar em Masen amanhã. Alice pode procurar outra pessoa para ajuda-la.
— Não Edward. Estou cansada, mas quero continuar ajudando na loja esta semana.
— Tem certeza?
— Sim amor.
— E os planos para o novo antiquário?
— Estão engavetados por um tempo. Vou pensar no que fazer depois.
Ângela havia comprado à antiga loja em Port Angeles e Bella aplicou o dinheiro no banco. O fundo de investimentos estava rendendo satisfatoriamente ao longo dos últimos meses.
— Sabe que tem meu total apoio.
— Sei Edward e agradeço por isso.
— Não precisa agradecer Bella. Eu te amo e você é a minha vida.
— Eu também te amo demais.
PDV Edward Cullen.
Paramos no drive thru de uma lanchonete eu pedi dois cachorros quentes caprichados com molho de chili, que Bella adorava. Paguei e recebi o nosso lanche, passando um deles para minha mulher, que atacou o sanduíche vorazmente. Eu ri e comecei a comer o meu com calma, enquanto voltávamos para casa.
Ao estacionar o carro, Bella me olhou com um certo pânico e abriu a porta do carro, saltando apressadamente. Sem entender nada, desci rápido e fui atrás dela, que se encostou ao beiral da varanda e colocou tudo para fora. Segurei seus longos cabelos, impedindo que fossem atingidos pelo vômito e esperei que o estômago dela se acalmasse.
— Está tudo bem?
— Sim. Mas alguma coisa devia estar estragada.
— Eu não estou sentindo nada.
Respondi preocupado.
— Vamos entrar? Preciso escovar os dentes e tomar um bom copo d’água.
Assenti e abri a porta, permitindo que ela passasse. Troquei de roupa e fiquei observando enquanto ela se dirigia ao banheiro, tomava uma ducha morna e retornava para o quarto, com um aspecto um pouco melhor. Ela vestiu uma camisola de malhinha, penteou os cabelos com os dedos e me fitou curiosa.
— Tem certeza de que está bem Bella?
Voltei a insistir.
— Sim, Edward. Só preciso descansar um pouco.
Dei o meu sorriso torto e abri meus braços para acolhê-la. Ela se aconchegou e em pouco tempo estava completamente adormecida.
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