Natan James

1 Aula de História e o Rapto


Notas iniciais
Espero que gostem :)

- Então, já sabe onde ele está? – perguntou-o sentado na poltrona virado para parede, admirando seu pelo quadro na parede.

- Ainda não, senhor todo poderoso – respondeu o rapaz com um olhar desapontado.

- Bom preciso que descubra o mais rápido que puder! – informou virando a poltrona para olhar para o certo rapaz – Todos os outros quatro estão aqui, mesmo o Natan James. Acho que você sabe que sem ele não podemos recuperar o vinho, sabe né?

- Sim, senhor eu sei disso! – disse – Vou acelerar a nossa equipe, em menos de dois dias o encontraremos.

Logo em seguida, o rapaz pegou suas coisas e retirou-se da sala do Senhor Todo Poderoso.

O rapaz foi caminhando em direção à sua sala, no meio do caminho ele viu o Robson – o secretário.

- Robson, faça um favor – chamou o rapaz – chame todos eles para mim, agora.

No mesmo momento Robson saiu e foi atrás de todos.

*

- Ótimo todos estão aqui – disse o rapaz ao abrir à porta e ver todos eles.

- Sem mais delongas, o que é tão importante assim – perguntou à linda menina.

- Precisamos encontra-lo pra ontem – disse – William, Enzo, Lucy, Hannah, vocês precisam encontra-lo.

- Tá, mais como? – perguntou um menino que estava observando o lindo dia pela janela.

- Bom isso já não é comigo – informou – a minha obrigação só alerta-los. Vocês podem começar a andar mais pelas ruas, procurar nas redes sócias essas coisas. Mais uma coisa eu sei nós precisamos encontrar Natan James.

***

Escola Manuel Santoro Praga – 14h: 30min, Aula de História.

Estava um lindo dia lá fora eu podia estar fazendo tantas coisas legais, mais ao invés disso estou preso dentro desta sala de aula ouvindo a Sr.ª Ferreira – ela é a professora de História da nossa turma, eu até poderia gostar mais ainda de História se ela não falasse tão devagar e fizesse quase toda a classe dormi – falar da Segunda Guerra Mundial.

- Foi... Assim... Que... Ocorreu... A Segunda... Guerra... Mundial. Para o pessoal que está acordado... Alguma dúvida? – perguntou, e graças a Deus ninguém levantou a mão – Ótimo... Como daqui aos minutos... Irá bater o sinal... Para próxima aula... Os exercícios da página 37... Todos resolvidos se quiser ganhar uma estrelinha.

Escuto o sinal bater. Pego meus cadernos, lápis, estojo e guardo tudo na minha mochila e levando em direção à porta.

Estava passando pela mesa da professora e escuto ela me chamar.

- Natan – chamou-me a Sr.ª Ferreira.

- Pois não professora.

- E o seguinte. Eu estou meio preocupada com a possível nota que você irá tirar.

- Tá mais qual será? – estava começando a ficar preocupado, pois eu sempre fui um aluno exemplar, nunca tirei menos de B+.

- A nota no caso seria um E-.

- O que, E-!

Meu deus! Um E-, se minha mãe descobrir ela vai me matar.

- Mais professora, não tem como muda isso? – perguntei.

- Tem sim, mais só se você estiver preparado para passar o fim de semana sentado numa cadeira fazendo trabalhos.

- Não tem problema é só a senhora me passar os trabalhos que eu faço.

Ela me passou uma lista, quando eu contei deram 10 trabalhos.

‘‘Como eu vou fazer dez trabalhos em dois dias?’’ – pensei.

Peguei as minhas coisas e sai da sala de aula. Ao sair fui até o meu armário, Nº427. No armário do meu lado ficado o do Austin – meu melhor amigo.

- Nossa cara, tá tudo bem? – perguntou Austin abrindo seu armário e guardando seus materiais.

- Não, não esta nada bem – respondi – a Sr.ª Ferreira me disse que neste bimestre eu vou fechar com E-.

- E-? Como assim Natan? Você sempre foi um aluno exemplar.

- Fazer o que, né? – disse – mais ela falou que a minha situação pode melhorar se eu fizer esse dez trabalhos para segunda-feira.

- Dez trabalhos? Pra segunda-feira! – disse ele fechando à porta do armário e olhando para mim indignado – Mas e o nosso cinema?

- Vai ter que ficar para o próximo fim de semana, é o jeito.

- Então, vai logo para casa – disse – pois, quando mais cedo você começar a fazer este trabalho, quem sabe nos podemos ainda ver o filme!

- Verdade. Até mais Austin.

- Tchau!

Estava passando pelo corredor principal da escola – que dava ligação para todas as escadas e salas e onde ficava a saída – olhando a lista dos meus trabalhos quando de repente esparrei numa menina que estava carregando diversos livros que acabaram indos todos para o chão.

- Meu deus! Perdão – disse agachando para ajuda-la a pegar seus livros.

- Foi nada – disse – eu estava meio distraída.

- Aqui seus livros – entreguei-os para a menina – que deselegância a minha. Eu me chamo Natan.

- Me chamo Hannah.

*

- Evan. Acho que eu o encontrei – disse William, sentado numa cadeira de frente para o computador com um copo de suco e prato com um sanduiche mordido do lado.

- Sério. Onde? – perguntou Evan que estava olhando uma guia de endereço

- Aqui nessa Rede Social – indicou William com o dedo – incrível como os humanos se abrem de um modo nesses perfis, olha só, achei o endereço dele.

— Achou? – surpreendeu-se Evan largando a guia e correndo até o computador. Pegou um papel e uma caneta e anotou o endereço do rapaz – vamos lá agora mesmo.

- Mais antes não é melhor ligar para Hannah para saber se ela o achou naquela escola ridícula – informou.

- É mesmo – concordou.

Evan pegou o telefone e ligou para Hannah.

- Alô? – disse Hannah no telefone.

- Sou eu Hannah, o Evan – disse – então o achou ai na escola.

- Achei sim! – disse – Só que ele já foi embora e nesse momento já deve estar no meio do caminho.

- O que, ele já foi? – perguntou ele supresso – Então tá, depois a gente se fala.

- Até mais.

- William pede para o Alex ligar o carro – disse ele pegando um casaco e indo em direção à porta – vamos, vamos, vamos.

*

Eu já estava no meio do caminho.

‘‘Conto ou não para minha mãe?’’ – perguntei para mim mesmo – ‘‘Se eu contar ela vai ficar muito brava comigo e vai falar um monte pra mim. Mais se eu não contar eu estarei mentindo e eu odeio mentir e outra se eu não consegui fazer todos esses trabalhos ela vai saber de qualquer jeito pelo meu boletim. É o jeito é eu contar mesmo’’.

Já estava decidido. Eu iria contar e pronto. Já estava na minha rua – Rua dos Galos.

Faltavam três casas para minha e de repente alguém colocou um saco na minha cabeça, e me deu uma coronhada – eu acho – que me vez desmaiar.

Notas finais
Meus olhos estavam entre abertos, e eu ainda estava com o saco na cabeça que me estava dando falta de ar. Não tinha ideia onde estava àquela coronhada ainda acho que foi uma coronhada me vez ficar desmaio por não sei quanto tempo... CONTINUA