Notas iniciais
Oiie pessoal!!! é o seguinte, como não postei nada esse tempo todo, eu me senti muito culpada, e por isso estou escrevendo um capitulo atrás do outro, pppff não desistam de mim okay?! Espero que gostem, ahh e erros de português são normais pq estou sem tempo para mandar para minha corretora HAUAHAUHAU ppppff deixem nos comentários o que vcs acharam e sugestões!!! não sejam leitores fantasmas ♥ ♥ amo cada um de vcs ♥ e se puderem indicar essa fic a um amigo iria adorar ♥ Ótima leitura ♥

Acordo na manhã seguinte, esfrego meus olhos e me sento na cama bocejando, olho para os lados e vejo a luz do sol invadir meu quarto pela janela já aberta por minha avó um tempo antes (presumo), forço meus olhos contra luz, e, vejo as grandes árvores com folhas em um tom de verde bem vivo lá fora, ouço os pássaros, um relinchar de algum cavalo no estabulo, me concentrando mais, ouço o cantar dos galos de minha avó e o maravilhoso som de água corrente do laguinho que fica ao lado do estabulo.
Me dirijo ao banheiro ainda sonolenta; após entrar fecho a porta atrás de mim e abro a torneira, a água escorre pela pia até cair no ralo, ela é fia, estremeço quando a jogo em meu rosto, o que me deixa mais acordada; escovo meus dentes e penteio meus cabelos ruivos como fogo, olho meu reflexo no espelho, não me considero uma pessoa vaidosa, mas, me acho realmente bonita, uma ruiva dom a pele bem branquinha e olhos azuis turquesa, apesar de hoje eles estarem em um tom mais para violeta; passo minha mão na nuca e então lembro da história que a vovó me conto na noite anterior, ela ainda não terminou, pego meu elástico e amarro meu cabelo (já penteado) em um rabo de cavalo bem alto, deixando algumas mexas rebeldes caídas pelo meu rosto; abro a porta e me dirijo ao guarda-roupa, pego minha calça jeans e uma blusa verde lisa, e as visto, coloco meu tênis e saio do quarto, percebo que não há ninguém, revisto a cozinha e de repente algo me chama a atenção, é um bilhete de vovó:

“May, sai com Mare e Jane para ir a feira, peguei alguns ovos no galinheiro hoje cedo, se você quiser pode fritar alguma coisa! Ah tem uma garrafa com café em cima da mesa e o Sam veio hoje mais cedo procurando por você, mas deixei você dormindo, nós duas sabemos que ontem foi um dia cheio!!

De Vovó”

Jogo o bilhete no lixo e abro a geladeira e abro a geladeira, e, me espanto ao ver que está vazia, só restam apenas ovos e alguns tomates, procurando mais a fundo acho uma maça, pego, a lavo e dou uma mordida.
Volto ao me quarto com minha maçã ainda em mãos, pego meu celular e vejo que não tem nenhum sinal, fico irritada e me levanto indo lá para fora, mecho meu celular de um lado para o outro em busca de algum sinal, quando finalmente acho eu estou ao lado do estabulo, começo a mexer no cabelo enquanto procuro o contato de meu recente amigo Sam.

ºº

Mandei uma mensagem a Sam para me encontrar na casa de minha avó em uma hora, enquanto ele não chega passeio pelo estabulo observando os cavalos, quando um deles me chama a atenção, é minha antiga égua chamada Angel, seu pelo é branco, sua crista é preta e seus olhos são negros, ela é mais velha do que quando eu era pequena (obvio né?!!), costumava fazer tranças em suas crinas negras e lisas, eu adorava. Acariciei deu pelo e então peguei uma cela e coloquei-a em Angel, logo depois montei nela e sai do estabulo, a começo eu passeava pelo outro campo que não possuía árvore alguma, quando comecei a acelerar e sentir o vento em meus cabelos, era magnífico, meus cabelos ruivos como fogo dançavam no ar ao ritmo do vento, quando percebi estava em uma velocidade muito alta, levantei meus braços como se quisesse abraçar aquele momento maravilhoso de liberdade, foi quando comecei a lembrar de meu pai, não sei o porque e nem qual caminho os meus pensamentos cruzaram para me levar a lembrança feliz de meu pai me encimado a cavalgar nesta mesma égua e nesta mesmo propriedade! Angel foi diminuindo o ritmo e parar em meio a campina, eu já não estava mais com os braços abertos quando senti meus olhos arderem e as lagrimas brotarem em meu rosto, meu coração estava com saudade, aquela lembrança trazia felicidade, mas o que eu estava sentindo passava longe disso, foi quando senti pingos gelados caírem em meu rosto, a principio achei que seriam minhas lagrimas, mas logo a chuva veio, fraca, mas ela estava lá, e isso não ajudou muito, comecei a soluçar já quase encharcada, e a cada soluço a cada maior pico de tristeza em meu coração eu ouvia trovões, mas os raios não chegavam, percebi que Angel estava incomodada com os trovões e eu achei melhor voltar, enxuguei minhas lagrimas e comecei a andar com minha égua, a cada segundo acelerando mais e mais, meu coração não estava mais triste, eu apenas queria chegar em casa, quando guardei Angel no estabulo e sai em direção a casa de minha avó a chuva avia passado e o tempo só estava nublado. Antes de entrar em casa conferi se minha avó havia chegado, quando percebi que não tinha ninguém em casa, tirei minhas roupas encharcadas ali mesmo na varando, ficando apenas com minhas de baixo, coloquei o monte de roupas molhadas ao lado da porta e entrei, tomei uma ducha pensativa e vesti um vestido vermelho larguinho para ficar em casa, penteei meus cabelos e me dirigi a cozinha, peguei meu celular em cima da mesa, e percebi que já havia passado uma hora e alguns minutos desde que mandei a mensagem para Sam, foi quando ouço um barulho lá fora, ao chegar na porta percebo Sam ajudando minha avó com as compras, Mare e Jane olhando meu amigo com atenção, elas estavam engraçadas, seu olhar para Sam era bobo e logo percebi que elas estavam afim dele, sorri comigo mesma, mas lá no fundo isso me incomodava, não sei o porque, só sei que quando ele me vê ele sorri radiante e eu o retribuo.

Notas finais
Espero que tenham gostado ♥ deixem nos comentários suas opiniões ♥